Lição da Escola Sabatina 2° Trimestre de 2014

cristo e sua lei licao da escola sabatina2

cristo e sua lei licao da escola sabatina

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78 Livros de Ellen White para Ler ONLINE. Aprenda os passos!

Há vários anos foi fundado o site pioneiro ELLENWHITEBOOKS.COM com quase todas as obras de Ellen White. E também o site O GRANDE CONFLITO com um de seus principais escritos proféticos.

Agora a Igreja lançou um site internacional em vários idiomas. A novidade é que somente ele possui as 78 obras de Ellen White em Português com destaques para os novíssimos Testemunhos para a Igreja Volumes 1 a 9.  Siga os passos abaixo para encontrar as obras na nossa língua:

1- Clique em https://egwwritings.org/ e depois escolha a seção conforme indica a imagem abaixo:

ellen white site

Pronto você terá acesso gratuitamente a 78 Obras de Ellen White e a mais 17 Meditações Matinais!

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VT Anjos da Esperança – Robson

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Programa 180 GRAUS – Testemunho de TABATA NAVARRO

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Cristãos são Crucificados na Síria

Cristãos que se recusaram a professar a fé muçulmana ou pagar resgate foram crucificados por jihadistas nesta sexta-feira na Síria, denunciou uma freira síria à Rádio Vaticano.

De acordo com a irmã Raghid, ex-diretora da escola do patriarcado grego-católico de Damasco, e que agora vive na França, “em cidades ou vilas ocupadas por elementos armados, os jihadistas e todos os grupos extremistas muçulmanos oferecem aos cristãos a shahada (a fé muçulmana) ou a morte. Em alguns casos pediram resgate”.

“Por ser impossível renunciar à sua fé, sofreram o martírio. E o martírio de uma maneira extremamente desumana, de extrema violência. Em Maalula, por exemplo, crucificaram dois jovens porque eles recusaram a shahada”.

“Em outra ocasião, um jovem foi crucificado em frente a seu pai, que foi morto em seguida. Isso aconteceu em Abra, na zona industrial na periferia de Damasco”, relatou.

De acordo com ela, depois dos massacres, os jihadistas “pegaram as cabeças das vítimas e jogaram futebol com elas”, e ainda levaram os bebês das mulheres e “os penduraram em árvores com os seus cordões umbilicais”.

A Rádio Vaticano publicou esta entrevista nesta Sexta-feira Santa, dia que a Igreja lembra a crucificação de Cristo em Jerusalém.

Enquanto a guerra civil cria espaço para massacres cometidos por todas as partes, a minoria cristã se posiciona a favor do regime de Bashar al-Assad , temendo justamente os islâmicos.

FONTE: Afp

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Santo Domingo ou Domingo Pagão?

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A visão de Deus sobre o homossexualismo

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Finais dos Tempos: Pai e Madrasta matam filho no Rio Grande do Sul

Assista no Jornal Nacional

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Faça doações para o Chile

adra chile

SAIBA MAIS

A ADRA Chile estará organizando um grupo de voluntários para levar cestas básicas de alimentos, água e elementos de higiene e saneamento básico. Para isso, pede-se que sejam feitas colaborações com doações monetárias e também com elementos para as cestas.

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Notícias sob a luz das escrituras – Sinais do Fim

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Anjos não aceitam veneração

anjo adoracao

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Advertência a Igreja Verdadeira 2: Estaremos a criar um “Ecumenismo Adventista”?

A pergunta pode parecer estranha, principalmente para quem é minimamente conhecedor do que falamos quando usamos a palavra “ecumenismo” – normalmente associado a algo fomentado principalmente pela Igreja Católica Romana, cada vez mais bem recebido pelo mundo cristão, mas geralmente olhado com muita reserva ou mesmo desdém pela tradicional visão Adventista, pode, à primeira vista, espantar a maioria de nós termos de associar esse termo ao Adventismo.

A minha leitura é que, mesmo sem darmos conta ou nos apercebermos, corremos o risco de estarmos a criar, entre portas, um ecumenismo à medida das nossas dificuldades, diria mesmo divergências.

Mas vamos por partes – o que é ecumenismo? No sentido mais restrito, refere-se aos esforços em favor da unidade entre as diferentes Igrejas cristãs; no sentido lato, pode designar a busca da unidade entre todas as religiões; na essência, é um processo que procura obter unidade.

Na prática, o ecumenismo tem sido uma ferramenta magistralmente usada pela Igreja de Roma a fim de recuperar para o seu seio as diferentes religiões protestantes que surgiram na sequência da reforma de há cinco séculos. Convenientemente, outros cristãos, como ortodoxos e anglicanos, também têm mostrado grande aceitação desta proposta de aproximação, diríamos melhor união.

Alguém poderá perguntar: mas como pode uma religião protestante unir-se a Roma? Vamos passar a venerar Maria e os santos? Vamos confessar-nos aos padres, até mesmo aos nossos Pastores? Vamos aceitar a infalibilidade papal? Isso parece impossível de acontecer!

Paralelamente, ainda mais absurdo seria perguntar: Roma vai abdicar da veneração a Maria e aos santos, da confissão aos padres e da infalibilidade papal?! Nem o mais arrojado dos reformadores imaginaria tal cenário…

E não imaginaria porque isso não se vai concretizar, nem tal será preciso, como não será preciso os protestantes aceitarem tudo o que vem de Roma – a estratégia que tem sustentado todas as partes durante este processo assenta num princípio formulado de forma tão inteligente quanto comprometedora: vamos concentrar-nos no que nos é comum, esquecendo, colocando de lado o que nos divide.

Não vamos dedicar tempo agora a debater todas as implicações que daqui surgem; apenas estabelecemos as bases, traçamos o perfil resumido do que é o ecumenismo.

Ora, recuperando o objetivo central deste raciocínio, como podemos, então, entender a eventual existência de um “ecumenismo adventista”?

Simplesmente, em meio ao que nos divide como povo – que pode ir dos comportamentos à própria crença (sim, desgraçadamente já estamos a chegar a esse ponto!) – parece notar-se uma tendência para escolher a paz podre que constitui ignorar, fazer de conta que não existem divergências, algo que nos separa e muitas vezes opõe, mas antes dedicarmos toda a nossa atenção ao que nos é comum, consensual.

Parece mal este procedimento? Ainda que à primeira vista pareça estabelecer a construção de entendimentos, os perigos daí decorrentes são enormes.

A verdade é que, mesmo que não o queiramos admitir, há divergências que se notam entre nós que implicam fidelidade e consagração.

Quer exemplos práticos? Veja o debate que (infelizmente, ainda) existe entre nós sobre vestuário, alimentação, música, cinema, entretenimento, etc., com tantas posições divergentes que alguém já me desabafou que serão provavelmente questões “eternas” que jamais resolveremos.

Pois bem, repare como uma proposta “estilo ecuménico” aparentemente resolve o problema: não falemos disso, não dediquemos o nosso tempo a essas questões que nos afastam, mas vamos concentrar-nos naquilo em que estamos de acordo e não provoca divisões, como “Jesus é o nosso Salvador” e “tudo o que precisamos é o amor de Jesus”…

E se queremos encerrar de vez estes assuntos mais difíceis de lidar, resumiremos tudo numa sentença proferida no estilo pilatesco de lavar as mãos: “isso não é o mais importante, há coisas mais relevantes a tratar”…

Confessemos que isto até dá um certo conforto: é melhor criarmos um ambiente de paz e serenidade (ainda que falso) onde não há discussões nem vozes dissonantes, do que sermos incomodados com a obrigatoriedade moral de termos de assumir frontalmente uma posição e defendê-la perante ataques que surgem muitas vezes de onde menos esperamos, incluindo e principalmente de dentro.

A verdade é que já demonstramos ser bem mais cómodo ficar quietinhos e dizer “ámen” a tudo o que passa à nossa frente, do que levantar a mão para dizer “isso está errado”, correndo o risco de ser logo catalogado como perturbador de Israel. Mas negligenciar esta responsabilidade é varrer o incómodo para debaixo do tapete quando o deveríamos era limpar.

Resumindo: não se resolve a questão, apenas a ignoramos, a afastamos de vista.

Isto não é novo. Numa das mais sagradas ocasiões do Antigo Testamento, Moisés foi chamado ao monte para receber as tábuas onde Deus tinha escrito os Seus Dez Mandamentos. Na ausência e demora de Moisés, alguns do povo entenderam por bem construir um ídolo e organizarem uma cerimónia de adoração a esse objeto.

Ora, o que fez Arão, o máximo responsável na ausência de Moisés? Em vez de se assumir e declarar positivamente que aquilo estava errado e não deveria acontecer, optou por “não criar problemas”, por “não acusar os irmãos”, por “não fazer escândalo”… Ou seja, não quis lidar de frente com o que os separava, para não criar discussões, desavenças e divisões na igreja.

À semelhança de muitos de nós hoje, Arão teve um ato vacilante de cobardia e fraqueza que Ellen White descreve assim: “Arão temia pela sua própria segurança; e, em vez de manter-se nobremente pela honra de Deus, rendeu-se às exigências da multidão” (Patriarcas e Profetas, p. 317). Estou convencido que se isto se tivesse passado hoje, na nossa igreja, muitos elogiariam Arão por não ser “daqueles que está sempre a apontar o erro, com a espada na mão…”. De tal forma, Arão mais não fez do que unir-se na corrupção, quando se deveria ter demarcado, dissessem o que dissessem dele.

Mas, perguntamos: não disse Jesus que os Seus seguidores deveriam ser unidos como um só? Sim, disse e certamente que o mantém até hoje. Mas jamais Ele disse que essa união deveria ser conseguida sacrificando a verdade e os princípios e valores que a fundamentam.

É preferível ser acusado de divisionista do que ceder e curvar-se perante os bezerros de ouro que temos construído e levantado entre nós, mesmo que isso evite conflitos entre nós. Por isso, Ellen White conclui acerca da igreja de hoje: “Ainda há Arãos flexíveis, que ao mesmo tempo em que mantêm posições de autoridade na igreja, cederão aos desejos dos que não são consagrados, e assim os induzirão ao pecado” (idem,).

Unidos como corpo, como igreja, como movimento missionário? Sim, certamente que sim. A qualquer preço, mesmo interno? Não, certamente que não.

FONTE

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Advertência a Igreja Verdadeira: O que fizemos à ‘verdade presente’?

A “verdade presente” é, por definição, tudo quanto está ligado ao ministério que Jesus está a fazer num determinado momento. Logo, atualmente, é olhando para o lugar santíssimo do santuário celestial, onde Jesus está desde 1844, que percebemos como podemos conhecer qual seja a “verdade presente” para este tempo – Jesus fazendo a última intercessão por uma raça caída, enquanto os Seus servos proclamam por toda a parte a urgente mensagem da salvação e renúncia ao erro que habilitará cada um a estar de pé perante o Senhor.

Contudo, basta um simples exercício de memória para percebermos que a maior parte do nosso tempo útil – até na igreja e durante o sermão do Culto de Adoração de Sábado – não tem sido ocupada por este assunto e relacionados. Não é bem este o tema que maioritariamente ocupa os nossos fóruns, conversas, pregações, partilhas e testemunhos. Somos muitos versáteis e prolíferos opinadores numa variedade de temas, principalmente aqueles que são mais confortáveis de gerir e não implicam muito arrojo, mas somos estranhamente ausentes e omissos quanto ao que é mais nuclear à existência do Adventismo do Sétimo Dia.

Para muitos, “verdade presente” soa a um profundo conceito teológico só entendido e possivelmente explicado pelos eruditos na matéria, algo distante que, embora não saibamos explicar nem sequer em traços gerais, sabemos que existe, aceitamos, mas deixamos totalmente por conta de outros, aqueles que pensamos terem a responsabilidade de tratar disso, como que se o raciocínio e a conclusão deles fossem automaticamente estendidos à nossa mente.

Nos anos mais recentes, os tais em que a cultura pós-moderna fez repensar muita coisa no Adventismo, mesmo aquilo que não tem nada para repensar, a “verdade presente” tem vindo a ser tão desvalorizada, ignorada, passada por alto, que entre as últimas gerações de Adventistas (daqueles nascidos e criados “na igreja”) não serão a maioria os que poderão responder com aprovação a questões tão simples como: quais são as três mensagens angélicas (ainda que resumidamente, numa só linha), quem é representado pelas duas bestas de Apocalipse 13 (só os nomes, sem necessitar de explicação), de que importante profecia fala Daniel 2, em que capítulo encontramos os Dez Mandamentos, qual a pedra de toque e sinal de fidelidade ao Deus Criador, e outras que deveriam ser tão basilares na nossa fé como pão e água na alimentação.

Fizéssemos uma amostra aleatória e representativa de membros comuns com mais de 10 anos de igreja e lhes pedíssemos um resumo dos eventos finais que conduzirão ao regresso de Jesus e o que sucederá logo depois, certamente verificaríamos que a situação não é a mais animadora…

Na realidade, temos jovens e adultos que são verdadeiros especialistas quando se trata de ficar pendurados em cordas e remar barcos, mas que não são capazes de apontar os valores e princípios que verdadeiramente distinguem os Adventistas de todo e qualquer outro corpo religioso, no fundo, a razão para pertencer a este movimento.

Isto, na linha da substituição de conteúdos que temos vindo a patrocinar. Por exemplo, até as apresentações que as crianças faziam na igreja perante os adultos – as outrora famosas e biblicamente engrandecedoras declamações do decálogo sagrado, das bem-aventuranças, das tribos de Israel, dos nomes dos discípulos de Jesus, das igrejas proféticas de Apocalipse e outras – foram trocadas por acenos com bandeirinhas de países distantes e meio exóticos, músicas que entretecem o coração de uma ternura reconfortante mas não eminentemente bíblica, e outros componentes fracos na sua essência, substância, quanto àquilo que permanece.

Os elos da completa mensagem Adventista foram substituídos pelos isolados elos da graça – só por aqui, até já nos podem confundir com qualquer ramo evangélico que dista imenso da “verdade presente” que nos foi entregue e para a qual tantos no passado lutaram e sofreram.

Há uns anos, havia um famoso padre católico português que apontava os Adventistas como sendo demasiado biblicistas. Reconhecemos que é um elevado elogio, dos melhores que nos pode ser feito; mas, pudéssemos agora falar com o padre, teríamos de informá-lo que desgraçadamente o rótulo já não combina com todo o conteúdo, e insistir nessa etiquetagem seria incorrer em publicidade enganosa. Infelizmente.

Por muito que optemos por fechar os olhos com argumentos parciais como é o facto de sermos a “igreja do Senhor”, é indisfarçável que ao longo das últimas décadas temos vindo a criar uma vasta hoste de analfabetos espirituais, assim ao estilo daquele irmão que após estar há 30 anos na igreja, perguntou ao Pastor quais os versos da Bíblia que falavam do Sábado, pois tinha um vizinho com quem de vez em quando falava sobre o assunto (não é metáfora; é caso real, foi-me contado pelo Pastor em causa).

E no final deste cenário todo, o que é que fazemos? Quando dedicamos algum tempo a pensar nisso, gastamos os nossos recursos a fazer estudos e mais estudos, apenas e só para tentar perceber um diagnóstico que há muito está escancarado à nossa frente: deixamos de exercer o ministério que o Senhor nos entregou para este tempo, deixamos de pregar as nossas distintas e específicas mensagens, deixamos de ensinar isso aos novos conversos e às nossas crianças. Genericamente, num sentido lato, estamos a formar alguns cristãos mas cada vez menos Adventistas.

Em meio a isso e concorrendo para o mesmo efeito nefasto, temos deixado que as novas vagas de secularismo e mundanidade se intrometam na igreja, obscurecendo a nossa visão quanto ao propósito para a qual Deus a estabeleceu (não sou eu que o digo; veja a mensagem do Pr. Ted Wilson, presidente da Conferência Geral, “Um Urgente Chamado Profético”, na qual ele assume e adverte para isto mesmo, desde os pastores até aos leigos).

Perguntamos: quer isto dizer que a “verdade presente” perdeu alguma validade? Precisa ser reparada, retificada, corrigida? Respondemos: não; infelizmente, nós, os portadores dessa mensagem, é que nos estamos a desqualificar para a obra de a proclamar!

Ficará essa proclamação órfã? Haverá algum défice na obra que Deus tem para efetuar no mundo através da Sua igreja?

Responde a mensageira inspirada do Senhor:

O Senhor Jesus sempre terá um povo escolhido para servi-Lo. Quando o povo judeu rejeitou a Cristo, o Príncipe da Vida, Ele tirou-lhes o reino de Deus e entregou-o aos gentios. Deus continuará lidando com cada ramo da Sua obra de acordo com esse princípio. Quando uma igreja demonstra ser infiel à Palavra do Senhor, seja qual for a sua posição e por mais elevada e sagrada que seja a sua vocação, o Senhor não pode mais cooperar com eles. Outras pessoas são então escolhidas para assumir importantes responsabilidades. No entanto, se estes, por sua vez, não purificarem a vida de toda a má ação, se não estabelecerem puros e santos princípios em todos os aspetos da sua vida, o Senhor os afligirá e humilhará dolorosamente, e, a não ser que se arrependam, os removerá da posição que ocupam, tornando-os um opróbrio” (Ellen White, Manuscript Releases, v. 14, p. 102).

Meu irmão, a misericórdia do Senhor não suportará para sempre com o desleixo e negligência que tem havido entre nós no rebaixar na sagrada missão que Ele nos entregou. Há que refocar urgentemente a nossa atenção naquilo que realmente importa para os críticos tempos em que vivemos.

Paulo descreveu a sua missão da seguinte maneira: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!” (I Coríntios 9:16). E o próprio Jesus disse daqueles que um dia se entregaram a essa mesma missão: “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

Ao mesmo tempo, a Sua promessa e convite permanecem inalteráveis:

O Senhor terá um povo tão verdadeiro como o aço, de fé tão firme como o granito. Eles devem ser-Lhe testemunhas no mundo, instrumentos Seus para realizar uma obra especial, gloriosa, nos dias da Sua preparação” (Ellen White, Testimonies, v. 4, p. 594).

Tenha bom ânimo; a promessa feita pelo Senhor a alguns no passado, mantém-se válida nos dias de hoje: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

Fonte

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Os adventistas devem ser o “Noé” atual

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