O que a Igreja Metodista diz sobre a Lei e o Sábado?

Igreja Metodista

QUESTÕES AOS METODISTAS:

1) O que é a Lei de Deus? O que são os Dez Mandamentos?

O bispo metodista Mateus Simpson apresentou em Yale, no ano 1878, uma série de preleções sob o título “Pregação”, a qual foi publicada mais tarde por “Eton and Mains”. Em sua quarta preleção, diz ele:

“A Lei de Deus… deve ser apresentada claramente. Nossas congregações devem ser reunidas como que em torno do Monte Sinai, enquanto de seu topo é ouvida a voz de Deus a pronunciar aqueles mandamentos que são inalteráveis e eternos. (…) Há muitos pregadores que gostam de insistir sobre o evangelho apenas… mas às vezes vão além disso e verberam contra a pregação da lei — insinuam que ela pertence a uma época passada… Tal evangelho pode erigir uma bela estrutura; mas seu fundamento está sobre a areia. Nenhum verdadeiro edifício pode ser construído sem que seus fundamentos sejam cavados profundamente pelo arrependimento para com Deus… A lei sem o evangelho é sombria e desesperadora; o evangelho sem a lei é ineficiente e destituído de poder; aquela conduz a escravidão, este ao antinomianismo. Combinados, porém, os dois produzem ‘a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida’.”P. 128–129. Grifos acrescentados.

3) A Lei de Deus, os Dez Mandamentos, estão vigentes para o cristão?

Milhares e milhões de cristãos por todo o mundo têm honrado a memória de João Wesley, o grande reavivalista do século XVII e pai do metodismo. Esse grande reformador foi um dos que mais firmemente defendeu a observância da Lei de Deus:

A Lei Moral, contida nos Dez Mandamentos, e realçada pelos profetas, Ele (Cristo) não aboliu. Sua vinda não teve como objetivo revogar qualquer parte dela. Esta é uma lei que jamais pode ser anulada, que permanece firme como ‘a testemunha do Céu’ (Sl. 89:37). A Lei Moral encontra-se em um fundamento inteiramente diferente da lei cerimonial ou ritual. (…) Todas as partes da lei (moral) devem permanecer em vigor em todo o mundo, e em todos os tempos; pois não dependem quer de tempo quer de lugar, ou de quaisquer circunstâncias sujeitas a mudanças, mas da natureza de Deus e do homem, e da sua imutável relação de um para com outro.”Em “The Works of the Rev. John Wesley”, A.M. (As obra do Rev. John Wesley, A.M.), Johnny Emory, ed. (New York: Eaton & Mains), sermão nº 25, vol. 1. p. 221. Ver também em “On the Sermon on the Mount”, dis. 6, “Sermons on Several Occasions” (1810), sermão nº 35, p. 75–76. Grifos acrescentados.

O bispo metodista E. O. Haven, o qual por algum tempo foi presidente da Universidade de Michigan, em sua obra “Pillars of Truth”, declarou:
Este Decálogo jamais pode tornar-se obsoleto. Ele foi destinado a todos os homens, e, obedecido, cumulará a todos os homens nobres e virtuosos de bênçãos imortais. É uma espécie de consagração dos ensinos morais da Bíblia.”P. 235. Grifos acrescentados.

O grande reavivalista e reformador, pai do metodismo, João Wesley, ainda tem mais a dizer sobre o dever dos cristãos em observar a Lei de Deus, os Dez Mandamentos. Disse ele:

“Entre os mais acérrimos inimigos do evangelho de Cristo, estão os que, aberta e explicitamente, ‘julgam a lei’ e ‘falam mal da lei’; aqueles que ensinam os homens a quebrar… não apenas um dos menores ou dos maiores mandamentos, mas todos os mandamentos de uma só vez; que ensinam, sem nenhum disfarce, em palavras como estas: ‘Que fez nosso Senhor com a lei? Ele a aboliu. Há apenas uma obrigação: a de crer…’ Isto é, na verdade, demolir enunciados com muita violência; é resistir nosso Senhor na cara e dizer-Lhe que Ele não soube dar a mensagem para a qual fora enviado. (…)
“A mais surpreendente de todas as circunstancias, que acompanha este grande engano é que, aqueles que a ele se entregam, crêem realmente que honram a Cristo, ao Lhe destruírem a lei, e que estão magnificando o Seu serviço, ao passo que Lhe estão destruindo a doutrina! Na verdade, estes honram a Cristo exatamente como o fez Judas, quando disse: ‘Eu Te saúdo, Mestre, e O beijou.’ (…) Não é outra coisa senão traí-Lo com um beijo, falar de Seu sangue e arrancar-Lhe a coroa; considerar levianamente qualquer parte de Sua lei, sob o pretexto de fazer avançar o evangelho.”
Em “Upon Our Lord’s Sermon on the Mount”, dis. 5, “Sermons on Several Occasions” (1810), sermão nº 35, p. 81–82. Também em “Works of Wesley” (edição de 1829), vol. 5, p. 311. Grifos acrescentados.

Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição oficial da confissão de fé metodista, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Metodista? Conforme foi visto acima, não só seu fundador, João Wesley, mas também teólogos e autoridades atuais da denominação têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima.

4) Desde quando existem os Dez Mandamentos, a Lei de Deus?

Continua João Wesley:
A Lei Moral firma-se sobre um fundamento inteiramente diverso da Lei Cerimonial ou Ritual, que tinha o desígnio de servir para uma restrição temporária sobre um povo desobediente e de dura cerviz; enquanto esta (a Lei Moral) procede do princípio do mundo, sendo ‘escrita, não em tábuas de pedra’, mas nos corações de todos os filhos dos homens, quando saíram das mãos do Criador.”Idem

Aí está o testemunho do fundador da Igreja Metodista, alguém que estudou bastante o Livro de Deus. Pelo que lemos, não há nenhuma dúvida que os Dez Mandamentos foram dados a Adão no PRINCÍPIO DO MUNDO. Portanto, a resposta a esta pergunta deve ser: DESDE A CRIAÇÃO!

5) Existe diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

João Wesley já respondeu isso mais que devidamente na citação acima. Tal firme posição desse homem de Deus se reflete nos “Trinta e Nove Artigos de Religião” (1571), documento confessional há séculos acatado não só por metodistas, mas também por metodistas livres, episcopais e anglicanos, ao estipular em seu artigo 7, sobre a lei divina:

“ O Velho Testamento não é contrário ao Novo; porquanto em ambos, tanto Velho como Novo, se oferece a vida eterna ao gênero humano, por Cristo, que é o único mediador entre Deus e o homem sendo ele mesmo Deus e homem. (…) Ainda que a Lei de Deus, dada por meio de Moisés, no que respeita a Cerimônia e Ritos, não obrigue os cristãos, nem devem ser recebidos necessariamente os seus preceitos civis em nenhuma comunidade; todavia, não há cristão algum que esteja isento, da obediência aos Mandamentos que se chamam Morais.”Ver também em “Constituição da Igreja Metodista Episcopal”, em “Methodist Episcopal Church Doctrines and Discipline” (1928), p. 7. E em “Free Methodist Discipline”. Grifos acrescentados. Essa confissão de fé pode ser encontrada no seguinte website: http://www.monergismo.com/textos/credos/39artigos.htm (acessado a 22/09/2007).

Posição confirmada por outro documento oficial da denominação, o “Catechism” da Igreja Metodista, números 1 e 2, onde encontra-se este ensinamento catequético:
“Pergunta: Que requer do homem?
“Resposta: Obediência a Sua vontade revelada.
“Pergunta: Qual é a norma de nossa obediência?
“Resposta: A Lei Moral.
“Pergunta: Onde é a Lei Moral apresentada?
“Resposta: Nos Dez Mandamentos.
“Pergunta: Estão todos os cristãos sob a obrigação de guardar a lei?
“Resposta: Sim”
N° 1, p. 18; n° 2, p. 38. Grifos acrescentados.

E no “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu artigo sobre a “Lei”, há estes afirmações:

E no “Buck’s Theological Dictionary”, usado muito por metodistas e episcopais ou anglicanos, em seu artigo sobre a “Lei”, há estes afirmações:
A Lei Moral é aquela declaração da vontade de Deus que orienta e obriga moralmente a todos os homens, em todas as épocas e em todos os lugares, em seu inteiro dever para com Ele. Ela foi solenissimamente proclamada pelo próprio Deus no Sinai. (…) É chamada perfeita (Sl. 19:7), perpétua (Mt. 5:17 e 18), santa, boa (Rm. 7:12), espiritual (Rm. 7:14), amplíssima (Sl. 119:96).”P. 230.

De tudo que está registrado, fica mais do que claro que esses documentos confessionais cristãos históricos, tanto Wesley quanto o documento confessional metodista, além de mestres de outras denominações, admitem e reconhecem que existam pelo menos duas leis, dentre outras, das quais fala a Escritura Sagrada:
—> Lei Moral — sumariada nos Dez Mandamentos, e
—> Lei Cerimonial — representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.

6) A que tipo de lei o apóstolo Paulo se refere em Colossenses 2:16?

Na discussão sobre o sentido dos “sábados” de Colossenses 2:16, eis como o erudito metodista Adam Clarke se manifestou em seu autorizado comentário bíblico, adotado oficialmente pela Igreja Metodista:

“‘Ninguém vos julgue pelo comer ou beber’ — O apóstolo aqui se refere a algumas particularidades do escrito de ordenanças, que foram abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas (…) e a necessidade da observância de certos feriados e festivais, tais como as Luas novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravos na cruz, e não mais eram de obrigação moral. Não há aqui indicação de que o sábado fosse abolido, ou que sua obrigação moral fosse superada pelo estabelecimento do cristianismo. Demonstrei em outra parte que ‘Lembra-te do dia do sábado para o santificar’ é um mandamento de obrigação perpétua, e nunca pode ser superado senão pela finalização do tempo. Como ele é um tipo daquele repouso que resta para o povo de Deus, de perene felicidade, deve continuar em pleno vigor até que a eternidade surja; pois nenhum tipo jamais cessa antes que o antítipo surja. Além disso, não está claro se o sábado a que o apóstolo se refere nesse lugar é o judaico ou o cristão; seu ‘sabbaton’ de sábados ou ‘semanas’, mais provavelmente se referia às suas ‘festas das semanas’, das quais muito já foi dito nas notas sobre o Pentateuco.”Traduzido do inglês. Grifos acrescentados.

E reforçando o que já foi afirmado acima, que o sábado é mandamento de caráter moral, não cerimonial, as palavras do famoso e abalizado comentarista bíblico metodista cabem bem aqui, ao comentar a lei dos Dez Mandamentos em Êxodo 20:
“É digno de nota que nenhum destes mandamentos, ou parte deles, pode… ser considerado cerimonial. Todos são morais e, conseqüentemente, de eterna obrigação”.Em “Adam Clarke’s Commentary”, vol. 1, (sobre Êx. 20). Grifos acrescentados.

Mais uma questão devidamente esclarecida. E a posição oficial da Igreja Metodista é que Colossenses 2:16 não está falando do sábado do quarto mandamento. Está falando da LEI CERIMONIAL, e não da Lei Moral!

7) E o sábado do quarto mandamento da Lei Moral, qual a sua origem?

Na “Bishop’s Pastoral” de 1874, da Igreja Metodista, ocorrem estas afirmações:
O sábado instituído na criação e constantemente confirmado por Moisés e os profetas, jamais foi ab-rogado. Fazendo parte da Lei Moral, nem um jota ou til de sua santidade foi subtraído.”Grifos acrescentados.

A origem do sábado, ao contrário do que ensinam alguns metodistas leigos desinformados, não é a doação da lei dos Dez Mandamentos no Monte Sinai. Conforme os líderes metodistas estudiosos da Bíblia, foi NA CRIAÇÃO. Seis dias de trabalho, e o sétimo dia foi SANTIFICADO para o descanso das coisas seculares e culto religioso, que é a posição oficial da Igreja Metodista.

8) Há razões para santificarmos o sábado?

O bispo metodista E. O. Haven, por algum tempo presidente da Universidade de Michigan, afirma em sua obra “Pillars of Truth”, fazendo referência a Marcos 2:27, declara:
“‘O sábado foi feito para o homem’; não para os hebreus, mas para todos os homens.”P. 88.

9) Por quanto tempo deve durar o mandamento do sábado?

Defendendo a perpetuidade do princípio sabático, declarou ainda João Wesley:

“‘Seis dias farás todo o tipo de obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus’. Não é teu, mas o dia de Deus. Ele o reivindica para Si próprio. Ele sempre o reivindicou para Si, desde o próprio início do mundo. ‘Em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, e descansou no sétimo dia. Portanto o senhor abençoou o dia do sábado e o santificou’. Ele o santificou; isto é, ele o tornou santo; ele o reservou para o Seu próprio serviço. Ele determinou que, enquanto o sol e a lua, os céus e a terra, durassem, os filhos dos homens deviam passar esse dia no culto Àquele que ‘lhes deu vida e respiração e todas as coisas’.”Em “A Word to a Sabbath-breaker” (Uma Palavra a um Violador do Sábado), op. cit., vol. 11, p. 164–166. Grifos acrescentados.

Esses pensamentos de seu fundador são oficialmente reconhecidos e ensinados pela Igreja Metodista:

“2. O sábado é indispensável ao homem, sendo propiciador do seu mais elevado bem, física, intelectual, social, espiritual e eternamente. Daí sua observância liga-se às melhores promessas, e sua violação com as mais severas penalidades. Êxo. xxiii, 12; xxxi, 12-18; Neem. xiii, 15-22; Isa. lvi, 2-7; lviii 13, 14; Jer. xvii, 21-27; Eze. xx, 12, 13; xxii, 26-31. Sua santidade era muito distintamente assinalada no ajuntamento do maná. Êxo. xvi, 22-30.
“3. A lei original do sábado foi renovada e tornada uma parte destacada da Lei Moral, ou Dez Mandamentos, dado mediante Moisés no Sinai. Êxo. xx, 8–11.”
Amos Binney e Daniel Steele, “Binney’s Theological Compend Improved” (ed. 1902), p. 170. Grifos acrescentados.

10) O sábado pode ser reinterpretado segundo a vontade de cada um?

Os metodistas acham que eles mesmos são os que devem escolher o dia para o descanso e culto, reinterpretando o mandamento do sábado e aplicando-o ao domingo, chamando-o de “o sábado cristão”.

O fato é que esta questão está obedecendo à conveniência das pessoas e não o que diz o claro “assim diz o SENHOR”. Será que deve ser assim mesmo? Biblicamente, “o sétimo dia é o sábado do SENHOR” (Ex.20:10).

E o que dizem os teólogos metodistas? Mesmo que aplicando o sábado ao primeiro dia da semana, vemos claramente a defesa da vigência do princípio do quarto mandamento, como diz o Rev. Mauro Sérgio Aiello em seu artigo especializado “O Dia Santo”:
“O quarto mandamento é claro: de sete dias que compõem a semana, um deve ser separado e totalmente dedicado ao Senhor. (…)
“A
Igreja de hoje faz muitas concessões. Hoje algumas poucas horas de Culto Matutino, Escola Bíblica Dominical, Culto Noturno, já são considerados os eventos que rotulamos como Dia do Senhor. Alguns escolhem em sua agenda qual dessas atividades vai optar e reduzem o Dia do Senhor a apenas isso. Outros, lamentavelmente, nem isso fazem. Usam os outros seis dias e ainda negligenciam o Dia do Senhor, usando-o para seu bel prazer. Por isso a história da Igreja tem mostrado que, quando isso acontece, ela perde sua força, e sua atividade evangelística se enfraquece.”

Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos metodistas não concordam com a visão herética semi-antinomista/dispensacionalista que nega a validade e vigência do Decálogo como norma cristã, e prega o fim total do quarto mandamento, como sendo “cerimonial”. Mesmo que o sábado seja interpretado por esses documentos e autores como se referindo ao primeiro dia, o “sábado cristão” como é chamado, o que importa é que admitem oficialmente a validade e vigência do mandamento e as origens endêmicas do princípio sabático. A questão sobre ter o domingo ter tomado o lugar do sétimo dia já é outra.

11) A Bíblia ensina a observância do domingo no lugar do sábado?

O Dr. Harris Franklin Rall faz esta declaração no “Christian Advocate”:
“Vejamos a questão do Domingo… não há nenhuma passagem dizendo aos cristãos para observarem este dia.”2 de julho de 1942.

No “Theological Compendium Improved”, do Rev. Amos Binneyas, ocorrem estas afirmações:
“É certo não haver um mandamento positivo para o batismo infantil… Tampouco há algum para guardar como santo o primeiro dia da semana. Muitos crêem que Cristo mudou o sábado. Mas, em Suas próprias palavras, vemos que não veio com este propósito. Aqueles que crêem que Jesus mudou sábado baseiam-se apenas numa suposição.”Ed. de 1902, p. 180-181. Grifos acrescentados.

12) Como poderíamos resumir todo o ensinamento metodista que vimos até agora?

A — A universal e eterna lei de Deus é sistematizada e expressa para o homem na forma dos Dez Mandamentos, também universais e eternos, que prosseguem válidos e vigentes como norma de conduta cristã. Tal fato sempre foi oficialmente reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do presente e do passado, pertencentes às mais diferentes denominações, e é o que tradicionalmente constituiu o pensamento geral de toda a cristandade.

B — A lei divina nas Escrituras se apresenta com preceitos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos.

C — Dentro do Decálogo há o quarto mandamento estabelecendo que um dia inteiro entre sete de descanso deve ser santificado a Deus, princípio este que fora instituído na fundação do mundo para benefício do homem no Éden e deve ser mantido pelos cristãos hoje.

D — Jesus não transgrediu o quarto mandamento, muito pelo contrário, Ele pretendia reformar sua observância de acordo com a essência do princípios sabático e em nenhum lugar da Bíblia consta a informação de que o sábado foi substituído do sétimo dia para o primeiro da semana.

13) O que deve fazer o cristão, numa demonstração prática de sabedoria e amor a Deus?

Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. (…) Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele. (Jo.14:15,21)

14) Diante de tudo o que foi apresentado, qual deve ser a posição de cada ovelha do rebanho da Igreja Metodista?

A Bíblia Viva registra Tiago 4:17 da seguinte maneira:
Lembrem-se também de que, saber o que deve ser feito e não fazer, é pecado.

15) Como cristão sincero, nascido de novo pelo sangue de Cristo, qual vai ser a sua resposta ao Senhor Jesus?

A escolha é totalmente sua!

Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap.14:12).

Estudo feito por Marllington K. Will.

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8 respostas para O que a Igreja Metodista diz sobre a Lei e o Sábado?

  1. Pingback: O Livro de Gálatas, a Lei e os Adventistas « Adventismo em Foco

  2. israel da silveira goulart disse:

    Jesus cumpriu a lei porque nenhum homem conseguiu cumprir!
    Jesus morreu por nós para que fôssemos salvo pela graça.
    Ler Romanos 4;1 em diante.

  3. IASD disse:

    O pensamento está correto Israel. Mas e depois de convertidos? A pergunta é sempre: e depois? Continuarei sendo ladrão, assassino, adultero e trangressor do sábado?
    .
    (I Corintios 6:9) – Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,
    (I Corintios 6:10) – nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
    (I Corintios 6:11) - E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.

  4. israel goulart disse:

    Alexandro,
    Com todo o respeito de um irmão em Cristo.
    Você guarda o sábado como está na lei?
    A lei não são só os dez mandamentos ou só o sábado. Se não me engano são mais de 600 leis prara serem cumpridas! (me corrija se estiver errado.)
    A graça é permanente. Ler Gal. 2;16 e 17. Não somos salvos por obras. Do contrárrio a morte de Jesus foi em vão!

  5. IASD disse:

    Israel, suas questões já foram respondidas extensamente no blog. Ser salvo pela graça não significa quebrar a lei pois senão o cristianismo recomendaria o adultério, o assassinato, a mentira e a inexistência de um dia de descanso, apoiando o trabalho 7 por 7 dias da semana. Recomendo o link abaixo:

    http://adventismoemfoco.wordpress.com/category/lei-de-deus/

  6. Pollyanna disse:

    Vcs so esqueceram de cometar a passagem ond jesus curou no sabado ….
    lembram o q ele disse ???

  7. dantas40 disse:

    Fico satisfeito quando leio um artigo como este que acabo de lê.
    Não sou Metodista e nem adventista, mas vejo, como estes, que Deus escolheu o sábado como o seu dia, o único dia santificado, muito antes de ser introduzido entre os Dez Mandamentos. É, pois evidente que, não compete à criatura modificar o ato, objeto de manifestação pessoal da vontade do todo Poderoso, alterando, substancialmente, parte dos Dez Mandamentos (Lei de Deus) até porque, como princípios, são de caráter ad eternum. Além disto, são também adequados, dinâmicos, autênticos e imortais; requisitos que jamais se verificou na Lei do Pecado. Tanto que é fácil se verificar que o próprio Cristo o tinha como um dia especial, como de costume. Contudo, quanto à Lei de Moisés (Lei Cerimonial e transitória), esta sim foi revogada, uma vez que se fez constar em Hebreus 7:12. Assim, a meu ver, se os mandamentos tivessem sido realmente derrogados, não teriam reaparecido, na integra, num dos últimos livros da Bíblia, nos seguintes termos: “..não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes…” (I João 2:7 e II João 3).

  8. Parece-me que a grande polêmica não é se os mandamentos são válidos para o cristão. Os que acusam os adventistas de guardarem o sábado, no íntimo, temem trair o princípio de que a fé em Cristo é o bastante para a salvação. Mas a polêmica é outra: crer em Cristo resulta em alguma mudança de atitude?

    De fato, guardar os mandamentos, sem fé em Cristo, sem Seu sacrifício, seria inútil, pois o homem não pode se salvar. Ao mesmo tempo, ter fé em Cristo e não guardar o sábado talvez não comprometa a salvação, como ter fé em Cristo e assassinar pessoas também não significa a perda da salvação. Mas cabe aos cristãos preservarem a vida? Algum evangelista acaso já ensinou que o assassinato está liberado? A polêmica do sábado não é sobre a salvação (a fé é o critério), mas sobre o que é mais coerente a um cristão – inclusive em seu trabalho de anunciar a fé aos seus semelhantes.

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