Apocalipse 14:1-12 – As Três Mensagens Angélicas

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“Ele disse em alta voz: ‘Temam a DEUS e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do Seu juízo. Adorem Aquele que fez [ou seja, adorem O Criador] os céus, a Terra, o mar e as fontes das águas’.” Apoc. 14:7 (inserção minha).

A aproximar-se o fim dos tempos de pecado, a guerra torna-se mais e mais dramática, radical, desesperada, por parte do dragão. Enquanto os santos mantêm-se calmos diante da expectativa da redenção e da pátria superior, satanás e os que optam pela perdição, agitam-se cada vez mais. Em razão do resultado dessa guerra já estar determinado pela batalha na cruz, satanás acha-se cada vez mais furioso. Suas ordens cruéis são como o bramido de um leão ferido em seus últimos movimentos de ataque. Tecnicamente ele ainda tem chance, embora, da realidade, não tem nenhuma oportunidade de vitória. O que satanás está tentando fazer agora, já que perdeu a guerra fazem quase dois mil anos, é, vejam só, buscar formas para que a Bíblia falhe. Tecnicamente falando, isto é, do ponto de vista humano, ele tenta e tem esperança, e busca uma saída para o seu projeto por esse caminho. No entanto, do ponto de vista espiritual, uma vitória para satanás é absolutamente impossível. Isso seria o equivalente a DEUS falhar, e tal coisa simplesmente está descartada.

Do que falamos? Hoje, para satanás vencer, alguma coisa na Bíblia precisaria falhar. Por exemplo: que este evangelho não fosse pregado ao mundo todo, pois então JESUS não viria. É uma das coisas que ele tenta fazer, esforçando-se para que a igreja fique na mornidão, e que esta não trabalhe. Nos tempos finais, esta será sua grande estratégia, que a incumbência da igreja não seja cumprida. No entanto, como sabemos, essa incumbência será cabalmente cumprida. A estratégia não dando certo, ou seja, a igreja levantando-se, e cada vez mais pregando com ímpeto, mesmo que por parte de poucos de seus membros, dando a mensagem dos três anjos do Apocalipse, o dragão sentirá que chega a hora de seu fim. Nesse contexto, ele se movimentará com fúria total, desesperado diante do poder de DEUS em seus filhos, o poder do Espírito Santo, e ele fará tudo para impedir o trabalho. “Satanás não dorme; está bem desperto para evitar que se cumpra a firme palavra da profecia” (III TS, 328).

Como ato culminante desse esforço, ele levará as nações do mundo todo, a partir dos Estados Unidos da América, a emitirem o decreto que impõe a santificação do domingo. Com esse decreto ele pensa tirar as condições da igreja de DEUS trabalhar. No entanto, é exatamente por causa desse decreto que DEUS se levantará e derramará incrível medida de Seu poder sobre todos aqueles que são servos fiéis e adoradores verdadeiros. Eles transmitirão, com esse poder, a mensagem dos três anjos ao mundo todo em um curtíssimo espaço de tempo, e então virá o fim. E muitas pessoas vão ser levadas a ter uma inédita e incrível vontade de conhecer a verdade. Vai haver, ao mesmo tempo, da parte de uns, fome pela verdade, e da parte de outros, vontade de ensinar a verdade, e ainda, da parte de muitos, possivelmente da maioria, forte oposição à verdade. O grupo dos que tem fome pela verdade e o grupo dos que a ensinam, unir-se-ão num grupo só, e então restarão apenas dois grupos no mundo, que assim estará pronto para receber JESUS vindo nas nuvens.

Missões globais: Sião e Armagedom

Sião e Armagedom são dois lugares altos, de comando em campanha de guerra. Sião é o monte do Senhor, e Armagedom, o de satanás. “Mas, olhando através do fumo e ruído da batalha, notou sobre o monte Sião, unido ao Cordeiro, um grupo que, em vez do sinal da besta, “em suas testas tinham escrito o nome… de Seu Pai”. Apoc. 14:1.” (II TS, 351). “Todos os que não têm o espírito da verdade se unirão sob a liderança de instrumentalidades satânicas, mas deverão ser mantidos sob controle até que chegue o tempo para a grande batalha do Armagedom.” (EF, 239)  “A batalha do Armagedom logo deverá ferir-se. Aquele em cujas vestes está escrito o nome “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apoc. 19:16) deverá, dentro em breve, comandar os exércitos do Céu. Não poderá ser dito agora pelos servos do Senhor, como o foi pelo profeta Daniel: “Uma guerra prolongada.” Dan. 10:1. Não falta senão pouco tempo para que as testemunhas de Deus tenham feito o seu trabalho de preparação do caminho para o Senhor.” (III TS, 13)

A batalha final se dará no monte de satanás, o Armagedom. Ele será derrotado, mais uma vez, em seu próprio território, eis que não pode mais alcançar o território dos santos, onde se encontra O Senhor do Céu e da Terra.

Considerando as duas posições expostas na lição estudada em 09/06, de que (a) Armagedom se refere ao Monte Megido, em Israel, à semelhança da batalha de um único homem, Elias, que enfrentou centenas de profetas de Baal no Monte Carmelo, tal figura, o Armagedom, representa o “palco” da última batalha, que se inicia antes do sétimo milênio e se conclui ao final deste. No Armagedom fica bem distinto quem é quem, ou seja, quem faz a falsa adoração e quem a verdadeira. Ali, no Carmelo, ficou claro para todos quem foram os profetas de Baal e quem foi o profeta de DEUS; no Armagedom, se distinguirão aqueles que pertencem a babilônia e adoram a satanás daqueles que pertencem ao Senhor e o adoram conforme Ele instruiu. (b) A segunda possibilidade refere-se a Isaías 14:14, onde Lúcifer intentava subir e tornar-se deus à semelhança do Criador, assentando-se no “monte da congregação”, ou da “assembléia”, que não é outra coisa senão o Monte Sião, o Monte de Senhor, de onde Ele governa. Ora, em todos os lugares onde há criação com seres inteligentes, há governo de DEUS. Aqui na Terra não é diferente. Então, por essa via, satanás agora intenta assumir o governo de todo o planeta. Isso chama-se Nova Ordem Mundial, o governo do planeta, pela tríplice aliança. Para isso, ele quer dominar todos os reis da Terra, e já está pronto todo o esquema com tal finalidade. Presentemente os líderes do mundo viajam a cada pouco até o Vaticano acertando detalhes sobre o projeto “paz e segurança”, da ONU, pelo que sabemos que a repentina destruição está a caminho.

Como bem expõe a lição, as duas interpretações se completam no sentido. Por elas, o passado serve de precedente esclarecedor. Portanto, resumindo, o Armagedom será o palco do último confronto entre as duas forças, as de satanás e as do Senhor, O Salvador, ou seja, o nosso planeta. E o secamento do Rio Eufrates, simboliza o fim de todos os impedimentos para que as forças de satanás se organizem contra as forças do Salvador. Esse secamento não é literal, assim como a região do Armagedom, na Palestina, também não é. Nesse confronto ficará bem distinto a diferença entre os dois exércitos que se combatem. “Como na babilônia literal o rio Eufrates representava para babilônia a própria segurança e sustentação da vida, e o seu secamento permitiu a invasão e destruição da cidade numa única noite pelas tropas de Ciro, para a babilônia espiritual esse secamento simboliza a retirada do apoio e sustentação que o rio Eufrates espiritual (águas = povos, nações, multidões e línguas) lhe dá, provocando a sua ruína.”

Poder-se-á distinguir claramente o caráter dos soldados de um e de outro lado, dos que seguem o cordeiro, mansos e gentis como seu Mestre, e dos que seguem o dragão, furiosos e de comportamento destruidor. Aqueles amam a vida, deles e de seus semelhantes, estes preferem a morte de todos, e não amam nem mesmo as suas vidas. Essa grande batalha ocorrerá após o fechamento da porta da graça. No entanto, é nesses nossos dias que ocorre a preparação para essa batalha final. A preparação trata da formação dos dois exércitos, ou seja, quem participará de um lado e quem do outro lado. Estando os soldados dos dois lados bem definidos, estando a consciência de todos decidida em qual exército ficar, então fecha-se a porta da graça, nenhum ser humano pode mudar de lado. Logo depois disso inicia-se a guerra final. Por parte de DEUS, caem as pragas, por parte de satanás, desfecha-se gigantesca perseguição contra os adoradores do Criador. Essa perseguição toma o seu clímax nos momentos finais desse período de tempo das pragas. A certa altura dos acontecimentos, da parte de satanás se emite um decreto de morte aos adoradores do Criador. Esse decreto será, como o da imposição da santificação do domingo, emitido pelos EUA, nesse tempo, instrumento de satanás. Então, durante a sexta praga, acontecem as condições para satanás ajuntar todos os reis da Terra num lugar chamado Armagedom, e isso é o secamento simbólico do rio Eufrates. Ali estarão reunidos para a batalha final, que faz parte do tempo da sétima praga. Reúnem-se para atacar os santos, mas nesse tempo serão destruídos no ato de seu próprio intento de destruir (veja II Ped. 2:12).

Há algo que precisa ser destacado, e que aprendemos da história das lutas entre satanás contra os filhos de DEUS, ao longo da história. Sempre que satanás parece chegar no ponto de eliminar os adoradores de DEUS, sempre que a situação chega a momento crítico, que parece não haver mais saída, DEUS se levanta, e elimina as forças de satanás. Assim foi no Dilúvio, no Egito com Moisés, no mar Vermelho, e assim por diante. Assim será no final da história. Há uma lógica nisso: satanás deve mostrar quem ele é até o último ponto possível, mas não pode ele eliminar o povo santo. Nesse ponto, DEUS intervém, e elimina a satanás. Saber disso é um garantia para nossa tranqüilidade, sabemos como DEUS age, e porque age assim.

O selo de DEUS e o remanescente

Conforme Apoc. 14:1, os santos que estavam sobre o Monte Sião tinham na fronte escrito o nome de DEUS e o nome do Cordeiro. Isso significa a Quem eles pertencem. São propriedade de DEUS por criação e propriedade do Cordeiro por redenção. São duplamente filhos de DEUS (ver. Isa. 56:5, são “mais que filhos e filhas”.) Em Apoc. 7:2-4 há a ordem: “Não danifiqueis a Terra enquanto não selarmos em suas frontes os servos do nosso DEUS.” Isso vai ocorrer durante o tempo do desfecho da história da guerra entre satanás e o Senhor. O desfecho se inicia com o decreto dominical. Entre a emissão desse decreto e o fechamento da porta da graça ocorrem muitas coisas importantes, numa velocidade impressionante. Vai ocorrer o maior derramamento de poder por parte do Espírito Santo já visto na história, isso levará ao Alto Clamor, que é a mais forte pregação da mensagem da verdadeira adoração de todos os tempos da humanidade. Maior em termos de pessoas atingidas e maior em termos do poder disponibilizado aos servos de DEUS. Também nesse tempo o povo de DEUS terá poder para realizar, em nome do Senhor, poderosos milagres, sinais que não poderão ser imitados pelo poder de satanás. Muitos assim crerão na verdade. Ainda, ocorrerá nesse tempo o chamado Refrigério, que é a nítida sensação da presença de DEUS em ação, ao lado de Seus servos. Nesse tempo também vai ocorrer a Sacudidura na igreja de DEUS, que é a separação do joio do trigo. O trigo estará sendo selado, isto é, recebendo poder para adorar a DEUS como Ele merece e como reivindica ser adorado. O selo é a identificação do ponto central dessa adoração, ou seja, a santificação do sétimo dia, o sábado. A firme convicção de ser esse dia o dia do Senhor receberá da parte do Senhor força especial para que, sejam quais forem as circunstâncias, não mais caiam na tentação de transgredir o quarto mandamento, nem nenhum dos demais. O selamento significa que essas pessoas estão com sua salvação garantida, embora não o saibam. Pela sua decisão, com a força do Céu, foram julgadas nesse momento, em vida, e seus pecados foram apagados do respectivo livro, o seu nome permanece no livro da vida, e passarão vivas no período das pragas. Esses são os 144.000, um título que representa um número muito maior que seu valor numérico, daqueles que nesse tempo decidiram firmemente, como jamais em qualquer tempo da história da humanidade, sob hipótese alguma contaminar-se com prostitutas, ou seja, com as falsas doutrinas espíritas ou pagãs introduzidas no cristianismo. Dentre essas doutrinas, as duas principais são: a santificação do domingo, dia pagão de adoração ao sol, e a imortalidade da alma, mentira pela qual Eva caiu e levou à desgraça toda a sua descendência.

A mensagem do primeiro anjo

A mensagem do primeiro anjo encontra-se em Apoc. 14:6 e 7.  Didaticamente pode ser apresentada em 4 componentes específicos.

1º) O “evangelho eterno”, que é a mensagem verdadeira referente a:

a) Vida de JESUS como Criador e Redentor. Como Criador, Ele merece ser adorado, pois é DEUS. Como Redentor, Ele ratifica Seu poder de ser adorado, e mostra o quanto é imutável a Lei de DEUS, pois, sendo ela assim, O Salvador a obedeceu tendo nós desobedecido, e Se tornou o objeto da condenação que havia na lei que foi desobedecida, em nosso lugar.

b) Sendo morto em nosso lugar, na segunda morte, no entanto ressuscitando dessa morte – o único que dela sai vivo – torna-Se nosso Salvador, ou seja, tem o poder e a autoridade de nos perdoar, se quisermos.

c) Após Sua ascensão ao Céu, tornou-se nosso Sumo Sacerdote, único autorizado legitimamente para interceder por nós quando nos arrependemos (ninguém mais tem essa autoridade, nem padres, nem santos mortos, nem Maria, ninguém mais morreu como JESUS, sem pecado, em nosso lugar).

2º) Esse evangelho é para pregar a todos os seres humanos viventes na Terra. Essa é a tarefa. Quando for concluída, pode então fechar-se a porta da graça. Mas antes, todos devem, com conhecimento desse evangelho, ter tido condições suficientes para tomar sua decisão pessoal por JESUS ou por satanás.

3º) A primeira parte do conteúdo da mensagem do primeiro anjo, que é: “temei a DEUS e dai-Lhe glória.” Vale dizer: obedeçam o Senhor do Universo, e só a Ele caso houverem contingências contrárias ao que Ele pede. Isso é temer a DEUS. Dar glória a Ele é viver dignamente o nome de cristãos, de tal maneira que todos percebam que somos pessoas de nobre descendência, criaturas de DEUS, feitos à sua imagem e semelhança.

4º) A segunda parte do conteúdo da mensagem. “Adorai aquele que fez…”, aqui está o eterno critério da adoração: O Criador. Não se adora porque JESUS ressuscitou, mas porque Ele é O Criador, sempre foi e sempre será, eterno tal como o Seu evangelho. O Criador requer, desde o princípio, a santificação do sétimo dia, que O lembra como Criador de todas as coisas.

Veja-se o seguinte, quanto a santificação do dia de sábado. Ele é o sétimo dia, embora hajam calendários que, sutilmente, tentam iniciar a semana no segundo dia, ou seja, na segunda-feira, tornando o primeiro dia, o domingo, em sétimo. Obra da mentira. Como DEUS fez todas as coisas durante seis dias, e terminou sua obra de criação no sétimo estabelecendo esse dia como santo dia de repouso, tal dia lembra O Criador (ver Gen. 2:1 a 3). Portanto, pela santificação do sétimo dia, adoramos aquele que fez todas as coisas, conforme o mandamento (ver Êxo. 20:8 a 11). O sábado foi estabelecido porque “Ele fez”, porque é O Criador, e o sábado se refere a isto: DEUS é o Criador. O sábado foi estabelecido na semana da criação por causa do homem, uma criatura inteligente (os animais e as plantas não podem lembrar que dia da semana é), capaz de lembrar que todas as coisas foram criadas por DEUS nos seis dias anteriores ao sábado.

Já o primeiro dia da semana, o domingo, esse dia é bem adequado para a adoração a satanás, ele que não é criador de coisa alguma. É apenas uma criatura disputando o trono de DEUS. Antes do dia de sábado tudo fora criado, portanto, esse é um dia adequado para nos lembrarmos de nosso Criador. No entanto, antes do primeiro dia nada fora criado, portanto, aqueles que optarem por adorar uma criatura incapaz de criar vida por exemplo, devem santificar o domingo, que apenas pode lembrar uma criatura incapaz de ser como o Criador.

Essa mensagem vem sendo anunciada desde um pouco antes de 1844, e perdurará até o fim da porta da graça, quando não será mais necessária, pois todos já terão decidido a quem preferem adorar.

A mensagem do segundo anjo

Esta mensagem vem sendo anunciada desde que se iniciou a pregação do tempo do fim, no verão de 1844. Nessa época esta mensagem foi pregada, e seus efeitos perduram desde esse tempo. Com o poder da primeira mensagem, vem caindo o sistema da falsa adoração. A queda ocorre sempre que desse sistema sai um adorador para passar a adorar como DEUS requer. E isso vem acontecendo ao longo desse tempo, ou seja, babilônia, seu sistema de igrejas, vem caindo gradativamente. Ela deverá desmoronar totalmente por ocasião do chamado Alto Clamor, quando vai ocorrer uma saída em massa, o “sai dela povo Meu” de Apoc. 18:4. No momento em que todos os servos de DEUS que ainda se encontram nas igrejas de babilônia saírem dela, tal como aconteceu com a saída de Ló e sua família de Sodoma, DEUS retirará Sua misericórdia ainda em babilônia por causa dessas pessoas sinceras, e ela cai por completo, e este é o seu fim. A confusão religiosa se desmantela totalmente. Cai o sistema de adoração como fazem os idólatras pagãos, cai o sistema que diz que a alma não morre, mesmo pecando, à semelhança do que disse satanás, cai o sistema que inseriu dogmas pagãos e espíritas no cristianismo, cai o sistema que impõe pela força da lei e das armas que tais dogmas sejam obedecidos, em especial a santificação do domingo.

A mensagem do terceiro anjo

A primeira mensagem angélica trata da adoração ao Criador; a segunda, trata da gradual queda do sistema falso de adoração, e a terceira mensagem alerta quanto a estar comprometido com a falsa adoração. Vamos fragmentar, parte por parte, essa mensagem.

1) “Se alguém adora a besta

2) e a sua imagem

3) e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão

4) também este beberá do vinho da cólera de DEUS, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos, e na presença do Cordeiro.

5) A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem, e quem quer que receba a marca de seu nome.”

Vejamos breves comentários, parte por parte.

  1. Adorar a besta significa prestar culto ao sistema papal, adorando as coisas que esse sistema determina que sejam adoradas. Aí entram os santos mortos (e não há nenhum santo vivo neste sistema) bem como todos os ídolos que o sistema diz não ser idolatria, mas que não pode provar o contrário. Principalmente, significa santificar o dia de domingo, conforme requer o sistema papal.
  2. Adorar a imagem da besta é, na realidade, a mesma coisa que adorar a besta. A sua imagem é a sua réplica, ou, sua reedição ou nova aparição, patrocinada pelos EUA mediante o decreto dominical. A besta foi adorada durante os 1.260 anos de supremacia papal, de 538 a 1.798. nesse ano, recebeu mortal ferimento, e por pouco quase desapareceu. Mas logo, poucos anos depois, começou a se restabelecer, e a sal ferida foi sendo lentamente curada. A imagem da besta será adorada a partir do decreto dominical, que significa a cura completa da ferida de 1798, coisa que pode ocorrer a qualquer momento, ainda nesses nossos dias. Em outras palavras, a imagem da besta é a própria besta renovada, com sua ferida curada, podendo então, exercer poder como durante os 1.260 anos de sua supremacia.
  3. A marca da besta é a santificação do domingo pela imposição da lei, usando para isso a força bruta do exército para forçar a obediência.
  4. Esses que se submeterem a tal adoração serão castigados pelo Criador, esse castigo será o fogo do inferno, que durará até que se consumam todos os resquícios do pecado, até que se extinga a existência do mal, que não lhe reste nem raiz nem ramo, ou seja, não restará nada que traga à lembrança que uma vez existiu pecado.
  5. Os adoradores da besta ou da sua imagem não terão descanso enquanto durar seu castigo final. Eles terão de sofrer as conseqüências de seus atos rebeldes, vivos, conscientes, até que sejam pagos por eles todas as maldades que praticaram ou que fizeram praticar. Então receberão seu último salário que é a morte eterna. Antes desse pagamento, sofrerão em maior intensidade tudo o que, pela sua influência, levaram outros a sofrer.

A terceira mensagem é, na realidade, o desfecho da segunda mensagem, ou seja, o fim da queda porque ocorre o fim de babilônia. Ela é coerente com o que diz Apoc. 18:2, “caiu, caiu babilônia…”  A queda final de babilônia ocorrerá no fim do tempo da graça, quando dela tiveram saído todos os adoradores que estavam sendo por ela enganados, que se uniram com os adoradores do Criador. Mas o vinho da cólera de DEUS babilônia beberá no final do milênio, quando descer fogo e enxofre para a consumir para sempre. Portanto, entendemos que a segunda mensagem anuncia um processo de gradual da queda de babilônia, porque dela estão gradativamente saindo adoradores. Apoc. 18:2 anuncia uma ocorrência que acontece logo após a saída em massa (Apoc. 18:4) e final desses adoradores enganados de babilônia. A terceira mensagem, por sua vez, anuncia que babilônia será destruída após a saída desses adoradores.

Importante: A finalização das três mensagens traz conforto, afirmando que os que guardam os mandamentos de DEUS e têm a fé em JESUS perseveram até o fim da grande guerra entre o mal e o bem. Eles sabem porque agem assim. Como se lê em Hebreus 11:14 e 16, eles aspiram uma pátria superior.

Conclusão

Diante do exposto no estudo das três mensagens finais para todo o planeta expressas na Bíblia, cabe reforçar o convite de Apocalipse 18:4 – “Sai dela povo Meu” antes que seja tarde para isto. Esse convite não é a primeira vez que é feito. Abraão foi convidado a sair da terra da sua parentela, pois já estavam todos se tornando idólatras, inclusive o seu pai. Israel foi convidado a retirar-se do Egito, pela mesma razão. Assim também Israel, noutra ocasião, foi convidado a retornar à sua pátria, saindo do exílio de babilônia. Hoje, o “sai dela povo meu” se estende a todos os adoradores sinceros do DEUS Criador, e que ainda se encontram num sistema errado de adoração identificado por babilônia. Desta vez o convite de saída tem um duplo motivo. Primeiro, porque babilônia não é um lugar adequado para se aperfeiçoar a verdadeira adoração, pois ali ela não é ensinada. Segundo, porque babilônia chega ao seu fim, e será destruída. Cabe sair para não continuar sendo enganados e não perder a vida junto com babilônia.

A queda de babilônia, a princípio gradativa, num momento, torna-se repentina. Apocalipse 14:18 e 18:2 e 3 fala “caiu, caiu…” Jeremias 51:47 diz que vem dias em que serão castigadas as imagens de babilônia. (Isaías nos capítulos 13, 46 e 47 e Jeremias nos capítulos 50, 51 e 51, tratam sobre babilônia, diversos detalhes importantes.) Habacuque 2:8 refere-se a retribuição porque despojou (levou à perdição) muitas nações. Em Zacarias 14:13 refere-se a confusão entre eles, da babilônia. Isaías 24:8, 9 e 11 diz que babilônia acabou.

Há ainda algo muito importante para incluir neste comentário. Em Isaías 56:8, up., DEUS, pelo profeta diz que “ainda congregarei outros aos que já se acham reunidos.” Esses são os que agora já estão sendo convidados a se retirarem da idolatria de babilônia atual, porque “…a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.”

Prof. Sikberto R. Marks

Escrito em: 04-06-2002

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