Filme: Como tudo começou: A História da Igreja Adventista do Sétimo Dia

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Venha: 14-18 de dezembro de 2016: Congresso MV

Dezembro 2016: Tema: Terceira Mensagem Angélica

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Semana de profecias no Brasil com Stephen Bohr

Pastor-Esteban-Bohr

1- Fundamento da Grande Cadeia Profética

2- A Grande Cadeia Profética

3- Quem é o Chifre Pequeno?

4- A Espada e o Cativeiro

5- E Falava como Dragão Parte 1

6- E Falava como Dragão Parte 2

7- O selo de Deus e a Marca da Besta

8- A Geração Fiel (Parte 1)

9- A Geração Fiel Parte 2

10- Perguntas e Respostas Parte 1

 

 

atualizado em 04/09/2016

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Semelhanças históricas com pagãos denunciam anticristo moderno

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Quem foi a última vítima de inquisição na Espanha?

Fonte: Júlio Severo blog.

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Cuidado com o filósofo Olavo de Carvalho

O filósofo Olavo de Carvalho ganhou fama e admiração por denunciar por anos seguidos os crimes da esquerda brasileira na administração do Estado. Isso antes dos grandes crimes virem a tona pela mídia.

O problema é que durante suas palestras se mostrou um católico ultrafundamentalista a ponto de ter xingado as figuras históricas de Lutero e Calvino e ensinar que a inquisição foi um mito e de fato nunca ter existido.

Portanto está espiritualmente desqualificado a luz das sagradas escrituras.

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Fraudes federais: assassinato de reputações e lentidão da polícia

https://youtu.be/o54DqgooaIk

Parte 2:

https://youtu.be/ZTKGXj7QK-4

Livro recomendado

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Cidade de Toronto – Os 144.000 – A Seara e as Primícias

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O microchip e a marca da besta

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Traidores do povo adventista fizeram encontro com Papa

​Testemunho:

Há aproximadamente duas semanas atrás, em conversa com uma irmã, foi-me perguntado se estava sabendo de mais um problema que nos afligia enquanto povo. Prontamente, respondi que não e a irmã me pediu para orar por nós porquê, ao que parecia, o problema era sério e que, tão logo soubesse o que realmente estava acontecendo, iria informar. Adiantou-me que o referido problema ensejou uma reunião, às pressas, de nossos líderes ao redor do globo. Não precisou que ela trouxesse a informação (penso eu), pois o Pr. Andrew Henriques já a noticiou (foto).
Dentre outros líderes, esse pastor que aparece abaixo, cumprimentando o Papa, se chama Ganoune Diop, Diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa para a Igreja Adventista do Sétimo Dia mundial. Nessa foto, ele está em um encontro ecumênico ocorrido na Santa Sé, em 12 de outubro deste ano. (link abaixo – sugiro a leitura)

It’s Not My Jesus vs Your Jesus, But Our Jesus, Pope Says to Ecumenical Group

De fato, irmãos, oremos pelo nosso povo e por nós individualmente. 
Não estamos aqui acusando a Igreja de ser Babilônia, pois sabemos que ela não o é; estamos apenas pontuando um problema que nos aflige e, por esse motivo, precisamos clamar aO Senhor por misericórdia.
Bem sabemos que trigo e joio crescerão juntos; clamemos aO Senhor para que não sejamos joio.
“Aqueles que afirmam que as igrejas adventistas do sétimo dia constituem Babilônia, ou qualquer parte de Babilônia, deveriam antes ficar em casa. Que eles se detenham e considerem qual é a mensagem que deve ser pregada presentemente.” Testem. Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 137

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Espiritismo: fonte de engano

O ÚLTIMO GRANDE ENGANO – No Antigo Testamento (I Reis 18:21-39) somente Deus fazia descer fogo do céu, mas a profecia está advertindo de que agora, nos últimos dias, será permitido a Satanás também fazer descer fogo do céu. A profecia indica que espíritos de demônios serão a fonte da operação de prodígios. O espiritismo moderno originou-se nos Estados Unidos em 1848, por meio da família de John Fox, em Hydesville, Nova Iorque, e a partir daí desenvolveu-se até se transformar num gigantesco movimento mundial.
 Em anos recentes, o espiritismo tem-se popularizado na América por meio do difundido movimento da Nova Era, um mistura de ocultismo ocidental e misticismo oriental. O movimento Nova Era está presente em todas as áreas de nossa cultura e sociedade: escolas públicas, livros, desenhos animados e filmes, brinquedos e jogos, e música rock. Foi à manifestação de agentes satânicos (anjos caídos), disfarçados em espíritos desincorporados de pessoas defuntas, que deu origem à crença na imortalidade da alma. 
Desde tempos remotos, a comunicação com supostos espíritos de mortos tem sido à base da idolatria pagã. A manifestação desses anjos caídos, em forma de almas de pessoas mortas, é uma farsa com que Satanás procura dar vida à mentira por ele lançada no princípio do mundo: “Certamente não morrereis” (Gênesis 3:4). O homem não possui vida eterna inerente. Disse Deus ao primeiro homem posto no mundo: “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:16-17).
 Satanás, porém contradisse esta afirmação divina com a seguinte mentira: “Certamente não morrereis”. Eis o fundamente da doutrina da imortalidade da alma (espiritismo). A vida que Deus concedera ao homem era condicionada à obediência. Se obedecesse, viveria; se desobedecesse morreria. Nestas condições, no dia em que o homem caiu em desobediência, foi pronunciada sobre ele a seguinte sentença de morte: “és pó, e em pó te tornarás” (Gênesis 3:19).
 Caso o homem, depois da desobediência, tivesse tido acesso à árvore da vida, ter-se-ia tornado um pecador imortal. Mas o caminho da árvore da vida foi guardado por querubins, e, pois, a nenhum membro da primeira família humana foi dado comer de seu fruto. O primeiro homem, por conseguinte, não poderia transmitir à sua posteridade aquilo que ele mesmo não possuía a imortalidade, e, por isso, não há nenhum pecador imortal.
 Biblicamente, a alma é mortal, pois as palavras “corrupção”, “morte”, “perecer”, “matar”, etc., são aplicadas em relação à alma. A doutrina espírita é o último grande engano de Satanás antes da volta de Jesus. De maneira nenhuma poderia o homem ser imortal, pois ninguém a não ser Deus possui imortalidade inerente: “… o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, Ele só, a imortalidade…” (1 Timóteo 6:15, 16) (Foto: Divulgação). 

Júlio César Prado.

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Como a vida está chata e Jesus não volta, vamos fazer filmes adventistas: Filme O Resgate

 

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Os Estados Unidos em Apocalipse 13:11

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Dragão com cara de carneiro

DRAGÃO COM CARA DE CARNEIRO – Os Estados Unidos entrarão nesta terça-feira em uma dimensão desconhecida ou viverão, sem ilusões, um marco de sua história: alçar pela primeira vez uma mulher ao comando do país. Um homem sem experiência política — errático e xenófobo e com um faro extraordinário para captar o estado de ânimo da classe trabalhadora branca— pode ganhar, neste dia, as eleições presidenciais dos EUA. Com o republicano Donald Trump, a virada seria abrupta: um mergulho na incerteza. A alternativa é a esposa de um ex-presidente, veterana da política, que oferece a continuidade. A democrata Hillary Clinton confia em que o apoio maciço da comunidade latina poderá torná-la a primeira presidenta do país (El País).
O Apocalipse diz que no fim dos tempos a besta que emerge da terra fará uma imagem à besta que emerge do mar e forçará o mundo todo a adorá-la. Qualquer pessoa que se recuse a adorar a imagem pode ser morta, ou no mínimo ser proibida de exercer atividades econômicas. A Idade Média da história europeia foi um tempo de supremacia papal. O papa tinha poder de estabelecer e remover reis, e era dever dos governos europeus impor a doutrina e a ordem moral do papado.
 A maioria das pessoas conhece as severas perseguições que ocorreram por causa da Inquisição, incluindo a execução de hereges por métodos tão cruéis que incluíam queimar pessoas vivas na estaca. Contudo, o papado em si geralmente não executava os hereges. Os tribunais religiosos do papado ouviam as acusações contra o réu e davam a sentença para os que eram considerados culpados, mas nesse momento a igreja entregava o réu à autoridade secular para que fosse punido. Assim, o Estado era o “braço direito” da igreja. Essa é precisamente a relação que existe entre a besta da terra e a besta do mar em Apocalipse 13.
 O verso 12 diz que a besta da terra “faz com que a Terra e os seus habitantes adorem a primeira besta. O verso 15 acrescenta que foi dado poder à besta da terra para “comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta”. Em outras palavras, a besta da terra (os Estados Unidos) impõe a adoração e os ensinos da besta do mar (Roma). Como aconteceu no passado, Apocalipse 13 (quando fala do surgimento de uma segunda besta) aponta a união futura do maior poder político do planeta (Estados Unidos) ao maior poder religioso (Vaticano) para estabelecer um domínio global.
 Que poderes mundiais a besta do mar e a besta da terra representam?  O primeiro fato que notamos sobre essas duas bestas é que ambas são poderes político-religiosos com influência global. A besta do mar é claramente um poder político mundial, porque “deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13:7). Sabemos que sua natureza é religiosa pelo fato de que o mundo a adora e ela “abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para Lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no Céu” (v. 6).
 A igreja nunca escondeu que foi baseada em sua própria autoridade que modificou o quarto mandamento da lei de Deus, instituindo o domingo (antigo dia de adoração ao Sol) como dia santo em lugar do sábado. Acontece que a Bíblia não autoriza quem quer que seja a criar emendas ou reformar a Constituição divina, os Dez Mandamentos. “Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra” (Mat. 5:18). Além disso, o próprio Deus estabeleceu o sábado como um dia especial de adoração e como um sinal entre Ele e Seu povo. “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezeq. 20:20).
 A besta da terra também é um poder político global, porque tem autoridade para ordenar que os habitantes da Terra façam uma imagem da besta do mar (v. 14). Uma leitura atenta de Apocalipse 13 mostra que ambas as bestas promovem a falsa adoração. Com exceção do remanescente, o povo de Deus no tempo do fim, toda a população do mundo adorará a besta do mar (v. 8), e a besta da terra forçará os seres humanos a adorar a imagem da besta do mar (v. 15).  Na época indicada pela profecia, a marca será dada aos que optarem por prestar adoração e obediência a legislações humanas contrárias às orientações divinas. 
Em Apocalipse 13, João fala de um poder político-religioso ditatorial que imitaria a “besta” ou “monstro” do Império Romano. Na verdade, João primeiro descreve o próprio Império Romano em sua fase dominada pela política papal; depois, começa a descrever o poder que imitaria e tentaria reviver o Império Romano. Na perspectiva de João, são duas “bestas” em uma mesma agenda. A ideologia, os métodos e os alvos são semelhantes. Exercendo um poder global, ambas as bestas misturam política com religião, impõem um tipo de adoração e perseguem o povo de Deus. A Roma moderna (os Estados Unidos) pareceria cordeiro, mas falaria e agiria como dragão. Seu objetivo, numa fase dominada pela religião, é dar uma nova vida para a antiga Roma, que foi ferida de morte, mas está recuperando seu prestígio. 
A nova Roma implantará um dia obrigatório de adoração (o domingo), assim como a Roma de Constantino fez no quarto século, e o usará como teste de lealdade ao sistema global defendido por ela. Quem não se submeter à política dominante sofrerá sanções econômicas e punições (i) legais. Em algum momento, a política de atacar preventivamente grupos suspeitos será posta em prática contra minorias inocentes. Essa segunda “besta” ditatorial, surgida da “terra” (símbolo de lugar deserto ou pouco habitado, como a América na época do “descobrimento”, em contraste com a primeira “besta”, que surgiu do “mar”, símbolo de lugar povoado, como o Mediterrâneo e a Europa da época), é a nação americana. 
O Apocalipse diz que a besta que emerge da terra (os Estados Unidos) imporá sua falsa adoração com punho de ferro. E aqueles que se recusarem a adorar da maneira politicamente correta serão ameaçados de morte! E, de fato, o anticristo (a besta que emerge do mar) arvora a instituição do domingo em sinal de sua pretensa autoridade. “Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à Lei de Deus, a nação americana se divorciará por completo dos princípios da justiça. Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma mão ao poder romano e outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Testemunhos, volume 5, págs. 449-451).
 Os guias religiosos alegam que a iniquidade que se está alastrando é em grande parte devida à profanação do domingo por parte do povo e que a imposição por lei, da observância deste dia, traria grandes melhoras no que respeita à condição moral da humanidade e às relações sociais entre as nações, pois dirigiria a mente dos homens para Deus. O movimento em favor da santificação obrigatória do domingo cresce dia a dia. Como vemos, o perigo é comum e evidente. O papa Francisco quer o ecumenismo e a santificação do domingo para salvar o mundo do ateísmo, materialismo e anarquismo, pois, só a religião pode estabelecer uma paz duradoura. E, com esses acontecimentos, cumpre-se a profecia, que diz: “E o dragão irou-se contra a mulher (a igreja), e foi fazer guerra ao resto da sua semente (os remanescentes fiéis guardadores do sábado), os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Apocalipse 12:17). (Foto: Divulgação).

Texto por Julio César Prado.

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Intolerância na Globo

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