O que a Igreja Batista diz sobre a Lei e o Sábado?

Campanha Batista

Este artigo não tem por finalidade provar o ensinamento bíblico através dos testemunhos, depoimentos e declarações aqui transcritos, mas sim apresentar aos batistas mal-informados de sua própria doutrina qual o posicionamento oficial da Igreja Batista frente à questão da lei e do sábado. É fato que seus líderes e autoridades, teólogos de maior gabarito, professores, ilustres evangelistas, pastores e famosos escritores concordam com os adventistas e demais cristãos observadores do sábado quanto à validade deste e de todos os mandamentos do Decálogo como regra de prática e conduta para o cristão. Inclusive é a mesma posição bíblica ensinada oficialmente há séculos pelas demais denominações cristãs, como presbiterianos, luteranos, metodistas, congregacionalistas, anglicanos, assembleianos, católicos, etc. É verdade que quando tratam de “sábado”, esses mesmos autores pretendem reinterpretar o quarto mandamento como agora se aplicando ao primeiro dia da semana. Então, estão certos e de acordo quanto à validade e vigência de todos os mandamentos do Decálogo e das origens edênicas do princípio sabático, porém estão equivocados ao acharem que o domingo tomou o lugar do sábado, uma informação que não consta de parte alguma da Bíblia.

PONDERAÇÕES INICIAIS

A Igreja Batista se subdividiu em algumas ramificações, como a “Primeira Igreja”, a “Peniel”, a “Filadélfia”, a “Sião”, etc. mas todas as partes mantêm a doutrina uniforme por meio das “Convenções Batistas”. Divergem apenas em questões administrativas, como também acontece com outras denominações evangélicas (presbiterianos, luteranos, metodistas, congregacionalistas, anglicanos, assembleianos, etc. ). Mas uma coisa continua sendo o elo de união entre as diversas subdivisões dentro da Igreja Batista: a doutrina.

Infelizmente temos percebido, porém, que as pessoas se filiam a uma placa de igreja sem a preocupação de se informarem sobre as suas doutrinas, crenças e ensinamentos, e também não se preocupam em conhecer os seus credos, confissões de fé e posicionamentos históricos, quanto menos sobre suas normas e regras. Isso é muito sério. Os membros da igreja – na maioria dos casos – não lêem os livros que são escritos pelos seus evangelistas, teólogos, professores, escritores ou pastores da igreja a que pertencem, e vivem sem saber como é o seu cristianismo que levam de qualquer jeito… Outros – e isto é de pasmar qualquer um! – não têm lido a própria Bíblia!!! Perguntamos: Que tipo de cristianismo é esse, que não incentiva à pesquisa do Livro Sagrado? Não era assim no tempo de Jesus, pois Ele recomendou o exame das Escrituras (Jo. 5:39). Que tipo de igreja é essa, então, que não transmite aos membros o conhecimento das próprias crenças e posicionamento bíblico? Vejamos o que o profeta Oséias escreveu:

O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote (líder religioso), rejeitaste o conhecimento, também Eu, te rejeitarei, para que não sejas sacerdote (pastor) diante de Mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também Eu Me esquecerei de teus filhos (membros). (Os. 4:6)

Um líder religioso – pastor, professor, evangelista, teólogo, escritor – que rejeita a Lei de Deus, está comprometido diante dEle, e comprometendo o seu rebanho à destruição, conforme o texto do profeta Oséias, transcrito acima. Tal líder religioso será responsável, diante de Deus, pelas almas que vierem a perecer por falta de conhecimento! Graças a Deus os líderes da Igreja Batista não negam a vigência da santa e divina Lei do Senhor! Amém?!

Mas por falta de instrução dessa igreja, por todos os lugares, cada membro da Igreja Batista pretende ter uma forma particular de entender a Bíblia ao que lhe convém, que nem sempre se encaixa naquilo que é ensinado pelas Escrituras e por seus teólogos, líderes, pastores, professores, evangelistas e escritores. Por isso, chamamos a atenção para o conselho bíblico, que diz:

Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus. … Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. (Hb. 13:7, 17)

Se o conselho bíblico é que as ovelhas devem lembrar-se e sujeitar-se aos seus pastores, quando eles ensinam a palavra de Deus, nada mais correto do que saber o que ensinam alguns de seus pastores e estudiosos da Bíblia. Por exemplo, o que historicamente os líderes religiosos da Igreja Batista tem ensinado oficialmente a respeito de assuntos que falam da obediência ao Senhor? O que dizem a respeito da Lei de Deus? O que ensinam sobre os Dez Mandamentos? E sobre o sábado? O que eles deixaram registrado oficialmente, para a sadia orientação de seus rebanhos? Vamos conferir?

QUESTÕES AOS BATISTAS

1) O que é a Lei de Deus? O que são os Dez Mandamentos?

Quem vai nos responder a essa primeira pergunta é o príncipe dos pregadores batistas, Carlos H. Spurgeon, afirma o seguinte em seus “Sermons”:
“A Lei de Deus é uma lei divina, santa, celestial, perfeita. Aqueles que acham defeito na lei, ou que a depreciam em grau mínimo, não compreendem o seu desígnio e não têm uma idéia correta da própria lei. Paulo diz que ‘a lei é santa, mas eu sou carnal; vendido sob o pecado’. Em tudo quanto dizemos concernente à justificação pela fé, nunca intencionamos diminuir o conceito que nossos ouvintes têm da lei, pois a lei é uma das obras de Deus mais sublimes.

Não há nenhum mandamento a mais; não há nem um a menos; mas ela é tão incomparável que sua perfeição é uma prova de sua divindade. Nenhum legislador humano poderia ter trazido a existência uma lei semelhante à que encontramos no Decálogo.” [Vol. 2, sermão 18, pág. 280. Grifos acrescentados.]

Diz também o famoso escritor, evangelista internacional e líder religioso Billy Graham, que citando Wesley sobre os Dez Mandamentos, diz:
“A exemplo de Wesley, sinto que deva pregar a lei e o juízo antes de pregar a graça e o amor. … Os dez mandamentos… são as leis morais de Deus para a conduta das pessoas. Alguns pensam que eles foram revogados. Isso não é verdade. Cristo ensinou a lei. Eles ainda estão em vigor hoje. Deus não mudou. As pessoas é que têm mudado. … A Bíblia diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Os Dez Mandamentos são um espelho para nos mostrar como ficamos aquém em preencher os requisitos de Deus.” [Sermão em Times Square, citado em George Burnham e Lee Fisher, “Billy Graham and the New York Crusade” (Zondervan Publ. House, Grand Rapids, Mich.), págs. 108-109.]

Podemos transcrever aqui nada mais nada menos que o próprio manual das Igrejas Batistas, o “New Hampshire Confession of Faith”, sistematizado por Edward T. Hiscox, onde não há nenhum ensinamento da abolição ou mesmo da alteração da Lei de Deus nesta positiva declaração:
“Cremos que as Escrituras ensinam que a Lei de Deus é a norma eterna e imutável de Seu governo moral (Rom. 3:31; Mat. 5:17; Luc. 16:17; Rom. 3:20; 4:15); que essa lei é santa, justa e boa (Rom. 7:12; 7:7, 14, 22; Gál. 3:21; Sal. 119); e que a incapacidade, que as Escrituras atribuem aos homens caídos, de cumprirem seus preceitos, resulta inteiramente de seu amor ao pecado (Rom. 8:7, 8);

livrá-los disso e restaurá-los por meio de um Mediador a uma sincera obediência à santa lei, é o grande propósito do evangelho e dos meios de graça relacionados com o estabelecimento da igreja visível (Rom. 8:2-4).” [Art. 12, págs. 63-64. Também é encontrado no “Manual das Igrejas Batistas”, por William Carey Taylor, ed. 4 (1949), pág. 178, art. 12. Citado em O.C.S. Wallace, “What Baptist Believe”, pág. 79.]

Precisaríamos de mais alguma informação depois desta, dada pelo MANUAL DAS IGREJAS BATISTAS, que regulamenta todas as praxes da denominação? Creio que não! Vamos a outra pergunta:

2) Para que serve a Lei de Deus, os Dez Mandamentos?

William Carey Taylor, Doutor em Teologia, professor de seminário batista por muitos anos, e grande escritor, responde a esta pergunta da seguinte forma:
“Seria uma bênção se cada púlpito no mundo trovejasse ao povo a voz divina do Decálogo, pois a Lei é aio [mestre, guia] para guiar a Cristo.” [Em “Os Dez Mandamentos”, pág. 5.]

Veja o que se encontra no próprio “Catecismo da Doutrina Batista”:
Todos nós temos a obrigação de cumprir a Lei Moral… que é a que nos prescreve as obrigações para com Deus e o próximo. … A lei se acha expressa com maior minuciosidade nos Dez Mandamentos, dados por Deus a Moisés no Sinai.” [Por Pr. W. D. T. MacDonald, págs. 28-29. Grifos acrescentados.]

Por seu turno, o teólogo batista Pr. Nilson do Amaral Fanini, pregador do programa de televisão “Reencontro”, escreveu o seguinte:
“Se quisermos viver em paz com Deus e com o nosso próximo devemos, então, observar o Decálogo…. Devemos obedecer não por medo mas por amor. Precisamos observar as leis divinas tais quais elas são e não acomodá-las de acordo com as tendências da época, esquecendo ou comprometendo as leis divinas que regem a conduta moral.”

[Em "Dez Passos Para Uma Vida Melhor", págs. 18-19.]

Novamente Carlos H. Spurgeon, o grande pregador batista, declara:
“Para que existe a Lei de Deus? Para a guardarmos a fim de sermos salvos por ela? De maneira nenhuma. Foi-nos dada com o fim de mostrar-nos que não podemos ser salvos pelas obras, e limitarmos a ser salvos pela graça. Mas se presumis que a lei está alterada para que o homem a possa observar, deixai-lhe a sua velha esperança legal, e ele está certo de poder a ela apegar-se. Necessitais duma lei perfeita que mantenha o homem, quando apartado de Cristo, em estado de desesperança, ponha-o numa jaula de ferro, feche-o a cadeado e não lhe ofereça escape algum senão o da fé em Cristo; então se porá a gritar: ‘Senhor, salva-me pela graça, pois percebo que não me posso salvar por minhas próprias obras.’ E assim é que S. Paulo o apresenta aos Gálatas: ‘A Escritura incluiu a todos sob o pecado, para que a promessa pela fé de Jesus Cristo pudesse ser concedida aos que crêem. Mas antes de vir a fé, éramos mantidos sob a lei, retidos dentro da fé que depois se revelaria. Por essa causa a lei era nosso aio para conduzir-nos a Cristo, a fim de sermos justificados pela fé.’ Digo-vos que, pondo de parte a lei, despojastes o evangelho de seu auxiliar mais competente. Tirastes dela o aio que leva os homens a Cristo. Eles nunca aceitarão a graça sem que tremam perante uma lei justa e santa. Por conseguinte, a lei serve ao mais necessário e bendito propósito, e não deve ser removida do lugar que ocupa.” [Em “The Perpetuity of the Law of God”, págs. 10-11. Grifos acrescentados.]

Conforme esses líderes batistas notaram do ensinamento bíblico, a Lei de Deus serve:
–> para conduzir a Cristo,
–> para nos manter em paz com Deus,
–> para servir como regentes da nossa conduta moral,
–> para cumprir nosso dever perante Deus,

–> para ser regra de conduta, mesmo para os que foram justificados, etc.

3) A Lei de Deus, os Dez Mandamentos, estão vigentes para o cristão?

O grande reformador João Calvino, pai da Igreja Batista e da Presbiteriana, comentando Mt. 5:17 e Lc.16:17, em seu “Comentary on a Harmony of the Gospel”, assim declara:
“Não devemos supor que a vinda de Cristo nos tornou livres da autoridade da lei; pois ela é a norma eterna de uma vida devota e santa, e deve, portanto, ser tão imutável como a justiça de Deus, que a envolveu, é constante e uniforme.” [Vol. 1, pág. 277. Grifos acrescentados.]

Para o Dr. George Eldon Ladd, teólogo batista de renome batista, a resposta é a seguinte:
“Está claro que a Lei continua a ser a expressão da vontade de Deus para a conduta, mesmo para aqueles que não estão mais sujeitos à lei.” [Em “Teologia do Novo Testamento”, pág. 473.]

“Pelo fato de terem os cristãos maior luz, estão mais na obrigação de observar os preceitos da lei do que os demais”, salienta a “Sociedade de Publicações Batista” em seu Folheto n° 64, o qual declara:
“Para provar que os Dez Mandamentos são obrigatórios, peça a qualquer pessoa que os leia, um por um, e pergunte a sua própria consciência se haveria pecado em transgredi-los. É isto, ou qualquer parte disto, a liberdade do evangelho? Toda consciência que não tiver cauterizada deve responder a esta pergunta com uma negativa. …
“O Legislador e o Salvador são o mesmo; e os crentes devem estar de acordo tanto com o primeiro como com o último; mas, se menosprezarmos a lei que Cristo Se deleitou em honrar, e contestarmos nossa obrigação de a ela obedecer, como poderemos estar de acordo com Ele?

Não somos antes daquele sentimento que é inimizade contra Deus, nem em verdade o pode ser? …
Se a lei não for uma norma de conduta para os crentes, e uma perfeita norma, eles não se acham sujeitos a nenhum padrão; ou, o que vem a ser a mesma coisa, estão sem lei. Mas, se é assim, não cometem nenhum pecado; pois ‘onde não há lei, não há transgressão’; e nesse caso, não tem nenhum pecado a confessar quer a Deus, quer mutuamente; e também não se acham necessitados de Cristo, como advogado para com o Pai, nem de perdão diário através de seu sangue. Assim, ao negar a lei, os homens destroem por completo o evangelho. Os crentes, portanto, em lugar de estarem isentos da obrigação de obedecer-lhe, acham-se sob maior obrigação de o fazer do que quaisquer homens do mundo. Estar isento disso é estar sem lei, e por conseguinte, sem pecado; neste caso poderíamos viver sem um Salvador, o que é completamente contrário à religião.”
[Págs. 2-6.]

Noutro sermão o grande evangelista Billy Graham prossegue:
“Eu vos advirto esta noite, não pode haver paz até que a Lei seja observada e não há poder em nós para observar a Lei. A natureza humana é corrupta. É por isso que Cristo veio para dar-nos uma nova natureza e pôr em operação forças que nos possam trazer à existência uma nova ordem mundial.” [Sermão em Times Square, citado em George Burnham e Lee Fisher, “Billy Graham and the New York Crusade” (Zondervan Publ. House, Grand Rapids, Mich.), pág. 191.]

Outra vez o grande evangelista Carlos H. Spurgeon:
“Se alguém me diz: ‘Eis que em substituição aos Dez Mandamentos recebemos dois, que são muito mais fáceis,’ responder-lhe-ei que essa versão da lei não é de maneira alguma mais fácil. Uma tal observação implica falta de meditação e experiência. Esses dois preceitos abrangem os dez, em seu mais amplo sentido, não podendo ser considerados exclusão de um jota ou til dos mesmos.

Quaisquer dificuldades existentes nos mandamentos são igualmente encontradas nos dois, que lhes são a súmula e substância. Se amais a Deus de todo o vosso coração, torna-se-vos preciso observar a primeira parte (os primeiros quatros mandamentos); e se amais o próximo como a vós mesmos, precisais observar a segunda (os outros seis mandamentos).” [Em “The Perpetuity of the Law of God”, pág. 5. Grifos acrescentados.]

O Rev. Andrew Fuller, eminente ministro batista, conhecido como o “Franklin da teologia”, diz o seguinte:
“Se a doutrina da expiação nos leva a alimentar idéias falsas com relação à Lei de Deus, ou a negar-lhe autoridade preceituaria, podemos estar certos de que ela não é a doutrina escriturística da reconciliação. A expiação relacionava-se com a justiça e esta com a lei ou a revelada vontade do Soberano, a qual fora violada; e a própria finalidade de expiação é restaurar a honra da lei. Se a lei, que foi transgredida, fosse injusta, em vez de ser providenciada uma expiação para o seu quebrantamento, deveria ela ter sido revogada, e o Legislador levado sobre Si a vergonha de havê-la ordenado. … É fácil notar, por conseguinte, que na proporção em que a lei é minimizada, e o evangelho é solapado, tanto a graça como a expiação são tornadas inúteis. É o uso abusivo da lei, ou o torná-la um meio de vida, em oposição ao evangelho – para o que ela jamais foi dada a uma criatura caída – o que as Escrituras Sagradas desaprovam; e não a lei como revelada vontade de Deus, o imutável padrão entre o direito de Deus, o imutável padrão entre o direito e o erro. Deste ponto de vista foi que os apóstolos nela se deleitaram; e se somos cristãos deleitar-nos-emos nela também, e não nos oporemos a estar sob ela como uma norma de dever; pois nenhum homem se opõe a ser governado pelas leis de que gosta.” [Em “Atonement of Christ”. Ver “Works of Andrew Fuller”, págs. 160-161.]

4) Desde quando existem os Dez Mandamentos, a Lei de Deus?

O Pr. Antonio Neves de Mesquita, Doutor em Teologia, e professor de seminários teológicos batistas de grande projeção, em seu livro “Estudo no Livro de Êxodo”, registra estas palavras:
“Tomemos em consideração que antes de serem dadas as dez proposições, comumente chamadas Lei, já todos os ensinos nelas codificados estavam em vigor. Podemos mesmo dizer que desde que apareceu o homem sobre a terra os princípios do Decálogo tinham força de lei. E, se quisermos recuar mais ao passado, podemos afirmar que nunca houve tempo nem eternidade em que tais princípios não existissem. … Quando o homem foi criado, não lhe foi dada esta lei em forma catalogada, mas lhe foi posta no coração, dentro da consciência, dentro de sua íntima natureza, para que por ela se governasse.” [Pág. 133.]

Aí está o testemunho de alguém que estudou bastante o Livro de Deus, e os ensinamentos dos grandes mestres da Igreja Batista. O Dr. Antonio Neves de Mesquita é autoridade muito responsável, e que pode muito bem responder pela Igreja Batista!

5) Existe diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

Eis as seguintes declarações de um teólogo batista que muito estudo a Bíblia:
“Jesus não deu um novo código moral. Ele não foi um segundo Promulgador de leis, como Moisés. Ele era muito superior, e Seus ensinos morais situam-se num plano muito mais elevado do que os de Moisés. Ele não Se preocupava tanto com enunciar regras detalhadas para regular a vida moral, e sim em enunciar princípios eternos pelos quais os homens deviam viver sob Deus e em falar sobre motivos e propósitos que deviam governar todos os nossos atos.
“Jesus não concedeu um novo código, mas também não disse que os ensinamentos do Velho Testamento estavam suspensos. As leis cerimoniais e ritualísticas do Velho Testamento foram ab-rogados para o cristão, mas não os Dez Mandamentos.”

[J. Philip Hyatt, “The Teacher” (publicação batista), outubro de 1943, vol. 57, nº 10, pág. 5.]

O renomado teólogo batista Weldon E. Viertel afirma o seguinte quanto à divisão de leis:
A Lei pode ser dividida em três tipos: cerimonial, civil e moral. … De acordo com o livro de Hebreus, as leis cerimoniais eram sombras de Cristo. A sombra foi substituída pela realidade de Cristo e Seu ato redentor. As leis cerimoniais foram cumpridas; portanto, a Igreja não observa as leis sacrificiais e os festivais. As leis cerimoniais foram aplicadas a Cristo, em grande parte pelo uso da tipologia.
“… A Lei Moral continua efetiva; todavia, Cristo deu-lhe outro nível de sentido e aplicação. Lidou com a raiz das atividades éticas, incluindo atividades e motivos (o coração do homem).”
[Em “A Interpretação da Bíblia”, pág. 194.]

O já citado Dr. Antonio Neves de Mesquita ajuda na resposta quando diz:
O concerto divide-se em três partes: Lei Moral ou os Dez Mandamentos (20:1-17); Lei do Altar ou Cerimonial, meio de aproximação a Deus (20:22-26 e o livro de Levítico); e Lei Civil (21:1-23:19).” [Op. cit., pág. 131. Grifos acrescentados.]

6) A que tipo de lei o apóstolo Paulo se refere em Colossenses 2:16?

Da obra publicada pelos batistas, “Comentario Exegetico y Explicativo de La Bíblia”, por Roberto Jamieson, A R. Fausset e David Brown, estudiosos fundamentalistas, assim Colossenses 2:16 e 17 é comentado:
“‘SÁBADOS’ referem-se ao dia da Expiação e festa dos Tabernáculos que chegaram ao fim com os cultos judaicos a que pertenciam (Levíticos 23:32, 37 e 39). O sábado semanal repousa em base mais permanente, tendo sido instituído no Paraíso para comemorar o término da Criação em seis dias. Levíticos 23:38 expressamente distingue ‘o sábado do Senhor’, de outro sábados.

Um preceito positivo é ordenado por ser necessário e cessa de ser obrigatório quando ab-rogado; porém o preceito moral é ordenado eternamente, porque é eternamente necessário.” [Tomo 2, pág. 520. Ver também em “Estudo no Livro de Êxodo”, págs. 163, 169-170. Grifos acrescentados.]

Ou seja, a posição oficial dos batistas é que Colossenses 2:16 não está falando do sábado do quarto mandamento. Está falando da LEI CERIMONIAL, e não da Lei Moral!

7) E o sábado do quarto mandamento da Lei Moral, qual a sua origem?

Vamos, outra vez, consultar o “Comentario Exegetico y Explicativo de La Biblia”, onde se lê o seguinte:
“A instituição sábado é tão velha como a criação, dando origem à divisão semanal do tempo, o que prevaleceu nas épocas mais remotas.” [Tomo I, pág. 21.]

Mais uma vez, o Dr. Antonio Neves de Mesquita, com a palavra abalizada do estudioso:
“Naturalmente, temos de remontar ao princípio da criação, quando Deus descansou dos labores criativos, para encontrarmos a resposta à pergunta sobre a existência do sábado.” [Op. cit., págs. 162-163.]

Repetindo aqui uma citação do comentário bíblico de Jamieson, Fausset e Brown:
“O sábado semanal repousa em base mais permanente, tendo sido instituído no Paraíso para comemorar o término da Criação em seis dias. … o preceito moral é ordenado eternamente, porque é eternamente necessário.” [Tomo 2, pág. 520. Nota sobre Col. 2:16-17.]

“Pelo motivo dado para que se observe o dia de sábado nos Dez Mandamentos, aprendemos que o exemplo do descanso sabático havia sido dado pelo próprio Deus por ocasião da criação. O sábado, portanto, é uma ordenança da criação (Êx 20:8-11). … o padrão é assim deixado para o homem seguir

A linguagem usada é propositalmente forte a fim de que o homem possa aprender a necessidade de considerar o sábado como um dia em que ele mesmo precisa de descansar de suas labutas diárias. … Deus, e não o homem, é que deve determinar de que modo o sábado precisa ser observado.” [Em “O Novo Dicionário da Bíblia”, págs. 1421-1422. Grifos acrescentados.]

8) Há razões para santificarmos o sábado?

O primeiro que nos vai indicar algumas razões é o batista já citado Pr. Nilson do Amaral Fanini, que enumera enumerados dois motivos para o quarto mandamento:
“1. O Criador descansou. ‘E ao sétimo dia descansou’. Deus nos dá o exemplo de descanso.
“2. É que Deus santificou um dia. ‘Portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.’ Isto é, Deus separou um dia para ser consagrado a ele. Portanto não temos o direito de usar aquilo que não é nosso. O dia é do Senhor. Quando usamos algo que não nos pertence, estamos sendo péssimos mordomos. Mas devemos santificar o tempo. Não basta assistirmos aos trabalhos da
igreja. As demais horas do dia devem ser vividas santificadamente.” [Op. cit., pág. 41.]

Novamente o comentário bíblico dos batistas Jamieson, Fausset e Brown, é declarado que:
“ …e repousou no dia sétimo – não para repousar de esgotamento pelo trabalho (veja Isaías 40:28), mas cessou de trabalhar, dando um exemplo, que equivale a um mandamento, para que nós também suspendamos toda classe de trabalho.
“3. Abençoou Deus o dia sétimo e o santificou. – fazendo uma distinção própria sobre os outros seis dias, demonstra que foi dedicado para fins sagrados. … É uma lei sábia e benéfica, pois proporciona aquele intervalo regular de descanso que requer a natureza física do homem e dos animais empregados em seu serviço, e a não observância do mesmo traz em ambos os casos uma decadência prematura.”
[Op. cit., pág. 21. Grifos acrescentados.]
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Outra vez, o Dr. Antonio Neves de Mesquita ajuda na resposta:
“Seria impossível a qualquer povo desenvolver espírito religioso sadio e moral alevantada sem que houvesse meios adequados. Ora, o sábado, forçando o descanso das coisas seculares e fazendo inclinar a mente para as divinas, relembrando as beneficências de Deus à raça, conseguiria manter em equilíbrio os dois poderes humanos: físico e moral. … O sábado é um elo unindo os homens a Deus por meio do culto, que ele faculta e desenvolve. … Podemos aferir grandemente a espiritualidade de um homem pelo respeito que ele tem pelo dia de descanso.” [Op. cit., págs. 163, 169 e 170. Grifos acrescentados.]

Catecismo Batista de 1855 (compilado por Charles H. Spurgeon):
“49. Pergunta: Qual é o quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento é: Êxodo 20:8-11. ‘Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas’.”
“50. Pergunta: O que se exige no quarto mandamento?
Resposta: O quarto mandamento exige que sejam reservados santos a Deus os tempos que Ele determinou em Sua Palavra, especialmente um dia completo dos sete, que deve ser um Sabbath santificado a Ele (Levítico 19:30).”
“51. Pergunta: Como se deve santificar o Sabbath?
Resposta: O dia do Senhor deve ser santificado através de um descanso santo do dia inteiro, até mesmo de trabalhos e divertimentos mundanos que são certos nos outros dias (Levítico 23:3), e passar o tempo inteiro em adoração pública ou particular a Deus (Salmo 92:1-2), exceto nas obras necessárias de caridade (Mateus 12:11-12).”

[Esse catecismo pode ser visualizado no seguinte website: http://www.luz.eti.br/do_catecismobatista1855.html (acessado a 23/08/07).]

9) Contra o que Jesus Se levantou com relação ao sábado?

Quem nós vamos convidar, primeiro, para responder a esta pergunta é famoso escritor batista, Pr. Enéas Tognini, que diz:
“Contra os acréscimos Jesus Se levantou e os combateu, ressuscitando do ‘sábado’ o mais importante, o mais sagrado, que era o amor que se devia a Deus e ao próximo.” [Em “Jesus e os Dez Mandamentos”, pág. 39.]

Também da obra batista “O Novo Dicionário da Bíblia”, nós lemos estas esclarecedoras palavras:
“Durante o período entre os dois Testamentos, entretanto, foi surgindo gradualmente uma alteração no que diz respeito à compreensão acerca do propósito do sábado. … Paulatinamente a tradição oral foi se desenvolvendo entre os judeus, e a atenção passou a focalizar-se na observância de minúcias. … Foi contra essa sobrecarga aos mandamentos de Deus, pelas tradições humanas, que nosso Senhor se insurgiu. Suas observações não eram dirigidas contra a instituição do sábado como tal, nem contra o ensinamento do Antigo Testamento. Mas Ele Se opunha aos fariseus, que deixavam a Palavra de Deus sem efeito por causa de suas pesadíssimas tradições orais.” [Pág. 1422]

Novamente Carlos H. Spurgeon, o príncipe dos pregadores batistas, em sua obra “Perpetuity of the Law of God” (Eternidade da Lei de Deus), afirma:
Jesus não veio mudar a lei, mas sim explicá-la, e isto mostra que ela permanece; pois não há nenhuma necessidade de explicar aquilo que foi ab-rogado. … Ao assim explicar a lei Ele a confirmou; Ele não poderia ter intenção de aboli-la, do contrário não precisaria interpretá-la. …

Que o Mestre não veio alterar a lei é claro, porque depois de incorporá-la à Sua vida, voluntariamente Se deu a Si mesmo para levar-lhe a penalidade, embora jamais a houvesse transgredido, pagando a penalidade por nós, como está escrito: ‘Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós.’ … Se a lei houvesse exigido de nós mais do que deveria ter feito, teria o Senhor Jesus pago por ela a penalidade que resulta de seus tão severos preceitos? Estou certo de que não o faria. Mas pelo fato de a lei pedir apenas aquilo que deve pedir, isto é, perfeita obediência, e exigir do transgressor somente aquilo que deve exigir, a saber, morte como penalidade pelo pecado – por essa razão o Salvador foi para o madeiro, e ali morreu por nossos pecados e os expiou de uma vez por todas.” [Págs. 4-7.]

10) Jesus guardou o mandamento do sábado?

Existem cristãos, mesmo sinceros, que acreditam que Jesus não guardou os Dez Mandamentos, ou o sábado. Até onde vai o conhecimento deles? O que diz a Bíblia? E o que dizem os líderes batistas sobre esse assunto? Vamos ver!

Jesus mesmo disse o seguinte:
Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai, e no Seu amor permaneço (Jo. 15:10).

Diz o já citado Pr. Enéas Tognini em sua obra “Jesus e os Dez Mandamentos”:
“O quarto mandamento proíbe as atividades materiais, seculares. Por outro lado, ordena na palavra ‘santificar’ um trabalho espiritual, um serviço dedicado ao Senhor. Jesus cumpriu à risca as duas partes da prescrição legal. Ele não violou o mandamento divino como foi acusado pelos Judeus; o que Ele fez foi não ajustar-Se às fórmulas exteriotipadas dos acréscimos engendrados pelas tradições humanas em torno de um mandamento tão simples e tão claro…

Jesus, portanto estava certo, e mais do que certo quanto à guarda do sábado e não os seus gratuitos opositores. …
“Sobre o oceano de confusão agitado pela celeuma farisaica sobre o quarto mandamento, uma coisa paira mais alto e de modo inconfundível: é como Jesus guardou o sábado. Pelo menos três coisas vitais, importantes Jesus fez no sábado: 1) Nem Jesus, nem Seus discípulos fizeram no sábado qualquer trabalho secular; 2) foi regular, sistemática e costumeiramente à sinagoga, onde Se entregava às atividades divinas; 3) Gastou sempre as horas do sábado pregando o Evangelho, como se pode verificar de Lucas 4:16 e Marcos 1:21-39; a curar os enfermos, os coxos, os aleijados, os endemoninhados…”
[Págs. 42-43.]

11) A Bíblia ensina a observância do domingo no lugar do sábado?

O Rev. Joseph Judson Taylor, famoso ministro da Igreja Batista, faz esta declaração em “The Sabbath Question”:
“Neste ponto (o sábado) o ensinamento da Palavra tem sido admitido em todas as gerações.”
“Nenhuma vez os discípulos aplicaram a lei sabática ao primeiro dia da semana. Esta loucura realizou-se num tempo posterior. Nem pretendiam que o primeiro dia suplantasse o sétimo.”
[Págs. 17 e 41.]

“As Escrituras não denominam, em nenhum lugar, ao primeiro dia da semana como sábado… Não há autorização bíblica para fazê-lo, nem por lógica, ou por alguma obrigação bíblica.” [Do “The Watchman Examiner”.]

11) O sábado pode ser re-interpretado segundo a vontade de cada um?

Alguns crentes acham que eles mesmos é quem devem escolher o dia para o descanso e culto. O fato é que esta questão está obedecendo a conveniência das pessoas e não o que diz o claro “Assim diz o SENHOR”. Será que deve ser assim mesmo? Biblicamente, “o sétimo dia é o sábado do SENHOR” (Ex.20:10).

Mas, o que dizem autoridades religiosas dentre os batistas?

O Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Batista, fez perante um grupo de ministros, na “Convenção Ministerial Batista”, em New York, no dia 13 de novembro de 1893, a seguinte declaração:
“Havia e há um mandamento para santificar-se o Sábado, mas aquele Sábado não era o domingo. Sem impedimento pode-se dizer, com mostras de triunfo, que o sábado foi transferido do sétimo ao primeiro dia, com todos os seus deveres, privilégios e santidades. Com ardente ansiedade, buscando informações sobre este assunto que tenho estudado durante muitos anos, pergunto: onde pode encontrar-se o arquivo desta transação? Não no Novo Testamento, absolutamente não. Não há evidência bíblica quanto à mudança do sábado do sétimo para o primeiro dia da semana.
“Desejo dizer que esta questão do sábado, deste ponto de vista, é o problema mais grave e desconcertante relacionado com as instituições cristãs, que presentemente chama a atenção dos cristãos; e a única razão por que o mundo cristão tem permanecido satisfeito com a convicção de que alguma ocasião, no começo da história cristã, foi feita uma mudança. …
“Parece-me inexplicável que Jesus, durante três anos de discussões com Seus discípulos, em muitas oportunidades conversando com eles sobre o sábado, abrangendo seus vários aspectos, livrando-o de todo seu falso brilho (supertições farisaicas), nunca aludiu à transferência desse dia; nem tampouco, durante os quarenta dias após Sua ressurreição, o insinuou. Também, tanto quanto sabemos, o Espírito Santo que lhes foi dado para recordar todas as coisas que Ele lhes havia dito, não tratou deste assunto.
Também não o fizeram os inspirados apóstolos, ao pregarem o evangelho, estabeleceram igrejas, aconselharem e instruírem as já estabelecidas, discutirem ou tratarem desse assunto.
“É claro que sei perfeitamente ter o domingo entrado em uso, como dia religioso, na história da
Igreja cristã… Mas é lamentável que tenha vindo com uma marca do paganismo e batizado com o nome de ‘dia do Sol’, então adotado e santificado pela apostasia papal e vindo como um legado sagrado ao protestantismo.”

Três dias depois o “The Watchman Examiner” (órgão batista de New York) fez menção desse discurso, descrevendo o intenso interesse manifestado pelos ministros presentes, e a discussão que se seguiu a sua apresentação.

12) Diante de tudo o que foi apresentado, qual deve ser a posição de cada ovelha do rebanho da IgrejaBatista ?

O que nos diz a Palavra de Deus?
Aquele pois que sabe fazer o bem e o não faz, comete pecado (Tg. 4:17).

A Bíblia Viva registra este texto da seguinte maneira:
Lembrem-se também de que, saber o que deve ser feito e não fazer, é pecado.

13) Como cristão sincero, nascido de novo pelo sangue de Cristo, qual vai ser a sua resposta ao Senhor Jesus?

A escolha é totalmente sua!

Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap. 14:12).

Estudo Realizado por Marllington K. Will.
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21 respostas para O que a Igreja Batista diz sobre a Lei e o Sábado?

  1. Pr. Nicomedes Nunes de Souza disse:

    Que bom que vocês relataram a Fé dos Batistas… bom seria também que vocês seguissem!
    Bom seria que vocês compreendessem a doutrina batista à luz do Novo Testamento, ou seja, à luz da Pessoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Bom seria que vocês interpretassem o Antigo Testamento à luz da Pessoa de Jesus Cristo! Porque não fazem isso? Em vez de estarem acusando os batistas de não cumprirem a Lei Moral de Deus (nós a cumprimos, mas à luz da Pessoa de Cristo), façam isso! Preguem o Evangelho para que o Pecador perdido seja Salvo!

  2. Pingback: O Livro de Gálatas, a Lei e os Adventistas « Adventismo em Foco

  3. juraci pereira disse:

    não consegui salvar,como fazer para repassar obrigado

  4. George disse:

    Querido Pr. Nicomedes Nunes de Souza bom seria se todos seguissem a Bíblia por completo, sem interesses pessoais ou qualquer pré-conceito, isto sim seria algo belo. Me alegro em saber que quando Jesus voltar saberemos da boca dele se guardar os 10 mandamentos é importante ou não. Desde já que Deus o abençoe e o ilumine com o Espírito Santo.

  5. Jeferson disse:

    Me congrego em uma Igraja Batista, mas sou primeiramente um servo do Senhor… procuro servi-lo assim como ele pede através da sua palavra (bíblia)… tenho a convicção que minha salvação não depende de qualquer que seja a denominação que faço parte…pois a palavra de Deus diz que Ele virá buscar o Seu povo, mas sei que é importante guardar os mandamentos da lei de Deus, pois estudo a bíblia e procuro cumprir o que Deus pede através dela, sou guardador do sábado, apesar de ter entendido o que segnifica isso a pouco tempo, la em 1ª Joao diz: “Aquele que se diz filho de Deus e não guarda TODOS os mandamentos e mentiroso e não herdará o Reino dos Céus” tenho muito ainda o que aprender, mas não sou cego espiritual, posso ver claramente Graças ao Senhor Jesus que me curou.

  6. nao importa o dia jesus tem que ser adorado 24h o que tenho q guardar é meu culto diario dentro de mim com DEUS 24 ORAR SEM PARAR o meu por do sol é o espirito santo dentro de mim 24h por dia vivo na GRAÇA QUE É CRISTO ISSO BASTA NAO DIRAS FALÇO TESTEMUNH CONTRA SEU PROXIMO…… A IGREJA BATISTA É UMA IGREJA QUE DEUS SE MANIFESTA DA MANEIRA QUE ELE QUER EM UMA SO CONVENÇAO LIGADAS TODAS NA MUNDIAL A FORMA DE CULTO E ADORAÇAO VAI DE ACORDO COM OS MENBROS E COM O QUE DEUS QUER NAQUELA IGREJA E ASSIM VAI RENOVADOS TRADICIONAIS COM A MESMA FÉ

  7. IASD disse:

    Deus estabeleceu um dia de descanso. Pra Ele, o dia importa.

  8. jrmanaus disse:

    Luciano,
    concordo com vc quando diz que devemos adorar a Deus, todos os dias, 24 hs por dia. Nós adventistas cremos assim também. Porém, de acordo com as escrituras, a graça nos salva (Ef.2:8) mas, uma vez estando debaixo da graça, como prova de amor a Deus, como prova de um coração transformado, devemos viver uma vida de obediência (Jo.14:15 e 1º Jo 5:2). Deus mesmo nos diz que aqueles que o obedecem, recebem o Espirito Santo (Atos 5:32). E obedecer os seus mandamentos é prova de um coração transformado. E o sábado é um mandamento dado por Deus, e cremos que deva ser observado.

    Luciano, todas as leis do povo de Israel, foram escritas por Moises em um livro e ficou fora da arca (Deut.31:24-26)…Mas os 10 mandamentos foram escritos pelo próprio Deus, em tábuas de pedra e ficou dentro da arca (Deut.10:4-5). Irmão, a graça é o caminho que nos leva para a vida eterna, mas os 10 mandamentos são as placas que usamos, para não nos desviarmos do caminho.

    Um abraço

  9. jocajol disse:

    Pr. Nicomedes Nunes de Souza disse:
    julho 11, 2009 às 12:15 pm
    … bom seria também que vocês seguissem!
    Porque não fazem isso? Em vez de estarem acusando os batistas de não cumprirem a Lei Moral de Deus (nós a cumprimos, mas à luz da Pessoa de Cristo), façam isso! Preguem o Evangelho para que o Pecador perdido seja Salvo!
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    Jesus não teria dado testemunho de transgressor de Sua Lei. E não porque era Judeu, mas porque foi simplesmente OBEDIENTE!
    Segui-lo implica manter-se obediente fazendo o mesmo que Ele fez.
    Mas há uma grande dificuldade para o batista que diz o contrário com seu testemunho e pregação.

  10. Infelizmente, estou percebendo que oque deveria ser um ponto de acordo entre duas religiões, irmãs, está se tornando um ponto de conflito.
    Não era esse o tema do texto. O tema, era a LEI e como ela deveria ser interpretada e guardada!
    Ao meu ver, foi muito clara a doutrina batista quanto à guarda do sábado! Tanto quanto a nossa fé adventista.
    Deus não porta uma bandeira dessa ou daquela religião, mas sim o estandarte da sua lei, e isso é oque importa.
    FAZER A VONTADE dEle!
    Basta de ignorância, de achismos, e interpretações pessoais, ponto de vistas próprios! Estudemos mais, e concordemos noque Deus pede, e não em dizer, minha fé e melhor, ou a sua é pior!!!
    Isso é hipocrisia!

  11. Por favor vão estudar o livro de Hebreus antes de falar algo, nunca vi algo tão ridículo e de escassos argumentos como esta matéria mas me ajudou muito a afirmar ainda mais a minha Fé, peço a Deus que um dia vocês se libertem deste legalismo (Gálatas) e que possam servir ao Senhor em espirito e em verdade !!!!!

    Mais uma coisa, como pode Jesus (tribo de Judá) ser Sumo Sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque se Ele não era levita, como Ele foi aceito como sacrifício perfeito sem macula se Ele não era da tribo de Levi como ordena a lei???????

    Agora a respeito do sábado só o capitulo 4 de hebreus já responde, …….
    Assim jurei na minha ira Que não entrarão no meu repouso.
    Hebreus 3:11
    Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta:
    Hebreus 10:16
    Temamos, pois, que, porventura, deixada a promessa de entrar no seu repouso, pareça que algum de vós fica para trás.
    Porque também a nós foram pregadas as boas novas, como a eles, mas a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram.
    Porque nós, os que temos crido, entramos no repouso, tal como disse: Assim jurei na minha ira Que não entrarão no meu repouso;
    Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia.
    E outra vez neste lugar: Não entrarão no meu repouso.
    Visto, pois, que resta que alguns entrem nele, e que aqueles a quem primeiro foram pregadas as boas novas não entraram por causa da desobediência,
    Determina outra vez um certo dia, Hoje, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações.
    Porque, se Josué lhes houvesse dado repouso, não falaria depois disso de outro dia.
    Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus.
    Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas.
    Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência.
    Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
    E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.
    Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
    Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
    Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
    Hebreus 4:1-16

  12. IASD disse:

    O manual das Igrejas Batistas, o “New Hampshire Confession of Faith”, sistematizado por Edward T. Hiscox, onde não há nenhum ensinamento da abolição ou mesmo da alteração da Lei de Deus nesta positiva declaração:
    “Cremos que as Escrituras ensinam que a Lei de Deus é a norma eterna e imutável de Seu governo moral (Rom. 3:31; Mat. 5:17; Luc. 16:17; Rom. 3:20; 4:15); que essa lei é santa, justa e boa (Rom. 7:12; 7:7, 14, 22; Gál. 3:21; Sal. 119); e que a incapacidade, que as Escrituras atribuem aos homens caídos, de cumprirem seus preceitos, resulta inteiramente de seu amor ao pecado (Rom. 8:7, 8);

  13. Sem duvida a Lei é imutável, mas a quem ela foi dada a Lei ???? Os israelenses a guardam até os dias de hoje! Jesus é o Leão da Tribo de Judá, somos herdeiros da promessa feita a Abraão 430 anos da Lei, porventura a Lei invalida a promessa feita a Abraão. Volto a dizer, que sua teologia é fraca e demostra pouco conhecimento da escrituras, nos as igrejas de Deus em nada temos a ver com tais praticas hereges ensinadas por vocês, procurem entender o Cristo quis dizer com “esta consumado” lá na cruz, no contexto da época e no idioma original, tudo o que Cristo ensinou esta no Sermão do Monte, fica muito difícil imaginar o próprio Deus encarnado pregar para 5 mil homens e não falar de sábado e outras insanidades apregoada por vocês …

    Mas fico feliz por ter consultado o manual das Igrejas Batistas é uma boa fonte de referencia pra quem tem compromisso serio com Deus e sua Palavra, mas não fique só na consulta, leia-o na integra, estude-o, pratique-o, entenda-o, para que de alguma forma possa se libertar desta escravidão imposta por anticristos que perverem o Evangelho da Graça de Deus querendo vos escravizar o que Cristo já libertou e resgatou com seu próprio sangue lá na cruz!!!!
    Que Deus os abençoe e lhes possa dar entendimento de tudo, fiquem na paz!!!

  14. Engraçado,a Batista tem um manual sabático e não o cumpre,é sério isso em irmãos batistas.

  15. Eliane Santos disse:

    Lendo esse artigo posso chegar a somente uma conclusão… Que a lei me faz ver o quanto sou pecadora, que se não fosse o amor misericordioso de Deus como diz em João 3:16, eu seria incapaz de cumprir a lei em sua totalidade… A agora mais do que nunca sei que somente pela graça sou salva mediante a minha fé (algo que não vemos, mas cremos) em Jesus Cristo e isso não é pra mim me gloriar, mas é de Deus … Dou graças a Deus, e muitas graças a Deus… Ainda bem que Ele na sua Onisciência sabia que eu era incapaz de cumprir todos os seus mandamentos …!

  16. a biblia creio eu que é muito clara! e que está a anos luz de muitos que se dizem profetas e profetizas, e se ainda sim eles se dizem bazear na biblia, então é envão pra min que tais sejam considarados pois entre uma profetiza e a biblia é obviu que escolho a biblia!
    e falando em professias etc… ainda não vi nenhuma explicação no que diz respeito a visão de ellem white que ela viu o dia em que o senhor voltara e se esqueçeu do dia certo se a propria biblia diz que nem o senhor sabe.

    e a respeito dos jentios, são homens que não guardavam o sabado e ainda comia coisas que para os judeus eram impuras, mas mesmo assim eles sendo do jeito que eram foram salvos por cristo e paulo ainda afirma o que guarda dias para o senhor o guarda e o mesmo para o que não guarda e o que come coisas impuras concideradas pelos judeos que para o senhor o come, portanto não jugueis as vos outros sobre o comer, o vestir, e sabados,

    minha pergunta é: porque vcs da iasd incistem neste negocio de sabado? na minha opinião como na biblia mesmo diz a respito do aio era a lei ate que viesse jesus assim como esta escrito, mas se vcs ainda sim não creem, porque julgais os que não guardam o sabado dizendo que estamos pecando em não guardar e ainda julga o domingo como simbolo da besta???? snceramnete esta ellem white me parece muito com a profetiza enfatizada em apocalipse 2 20, pois vcs iasd so não assumem mas coloca o sabado acima de tudo, podem pecar, podem falar mal um dos outros e podem todos os 9 mandamentos deixar de lado mas o sabado….

    não quero julgar mas tenho uma opinião a respeito do que vcs demonstram a respeito do sabado e tipo uma regra de tres: se não guardar o sabado peca, se peca atrai a ira de Deus, se guarda não atrai a ira de Deus e consequentemente não peca assim indo pro céu!

    vcs estão fazendo assim como os judeus faziam com os jentios separando-os e julgando os com essas coisas de domingo ser o dia da besta, como pode alguiém dizem tal afirmação em que baze base biblica afirma isso? vcs se acham superior tornando se assim soberbos e na biblia mesmo diz que Deus regeita os soberbos mas concede graças aos umildes, me pergunto: o que significa isso pra iasd?

    se vcs querem guardar o sabado quem sou eu pra julgar, apesar da biblia afirmar sobre a lei, mas quem sou eu pra julgar se vcs fazem isto e acham que estão certos vão em frente, mas dizer que quem não faz isso esta com a besta porque guarda o domingo? isso não é nada a mais e nem menos que soberba e julgameto precosse! para o seu proprio bem aconcelho-vos que parem com essa bobagem de autoritarismo, legalismo e soberba.

  17. Pingback: Igreja Batista defende princípio do Mandamento do Sábado | Adventismo em Foco

  18. Olha como Batista, tenho que dizer que pegar trechos de falas de pregadores Batistas, não vão concordar com suas crenças, Nós batistas cremos que o Sábado, não importa como sábado, mas sim o seu significado, assim como os Pães Asmos, ou como qualquer outra lei. É o significado que é eterno e não a ação em si. Se seguem o sábado, deviam seguir todas as tradições em que Deus estipulou como estatuto eterno, mas porque só o sábado deve ser seguido? já pela nossa crença, seguimos TODA A LEI, mas em seu significado e não em suas tradições, porque pela lógica é o que importa, lembrando que o maior MANDAMENTO é O AMOR: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Isso é bíblico, esse mandamento é que devia estar iluminado no sonho de Ellen, porque é a palavra de Jesus. A melhor coisa em ser Batista é que somos livres de religião, não somos religiosos, somos cristãos, pequenos Cristo, sendo luz para a salvação dos perdidos, em vez de focar em refutar doutrinas de outras religiões que foi o que mais vi nesse blog, poderiam se focar em evangelizar os perdidos. Pessoas morrem e se perdem porque não conheceram o amor de Jesus, e o foco que eu vi aqui é em refutar outras denominações, falo isso em todo o site.

    PS: Nós os Batistas, nem consideramos a Igreja Adventista como uma igreja Cristã e sim como uma seita, pois onde Cristo não é o Centro (NA PRÁTICA, e não no papel) não pode ser considerado uma igreja Cristã. Somos muito diferentes, então por favor, pode até falar mal da nossa igreja, mas não use palavras de pregadores Batistas pra tentar explicar suas doutrinas.

  19. Após ver tanta controvérsia a respeito da Santa Lei de DEUS e do seu Santo Sábado o qual Ele mesmo o estabeleceu com o SANTO e, tempos depois escreveu com o seu próprio punho, não posso duvidar de que muitos dos nossos verdadeiros inimigos nos momentos finais de perseguição serão aqueles que sempre professaram seguir a Deus e a Jesus Cristo como salvador pessoal. Fico pensando porque pessoas sinceras e que se dizem salvas, lavados no sangue de Cristo e ungidas com o Espírito Santo podem ser tão ferozes quando se apresenta um artigo sobre a veracidade dos mandamentos do nosso criador, redentor e mantenedor Cristo Jesus.
    Meus queridos irmãos (todos vocês que são contrários a essas verdades e se irritam quando elas vem à tona), saibam que em breve o mesmo poder maléfico que se levantou contra os filhos de Deus no passado se levantará novamente contra todos os remanescentes filhos e filhas do DEUS VIVO, aqueles que são descritos como “Os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus” Apoc. 12:17 e 14:12 e o ponto que irá motivá-lo a fazer isso é a observância à Lei de Deus. Portanto, a minha pergunta aos meus queridos é a seguinte: de que lado vocês irão se posicionar? dos perseguidos guardadores da Lei de Jeová ou do lado das hostes das trevas que estarão instigando os homens maus a perseguirem os cristãos?
    Lembrem-se de uma coisa: Eles irão perseguir e matar muitos dos filhos e filhas de Deus dizendo que o estão fazendo em nome de Deus como sempre o fizeram.
    Que o Santo Espírito os ilumine para conseguirem fazer a diferença entre o santo e profano antes que seja tarde demais.
    Que Deus os abençoe. Abraços fraternais em Cristo Jesus.

  20. Almir Borges disse:

    O que mais irrita os batistas que se expressaram aqui, sem qualquer fundamentação bíblica, naturalmente, apenas através de invectivas raivosas e afirmações falsas e destorcidas seja das crenças adventistas, seja sobre as visões da Srª White, a qual certamente nunca leram e citam de ouvir dizer, é a constatação, através das palavras de vários de seus mais eminentes teólogos, da consciência dos batistas estudiosos de que a Lei Moral, os Dez Mandamentos são perpétuos e que eles, leigos, não muito afeitos ao estudo quer da Palavra de Deus quer das obras dos seus próprios teólogos, desconheciam a posição referente à perenidade da Lei, reconhecida pelos guardiães das doutrinas batistas. “O meu povo perece por falta de conhecimento”, lamenta Oséas (4:6). Como sempre, quando lembram alguns versículos da Bíblia, Gálatas vem sempre em seu auxílio. Ignoram que Paulo se via, muitas vezes, obrigado a super enfatizar a Fé e a Graça para defender os gentios da Galácia (e de Éfeso e Corinto, Filipos, Colossos e Tessalônica) dos cristãos “judaizantes”, que queriam amarrá-los ao peso das ordenanças, como havia sido feito com os judeus de Israel (farisaísmo). O que é pecado? Até crianças o sabem. A transgressão da Lei. Que Lei? Bem sabemos que lei! Engraçado que os que lembram-se de Gálatas para justificar o não cumprimento da Lei, nunca citam Romanos, por exemplo onde Paulo diz, “E daí? Havemos de pecar por que não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum!” e, “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás”. E, completa, mais adiante: “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, justo, santo e bom”. Que mandamento? O 1º, o 2º, o 9º? Ou todos? O apóstolo sempre que fala em “ab-rogação” ou “cravada na cruz” se refere a lei “na forma de ordenanças”. Se não sabem o que são as ordenanças, fica a sugestão de estudarem um pouco mais a Bíblia, bem como os teólogos de sua própria denominação…

  21. Marck423 disse:

    É triste estar tantos anos dentro de uma igreja, depois entrar em si sabendo que a mesma não cumpre os mandamentos de Deus.
    E mais que isso, vendo pessoas degladeando-se para defender a placa ou o teólogo da igreja fulana ou sicrana, e não observando a palavra de Deus para entrarem em consenso, ou seja imitando os judeus e palestinos em uma guerra sem fim, a minha, a sua e nunca a nossa.
    Vou fazer uma visita na Igreja Adventista, se o que se prega lá for a lei do Senhor, vou deixar a Batista sim, porque realmente o sábado é mandamento do Senhor. Se não vou procurar alguém que queira pregar a verdade nos dias de hoje.
    Na realidade eu tô cansado de teólogos especulando coisas para encherem suas igrejas e seus cofres, com achismos egocêntricos.

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