Cristo e o Juízo

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“De diante dEle saía um rio de fogo. Milhares de milhares O serviam; milhões e milhões estavam diante dEle. O tribunal iniciou o julgamento, e os livros foram abertos.” (Daniel 7:10)

A seqüência dos impérios contém, inerente, importante indicativo sobre a necessidade do juízo. A sucessão dos impérios demonstra sua incapacidade de, por procedimento correto, se perpetuarem, porque são baseados em fundamentos falsos, os perigosos fundamentos gerados pelas condições do pecado. Os impérios, enquanto se sucedem, também se degeneram, afastando-se cada vez mais da verdadeira justiça. Nessa sequência vemos um rei, Nabucodonosor, encontrando DEUS; depois, vemos alguns reis, dos Medo-Persas, elaborando decretos favoráveis ao povo de DEUS, relativos à restauração de Jerusalém e à reconstrução do templo. No entanto, no império Grego, não ocorrem mais esses cuidados, mas um mergulho no paganismo, e no império romano vemos a consolidação do paganismo greco-romano, que se tornou a base para a ‘paganização’ da igreja cristã. Então, de império civil e militar vemos o surgimento de um império moral, de natureza religiosa, que impõe uma forma pagã de adoração, mas o faz em nome da fé cristã.

Isso acontecendo, aproxima-se a hora do juízo de DEUS, pois, as tentativas de dominação por parte de satanás, de sistemas militares passou a sistemas religiosos, com leis em sua disposição estrutural, muito parecidas com a Lei de DEUS, no entanto, quanto ao conteúdo, radicalmente diferentes. Levam à adoração de uma criatura em lugar do Criador.

Na seqüência dos impérios surgiria uma ponta pequena. Essa ponta pequena, um chifre, o que denota poder e autoridade para impor formas de pensamento e de adoração segundo a sua vontade, não é outra coisa senão o produto da degeneração da humanidade em direção ao paganismo, por meio dos impérios de natureza militar. Isso significa que a guerra entre satanás e JESUS chegou a um campo mais delicado, o campo em que, além da força bruta dos exércitos, também se utiliza muito a principal estratégia de satanás: a mentira, ou seja, a força de enganar. O paganismo cultivado ao longo dos séculos de impérios civis foi introduzido no que inicialmente fora a igreja de CRISTO, mas se tornou na igreja que mistura a pureza dos princípios bíblicos com as crenças regionais pagãs. Essa é a razão porque se torna necessário o juízo: impérios militares tem por objetivo conquistar territórios, impérios morais tem por objetivo mudar o modo de pensar e de agir, e pessoas estão sendo levadas a erro, e por essa via, se perdem para sempre.

O DEUS que julga

“O Pai a ninguém julga, mas confiou todo o julgamento ao Filho. … E deu-Lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem.” (João 5:22 e 27)

Entramos aqui na questão do direito de julgar. Entre os homens, o direito de julgar, em síntese, é adquirido da seguinte maneira:

a) Para aspirar ser juiz deve ter realizado curso de direito, vale dizer, dominar o conhecimento correspondente;

b) Deve ter realizado concurso com aprovação;

c) Deve ter sido empossado por autoridade competente,

d) Deve todos os dias estar em suas perfeitas faculdades requeridas para o exercício da magistratura, para não perder o direito a ela.

No céu é um pouco mais complexo. JESUS, para conquistar o direito de, tanto nos defender quanto nos julgar, necessitou passar por um teste extremamente rigoroso, pelo qual jamais um ser inteligente passou. Vejamos a sequência dos fatos que tornaram JESUS Juiz.

a) Deve ter participação no conselho de criadores, com DEUS e com o ESPÍRITO SANTO;

b) O escolhido para conquistar esse direito foi JESUS, pois Ele estava sendo acusado, inicialmente por Lúcifer, depois satanás, que a Sua lei era injusta;

c) JESUS veio em forma de ser humano e viveu em conformidade com os Dez Mandamentos e também com a lei cerimonial (essa foi abolida com a morte de JESUS, os Dez Mandamentos, ao contrário, foram confirmados).

d) Pela Sua obediência tornou-se exemplo a ser seguido, exemplo de justiça, de fidelidade à lei, sem jamais ter cometido algum pecado;

e) Obedecendo, demonstrou Sua fidelidade aos Dez Mandamentos, e por isso, habilitou-se para julgar com base nesses mesmos mandamentos;

f) Isto é: os mandamentos que satanás estava tentando invalidar foram por JESUS confirmados, pois os obedeceu até a morte. Assim, Ele torna-se fiel defensor desses mandamentos, advogado e juíz com base neles;

g) E mais, tendo, ao mesmo tempo em que morreu obedecido aos mandamentos, também substituiu os seres humanos que haviam transgredido os mandamentos, morrendo em seu lugar, nisso tornou-se Salvador;

h) Portanto, JESUS tornou-se, ao mesmo tempo, Salvador, isto é, nosso advogado defensor, e Juiz, isto é, defensor dos Dez Mandamentos;

i) Como Salvador, Ele faz tudo por aqueles que, arrependidos de seus pecados, sejam perdoados e aceitos para retorno à vida eterna;

j) Mas como Juiz, Ele defende os Dez Mandamentos, porque condena a todos aqueles que não se arrependem para serem perdoados.

Os Dez Mandamentos são a lei que serve de critério para o julgamento: “Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados.” (Romanos 2:13)

Portanto, JESUS está ao mesmo tempo comprometido com a humanidade e com a Sua Lei, ou seja, Ele de fato obedece a Lei que usa como critério de julgamento, portanto, Ele é de fato o Advogado e o Juiz justo, totalmente confiável. Ele é o Criador de todas as coisas, o Autor da lei, é o seu defensor (Juiz), é o Salvador (nosso Advogado). Ele é absolutamente confiável, e o seu juízo é totalmente correto e transparente, inquestionável, embora Ele mesmo propicie possibilidade de ser questionado. Ele demonstrou isso tudo no caminho da cruz.

Em resumo, trata-se do seguinte: é preciso haver absoluta confiabilidade para que uma lei justa seja aplicada por um Juiz honesto e capaz, para que não ocorra nenhuma possibilidade de injustiça.

Processo judicial

Uma lei boa não tem eficácia se o processo judicial, baseado nela, não for transparente e fidedigno; um correto processo judicial não será justo se a lei não for boa. Um bom processo judicial deve ser conduzido de tal maneira que uma lei justa seja aplicada com tal transparência que:

a) todos os seres inteligentes que não necessitam ser julgados (os anjos não caídos) concordem que o julgamento foi justo e a sentença dos condenados foi merecida, e a absolvição dos não condenados foi honesta;

b) todos os seres julgados e absolvidos estejam de acordo com sua situação e com o veredicto dos que foram condenados;

c) todos os seres condenados esteja convencidos e perfeitamente de acordo de que para com aqueles que não foram condenados não houve nenhum favor oculto, e que a sua própria condenação é correta e merecida.

Em síntese, o juízo de DEUS precisa ser aceito em seus resultados por todos os seres vivos, sem que haja qualquer dúvida a respeito de sua processualidade. Todos devem estar inteiramente convencidos de que DEUS é justo, de que Sua lei é justa e que o julgamento foi justo. Com essas características, só há um juízo: o de DEUS.

Para tanto, “pois, DEUS trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau.” (Ecle. 12:14). Por isso “pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de CRISTO, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas quer sejam más.” (II Cor. 5:10).  Para que o juízo seja justo, transparente, incontestável, com o qual todos estejam de acordo, DEUS promove, presentemente, uma rigorosa investigação de tudo o que cada ser humano tenha feito, suas decisões, seus pensamentos, e se por ventura se arrependeu do que fez infringindo a lei do amor, para que possa ser purificado pelo sangue de JESUS derramado por todo ser humano. Por pior que tenha sido o ser humano, se houve sincero arrependimento de seus atos, JESUS, atualmente nosso advogado, perdoará, e de fato, nesse caso, vai haver salvação para a vida eterna. Mais tarde, terminando a fase da investigação dos atos, JESUS não precisa mais ser advogado, então não vai haver ninguém para ser defendido, logo Ele se torna juiz de todos os que precisam ser condenados.

Chegou o juízo

Como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo.” (Hebreus 9:27)  Todos irão a juízo, todos os que, em seus atos, infringiram a lei. Não poderia ser diferente, pois se alguns pecadores não fossem a juízo, o processo judicial seria parcial e não confiável.

O juízo se iniciou no céu, em 1844, segundo Daniel 8:14 e 7:25 – 26, referindo-se a Daniel 7:9 e 10. O verso 8:14 define que o santuário será purificado ao final do período de 2.300 anos (comparar Dan. 8:14 com Heb. 9:23). Esse período se inicia em 457 aC e termina em 1844 dC. Desde esse ano (1844) em diante, o tribunal do Céu está assentado (Dan. 7:10) e os livros estão abertos, e cada caso daqueles que já morreram está sendo investigado. Essa investigação é para ver se a pessoa pode ser perdoada ou não. É uma investigação sobre todos os seres humanos que uma vez já aceitaram a verdade sobre a adoração e a obediência, portanto, que tiveram suficiente conhecimento a respeito do caráter de JESUS. Se essas pessoas, durante a sua vida se arrependeram de seus pecados, podem ser aceitos pelo tribunal, e JESUS as apresenta como troféus Seus, pelas quais morreu. Nesse momento, Ele, como advogado ou Salvador, garante a permanência dos seus nomes no livro da vida, porque em lugar da condenação, recebem o perdão.

Sem juízo não haveria possibilidade de erradicação da rebelião contra o amor de DEUS, representado pela Sua santa Lei. Enquanto houver consciência, pode haver arrependimento ou o contrário, pode ser mantida a determinação de oferecer resistência aos apelos do Espírito Santo. Para esses últimos, os pecados não poderão ser perdoados, pelo fato de rejeitarem o perdão. Para que o julgamento seja justo, é preciso que o seu resultado, condenação ou absolvição, seja definido no momento em que não há mais possibilidade do ser humano mudar sua decisão. Por enquanto essa possibilidade é a morte: de fato, quando uma pessoa morre, o que decidiu, está decidido, ela não muda mais nada. (A crença da imortalidade tem por objetivo destruir esse ponto importante do juízo divino…) Próximo do final do tempo da guerra entre satanás e JESUS, muitos irão à julgamento sem passarem pela morte. Essa será uma situação especial, em que as condições de obediência serão tão difíceis que esses seres fiéis, assim, demonstram que jamais desobedeceriam aos mandamentos de DEUS, portanto, eles, por sua livre decisão, estão selados em vida. Nessa condição, serão julgados em vida, e se lhes dirá oportunamente, por ocasião do fechamento da porta das graça, que “…o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Apocalipse 22:11up).

Por outro lado, aqueles que não querem se arrepender, demonstrarão isso em vida, e, pela determinação de perseguir e matar os que desejam o arrependimento, endurecem sua determinação em lutar contra JESUS, mantendo-se ao lado de satanás, que lhes serve de exemplo. Assim tornam-se absolutamente resistentes aos apelos do Espírito Santo, por sua escolha, portanto, nessas condições vão a um julgamento de revisão de seus casos durante o milênio, e sua condenação é ratificada, e sua condenação é justa. Na realidade eles foram, por eles próprios condenados pelo fato de, em vida, não se terem arrependido. A revisão do milênio é uma questão de total transparência a todos os seres inteligentes, para que não reste dúvida para ninguém. Ao contrário dos anteriores, que jamais desejam pecar, esse jamais desejam arrepender-se, conforme Apoc. 22:11pp. Os dois grupos estarão, nesse tempo final, firmemente decididos, e não mudam de parecer, não importa o que aconteça. A rigor, toda pessoa viva que está determinada a não mais mudar de lado, de se arrepender ou de se manter rebelde, pode ir a julgamento. Assim, em síntese, a fase atual do julgamento refere-se a separação dos santos dentre os ímpios para serem recebidos por JESUS por ocasião da Sua segunda vinda à terra.

O juízo dos ímpios

Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo estava registrado nos livros. O mar entregou os mortos que nele havia, e a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e cada um foi julgado de acordo com o que tinha feito. Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte. Aqueles cujos nomes não foram encontrados no livro da vida foram lançados no lago de fogo.” (Apoc. 20:12-15).

Esses versos tratam do julgamento dos que não se arrependeram. Nesse ponto é interessante explicar em etapas, como ocorre o juízo do tribunal celeste.

1)  Ocorre o chamado juízo investigativo dos mortos, desde 1844;

2) Em breve, esse juízo passará também para os vivos, isso acontecerá momentos antes de se fechar a porta da graça, isto é, de se findar o tempo de escolha pelo arrependimento ou pela rebelião;

3) Esse juízo investigativo tem por objetivo revisar a vida de todas aquelas pessoas que tiveram seu nome inscrito no livro da vida. Essa inscrição ocorreu no momento em que, tendo conhecimento da verdadeira adoração, a aceitaram como tal. Desse livro seu nome não será retirado, mesmo que seja excluído da igreja, mas poderá ser retirado quando for seu nome analisado nesse juízo investigativo, se não houve desejo de perdão de todos os seus pecados.

4) Essas pessoas estão sendo investigadas para ver se se mantiveram fiéis à sua decisão.

5)  Caso se mantiveram fiéis, e sempre que tenham pecado se arrependeram, seus nomes serão mantidos no livro da vida, e quando JESUS voltar, serão levados para a vida eterna.

6) No entanto, caso se tenham desviados do bom caminho uma vez escolhido, seu nomes serão rejeitados, e apagados do livro da vida. Esses irão para outro julgamento, junto com os ímpios.

7) Findo esse juízo, e isso ocorre no exato momento em que o evangelho tiver sido pregado a todas as pessoas do mundo, e todos os vivos então terão tomado sua decisão, ou por CRISTO ou contra Ele, então pode ser fechada a porta da graça, e após as pragas JESUS volta pela segunda vez. Ao final do juízo investigativo, atualmente em andamento, estarão separados os bons dos maus. JESUS busca os bons, mas deixa os maus para terem oportunidade serem submetidos a um julgamento revisado durante o milênio.

8) Inicia-se o milênio.

9) Durante esse tempo, serão outra vez abertos os livros, e os nomes dos que não se arrependeram, e que nesse momento estão todos mortos, e serão agora investigados. Na realidade eles já estão condenados por seus atos, dos quais não se arrependeram, mas durante os mil anos de investigação da vida deles, se garantirá a transparência do juízo. Ao final desse período, todos os seres humanos do Universo estarão seguros de que a justiça divina foi absolutamente correta.

10) Finda-se o milênio e a sentença dos chamados ímpios pode ser aplicada sem risco de (a) que tenha ocorrido injustiça, e (b) que alguém tenha alguma dúvida sobre a transparência do juízo.

11) Os ímpios são executados, ou seja, vão para a segunda morte, que é definitiva. A morte é o salário do pecado (desobediência da lei de DEUS) e nesse dia essa sentença será aplicada a todos aqueles que não quiseram aceitar a oferta de perdão de CRISTO. Eles rejeitaram o que foi a todos oferecido de graça, embora tenha custado muito ao Salvador, portanto, não seriam merecedores da vida eterna, agindo assim, jamais seriam confiáveis.

Observação importante: Nunca antes na história do Universo houve um julgamento, e nunca mais haverá outro, porque nunca houve pecado e jamais isso se repetirá. Tanto a lei que serve de base para o julgamento quanto o próprio julgamento, como o preço pago por JESUS, são tão corretos, aceitáveis a ponto de sua eficácia ser permanente; o mal não se levantará pela segunda vez (Naum 1:9), pois do mal não restará nem raiz nem ramo (Mal. 4:1). Um juízo bem conduzido é definitivo.

O propósito do juízo

O propósito do juízo é esclarecer ao Universo sobre a natureza do caráter de DEUS, de JESUS, dos que se arrependeram, de satanás e dos que não se arrependeram, de tal maneira que seja livremente aceito por todos, quer bons, quer maus, de que DEUS e Sua Lei são justos, corretos e necessários. Entendamos isso por pontos, incluindo os da lição. O propósito do juízo é:

1)  Revelar o caráter de DEUS, que é a Sua lei. DEUS é amor e ao mesmo tempo, Ele é justo. O amor não persiste em ambientes em que não haja justiça, e a justiça se torna não confiável se não houver amor. Isso ficará claro a todos.

2) O Universo terá de volta a perfeição da harmonia fruto do amor.

3)  Os santos salvos serão reconhecidos como justos, cuja justiça lhe foi atribuída por terem se entregue a JESUS, seu Salvador.

4) Os ímpios reconhecerão que por livre decisão, mediante suficiente conhecimento sobre salvação, optaram, todavia, pela morte, e se sentirão merecedores da morte (hoje se diria: Qualidade Total, com garantia de satisfação tanto a salvos quanto a condenados!).

5) Os ímpios assumirão sua responsabilidade, ao lado de satanás, pelos seus atos, embora não mais queiram se arrepender. Essa responsabilidade é o pagamento do preço da destruição que todos eles provocaram: a sua morte.

6) Restabelece e/ou ratifica em todos os seres vivos não caídos e os que se arrependeram, a confiabilidade do Criador. Ficou demonstrado o quanto Ele pode amar mesmo tendo que julgar por causa do pecado.

7) Ficará claro a todos, até mesmo aos ímpios, que a natureza de satanás foi de revolta por motivos egoístas.

8) Ficará claro a todos que DEUS não muda e que não necessita mudar, nem deve mudar. Ele é bom ao nível da perfeição, e Sua lei é eterna porque é boa em sua perfeição. O que haveria de errado com o amor?

9) O mal jamais se levantará pela segunda vez (Naum 1:9), só por essa razão, o juízo já se justificaria.

10) O amor será para sempre o princípio de funcionamento de todas as coisas do Universo.

Conclusão

O tribunal nesse momento está assentado diante dos livros. Todos aqueles que se arrependeram de seus pecados tem esses pecados apagados pelo poder substituto do sangue de JESUS, dado por nós, em nosso lugar. Esses pecados desaparecem para sempre, e jamais alguém terá lembrança deles para fazer alguma acusação, nem mesmo satanás. Seremos santos outra vez, perfeitos, à imagem e semelhança do Criador, capazes de amar a DEUS e ao próximo como a nós mesmos.

Os ímpios, que nunca tiveram o seu nome inscrito no livro da vida (ou os que tiveram o seu nome apagado dali), serão executados no final do milênio, quando eles mesmos pagarem pelo mal que causaram à criação de DEUS. JESUS havia morrido por eles também, mas não aceitaram, logo, eles deverão pagar com sua morte, o devido salário. Então, quanto isso acontecer, no final do milênio, não fará mais sentido manter os registros dos pecados deles, e tudo será extinto. Não vai mais haver então pecadores nem pecado, nem tentação, porque não há mais tentador, e tudo poderá ser apagado. O julgamento terminou e a justiça foi feita, o Universo outra vez retornou ao seu normal: o amor reina absoluto! Não sobrou nem raiz nem ramo do pecado.

Então é que sentiremos o que é um reino de puro amor. Saberemos o que é a não existência de tristeza e de lágrimas. Não vai mais haver motivo para se tratar desses assuntos, eles serão eternamente postos de lado. Não interessam mais. Não vai mais haver lembrança dos assuntos relacionados com o pecado, perderam totalmente o motivo de serem lembrados. Mas as marcas do pecado no corpo de JESUS jamais serão apagadas

Prof. Sikberto R. Marks

Escrito em: 10-04-2002.

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Uma resposta para Cristo e o Juízo

  1. bifejr disse:

    muito booooommmmmmmmmmmm!!!

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