Notícias sob a luz das escrituras – Sinais do Fim

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Lição da Escola Sabatina 2° Trimestre de 2014

cristo e sua lei licao da escola sabatina2

cristo e sua lei licao da escola sabatina

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1-  (Programa Código Aberto) - a cada semana comentários da lição

2- (Programa: Lições da Bíblia) - a cada semana uma nova lição

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Canonização de João Paulo II e João XXIII: Idolatria na Terra

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Clique na imagem para ver em tamanho real. Salve no seu computador. Distribua como as folhas de outono. Deus lhe dará um prêmio [galardão] por ser corajoso e espalhar a verdade.

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A Sexta Feira Santa é Santa? Pode comer carne na Sexta feira Santa?

A tradição Católica da sexta feira santa é considerada tão sagrada pela grande maioria dos cristãos brasileiros que falar mal desse dia pode parecer um sacrilégio, uma blasfêmia, algo totalmente anticristão. Mas ousamos dizer que o que é anticristã é essa sexta feira santa profana que inventaram.

Originalmente Deus ordenou que Israel comemorasse a Páscoa, que em hebraico significa PASSAGEM. A festa era a comemoração da passagem pelo mar vermelho e a fuga cheia de milagres do Egito. Com o Cristianismo, a Páscoa se tornou símbolo da morte e ressurreição de Cristo. Com o advento da tradição católica, a sexta feira santa se tornou símbolo da morte de Cristo: dia negro e de tristezas, onde seria proibido comer carne e participar de festas. E o domingo de páscoa, se tornou o dia da felicidade e da ressurreição.

Ensinamento comum nos lares católicos: Proibição de carne na sexta feira santa. Os mais devotos não comem por toda a quaresma: 40 dias entre o carnaval e a Páscoa.

Porém, Deus não deu apenas 1 feriado para Israel. Ele deu 7 dia santos ou feriados. Era pecado deixar de participar dessas festas:

1 – Páscoa (Lev. 23:4 e 5): Festa instituída quando o povo de Israel foi libertado da escravidão do Egito (Ex. 12). Um cordeiro era morto no dia quatorze do primeiro mês (Abib) do calendário hebraico.

2 – Pães Asmos (Lev. 23:6 a 8): No dia seguinte à Páscoa (15 de Abib) começava um período de sete dias onde o povo deveria comer pão sem fermento e oferecer oferta queimada ao Senhor. No verso sete o texto diz que no primeiro dia, ou seja, o dia seguinte a Páscoa, o povo não poderia trabalhar.

3- Primícias (Lev. 23:9 a 14): Acontecia no dia imediato à festa dos pães asmos (16 de Abib) e festejava o início da colheita.

4- Pentecostes ou Festa das Semanas (Lev. 23:15 a 22):  Essa festa comemorava o fim da colheita, uma espécie de segunda festa das primícias.

5 – Trombetas (Lev. 23:24 e 25): No primeiro dia do sétimo mês era tocada a trombeta para anunciar o primeiro dia do ano civil, ou ano novo.

6- Dia da Expiação (Lev. 23:26 a 32): Acontecia no décimo dia do sétimo mês. O Santuário era purificado das transgressões daqueles que um dia sacrificaram um cordeiro e tiveram seus pecados transferidos simbolicamente através do sangue do animal que era aspergido no tabernáculo.

7- Tabernáculos (Lev. 23:33 a 44): No décimo quinto dia acontecia a última festa do ano religioso, a Festa dos Tabernáculos. Os israelitas, em memória ao tempo em que eram errantes no deserto e viviam em tendas, deviam voltar a morar em barracas durante sete dias. Ao contrário da contrição da festa anterior, havia muito júbilo e alegria nesta ocasião. O juízo havia passado e o perdão dos pecados estava garantido. Era uma festa de colheita também (uvas e azeitonas, ver William L. Coleman, Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos, 268 e 269), e havia um espírito de gratidão por tudo que o Senhor havia feito durante o ano.

Sabe o que isso significa? Se a Páscoa deve ser comemorada nos dias de hoje, as outras seis festas também devem ser observadas sob risco de incorrer em pecado!

O Grande problema disso tudo é que nenhuma igreja cristã observa as 6 demais festas, salvo um ou outro grupo bem restrito. Elas consideram que são festas que se cumpriram em si mesmas e não são aptas para os cristãos.  Do mesmo modo, não vemos a ordem de Jesus para observar as festas de Israel (nem mesmo a Páscoa). Jesus deu apenas 2 ordens e 1 observação específica:

1- A Ordem do Batismo – (Mateus 28:19) – Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

2- A Ordem da Ceia Sagrada: (I Corintios 11:25) -  Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memóriade mim.

3- A Observação da sacralidade do Sábado numa perseguição: (Mateus 24:20) -  E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;

Como podemos ver o Novo Testamento não fala da perpetuidade da Páscoa. A Igreja Católica também criou uma incoerência com a sexta feira santa: a proibição de comer carne. A páscoa judaica era justamente o contrário disso! Era a Festa que o cordeiro devia ser comido, sem guardar as sobras! Portanto é diabólico que essa igreja não permita comer carne na sexta feira santa (coisa que Deus não proibiu), mas não se importe que seus fiéis comam carne de porco (que Deus proibiu).

As Igrejas Evangélicas e até mesmo a Igreja Adventista ostentam o slogan de “semana santa” quando chega a Páscoa mais por uma razão mercadológica: “se una ao inimigo para conquistar mais fiéis”. E utilizam o periodo para orações, ensinamento do evangelho e batismos:

Exemplo de propaganda adventista

Apesar de alguns considerarem louvada essa idéia de semana santa, alguns grupos não acham a menor graça. Os judeus corretamente ensinam que a Páscoa é no pôr do sol do dia 14 do mês de ABIB. A Páscoa tem um dia FIXO no mês e cai em qualquer dia da semana: segunda, terça, quarta, etc. Eventualmente acaba coincidindo com o calendário católico e caindo na sexta feira, mas não é todo ano. As Testemunhas de Jeová não seguem o calendário católico. Nem os Ortodoxos. Vejamos a diferença de datas entre a Páscoa Católica e Ortodoxa:

Por qual razão os adventistas utilizam a Páscoa Católica para eventos e evangelismo? A resposta na verdade é apenas uma: a tradição dos anciãos. Aquela que Jesus condenou.

Outro ponto importante na Páscoa Católica, é que ela é feita para cair sempre no dia de domingo. Qual o problema com isso? O problema é que a igreja católica tornou todos os domingos dias santos. Mas Deus ensina na Bíblia que todos os sábados é que são santos. Transformar um domingo por ano na Páscoa, no dia da felicidade, foi um dos muitos golpes usados para rebaixar a guarda do sábado em definitivo.

Portanto, deixemos de olhar para a sexta feira católica como dia santíssimo: na Grécia, Rússia ou Ucrânia, países Ortodoxos, ela não tem significado nenhum. A Sexta feira sagrada para eles é outra. E seria bom que para que nós, nenhuma sexta fosse sagrada. Pois só há um mandamento referente a dias:

(Lucas 23:54) – E … começava o sábado.  E as mulheres, que tinham vindo com ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o seu corpo. E, voltando elas, prepararam especiarias e ungüentos; e no sábado repousaram, conforme o mandamento.

Atualmente a sexta feira santa é usada para espetáculos teatrais da morte de Cristo.

Um dos pontos interessantes desses teatros é que não convertem ninguem. Seguidores de Iemanjá os assistem, praticantes da sodomia, praticantes do espiritismo, profanadores do sábado etc. E essas pessoas não deixam de ser nada disso no dia seguinte. Não abandonam o pecado. A teatralização da morte de Cristo é quase uma festa da CARNE. Quase um carnaval. Não produz mudança de vida (salvo raras exceções). Não traz o processo de conversão, exceto um sentimentalismo momentâneo.

A Páscoa se tornou a festa do chocolate

Em todo o ocidente é vendido um produto que espiritualmente nada tem haver com a história de Cristo. Ou Jesus verteu chocolate na cruz ao invés de sangue?

Aliais a semana santa das igrejas protestantes não servem em nada para evangelismo. “Porque eu sairia da minha igreja que também tem semana santa para ir na sua?”

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78 Livros de Ellen White para Ler ONLINE. Aprenda os passos!

Há vários anos foi fundado o site pioneiro ELLENWHITEBOOKS.COM com quase todas as obras de Ellen White. E também o site O GRANDE CONFLITO com um de seus principais escritos proféticos.

Agora a Igreja lançou um site internacional em vários idiomas. A novidade é que somente ele possui as 78 obras de Ellen White em Português com destaques para os novíssimos Testemunhos para a Igreja Volumes 1 a 9.  Siga os passos abaixo para encontrar as obras na nossa língua:

1- Clique em https://egwwritings.org/ e depois escolha a seção conforme indica a imagem abaixo:

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Pronto você terá acesso gratuitamente a 78 Obras de Ellen White e a mais 17 Meditações Matinais!

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A visão de Deus sobre o homossexualismo

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Finais dos Tempos: Pai e Madrasta matam filho no Rio Grande do Sul

Assista no Jornal Nacional

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Faça doações para o Chile

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SAIBA MAIS

A ADRA Chile estará organizando um grupo de voluntários para levar cestas básicas de alimentos, água e elementos de higiene e saneamento básico. Para isso, pede-se que sejam feitas colaborações com doações monetárias e também com elementos para as cestas.

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Anjos não aceitam veneração

anjo adoracao

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Advertência a Igreja Verdadeira 2: Estaremos a criar um “Ecumenismo Adventista”?

A pergunta pode parecer estranha, principalmente para quem é minimamente conhecedor do que falamos quando usamos a palavra “ecumenismo” – normalmente associado a algo fomentado principalmente pela Igreja Católica Romana, cada vez mais bem recebido pelo mundo cristão, mas geralmente olhado com muita reserva ou mesmo desdém pela tradicional visão Adventista, pode, à primeira vista, espantar a maioria de nós termos de associar esse termo ao Adventismo.

A minha leitura é que, mesmo sem darmos conta ou nos apercebermos, corremos o risco de estarmos a criar, entre portas, um ecumenismo à medida das nossas dificuldades, diria mesmo divergências.

Mas vamos por partes – o que é ecumenismo? No sentido mais restrito, refere-se aos esforços em favor da unidade entre as diferentes Igrejas cristãs; no sentido lato, pode designar a busca da unidade entre todas as religiões; na essência, é um processo que procura obter unidade.

Na prática, o ecumenismo tem sido uma ferramenta magistralmente usada pela Igreja de Roma a fim de recuperar para o seu seio as diferentes religiões protestantes que surgiram na sequência da reforma de há cinco séculos. Convenientemente, outros cristãos, como ortodoxos e anglicanos, também têm mostrado grande aceitação desta proposta de aproximação, diríamos melhor união.

Alguém poderá perguntar: mas como pode uma religião protestante unir-se a Roma? Vamos passar a venerar Maria e os santos? Vamos confessar-nos aos padres, até mesmo aos nossos Pastores? Vamos aceitar a infalibilidade papal? Isso parece impossível de acontecer!

Paralelamente, ainda mais absurdo seria perguntar: Roma vai abdicar da veneração a Maria e aos santos, da confissão aos padres e da infalibilidade papal?! Nem o mais arrojado dos reformadores imaginaria tal cenário…

E não imaginaria porque isso não se vai concretizar, nem tal será preciso, como não será preciso os protestantes aceitarem tudo o que vem de Roma – a estratégia que tem sustentado todas as partes durante este processo assenta num princípio formulado de forma tão inteligente quanto comprometedora: vamos concentrar-nos no que nos é comum, esquecendo, colocando de lado o que nos divide.

Não vamos dedicar tempo agora a debater todas as implicações que daqui surgem; apenas estabelecemos as bases, traçamos o perfil resumido do que é o ecumenismo.

Ora, recuperando o objetivo central deste raciocínio, como podemos, então, entender a eventual existência de um “ecumenismo adventista”?

Simplesmente, em meio ao que nos divide como povo – que pode ir dos comportamentos à própria crença (sim, desgraçadamente já estamos a chegar a esse ponto!) – parece notar-se uma tendência para escolher a paz podre que constitui ignorar, fazer de conta que não existem divergências, algo que nos separa e muitas vezes opõe, mas antes dedicarmos toda a nossa atenção ao que nos é comum, consensual.

Parece mal este procedimento? Ainda que à primeira vista pareça estabelecer a construção de entendimentos, os perigos daí decorrentes são enormes.

A verdade é que, mesmo que não o queiramos admitir, há divergências que se notam entre nós que implicam fidelidade e consagração.

Quer exemplos práticos? Veja o debate que (infelizmente, ainda) existe entre nós sobre vestuário, alimentação, música, cinema, entretenimento, etc., com tantas posições divergentes que alguém já me desabafou que serão provavelmente questões “eternas” que jamais resolveremos.

Pois bem, repare como uma proposta “estilo ecuménico” aparentemente resolve o problema: não falemos disso, não dediquemos o nosso tempo a essas questões que nos afastam, mas vamos concentrar-nos naquilo em que estamos de acordo e não provoca divisões, como “Jesus é o nosso Salvador” e “tudo o que precisamos é o amor de Jesus”…

E se queremos encerrar de vez estes assuntos mais difíceis de lidar, resumiremos tudo numa sentença proferida no estilo pilatesco de lavar as mãos: “isso não é o mais importante, há coisas mais relevantes a tratar”…

Confessemos que isto até dá um certo conforto: é melhor criarmos um ambiente de paz e serenidade (ainda que falso) onde não há discussões nem vozes dissonantes, do que sermos incomodados com a obrigatoriedade moral de termos de assumir frontalmente uma posição e defendê-la perante ataques que surgem muitas vezes de onde menos esperamos, incluindo e principalmente de dentro.

A verdade é que já demonstramos ser bem mais cómodo ficar quietinhos e dizer “ámen” a tudo o que passa à nossa frente, do que levantar a mão para dizer “isso está errado”, correndo o risco de ser logo catalogado como perturbador de Israel. Mas negligenciar esta responsabilidade é varrer o incómodo para debaixo do tapete quando o deveríamos era limpar.

Resumindo: não se resolve a questão, apenas a ignoramos, a afastamos de vista.

Isto não é novo. Numa das mais sagradas ocasiões do Antigo Testamento, Moisés foi chamado ao monte para receber as tábuas onde Deus tinha escrito os Seus Dez Mandamentos. Na ausência e demora de Moisés, alguns do povo entenderam por bem construir um ídolo e organizarem uma cerimónia de adoração a esse objeto.

Ora, o que fez Arão, o máximo responsável na ausência de Moisés? Em vez de se assumir e declarar positivamente que aquilo estava errado e não deveria acontecer, optou por “não criar problemas”, por “não acusar os irmãos”, por “não fazer escândalo”… Ou seja, não quis lidar de frente com o que os separava, para não criar discussões, desavenças e divisões na igreja.

À semelhança de muitos de nós hoje, Arão teve um ato vacilante de cobardia e fraqueza que Ellen White descreve assim: “Arão temia pela sua própria segurança; e, em vez de manter-se nobremente pela honra de Deus, rendeu-se às exigências da multidão” (Patriarcas e Profetas, p. 317). Estou convencido que se isto se tivesse passado hoje, na nossa igreja, muitos elogiariam Arão por não ser “daqueles que está sempre a apontar o erro, com a espada na mão…”. De tal forma, Arão mais não fez do que unir-se na corrupção, quando se deveria ter demarcado, dissessem o que dissessem dele.

Mas, perguntamos: não disse Jesus que os Seus seguidores deveriam ser unidos como um só? Sim, disse e certamente que o mantém até hoje. Mas jamais Ele disse que essa união deveria ser conseguida sacrificando a verdade e os princípios e valores que a fundamentam.

É preferível ser acusado de divisionista do que ceder e curvar-se perante os bezerros de ouro que temos construído e levantado entre nós, mesmo que isso evite conflitos entre nós. Por isso, Ellen White conclui acerca da igreja de hoje: “Ainda há Arãos flexíveis, que ao mesmo tempo em que mantêm posições de autoridade na igreja, cederão aos desejos dos que não são consagrados, e assim os induzirão ao pecado” (idem,).

Unidos como corpo, como igreja, como movimento missionário? Sim, certamente que sim. A qualquer preço, mesmo interno? Não, certamente que não.

FONTE

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Advertência a Igreja Verdadeira: O que fizemos à ‘verdade presente’?

A “verdade presente” é, por definição, tudo quanto está ligado ao ministério que Jesus está a fazer num determinado momento. Logo, atualmente, é olhando para o lugar santíssimo do santuário celestial, onde Jesus está desde 1844, que percebemos como podemos conhecer qual seja a “verdade presente” para este tempo – Jesus fazendo a última intercessão por uma raça caída, enquanto os Seus servos proclamam por toda a parte a urgente mensagem da salvação e renúncia ao erro que habilitará cada um a estar de pé perante o Senhor.

Contudo, basta um simples exercício de memória para percebermos que a maior parte do nosso tempo útil – até na igreja e durante o sermão do Culto de Adoração de Sábado – não tem sido ocupada por este assunto e relacionados. Não é bem este o tema que maioritariamente ocupa os nossos fóruns, conversas, pregações, partilhas e testemunhos. Somos muitos versáteis e prolíferos opinadores numa variedade de temas, principalmente aqueles que são mais confortáveis de gerir e não implicam muito arrojo, mas somos estranhamente ausentes e omissos quanto ao que é mais nuclear à existência do Adventismo do Sétimo Dia.

Para muitos, “verdade presente” soa a um profundo conceito teológico só entendido e possivelmente explicado pelos eruditos na matéria, algo distante que, embora não saibamos explicar nem sequer em traços gerais, sabemos que existe, aceitamos, mas deixamos totalmente por conta de outros, aqueles que pensamos terem a responsabilidade de tratar disso, como que se o raciocínio e a conclusão deles fossem automaticamente estendidos à nossa mente.

Nos anos mais recentes, os tais em que a cultura pós-moderna fez repensar muita coisa no Adventismo, mesmo aquilo que não tem nada para repensar, a “verdade presente” tem vindo a ser tão desvalorizada, ignorada, passada por alto, que entre as últimas gerações de Adventistas (daqueles nascidos e criados “na igreja”) não serão a maioria os que poderão responder com aprovação a questões tão simples como: quais são as três mensagens angélicas (ainda que resumidamente, numa só linha), quem é representado pelas duas bestas de Apocalipse 13 (só os nomes, sem necessitar de explicação), de que importante profecia fala Daniel 2, em que capítulo encontramos os Dez Mandamentos, qual a pedra de toque e sinal de fidelidade ao Deus Criador, e outras que deveriam ser tão basilares na nossa fé como pão e água na alimentação.

Fizéssemos uma amostra aleatória e representativa de membros comuns com mais de 10 anos de igreja e lhes pedíssemos um resumo dos eventos finais que conduzirão ao regresso de Jesus e o que sucederá logo depois, certamente verificaríamos que a situação não é a mais animadora…

Na realidade, temos jovens e adultos que são verdadeiros especialistas quando se trata de ficar pendurados em cordas e remar barcos, mas que não são capazes de apontar os valores e princípios que verdadeiramente distinguem os Adventistas de todo e qualquer outro corpo religioso, no fundo, a razão para pertencer a este movimento.

Isto, na linha da substituição de conteúdos que temos vindo a patrocinar. Por exemplo, até as apresentações que as crianças faziam na igreja perante os adultos – as outrora famosas e biblicamente engrandecedoras declamações do decálogo sagrado, das bem-aventuranças, das tribos de Israel, dos nomes dos discípulos de Jesus, das igrejas proféticas de Apocalipse e outras – foram trocadas por acenos com bandeirinhas de países distantes e meio exóticos, músicas que entretecem o coração de uma ternura reconfortante mas não eminentemente bíblica, e outros componentes fracos na sua essência, substância, quanto àquilo que permanece.

Os elos da completa mensagem Adventista foram substituídos pelos isolados elos da graça – só por aqui, até já nos podem confundir com qualquer ramo evangélico que dista imenso da “verdade presente” que nos foi entregue e para a qual tantos no passado lutaram e sofreram.

Há uns anos, havia um famoso padre católico português que apontava os Adventistas como sendo demasiado biblicistas. Reconhecemos que é um elevado elogio, dos melhores que nos pode ser feito; mas, pudéssemos agora falar com o padre, teríamos de informá-lo que desgraçadamente o rótulo já não combina com todo o conteúdo, e insistir nessa etiquetagem seria incorrer em publicidade enganosa. Infelizmente.

Por muito que optemos por fechar os olhos com argumentos parciais como é o facto de sermos a “igreja do Senhor”, é indisfarçável que ao longo das últimas décadas temos vindo a criar uma vasta hoste de analfabetos espirituais, assim ao estilo daquele irmão que após estar há 30 anos na igreja, perguntou ao Pastor quais os versos da Bíblia que falavam do Sábado, pois tinha um vizinho com quem de vez em quando falava sobre o assunto (não é metáfora; é caso real, foi-me contado pelo Pastor em causa).

E no final deste cenário todo, o que é que fazemos? Quando dedicamos algum tempo a pensar nisso, gastamos os nossos recursos a fazer estudos e mais estudos, apenas e só para tentar perceber um diagnóstico que há muito está escancarado à nossa frente: deixamos de exercer o ministério que o Senhor nos entregou para este tempo, deixamos de pregar as nossas distintas e específicas mensagens, deixamos de ensinar isso aos novos conversos e às nossas crianças. Genericamente, num sentido lato, estamos a formar alguns cristãos mas cada vez menos Adventistas.

Em meio a isso e concorrendo para o mesmo efeito nefasto, temos deixado que as novas vagas de secularismo e mundanidade se intrometam na igreja, obscurecendo a nossa visão quanto ao propósito para a qual Deus a estabeleceu (não sou eu que o digo; veja a mensagem do Pr. Ted Wilson, presidente da Conferência Geral, “Um Urgente Chamado Profético”, na qual ele assume e adverte para isto mesmo, desde os pastores até aos leigos).

Perguntamos: quer isto dizer que a “verdade presente” perdeu alguma validade? Precisa ser reparada, retificada, corrigida? Respondemos: não; infelizmente, nós, os portadores dessa mensagem, é que nos estamos a desqualificar para a obra de a proclamar!

Ficará essa proclamação órfã? Haverá algum défice na obra que Deus tem para efetuar no mundo através da Sua igreja?

Responde a mensageira inspirada do Senhor:

O Senhor Jesus sempre terá um povo escolhido para servi-Lo. Quando o povo judeu rejeitou a Cristo, o Príncipe da Vida, Ele tirou-lhes o reino de Deus e entregou-o aos gentios. Deus continuará lidando com cada ramo da Sua obra de acordo com esse princípio. Quando uma igreja demonstra ser infiel à Palavra do Senhor, seja qual for a sua posição e por mais elevada e sagrada que seja a sua vocação, o Senhor não pode mais cooperar com eles. Outras pessoas são então escolhidas para assumir importantes responsabilidades. No entanto, se estes, por sua vez, não purificarem a vida de toda a má ação, se não estabelecerem puros e santos princípios em todos os aspetos da sua vida, o Senhor os afligirá e humilhará dolorosamente, e, a não ser que se arrependam, os removerá da posição que ocupam, tornando-os um opróbrio” (Ellen White, Manuscript Releases, v. 14, p. 102).

Meu irmão, a misericórdia do Senhor não suportará para sempre com o desleixo e negligência que tem havido entre nós no rebaixar na sagrada missão que Ele nos entregou. Há que refocar urgentemente a nossa atenção naquilo que realmente importa para os críticos tempos em que vivemos.

Paulo descreveu a sua missão da seguinte maneira: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (I Coríntios 9:16). E o próprio Jesus disse daqueles que um dia se entregaram a essa mesma missão: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

Ao mesmo tempo, a Sua promessa e convite permanecem inalteráveis:

O Senhor terá um povo tão verdadeiro como o aço, de fé tão firme como o granito. Eles devem ser-Lhe testemunhas no mundo, instrumentos Seus para realizar uma obra especial, gloriosa, nos dias da Sua preparação” (Ellen White, Testimonies, v. 4, p. 594).

Tenha bom ânimo; a promessa feita pelo Senhor a alguns no passado, mantém-se válida nos dias de hoje: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

Fonte

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