Interpretando as Profecias Apocalípticas

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Introdução geral ao estudo das grandes profecias do Apocalipse

Profecia é a capacidade de falar com autoridade de parte de Deus, ou em seu nome, já que serve para predizer acontecimentos futuros ou declarar a Sua vontade para o presente (ver Êxodo 3:10, 14 e 15; Deut. 18:15 e 18; II Sam. 23:2; Mateus 11:9 e 10; II S. Pedro 1:21). A profecia é o meio escolhido por Deus para comunicar-se com o homem (ver Núm. 12:6; Amós 3:7). A Bíblia chegou aos homens por este dom (ver II Tim. 3:16; II S. Pedro 1:20 e 21). As escrituras testificam de Jesus, e o dom de profecia é apropriadamente chamado “o testemunho de Jesus” (Apoc. 19:10; João 5:39; Apoc. 12:17). O dom de profecia manifesta-se por meio de visões, sonhos ou inspiração especial que chega à mente (ver Núm. 12:6; Apoc. 1:1-3); e então o instrumento humano converte-se no porta-voz de Deus (ver II Sam. 23:2; Mateus 3:3; II S. Pedro 1:21). Deus tem o propósito de que este importante dom do Espírito estivela com Sua igreja até o fim dos tempos (ver Joel 2:28 e 29; Apoc. 12:17; 19:10). Na realidade, deve ser o sinal para identificar a verdadeira igreja de Deus nos últimos dias (Apoc. 12:17; 19:10). Isto é muito razoável, porque Deus sempre tem usado este meio para revelar-se e transmitir suas mensagens ao mundo desde a queda de Adão.

Sobre a profecia em geral, registram-se os seguintes versículos:

É predição sobre acontecimentos futuros: Gênesis 49:1; Números 24:14; Dan 2:45

Deus é seu autor: Isaias 44:7; 45:21;

Deus as dá, por meio de Cristo: Apocalipse 1:1;

Um dom de Cristo: Efésios 4:11; Apocalipse 11:3;

Um dom do Espírito Santo: I Cor. 12:10;

Não vem por vontade de homem: II Pedro 1:21;

Dadas desde o princípio: Lucas 1:70;

É uma palavra certa: II Pedro 1:19;

Deus a cumpre: Isaias 44:26; Atos 3:18;

Cristo, é seu grande tema: Atos 3:22-24; 10:43; I Pedro 1:10-11

Cumpridas em Cristo: Lucas 24:44;

Seu dom prometido: Joel 2:28; Atos 2:16 e 17;

Para o benefício de outras gerações: I Pedro 1:12;

Uma luz em lugar escuro: I Pedro 1:19;

Não vem de particular elucidação: II Pedro 1:20;

Não a desprezemos: I Tessalonicenses 5:20;

Demos-lhe ouvidos: II Pedro 1:19;

Recebamo-lha com fé: II Coríntios 20:20; Lucas 24:25;

Bênção ao lê-la, ouví-la e observa-la: Apoc. 1:3; 22:7;

Culpa de pretender possuir o dom de profecia sem escolha divina: Jeremias 14:14; 23:13 e 14; Ezequiel 13:2 e 3.

Serão castigados os que:

Não lhe derem ouvidos: Neemias 9:30

Adicionarem ou subtraírem algo: Apoc. 22:18 e 19;

Fingirem possuir seu dom: Deut. 18:20; Jeremias 14:15 e 23:15;

Fingirem estar convertidos: Números 24:2-9; I Sam. 19:20-23; Mateus 7:22; João 11:49-51; I Cor. 13:2;

Como deve ser testada: Deut. 13:1-3; 18:22.

Estudo introdutório das profecias do Apocalipse

“Nenhum sábio, encantador, mago ou adivinho é capaz de revelar ao rei o mistério sobre o qual ele perguntou, mas existe um DEUS nos Céus que revela os mistérios. Ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá nos últimos dias.” (Daniel 2:27 e 28)

As profecias de homens e mulheres são aceitas quando seu nível de acerto é acima da probabilidade estatística. No entanto, pela Bíblia, só se pode aceitar profecia se o seu cumprimento for total, sem descontos, porque se são dadas por DEUS, elas devem ser certas em todo o seu conteúdo.

Em todas as atividades do ser humano há o conceito de passado, presente e futuro. O passado é conhecido pelos registros, o presente é conhecido pelos fatos que se sucedem, e o futuro se tenta desvendar pelas probabilidades e tendências. No desvendar do futuro pelos recursos das ciências humanas freqüentemente ocorrem graves erros. As projeções, importantes para a administração das grandes empresas e dos países por exemplo, baseadas no passado e nas tendências, sempre serão falhas. No entanto, o esforço realizado pelos seres humanos nesse sentido demonstram o quanto é importante conhecer algo a respeito do futuro.

DEUS conhece as necessidades humanas, e ele revelou o suficiente para que as pessoas que N’Ele crêem possam conhecer a respeito do futuro, o que será e como será. Isso fez revelando aos Seus profetas informações a respeito do futuro, que se chamam profecias. E as profecias de DEUS nunca falham, são absolutamente certas. As profecias são dadas através de um sistema de escrita não direta, mas indireta, de modo que necessitam ser interpretadas. Ocorre que são mensagens que não devem ser suficientemente entendidas pelos opositores dos planos de DEUS. A revelação segura de qualquer profecia bíblica só ocorre se DEUS mesmo, por intermédio de profeta, disser o significado das profecias. E na sua leitura, o leitor deve contar com o esclarecimento (iluminação) do Espírito Santo.

Há profecias para os dias de hoje que não foram totalmente reveladas, como é o caso de Apocalipse 17. No entanto, com relação ao que se apresenta nesse capítulo, existe revelação suficiente para se ter boa compreensão a respeito, e segurança quanto ao básico. A não total revelação leva aos crentes à pesquisa, e os prende ao estudo, e os mantém atentos aos fatos, pois, por vezes, são os fatos que se tornam em revelação de profecias, desde que esses fatos estejam perfeitamente em harmonia com todo o contexto profético.

Pelos mesmos profetas aos quais concedeu as profecias ou por outros, Ele também, muitas vezes, concede a revelação, parcial ou total. Por que DEUS assim se comporta? Vejamos:

a) Para que as revelações não caiam em mãos indevidas antes do tempo (satanás tem agido fortemente com base na compreensão de profecias);

b) Para que possa antecipar fatos e só mais tarde revelar o significado, e assim, aumenta a credibilidade de seus servos em relação a Ele;

c) Para que tenhamos segurança de que existem planos firmes da parte DEUS com relação ao futuro;

d) Para que pesquisemos constantemente;

e) Para que peçamos revelação;

f) Para que nos apeguemos à iluminação do Espírito Santo;

g) Para que peçamos o cumprimento;

h)Para que nos preparemos melhor;

i) Para que nos mantenhamos atentos aos fatos e busquemos entendimento;

j) Para que vejamos o poder de DEUS em ação, capaz de antever fatos milênios antes de ocorrerem;

k) Para que perseveremos no caminho da verdade, mantendo-nos ocupados com a verdade;

l) Há outras razões, são muitas, mas essas são as principais.

História à primeira vista

“…mas existe um DEUS nos Céus que revela os mistérios. Ele mostrou ao rei Nabucodonosor o que acontecerá nos últimos dias. O sonho e as visões que passaram por tua mente quando estavas deitado foram as seguintes:” (Daniel 2:28)

O modo como Daniel se expressou demonstram absoluta certeza dos fatos. Em primeiro lugar, providencialmente o rei esquecera o sonho, que julgava importante, e nenhum mago conseguiu trazer-lhe à lembrança o que havia sonhado. Daniel, pelo poder de DEUS, lhe relembrou o sonho e também lhe deu a interpretação. O fato de ter relembrado o sonho dá segurança e credibilidade quanto a interpretação, ou seja, a origem do sonho e da interpretação é a mesma. Portanto, o rei creu nas palavras de Daniel, pois a interpretação vinha respaldada pela capacidade de saber, por DEUS, qual foi o sonho. Isso é muito importante para a profecia de Daniel 2 quanto para a profecia das 2.300 tardes e manhãs, pois estão vinculadas a ela e formam seqüência natural da história, sobrepondo-se em parte, revelando fatos até o fim dos tempos. Qualquer curso superior, seus pesquisadores, seja o curso de história, de jornalismo, de ciência política, de filosofia, de administração, de economia, e outras, para serem sérias e capazes de entender os dias de hoje, como pretendem, o que é muito importante para essas ciências, deveria ser profunda conhecedora das profecias de Daniel e de Apocalipse. Como não o fazem, e não levam em conta essas profecias como sendo ciência, estão à margem e à deriva quanto do conhecimento do que vem pela frente, e tateiam no escuro, sem saber para onde vão e para onde o mundo vai. Formam profissionais deficientes ou nulos no principal conhecimento para o seu desempenho profissional.

O método de interpretação de JESUS

Pregar o amor de JESUS leva ao entendimento de como Ele é; pregar profecias leva ao entendimento de que logo estaremos com Ele; pregar ambas as coisas leva ao entendimento de que, tanto Ele quanto nós, estamos ansiosos por nos encontrar. Por isso, é importante que saibamos lidar com as profecias bíblicas. Isso é particularmente importante nos dias de hoje, como foi nos tempos da primeira vinda de JESUS.

Como, então, entender as profecias? Isso tem a ver com sua interpretação. Precisamos ter aqui os seguintes cuidados:

  1. Saber ler os textos proféticos. Isso requer ter conhecimento do significado de palavras chave simbólicas básicas, tais como: dia, que em profecia significa ano, mar, que significa povos, multidões; chifre, que significa poder, domínio, autoridade, e assim por diante.
  2. Então é necessário compreender muito bem as profecias que já estão reveladas por intermédio de profeta. Isso permite uma boa base segura para outros estudos e análises, principalmente dos dias atuais.
  3. Também é necessário ter bom domínio da história que se passou. Ela corre coerentemente ao que foi profetizado, e confirma as profecias e permite estudá-las com maior quantidade de informações.
  4. É importante manter-se atento aos fatos dos dias presentes, aqueles que tem a ver com o que foi profetizado para esses dias.
  5. Quanto as profecias não reveladas no todo ou em parte, há publicados muitos estudos e análises. Elas são importantes e desejáveis, porque nos atraem a um assunto do qual não devemos nos separar. No entanto, alguns cuidados merecem atenção:

a) ver se o autor escreve com humildade;

b) se apresenta as suas idéias com equilíbrio e mansidão;

c) e se reconhece possíveis erros ocultos em seus estudos;

d) e se não tenta derrubar outras tentativas de explicação de outros estudiosos, querendo tornar a sua versão exclusiva;

e) se o que defende tem coerência com os escritos revelados por DEUS;

f) se seu estilo de vida é coerente com um fiel cristão;

g) se é bom esposo, bom pai e bom amigo;

h) se é obediente aos mandamentos de DEUS, demonstrando que O ama de verdade.

Ainda assim, nossa postura sempre deve ser a seguinte (assim penso eu): só aceitar como definitiva a interpretação profética dada por DEUS por intermédio de profeta. Isso não significa que o resto deve ser jogado fora. Esses estudos, se confiáveis do ponto de vista humano, não são revelações divinas, são estudos de seres humanos, louváveis por sinal. O seu grande mérito é nos manter atentos sobre o que vai acontecer, sendo o que dizem, possibilidades que devem estar em nossa mente e foco de atenção. São contribuições valiosas para a busca das mensagens de DEUS aos seres humanos, mas não são interpretações proféticas. Devem ser tratadas, portanto, como teorias, isto é, análises a serem confirmadas ou não. Isto é importante considerar.

O que aprendemos sobre como JESUS interpretava as profecias? Vejamos em itens:

a) a Bíblia dá a sua própria interpretação (JESUS observou essa norma);

b) mas nem tudo nela está interpretado;

c)  quanto a Daniel, JESUS, referindo-se sobre “o abominável da desolação”, coloca as profecias para o futuro;

d)  (no momento em que uma profecia é dada, jamais é para ‘prever’ o passado, sempre para o presente ou para o futuro);

e)  JESUS se referia a um período de história de seus dias para até os nossos dias (isso fica claro em Mateus 24).

f) JESUS respeitou os profetas do passado, e ratificou seus escritos (João 5:39);

g) nos Seus pronunciamentos proféticos (não interpretação) Ele mesmo considerava dois pontos de importância máxima: Sua morte e ressurreição e Sua segunda vinda;

h) Ele considerou de vital a obediência aos Dez Mandamentos.

As profecias, como de resto, toda a Palavra de DEUS, merecem respeito especial. O Seu autor, que as deu por inspiração e/ou revelação, é sempre o mesmo: DEUS. Ele jamais se engana nem se contradiz. Portanto, não pode haver interpretação diferente e contraditória em relação às diversas profecias. Por outro lado, é grave atentado contra a ética e os princípios de honestidade afirmar que outra pessoa teria dito o que essa pessoa não disse, ou que não concorda. Mais ainda com relação a DEUS, não se pode em hipótese alguma afirmar o que Ele nunca disse ou revelou. Pode-se tentar entender o que teria dito, mas nesse caso, enquanto Ele mesmo não confirmar a interpretação, essa tentativa não deve ser interpretada como verdade. É apenas uma teoria, em estado provisório, aguardando sua confirmação ou rejeição. Ninguém pode falar por DEUS senão Ele mesmo, diretamente ou por meio de profeta escolhido por Ele. No entanto, DEUS é O Ser que mais está sendo blasfemado com mensagens que Ele não concorda, que conflitam com a Sua palavra escrita e que O tornam um Ser de caráter bem diferente que o real. Isso vai custar caro, a vida, de quem assim procede.

Interpretação de símbolos

Os símbolos em profecia tem importância especial. Destacamos alguns pontos:

a) escondem a sabedoria dos que se apegam estritamente a ciências humanas sem respaldo bíblico;

b) incentivam à pesquisa;

c)  que desenvolvem a inteligência e a capacidade de entendimento de coisas mais complexas, em todos os campos da ciência;

d) permitem idéias mais ricas que o seu enunciado direto;

e) permitem entendimento mais amplo, pois tem o poder de ilustração (por exemplo, um crente comparado a uma árvore, já traz a idéia dos frutos bons, do crescimento, da sobra, do abrigo…);

f) permitem uma linguagem específica para profecia, que pode ser endereçada para pessoas específicas, os servos de DEUS;

g) requerem mais atenção nas leituras, o que é muito bom;

h) permitem um ou mais significados coerentes entre si;

i) desafiam o estudo e o aprofundamento, e tornam o estudo prazeroso;

j) é uma linguagem superior que o uso de palavras diretas.

Para encontrar os significado dos símbolos, pode-se proceder assim:

a) ver se a própria Bíblia revelou em outro lugar;

b) pelo contexto próximo ao texto do símbolo;

c) pela lógica ampla da sabedoria bíblica, que não permite contradição;

d) com oração e espírito humilde, sem querer “inventar” significados por conta própria.

Como Paulo considerava a profecia

Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,  o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.  Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?  E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.  Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;  então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.” (II Tess. 2:3-8)

Paulo aqui trata do iníquo, ou do perverso. Ele trata de dois aspectos importantes, que revelam a ação do anticristo desde os dias de Paulo até o final dos tempos. Primeiramente Paulo diz que o iníquo ou perverso já está operando no seu tempo, certamente de forma obscura, sem que fosse facilmente identificado. Então Paulo diz que o iníquo ainda está sendo detido, que não pode agir plenamente, mas que será liberado mais tarde. Isso é para o futuro, e o iníquo será revelado (identificado plenamente) quando o que o detém o liberar. Isso já aconteceu e vai acontecer de novo, pela segunda vez. Da primeira vez, foi quando o sistema papal se tornou explicitamente opressor, para matar os adoradores segundo a Bíblia. Nisso, ele ficou identificado segundo a descrição de Paulo, ou seja: “se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”. Mas Paulo acrescenta algo importante: a) no verso “9” afirma que o iníquo virá com sinais e maravilhas. Isso não aconteceu durante a Idade Média, em sua primeira aparição, mas acontecerá quando de sua segunda aparição. b) Que o iníquo será destruído em sua aparição, no caso a segunda aparição. Na primeira ele recebeu, em seu representante, uma ferida mortal (a 1ª besta, em 1798), assim como satanás também foi mortalmente ferido por JESUS na cruz. Portanto, estudando bem tudo o que se encontra escrito, a conclusão óbvia é que Paulo se refere a ação do iníquo em dois tempos, que se estendem até o fim dos tempos da ação do pecado. Ora, e poderia ser diferente? O iníquo não se revelaria justamente, também no final? Ficaria quieto quando precisa tentar vencer os descendentes de JESUS?

Interpretação cristocêntrica

As profecias são informações e ordens cifradas aos guerreiros de DEUS sobre o que será, como será, as estratégias do inimigo e as de DEUS, como o povo de DEUS se comportará e qual será o resulta do dessa guerra. Elas, em essência, vinculam-se em torno de JESUS CRISTO, como Salvador de todos aqueles que O amam, e desejam obedecer Seus mandamentos. O principal motivo das profecias é, num contexto de fatos, tempo e seqüências, apresentar CRISTO O Salvador, pelo qual a humanidade toda, se quisesse, poderia tornar a ter a vida eterna.

É nos relatos proféticos que vemos JESUS aparecendo como humilde ser humano e sendo morto por causa do pecado. Assim, também, é pelas profecias que sabemos que Ele voltará outra vez, agora já como vencedor, para buscar os que a Ele se apegaram por causa de seu imenso amor.

Conclusão

As profecias do Apocalipse retratam um cenário do tempo final que vem se constituindo, em forma de guerras e lutas, no campo espiritual e também material, que culmina com a aparição do Salvador. Entre previsões e fatos, as profecias apontam para o fato dos fatos, a segunda vinda. Elas demonstram que a guerra é entre satanás e JESUS e respectivos seguidores, e que o motivo é a ambição, por parte de satanás, de ocupar o lugar de JESUS no trono, e que para tal, ataca principalmente os Dez Mandamentos. Isso vem fazendo desde sua primeira manifestação, ainda no Céu. Pelas profecias sabemos quem é o vencedor e quem é o perdedor. JESUS já venceu na cruz, e não há como tirar d’Ele a vitória. Sabemos que voltará com essa vitória para dá-la a todos que a Ele se entregam por inteiro. Dizem também as profecias o que acontecerá com todos aqueles que se vincularem ou se mantiverem ligados de alguma maneira (dentre as muitas possíveis no sistema de babilônia) a satanás, por meio de alguma das muitas formas de falsa adoração. O seu fim será sua eliminação de tal maneira que deles não restarão sequer suas idéias. Em síntese, isso que o que dizem as profecias.

Prof. Sikberto R. Marks

Escrito em: 27-03-2002.

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