Ellen White: Jesus assumiu a Natureza de Abraão e não a de Adão

Jesus professor

(Romanos 8:3) -  Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;

A Bíblia declara que Jesus assumiu a natureza humana de Abraão e não a natureza humana de Adão antes de sua Queda. Embora Jesus tenha assumido a natureza do homem em seu estado decaído [menor estatura física, menor vigor mental, menor inteligência] jamais pecou.

Ellen White declarou:

“Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável.” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 49).

[...] Ninguém insinuaria que Adão antes da queda tinha uma carne “em semelhança da carne do pecado”, como o apóstolo Paulo diz que Cristo possuía. (Rom. 8:3)

Ellen White compara a natureza e posição de Adão antes da queda, e a natureza e posição de Jesus após milhares de anos de pecado: “Adão foi tentado pelo inimigo e caiu. Não foi o pecado interior que o fez ceder, pois Deus fê-lo puro e justo, à Sua própria imagem. Ele era imaculado como os anjos diante do trono. Não havia nele quaisquer princípios corruptos nem tendências para o mal. Mas, quando Cristo foi enfrentar as tentações de Satanás, portava a semelhança da carne do pecado.”1

Em seu livro O Desejado de Todas as Nações, Ellen White muitas vezes contrasta a natureza e a situação de Adão e Jesus: “Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus tomar a natureza humana, mesmo quando Adão permanecia em sua inocência no Éden. Mas Jesus aceitou a humanidade quando a raça estava enfraquecida por quatro mil anos  de pecado. Como cada filho de Adão, Ele aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que foram esses resultados está mostrado na história de Seus ancestrais terrenos. Ele veio com tal hereditariedade para partilhar nossas dores e tentações, e nos dar o exemplo de uma vida sem pecado.”2

E novamente: “Cristo devia redimir, em nossa humanidade, a falha de Adão. Quando este fora vencido pelo tentador, entretanto, não tinha sobre si nenhum dos efeitos do pecado. Encontrava-se na pujança da perfeita varonilidade, possuindo o pleno vigor da mente e do corpo. Achava-se circundado das glórias do Éden, e em comunicação diária com seres celestiais. Não assim quanto a Jesus, quando penetrou no deserto para medir-Se com Satanás. Por quatro mil anos estivera a raça a decrescer em forças físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação.”3

Finalmente, Ellen White deixa pouca dúvida acerca de sua posição referente à natureza pós-queda de Cristo, em sua declaração de 1874: “A grande obra da redenção podia ser efetuada apenas pelo Redentor tomando o lugar do decaído Adão.4 Uma afirmação feita em 1901 tocou no mesmo ponto: “A natureza de Deus, cuja lei havia sido transgredida, e a natureza de Adão, o transgressor, uniram-se em Jesus, o Filho de Deus e o Filho do homem.”5 Todavia, ela qualifica isso numa declaração feita em 1890: Não devemos pensar que a possibilidade de Cristo ceder às tentações de Satanás degradou Sua humanidade, e que Ele possuía as mesmas pecaminosas e corruptas propensões como o homem. A natureza divina, combinada com a humana, tornou-O suscetível de ceder às tentações de Satanás. Aqui o teste de Cristo era tanto maior do que aquele de Adão e Eva, pois Ele tomou a nossa natureza, decaída mas não corrompida.”6

Em todos os escritos de Ellen White não há uma simples referência que identifique a natureza humana de Cristo com a de Adão antes da queda. Contrariamente, sobejam declarações afirmando que Jesus tomou a natureza de Adão após 4.000 anos de pecado e degeneração. Em outras palavras, Ele revestiu-Se de nossa carne em estado decaído; ou, tomando emprestada a expressão de Paulo, “em semelhança da carne do pecado”.

A Natureza Humana em Estado Decaído

Ellen White acentua vigorosamente a semelhança da natureza de Jesus e a nossa. Não satisfeita em dizer que Jesus tomou a nossa natureza, ela repete que Ele a assumiu em seu “estado decaído”7 Noutra colocação ela usa a linguagem de Filipenses 2:7, a qual declara que Jesus “tornou-Se semelhante aos homens”. Vale-se também de Romanos 8:3: “Porquanto, o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne. Deus, enviando a Seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado.8

Com freqüência a Sra. White cita II Coríntios 5:21: “Àquele que não conheceu pecado, Deus O fez pecado por nós.” Ela faz uma conexão disso não apenas com a morte de Cristo na cruz como sacrifício vicário “pelos pecados de todo o mundo” (I João 2:2), mas também em ligação com o início de Seu ministério, ao tempo de Sua tentação no deserto e através de toda a Sua vida, como que estabelecendo a verdadeira natureza de Cristo, que levou “Ele mesmo, os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro…”

(I Ped. 2:24)

“Cristo suportou os pecados e fraquezas da raça humana tais como existiam quando Ele veio à Terra para ajudar o homem… E para elevar o homem caído, precisava Cristo alcançá-lo onde se achava. Assumiu natureza humana e arcou com as fraquezas e degenerescência da raça. Ele, que não conhecia pecado, tornou-Se pecado por nós. Humilhou-Se até às mais baixas profundezas da miséria humana, a fim de que pudesse estar habilitado a alcançar o homem e tirá-lo da degradação na qual o pecado o lançara.”9

Com relação a assuntos tão sérios e delicados como esse, Ellen White é muito clara e usa linguagem distinta sem duplos significados. A participação de Cristo em a natureza humana caída não poderia ser descrita com maior clareza.

“Pondo de lado Sua coroa real, Ele condescendeu em descer, passo a passo, ao nível da decaída humanidade.”10 “Pensemos sobre a humilhação de Cristo. Ele tomou sobre Si mesmo a decaída, sofrida, degradada e maculada natureza humana.”11 E mais: “Ele Se humilhou e tomou sobre Si a mortalidade.”12 “Foi uma humilhação muito maior do que o homem pode compreender.”13 “Cristo tomou sobre Si as enfermidades da degenerada humanidade. Apenas desse modo podia Ele resgatar o homem dos profundíssimos abismos de sua degradação.”14

Para evitar qualquer possível mal-entendido sobre a realidade da participação de Jesus em a natureza da humanidade caída, Ellen White amiúde emprega o verbo assumir, implicando que Ele realmente a tomou sobre Si mesmo. “Cristo assumiu nossa natureza decaída e expôs-Se a cada tentação a que o homem está sujeito.” 15 “Ele assumiu os riscos da natureza humana, para ser provado e tentado.”16 “Ele assumiu a natureza humana, suas enfermidades, riscos e tentações.”17

A participação de Cristo na plena natureza humana em seu estado decaído, é colocada por Ellen White como condição sine qua non para a salvação do homem. “Estava nos planos de Deus que Cristo tomasse sobre Si mesmo a forma e a natureza do homem caído, para que Ele pudesse ser aperfeiçoado através do sofrimento, e suportar em Si mesmo a força das tentações de Satanás, a fim de que conhecesse melhor como socorrer aqueles que são tentados.”18 “Por esse ato de condescendência, Ele seria capaz de derramar Suas bênçãos em favor da raça decaída. Assim Cristo nos tornou possível sermos participantes de Sua natureza.”19

Foi exatamente isso o que o autor da epístola aos Hebreus nos ensinou.  “Convinha que em tudo fosse feito semelhante a Seus irmãos”, “para que pudesse estar em posição de libertar os seres humanos de seus pecados.” (Heb. 2:17). E acrescenta: “Porque naquilo que Ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados” (verso 18).

“Tentado de Todas as Maneiras, Como Nós…”

Ellen White fez tudo o que podia para explicar o significado dessa verdade. “Nosso Salvador veio a este mundo para suportar em natureza humana, todas as tentações com as quais o homem é assediado.”20 “Ele conhece por experiência quais são as fraquezas da humanidade, quais as nossas carências e onde jaz a força de nossas tentações, pois Ele foi ‘tentado em todos os pontos, como nós, mas sem pecado’”21 “Ele sabe quão fortes são as inclinações do coração natural.”22, tendo-as experimentado em Si mesmo. “Alguns pensam que Cristo, por ser o Filho de Deus, não teve tentações como os filhos agora têm. As Escrituras dizem que Ele foi tentado em todos os pontos, como nós.”23

“As tentações a que Cristo esteve sujeito foram uma terrível realidade… Se não fosse assim; se não Lhe fosse possível cair, Ele não poderia ser tentado em todos os pontos como a família humana é tentada. As tentações de Cristo e Seus sofrimentos sob elas foram proporcionais ao Seu caráter impoluto e exaltado… Ele ‘resistiu até o sangue’ naquela hora quando o temor de fracasso moral era como o temor da morte. Enquanto curvado no Getsêmani, em agonia de alma, gotas de sangue afloraram-Lhe aos poros e umedeceram o relvado… Sobre a cruz Cristo sabia, como nenhum outro podia saber, o terrível poder das tentações de Satanás.”24

“Nenhum outro nascido de mulher foi tão ferozmente assaltado pela tentação.”25 “Ele realmente enfrentou e resistiu às tentações de Satanás, como qualquer ser humano.”26 Em sua batalha no deserto, “a humanidade de Cristo foi posta à prova como nenhum de nós jamais poderá saber… Essas foram tentações reais e não simulacros.”27 O apóstolo o confirma quando fala das provações que Jesus teve de suportar: “Ainda não resististes até o sangue, combatendo contra o pecado.” (Heb. 12:4)

Na mesma carta, Ellen White descreve as tentações que Jesus teve de confrontar: “O Filho de Deus, em Sua humanidade, lutou com as mesmas cruéis e aparentemente esmagadoras tentações que assediam os homens – tentações para condescender com o apetite, a se aventurar presunçosamente aonde Deus os não conduziu, e darem culto ao deus deste mundo, sacrificarem uma eternidade de bem-aventurança pelos fascinantes prazeres desta vida.”28

“As tentações que Cristo resistiu foram aquelas que achamos tão difícil suportar. Elas foram intensificadas sobre Ele em muito maior grau, na medida em que Seu caráter era superior ao nosso. Com o terrível peso dos pecados do mundo sobre Ele, Jesus resistiu à prova do apetite, do amor do mundo, e do amor da ostentação que conduz à presunção.”29

“É um mistério inexplicável aos mortais que Cristo pudesse ser tentado em todos os pontos, como nós o somos, e ainda ser sem pecado.”30 Certa ocasião, algumas pessoas questionaram a decaída natureza de Cristo. Ellen White lhes respondeu: “Tenho recebido cartas afirmando que Cristo não podia ter tido a mesma natureza que o homem, pois nesse caso, teria caído sob tentações semelhantes. Se não possuísse natureza humana, não poderia ter sido exemplo nosso. Se não fosse participante de nossa natureza, não poderia ter sido tentado como o homem tem sido. Se não Lhe tivesse sido possível ceder à tentação, não poderia ser nosso Auxiliador.”31

“Pretendem muitos que era impossível Cristo ser vencido pela tentação. Neste caso, não teria sido colocado na posição de Adão; não poderia haver obtido a vitória que aquele deixara de ganhar. Se tivéssemos, em certo sentido, um mais probante conflito do que teve Cristo, então Ele não estaria habilitado para nos socorrer. Mas nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido.”32

Todavia, “ao tomar sobre Si a natureza do homem em sua decadente condição, Cristo não participou no mínimo que fosse de seu pecado.”33 Eis aqui outra solene verdade que Ellen White nunca deixou de repetir, enquanto enfatizando a realidade das tentações às quais Jesus estava sujeito. Pois, como está escrito: “Antes, foi Ele tentado em todas as coisas, mas sem pecado.” (Heb. 4:15).

Livro Tocado pelos Nossos Sentimentos, Capítulo 3.

Observação: Muitas pessoas que deturpam as doutrinas adventistas e os santos escritos de Ellen White espalham boatos de que Ellen White teria  classificado Jesus como pecador em seus escritos. Esta é uma grande mentira, feita por quem não entende o que está sendo discutido [que não é se Jesus pecou ou não, mas o tipo de natureza humana que ele tomou: a natureza de Abraão e não a natureza dos anjos ou de Adão antes da queda].

Para ler as declarações de Ellen White sobre o fato de Cristo nunca ter pecado, clique aqui.

1. Signs of the Times, 17 de outubro de 1900.

2.  Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 49.

3.   Idem, pág. 117. Essa comparação já havia sido feita em Review and Herald, 28 de julho de 1874. Ver Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 267, 268.

4.   _______, em Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874 (itálicos supridos).

5.   Manuscrito 141 de E. G. White, 1901. Citado em Seventh-day Adventist Bible Commentary, Comentários de E. G. White, vol. 7, pág. 926 (itálicos supridos).

6.   Manuscrito 57 de E. G. White, 1890 (itálicos supridos)

7.   Carta 106 de E. G. White, 1896.

8.   E G. White, em Bible Echo (publicado pela Divisão Australasiana), 15 de dezembro de 1892.

9.   _______, Mensagens Escolhidas, vol. 1, págs. 267, 268.

10.   _______, Boletim da Conferência Geral, 23 de abril de 1901.

11.   _______, em Youth’s Instructor, 20 de dezembro de 1900.

12.   _______, em Review and Herald, 4 de setembro de 1900 (itálicos supridos)

13.   Manuscrito 143 de E. G. White, 1897.

14.   E. G. White, O Desejado de Todas as Nações, 117.

15.   Manuscrito 80 de E. G. White, 1903.

16.   E. G. White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 226.

17.   Manuscrito 141 de E. G. White, 1901 (itálicos supridos)

18.   E. G. White, Spiritual Gifts (Dons Espirituais), vol. 4, págs. 115, 116.

19.   _______, em Review and Herald, 17 de julho de 1900.

20.   _______, Sons and Daughters de Deus (Filhos e Filhas de Deus), pág. 230.

21.   _______, The Ministry of Healing (A Ciência do Bom Viver) (Mountain View, Calif.: Pacific Press. Pub. Assn., 1952), pág. 78.

22.   _______, Testimonies for the Church (Testemunhos Para a Igreja), vol. 5 (Mountain View, Calif.: Pacific Press Pub. Assn., 1948) , pág. 177.

23.   _______,  Youth’s Instructor, abril de 1873.

24.   Idem, 26 de outubro de 1899. Citado em Selected Messages (Mensagens Escolhidas), vol. 3, págs. 131, 132.

25.   _______,  Education (Educação) (Mountain View, Calif.: Pacific Press. Pub. Assn., 1952), pág. 78

26.   Carta 17 de Ellen G. White, 1878.

27.   E. G. White, Selected Messages, vol. 1, págs. 94 e 95.

28.   Idem, pág. 95.

29.   _______, The Desire of Ages, pág. 116.

30.   Carta 8 de E. G. White, 1895. Citada em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, Comentários de E. G. White, vol. 5, págs. 1128, 1129.

31.   E. G. White, Selected Messages, vol. 1, pág. 408.

32.   _______, The Desire of Ages, pág. 117.

33.   _______, em Youth’s Instructor, 1 de junho de 1898. Citado em Selected Messages, vol. 1, pág. 256.

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2 respostas para Ellen White: Jesus assumiu a Natureza de Abraão e não a de Adão

  1. A visão de que Cristo veio com uma natureza humana diferente da nossa reporta ao período do primeiro século da era cristã e tem suas raízes no gnosticismo. Estes negavam a realidade da carne de Cristo por acharem que a carne é má e não pode ser controlada. Logo Jesus, na visão deles não teria assumido a carne humana.
    Esta é visão do anticristo . o qual os discípulos se referiam.
    O maior teólogo católico,Santo Augostinho, criou o conceito de pecado original baseado nessas premmissas. Isso resultou no dogma da imaculada conceição da virgem Maria. Esta teologia afirma que a única forma de Jesus assumir uma carne não “contaminada” pelo pecado é que a própria virgem Maria foi isenta do pecado original.
    Assim precisariamos de mediadores secundários(os santos), já que Jesus não tinha a mesma carne que nós e não passou pelo que passamos, e as crianças deveriam ser batizadas, já que na visão augostiniana ter natureza ou carne pecaminosa é a mesma coisa que ser pecador( ou seja, nascemos pecadores e condenados, sem antes nos rebelarmos contra Deus)

    O adventismo no início do século XX foi minado por um movimento chamado “Carne Santa” que também iqualava pecado a naturaza pecaminosa, mas este movimento foi refutado pelos pioneiros.

    Somente com o surgimento do “Questions on Doctrines” é que foram lançadas as bases do pecado original dentro do adventismo. O adventismo evangélico começou a igualar natureza pecaminosa com pecado.

    O advemtismo com sua sólida base na doutrina do santuário nunca precisou do pecado original augostiniano e cavinista para solucionar problemas de soterologia.

    Sidcley Pereira Gomes

    São Luís-Ma

  2. A característica do anticristo é que ele nega que Jesus veio em carne. Nós adventistas por mais de 160 anos temos afirmado que padado e catolicismo romano representam o poder do anticristo. Mas pergunte a qualquer sacerdote católico se ele nega que Jesus veio em carne?A resposta é que eles crêem exatamente como todos os pretestantes e o novo adventismo, de que a carne de Cristo não tinha tendências herdadas para o pecado, e que Cristo apenas sentia sede, cansaço , fome e etc.
    A verdade é que o termo carne descrito no primeiro capítulo de João ( o verbo se fez Carne) parece representar a carne o humana com todas as sua contigências, inclusive tendências hereditárias. O conceito de carne no novo testamento sempre reporta para os aspectos negativos da carne.

    Sidcley Pereira Gomes

    São Luís-Ma

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