Livros Esclarecedores sobre o Islã Radical

Os Versos Satânicos (Compre aqui)

Vencedor do prêmio literário britânico Costa Book Award (antigo Whitbread Prize), “Os Versos Satânicos” (Companhia das Letras, 2008), do escritor indiano Salman Rushdie, discute o extremismo islâmico em um passeio alegórico entre o bem e o mal, entre o divino e o profano.

Ao narrar a história de dois atores que sobrevivem a um ataque terrorista, o autor transita entre a realidade e a fantasia em uma linguagem reveladora e envolvente.

Além do prêmio literário, este romance claramente autobiográfico rendeu a Rushdie uma sentença de morte declarada pelo líder aiatolá Ruhollah Khomeini.

2- Jihad A Ascensão do Islamismo Militante na Ásia Central (Compre Aqui)

A Ásia Central concentra enormes reservas de petróleo e é rota natural de ligação da Europa com a Índia, a China e a Rússia. É também uma região altamente conturbada em função da crescente atividade de grupos radicais islâmicos.

Autor do best-seller internacional “Taliban”, traduzido para mais de 20 idiomas, o jornalista paquistanês Ahmed Rashid mostra no livro “Jihad” (Cosac Naify) como a repressão religiosa, a corrupção, a pobreza, e uma sucessão de conflitos étnicos, religiosos e políticos fazem dessa região um “caldeirão” para a disseminação de grupos fundamentalistas.

Atuando na Ásia Central há mais de duas décadas e apontado como um dos maiores especialistas em Afeganistão, o autor revela as raízes do radicalismo islâmico na região, investiga a história de países como Cazaquistão, Quirquistão, Tadjiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão, e oferece uma descrição minuciosa de cada organização atuante na região, incluindo a Al Qaeda de Osama Bin Laden.

3- O que eu Não Contei (Compre Aqui)

A autora de “Lendo Lolita em Teerã” traz agora um retrato de sua família e sua vida no Irã, narrando vários períodos que levaram à Revolução Islâmica em 1978-79, transformando seu amado país em uma ditadura religiosa.

Azar Nafisi vive atualmente nos Estados Unidos, onde dá palestras contra o governo islâmico. A trajetória de sua família se funde com a vida política do Irã. O pai foi preso quando era prefeito de Teerã, suspeito de apoiar a oposição ao regime do xá. Sua mãe foi membro do Parlamento.

Na obra, a escritora revela fatos acontecidos a sua família e revisita a trajetória de seu país no século 20 por meio do que vivenciou em casa.

4- Minha Briga com o Islã (Compre Aqui)

Nesta carta aberta dirigida tanto a muçulmanos quanto a não-muçulmanos, Irshad Manji – nascida na África, criada no Canadá, muçulmana e lésbica – não dá as costas à religião, mas se recusa a ser parte de um exército de autômatos que age em nome de Alá. Entre esses autômatos, diz Manji, estão muitos dos chamados muçulmanos moderados do Ocidente. Em termos francos, provocadores e extremamente pessoais, ela revela os problemáticos alicerces do islamismo tal como é praticado por muitos: o insulamento tribal, anti-semitismo profundamente arraigado e uma aceitação acrítica do Alcorão enquanto o último – e, por conseguinte, superior – manifesto de Deus.

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