Mateus 24 – Jesus e as Profecias Apocalípticas

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“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da Terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória.” (Mateus 24:30).

Há hoje uma corrida aos sinais da volta de JESUS. Muitos se debruçam sobre os jornais e notícias de fatos, perscrutando na buscando por novidades. Querem saber que profecias estão se cumprindo por esses dias e o que falta se cumprir. Enfim, é constante a pergunta: “Guarda, a que horas estamos da noite?” (Isaías 21:11). Isso é bom, isso é vigiar. Profecias só fazem sentido se as compararmos com os fatos, e se o que significam o aplicarmos para a nossa vida, ajudando-nos a decidir pela salvação, sabendo as condições dos dias em que estamos vivendo.

Os discípulos, como nós, pensavam que JESUS voltaria pela segunda vez logo, ainda naqueles dias. Por isso queriam saber que sinal haveria da vinda do Messias, para que soubessem identificar Seu retorno. Mas a segunda vinda não era para aqueles dias. Muitas profecias foram dadas para identificação dos tempos do fim e da época da volta de JESUS. Hoje conhecemos essas profecias, e sabemos que a Sua volta é para os nosso tempo, ou seja, por certo, para os nossos dias. Estudos mais cuidadosos revelam que o comportamento das nações e das igrejas é tal que, de fato, os acontecimentos finais, aqueles que precisamente devem ocorrer antes do fechamento da porta da graça, logo devem aparecer. Esses acontecimentos são: decreto dominical, alto clamor, sinais e maravilhas (de DEUS e de satanás). Hoje é maravilhoso estudar profecias, principalmente acompanhar, dia-a-dia, fatos que as confirmam. Isso permite um verdadeiro sabor para a dura e difícil vida que aqui levamos. Ela logo terá seu final, e tudo o que nosso JESUS prometeu veremos tornar-se realidade. Temos acompanhado por bom número de jornais e revistas as notícias, e sempre que é identificado algo relacionado com o cenário profético, parece ser uma mensagem do Salvador a dizer: “já volto!”. E é isso mesmo.

Por vezes, demoramo-nos a sonhar acordado. Aproveitamos para partilhar um desses sonhos. De uma certa forma, ele bem logo se tornará realidade. Suponha que estejamos todos reunidos, à meia-noite, lá por volta da sexta praga. É a hora do ataque das forças de satanás para executar o decreto de morte. É precisamente o momento mais dramático da história da humanidade. Os servos fiéis ao Senhor fogem pela mata e montanhas, perseguidos por cruéis e violentos fanáticos que tem agora o direito de tirar a vida deles. No momento mais crítico, exatamente à meia-noite, o assalto, contra milhares de santos servos do Senhor, em muitos lugares ao redor do planeta, torna-se em algo terrível de suportar. Quando parece ser o fim, eis que surge uma luz mais forte que a do sol, vinda do trono de DEUS. Ouve-se uma voz vinda do espaço sideral. É a voz do Criador, o Senhor DEUS, que fala de Seu trono. A potência da voz abala o planeta. Entre outras coisas, Ele anuncia o dia e a hora da volta do Salvador. Só os salvos entendem a mensagem.

Os ímpios perseguidores, agora voltam-se contra os seus líderes, aqueles que sabiam que pregavam mentiras. Mesmo assim, visando lucro, poder e prestígio, levaram milhões à perdição, enganando-os. No seu engano, eles mesmos foram enganados, e agora todos estão perdidos, e sabem disso.

Mas os justos agora estão calmos. Sabem o dia e a hora da volta do Salvador. Na véspera do dia anunciado, estão excitados de alegria. Será no dia seguinte, no horário estipulado. Não vai haver engano, o próprio DEUS o revelou. À noite, não tem sono, vigiam em grupos, felizes: este é o último dia no planeta Terra, escuro por causa do pecado. Conversam entre si, relembrando as promessas, maravilhando-se de serem os privilegiados a aguardar o Seu sinal vivos. Os dias recentes foram os piores da humanidade, no entanto, só o fato de saber que após essa última noite veriam O salvador nas nuvens, e que poderiam falar face a face com Ele, isso lhes era uma experiência por demais agradável. Saboreavam esses momentos como um preparo para festa de casamento.

Os momentos passavam, hora a hora ia ficando para trás. Já alta madrugada, a cada pouco os relógios eram consultados. Faltam agora menos de 12 horas para verem o sinal do Filho do Homem. Estão muito excitados de felicidade, pela experiência única que estão passando. Valeu a pena perseverar. Foi difícil, mas agora já desfrutam a expectativa da vida eterna, tão próxima. A conversa amena entre os salvos não para um minuto, exceto nos momentos em que decidem orar, o que sempre estarão fazendo em conjunto. Não pedem nada, mas, em sua felicidade, agradecem a tantas coisas, que o impulso à oração é quase que permanente.

Finalmente surgem no horizonte os primeiros raios do sol. Nasce o dia anunciado. Surge no horizonte o último dia na Terra. Agora faltam poucas horas para ver a nuvem, e nela, O Salvador. “Os teus olhos verão o Rei na sua formosura…” (Isa. 33:17) A expectativa aumenta muito, pois agora estão no dia da volta de JESUS. Há uma felicidade que não pode ser descrita, só mesmo o saberemos quando desfrutarmos desses momentos. Minuto a minuto, o tempo se escoa. A expectativa, a cada minuto, supera a sensação de felicidade. O gozo pela alegria que se expande sempre mais está compensando décadas de sofrimento, mesmos para aqueles que foram os mais atingidos pela crueldade do pecado. Se a expectativa já é tão agradável, o que não será a realidade da vida eterna após ter os corpos transformados? Em pouco tempo todos saberemos.

Não prestam mais atenção para a destruição do planeta ao seu redor. É dia de olhar para cima. Faltam duas horas para o momento marcado, mas, já estão a olhar para cima. Eles perscrutam o horizonte para trocar idéias de onde Ele virá. Assim como o relâmpago que se mostra do oriente para o ocidente, assim será a vinda do Filho do Homem. Eles olham para o oriente, de onde o Salvador virá.

Os últimos 60 minutos de espera são de ansiedade misturada com uma felicidade que jamais foi experimentada por ser humano desde que o pecado tomou posse do planeta. Famílias se abraçam, e os que estão sós, juntam-se com os grupos. Também os seres celestiais, invisíveis, estão ansiosos. Logo vai ser realizado o maior resgate de todos os tempos da história do Universo. Nunca houve nada parecido, nem jamais haverá outra vez. Pensando nesse momento JESUS morreu na cruz. Pensando nesse momento, milhares de servos fiéis creram n’Ele. A grande maioria ainda permanece nos túmulos. Nada sabem que logo também chegará o minuto para terem de volta a vida e ressurgirem transformados.

Faltam poucos minutos, e todos, sem exceção, olham para cima. A contagem regressiva está em andamento. Ao redor de todo o planeta há pessoas espalhadas, todas elas numa mesma posição: cabeça erguida, olhos fitos para cima. Falta um minuto, e ainda nenhum sinal. Mas no momento exato marcado, vê-se no espaço sideral o sinal: uma pequena nuvem, metade do tamanho da mão, uma nuvem negra. Vê-se nitidamente que está no espaço sideral e se aproxima da Terra. Não é uma nuvem como as que aqui conhecemos. Ela está viajando pelo espaço. Por enquanto não tem brilho, e os ímpios, perplexos, como podem, também observam o que para eles é um estranho fenômeno, mais assustador para eles que as recentes coisas que presenciaram. Estão sendo pegos de surpresa. Estão apavorados, nos últimos dias tem acontecido coisas muito estranhas. Até os rios viram correr para cima, montanhas e ilhas desaparecerem, e mais outras cosias incríveis.

Mas a nuvem cresce e se torna brilhante, ela se aproxima a uma velocidade incrível da Terra. O brilho torna-se intenso, muitas vezes superior ao brilho do Sol. Só os salvos podem continuar olhando em suas direção. Esses são momentos hoje ainda indescritíveis, só a experiência poderá dar o entendimento do que serão esses minutos de observação da aproximação do Salvador, aquele que foi morto, mas vive.

A nuvem, com milhares de anjos tocando instrumentos musicais, posiciona-se perto do solo, a uma certa altura. Ela pode ser vista em todos os lugares da Terra. Vê-se em seu centro a figura majestosa do Rei dos reis, Senhor do senhores. E tudo acontece de forma extremamente organizada e muito rápida. Repentinamente, a uma ordem do Salvador, ressurgem os mortos transformados, e os vivos, de imediato, também são transformados. O minuto seguinte é impressionante. Você já imaginou como será a experiência sentir seu corpo perfeito, correndo em suas veias a energia da vida eterna, e tendo em seu coração apenas o sentimento oriundo do amor. Você, por mais que se esforce, hoje não faz idéia do que será aquele minuto seguinte ao da transformação. E aos que lhe seguem, também não. Vai ser uma explosão de felicidade e de alegria. Muitos longos afetuosos abraços entre os salvos. Reencontros com queridos falecidos, e com pessoas de todas as épocas. Ouvir-se-ão desde risos a gritos, exultações por causa da felicidade incontida. JESUS, nesse momento, sente-se recompensado pelo Seu terrível sacrifício. Esse era um dos momentos que Ele esperava. Milhões de seres humanos felizes ao redor do planeta, em todos os lugares, corações transformados, abraços, abraços e abraços.

Novidades e mais novidades. Há ali outros seres que nunca foram vistos: os anjos da guarda. Eles participam da comemoração. Agora todos podem comunicar-se livremente, face a face. De todos os seres, ao mais lindo e mais focado é o Salvador, Mestre e JESUS. E Ele está ali, ao alcance de todos, com o semblante maravilhoso de quem jamais pôde saber o que é odiar. Agora, vendo-O, entendemos porque nos amou tanto, a ponto de sofrer mais que todos nós, e morrer por nós. Esse momento, só ele, já recompensou todo sofrimento anterior, e ainda não se passou uma hora de vida transformada. O que virá depois? O que nos reserva a eternidade? Não perca isso por nada!!! Não esteja ausente de tal comemoração, e da eternidade que se sucede. Também quero dar um longo abraço no meu querido leitor, e partilhar uma experiência que não pode ser descrita, senão pelas palavras de I Cor. 2:9 – hoje impossível de imaginar. Se essas palavras parecem boas, o que será então a realidade?!

JESUS e o futuro de Seu povo

Os discípulos haviam feito uma tríplice pergunta a JESUS: quando seria a destruição do templo e de Jerusalém; qual seria o sinal da segunda vinda e o sinal do fim dos tempos.

JESUS respondeu, não pela ordem da pergunta, mas pela ordem dos fatos. A Sua resposta pode ser dividida didaticamente em 4 partes. (1) Ele refere-se aos sinais que antecedem a destruição do templo e de Jerusalém (Mat. 24:4-14). Os mesmos sinais também identificam o fim dos tempos, mas eles não determinam o fim, mas o princípio das dores (Mat. 24:6 e 7). Ele explica que, para vir o fim, o evangelho deve ser pregado a todos os seres humanos (Mat. 24:14). (2) Então refere-se a própria destruição do templo e de Jerusalém (Mat 24:15-22). (3) JESUS fala agora sobre os sinais específicos do fim dos tempos (Mat. 24:23-29 vinculado ao verso 14). (4) E, por fim, fala do sinal da Sua vinda: a nuvem no céu. Um esboço e diagrama sob o título “A pregação profética de JESUS” abordando Mat. 24; Marc. 13 e Luc. 21, contendo um pequeno diagrama, enviado na semana passada a todos, é útil para este estudo. Quem não possuir, pode solicitar para o email abaixo.

Um destaque importante. Os sinais da queda de Jerusalém, (versos 4 a 14) também são sinais gerais (não específicos) dos tempos do fim. Tudo o que ali está profetizado por JESUS aconteceu antes do ano 70, ou seja: surgiram muitos falsos cristos; ocorreram guerras e revoluções e foi um tempo de muita tenção na palestina; houve uma grande seca e fome, desde o Egito até Roma; uma grande peste varreu a cidade de Roma no ano 65; terremotos grandes ocorreram em Creta, em Roma e na Frígia, inclusive um sacudiu Jerusalém em 67 dC. Estranhos fenômenos ocorreram no céu, nas nuvens. Cometas e luzes estranhas se manifestaram. Também houve uma luz estranha no templo durante meia hora. Ouviam-se ruídos e vozes de multidão a dizer: “vamos partir daqui”. Josefo registrou essas ocorrências. Tudo o que foi previsto por JESUS em Mateus 24:4-14 se realizou antes do ano 70, e hoje se repete, em nossos dias. Os sinais no firmamento já ocorreram, antes do tempo do início do juízo de 1844 (sol, lua estrelas). Aqueles sinais e os fatos que se sucederam, são para são para nós precedente para fortalecer nossa fé: como foi, se já aconteceu, acontecerá outra vez.

O sinal do fim dos tempos

Cada servo de DEUS faz a pergunta dos discípulos de JESUS: qual o sinal do fim? E que sinais vão haver que indicam que o fim está próximo? Estes não indicam o fim em si, mas sim, que está muito próximo.

JESUS disse que guerras, notícias de guerras, fome, pestes e terremotos, esses sinais não indicariam o fim, mas o princípio das dores. Princípio das dores entendemos como tempos de grande dificuldade para o mundo. Estes sinais todos ocorreram antes da destruição de Jerusalém no ano 70, e ocorrem hoje, em nossos dias, ao lado de outros sinais. São sucessos que fizeram parte de todos os tempos da história. Eles se tornam sinais do tempo do fim quando sua intensidade aumenta, como é o caso dos nossos dias. Eles, como nos tempos anteriores aos de Jerusalém, hoje acontecem ao mesmo tempo, e de maneira surpreendente, em intensidade que causa grave apreensão. Por exemplo, as companhias de seguros acompanham, ano a ano, tais sinais, não como sinais da segunda vinda do Salvador, mas para o cálculo do valor a ser cobrado para garantias por seguro. Essas companhias dizem que ano a ano as catástrofes se intensificam em quantidade e em poder de destruição. Isso é significativo, e os tempos, por essa razão (e outras) ficam cada vez mais difíceis, trabalhosos e penosos.

Quanto a fome, a ONU afirma que existem no mundo mais de 1,1 bilhão de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia, e 850 milhões de miseráveis, que passam fome. Há doenças sem cura, que antes não se tinha notícia, como a AIDS, mas também doenças provocadas por maus costumes, como câncer, pelo vício do cigarro, a cirrose, por causa de bebida alcoólica, doenças do coração, obesidade em cada vez maior número, e muitas mais. Nunca tivemos, proporcionalmente à população, tantas pessoas com problemas de saúde como em nossos dias, embora o aumento da expectativa de vida. Isso prova que, se houvesse o devido cuidado com a saúde, o ser humano viveria em média entre 120 a 130 anos, como dizem os cientistas.

A quantidade de terremotos em nossos dias supera aos de todos os tempos em que esse fenômeno vem sendo medido. E as guerras, apesar da ONU, organização criada para promover a “paz e a segurança”, seu propósito número um, após a sua criação tivemos mais de 165 guerras no mundo. E a violência como a ameaça de auto destruição do planeta como um todo é cada vez mais real.

JESUS, no entanto disse que esses sinais não definem que o tempo está no fim. Daniel afirmou que até o fim vai haver guerra. Portanto, esses sinais acompanham a humanidade, e quanto mais para o fim, maior o seu número e mais se intensificam em gravidade. Eles são conseqüência da ação do pecado nas pessoas.

No entanto, quando andarem dizendo que o Cristo está aqui ou ali, então, atenção: há um novo sinal, estamos muito próximos do fim. Quanto tempo para o fim, não se pode saber, mas estará próximo. Iniciou-se um tipo de engano particularmente poderoso para enganar. Esse sinal já está acontecendo? Sim, em vários lugares há cristos, em forma de seres humanos, se fazendo passar por JESUS. Mas ainda não tem grande repercussão na mídia. No entanto, o fenômeno já se tornou em fatos.

Não devemos ser enganados por esses falsos cristos. Esse é, no entanto, um tempo para esforço máximo da pregação do evangelho a toda nação, tribo e língua, então virá o fim (Mat. 24:14). A pregação da verdade bíblica, esse é o sinal dos sinais que define o fim. Quanto mais intensa for a pregação, mais podemos ter certeza da proximidade do fim. O fim vem quando esse trabalho for concluído. E quando se manifestar oposição à pregação, então o fim estará de fato muito próximo. Portanto, todos aqueles que desejam que JESUS volte logo, tem duas coisas a fazer: agir ensinando a verdade a outros e orar para que haja unidade entre os que assim agem. Quanto maior unidade, mais intenso será o poder do Espírito Santo, e maior serão os resultados do trabalho da pregação.

E, quanto a esse sinal, como podemos avaliar, nesse momento, a igreja responsável pela pregação da verdade completa da Bíblia? Está ainda morna, está despertando, está dormindo, ou já está quente, no alto clamor? Pessoalmente me parece que a opção mais correta é que a igreja está despertando, vê-se isso em vários lugares, e com velocidade crescente.

Vejamos alguns fatos bem concretos. Os grandes pregadores falam a respeito das profecias, da lei, do sábado, da mortalidade da alma, e outras verdades bíblicas, com uma clareza, profundidade, de maneira direta, com diplomacia impressionante, como jamais se viu. Minutos de pregação de um homem poderoso destes basta para desconcertar dias de programas babilônicos, confusos e sem conteúdo fundamentado na Bíblia. Há um grande poder no pouco que leva o conteúdo da verdade.

Há o programa dos pequenos grupos. Isso é um sinal dentro do sinal da pregação. A igreja está sendo organizada para um sistema simples mas poderoso de estudo da Bíblia, tanto entre os membros quanto com terceiros. E o que mais? Foram produzidas fitas de vídeo e CDs, e DVDs, que estão sendo utilizados nos lares, além dos tradicionais livros aos milhões. Isto tudo são os três anjos voando. Há a internet, por sites e por emails, levando a mensagem a milhões de endereços. Alguns escrevem mensagens, e centenas de pessoas as retransmitem a amigos e conhecidos.

Falta o que? Talvez uma só coisa: maior unidade entre os adoradores. É preciso adorarmos ao DEUS de amor amando-nos uns aos outros. Esse é o segredo! Então, tudo isso que já está sendo feito, continuará a se fazer, mas com uma intensidade impressionante de poder a mais. Então se levantará a oposição, e decretos virão, (serão desengavetados) mas o poder dos servos de DEUS será cada vez maior, para o bem da humanidade e de todas as pessoas de princípios que merecem uma oportunidade de melhor conhecerem JESUS. Elas se encantarão por JESUS, e decidirão servi-lo, e sairão de Babilônia. Quando isso acontecer, o fim estará chegando.

A queda de Jerusalém

“Quando virdes o abominável da desolação, de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então fujam para os montes” (Mat. 24:15 e 16)

As profecias são uma ciência, pois são exatas, não funcionam por probabilidade estatística, com margem de erro. O estudo sobre esse texto é importante também para nós.

O abominável da desolação, de que falou Daniel (Dan 9:27; 11:31; 12:11) é, para aquele tempo antigo, o império romano e seu poderoso paganismo, desejoso de conquistar tudo para si. Quando vissem os exércitos romanos cercando a cidade, esses exércitos já estariam no lugar santo, a terra onde se encontrava o santuário de DEUS, embora a nação já O tivesse rejeitado, então era a hora de fugir. Esse texto é genérico, e deve ser aplicado também para os nossos dias. Hoje o abominável da desolação é a tríplice aliança contra a Lei de DEUS. Em lugar de cercar Jerusalém, cercarão a igreja que prega a verdade toda com leis, impedimentos comerciais e financeiros. O sinal hoje, correspondente ao cerco de Jerusalém, é o decreto dominical. Quando ele sair, então a aliança pagã e espírita, pela força dos parlamentos dos países, levou o mundo a uma atitude contra DEUS, contra a adoração a DEUS, contra o remanescente, e contra a Lei de DEUS. O sinal do cerco de Jerusalém naquele tempo corresponde hoje ao cerco por força de leis, da pregação da Bíblia, tal como JESUS ordenou (ver Mat. 28:18 a 20) Esse cerco culmina com o decreto dominical, já anunciado por João Paulo II (ver Dies Domini, p. 72 e 74). A destruição de Jerusalém, seu equivalente atual, poderia ser o decreto de morte, quando as pragas já estarão caindo. Tal como no caso de Jerusalém, será hoje, ou seja, nenhum servo fiel a DEUS morrerá por tal decreto. (Sobre esse assunto está sendo elaborado um texto específico, na série “Marcos da Verdade”.)

A queda de Jerusalém, no ano 70, foi algo tão terrível que, escapar com vida foi para eles excelente negócio. A crueldade dos soldados romanos chegou a tal ponto que se eqüivale a própria presença de satanás neles incorporado. Serve como precedente do que virá ao mundo quando vier o decreto de morte anunciado pela Bíblia, após ter-se iniciada a repentina destruição (pragas mais guerra total, ou seja, ventos soltos). Tal como naquele tempo, eles nada levaram, quando esse tempo se repetir, nada os santos levarão. Desta vez, eles tem um motivo a mais para deixar tudo: além da proteção garantida por DEUS, as cosias que possuem na Terra não serviria para nada no Céu para onde estarão indo.

Sinais da vinda de JESUS – I e II

Precisamos localizar o tempo do fim na profecia da Bíblia. Isto é bem fácil. Façamo-lo por itens:

1) Haveria antes uma grande apostasia (rejeição da verdade bíblica), com a revelação do iníquo (II Tess. 2:1 a 11). Isto ocorreu durante os 1.260 anos de supremacia papal.

2) Ao final desse tempo, haveria sinais no sol e na lua, nas estrelas, os poderes do céu serão abalados, o que aconteceu, respectivamente, em 19 de maio de 1780; 13 de novembro de 1833, e a queda temporária do Vaticano, em 1798.

3) Desde então, grande número de sinais se somam pela identificação do tempo em que estamos vivendo. Dentre muitos, os mais importantes são: (a) ascensão do poderio dos EUA diante de todas as demais nações do mundo; (b) retorno do poder do Vaticano ao cenário político mundial; (c) efetivação da aliança do protestantismo apostatado e catolicismo, com o espiritismo e paganismo, pela criação, em 1997, da “URI”, a “Iniciativa das Religiões Unidas” que é uma ONU das igrejas, equivalente a ONU das nações, que atua em paralelo à ONU das nações quanto às grandes decisões no planeta, como foi o caso das decisões pela “paz e segurança” em 12 e 13/09/2000, na ONU.

4) Paralelamente a esses sinais, dezenas de outros estão se cumprindo. Alguns deles são mais gerais, outros bem específicos do final dos tempos do fim, como o que se refere a “paz e segurança” que na verdade antecede a “repentina destruição”, que também já está se cumprindo. Vê-se, em nossos dia, um abrupto aumento do desrespeito a leis, por parte dos poderes legislativo, judiciário e executivo, em muitos lugares do mundo, e até mesmo em leis de abrangência internacional. Essas mais relativas ao comércio e seus acordos, ao respeito com a ecologia, direitos humanos e direitos entre as nações. O terrorismo podemos classificar como uma das muitas formas de infração de direitos por parte da iniciativa popular, mas também por parte de governos. Esse assunto é tão importante, mas também vasto, que estamos preparando uma série de comentários específicos para ele.

5) A oposição à verdade se tornaria máxima. Há, hoje, tantas origens de pregação, todas diferentes entre si, e todas pretendendo ser a verdade. Curiosamente, todas se referem à Bíblia como seu fundamento, no entanto, há uma diversidade tão grande que só é comparável à confusão que houve por ocasião a construção da torre de Babel, quando DEUS lhes confundiu as línguas. Referem-se a Bíblia, mas utilizam crenças pagãs nas doutrinas mais importantes, como o dia a santificar e a imortalidade da alma. Curiosamente, a ênfase é, como naquela época, falar línguas, não para esclarecer a palavra de DEUS, mas sim, para manter ou acentuar na confusão reinante.

6)  O sinal dos sinais é a nuvem vinda do oriente, como se mostra um relâmpago, do oriente ao ocidente. Essa nuvem vai ser vista no momento certo num contexto de sucessão de fatos, ou seja, as pragas já estarão caindo, e DEUS já terá anunciado o dia e a hora da nuvem surgir.

Os sinais que hoje presenciamos, nos levam a uma importante opção: é tempo de união entre os que verdadeiramente aguardam a segunda vinda de JESUS. Este planeta sucumbe pela disseminação de sua própria maldade. “Quando os teus juízos reinam sobre a terra, os moradores do mundo aprendem a justiça” (Isa. 26:9, up). Isso já não acontece mais. Reina sobre a terra a corrupção, e dela deriva a injustiça.

Conclusão

O propósito dos sinais do fim, são para várias finalidades, exceto para a definição da data da volta de JESUS. Se essa data fosse revelada antes do fechamento da porta da graça, muitos não creriam nela, outros deixariam para o último momento, e outros ainda, se tornariam obcecados pela data, não pela vida coerente com ela. As finalidades dos sinais podem ser:

1) Manter-nos firmes na fé. É como o anúncio de algo muito especial, mas antes de se efetivar, a cada pouco, receber um presente para lembrar que esse algo especial está chegando cada vez mais próximo. Os sinais mantém nosso expectativa acesa.

2) São também para vigiar. É muito interessante observar como tantas coisas previstas a muito tempo se cumprem com precisão.

3) O vigiar nos mantém unidos, e nos une cada vez mais.

4) Pela unidade dos cristãos tipo trigo, será derramado sobre a igreja do tempo do fim o poder do Espírito Santo.

5) Assim se realizará um trabalho impressionante, uma verdadeira batalha espiritual em favor da verdade escrita na Bíblia.

6) Essa luta levará a um grupo de pessoas a uma posição tão firme ao lado da verdade que poderão ser seladas ainda em vida. O fogo da guerra e o poder do Espírito nelas as tornará verdadeiros gigantes da fé pelo Senhor JESUS CRISTO. Satanás temerá essas pessoas porque são servos do Senhor dos senhores, adoradores do verdadeiro DEUS.

7) Não se pode, pelas profecias, saber a data da volta de JESUS. Mas facilmente pode-se saber o contexto em que ela se dará. As profecias tem também por função descrever o contexto da volta de JESUS. Em nossos dias são muitas as profecias que se cumprem justamente para descrever amplamente o tal contexto. Agora não pode haver erro, vivemos nos dias em que esses fatos se tornarão reais. (sobre as profecias e a formação do contexto, também estão sendo preparados comentários, na série “Contexto Profético”.)

8) Acima de tudo, as profecias nos levam ao desejo de servir ao nosso Senhor. Elas são para nós como um diálogo, d’Ele conosco. E de  fato, é um diálogo. Ele foi iniciado pelos discípulos, e se estende ao longo dos tempos, pelas palavras d Bíblia, e pelos fatos que se sucedem conforme aquelas palavras. Neles, nos fatos, lemos o que DEUS tem para nos dizer, e o que está tentando dizer ao mundo todo.

Por fim, resta-nos uma palavra de ânimo. Em meio aos problemas que surgem a cada dia, que crescem sem controle, há uma mensagem segura de esperança. Uma esperança em algo tão superior que não podemos avaliar sua plenitude. Mas sabemos que a esperança é real. Vivemos dentro de uma ciranda de mentiras. Mas, como se fosse impermeável, a verdade ainda está nos corações de muitos, e é desejada por muitos. DEUS ainda está agindo nos corações das pessoas. Ele o fará enquanto houver algum desejo nesses corações. Ele esperará até que o último coração tome sua livre decisão. Só então Ele autorizará a soltura dos ventos e o derramamento das pragas. Só então o fim virá.

Complementos à lição anterior.

a) No final do comentário da lição de número 6, foi escrito o seguinte texto:

“O bode do Senhor, símbolo de JESUS, está disposto a morrer pelos pecados de responsabilidade própria, os do item “a”, e os das pessoas que eventualmente influenciaram para pecado de outros. Mas, pela lógica, não tem porque morrer pela influência de pecados cuja influência veio da parte de satanás. Então, o bode para o Senhor morre pela responsabilidade específica do povo quanto a desobediência, e o bode de satanás, deve morrer pelo que ele levou o povo pecar. JESUS não iria morrer por satanás. Essa é uma explicação muito aceita entre os estudiosos. Ou seja, quando ocorreu o pecado, ele é registrado, quando ocorre o processo judicial, cada culpado é devidamente citado. O que compete a pecadores humanos, isso pode ser pago por JESUS, e o que compete a satanás, ele mesmo terá de pagar, no final do milênio.”

Ele dá a entender que satanás, quando sofrer a execução no fim do milênio, vai pagar apenas pelos seus pecados e pela parte da culpa que lhe cabe por ter levado outros a pecar. Essa realmente foi a intenção ao escrever estas linhas. No entanto, mais tarde, ao ler o livro “O Grande Conflito”, essa conclusão não é correta. O bode Azazel carregava sobre si as culpas de todos os pecados, tanto os dele quanto os que eram de responsabilidade do povo. Ocorre que satanás foi o “autor do pecado”. O trecho que permite claramente essa conclusão transcrevemos a seguir: “Verificou-se também que, ao passo que a oferta pelo pecado apontava para Cristo como um sacrifício, e o sumo sacerdote representava a Cristo como mediador, o bode emissário tipificava Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados. Quando o sumo sacerdote, por virtude do sangue da oferta pela transgressão, removia do santuário os pecados, colocava-os sobre o bode emissário. Quando Cristo, pelo mérito de Seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de Seu povo, ao encerrar-se o Seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá encarar a pena final. O bode emissário era enviado para uma terra não habitada, para nunca mais voltar à congregação de Israel. Assim será Satanás para sempre banido da presença de Deus e de Seu povo, e eliminado da existência na destruição final do pecado e dos pecadores.” (O Grande Conflito, 422)

Logo, os passos do procedimento de purificação são os seguintes.

1)  O pecador arrependido confessava seu pecado, no serviço diário, com a mão sobre a cabeça de um animal;

2)  Assim transferia sua culpa, simbolicamente, para o animal;

3)  O animal (inocente) era morto, e seu sangue, da sua vida, era derramado (em lugar do verdadeiro culpado);

4) Esse sangue, as vezes era posto sobre os cornos do altar, outras vezes era levado para dentro do santuário, sendo aspergido perante o santíssimo, diante do véu que os separava;

5) Com isso, o sangue contaminado com o pecado, contaminava o altar e/ou o santuário;

6) Quando, em certos casos a contaminação não se dava pelo sangue, então o sacerdote comia parte da carne do animal sacrificado, contaminando-se ele mesmo, e;

7) Contaminado, onde ia, ele contaminava, assim, os lugares do santuário;

8) Os sacrifícios diários propiciavam o perdão dos pecados, mas não a purificação, portanto, os seus pecados ainda permaneciam registrados no santuário;

9) No dia da expiação, o sacerdote, primeiro oferecia sacrifício por si e por sua família, para que ele, sacerdote, aparecesse, como intercessor, puro diante do Senhor;

10) Então era efetuada a purificação do santuário, com o sangue do bode para o senhor;

11) Que era morto, simbolizando JESUS como nosso salvador, morto por nós;

12) JESUS, de fato, é morto pelos pecados dos seres humanos, pelos quais são responsáveis, não pelo que satanás é responsável;

13) Assim JESUS provê sangue Seu para a purificação do santuário celeste;

14) Essa purificação está ocorrendo desde 1844;

15) No final do milênio, satanás, pagará pelos pecados que ele mesmo cometeu, pelos que fez outros cometer, os que se salvaram, a parte da culpa que compete a ele, e também pelos pecados que os salvos cometeram, cuja culpa compete a eles, ou seja, ele vai sofrer (não expiar, não purificar, nem morrer para perdoar, satanás não derrama sangue, portanto, não morre por ninguém) pelo mal que causou e por todos os pecados que os salvos praticaram.

Portanto, aqueles que guardam esses comentários, após a parte acima citada, ainda acrescentem a que segue abaixo:

No entanto, no final do milênio, quando satanás for destruído, sobre ele serão postas as culpas dele mesmo e as culpas de responsabilidade de cada um dos que foram salvos. Satanás terá que sentir o peso das conseqüências do que ele fez e do que ele levou a outros fazerem contra a lei de DEUS.

O que levou-me a conclusão não correta foi um trecho do importante livro “O ritual do santuário” de M. L. Andreasen, no trecho em que se expressa assim: “Não seria justo culpar inteiramente ao adversário por aquilo de que somos nós mesmos participantes. Por outro lado, ele não pode fugir à sua parte. É ele [satanás] o instigador do pecado. Tenta continuamente os homens. É participante de todos os pecados cometidos.  Assim, todo pecado envolve cumplicidade. Satanás tem uma parte em todos eles. Quando, no Dia da Expiação, os fiéis em Israel tinham seus pecados apagados, é porque se haviam previamente arrependido e sido perdoados. Sua parte em cada pecado fora espiada; não, porém, a de satanás. Ele não se arrependera; não confessara; não colocara, pela fé, seus pecados no grande Portador deles. Portanto, ele próprio tem de levá-los. E assim, os pecados de Israel, os quais ele os tentara a cometer, são postos sobre sua cabeça.” (p. 166 e 167; nos trechos anteriores, fica bem clara a idéia de que satanás deve somente carregar a culpa que compete exclusivamente a ele, mas não é assim.)

Na realidade, satanás vai carregar os seus pecados e os pecados que JESUS expiou pelo povo. Ele precisa sentir o quanto isso foi dolorido para JESUS e para os que levou a pecar.

b) Alguns perguntaram se hoje, desde 1844, JESUS é só Juiz, ou se ainda é intercessor.

Ele é as duas coisas. Para os que morreram, e que um dia aceitaram a mensagem da verdade, Ele é só Juiz, para estes não há intercessão, mas vão a julgamento. Como Juiz, executa Seu trabalho no lugar santíssimo. Mas para os que ainda estão vivos, como a porta da graça ainda permanece aberta, isso evidencia que JESUS ainda está atuando como sacerdote, intercedendo como um advogado, seu trabalho do lugar santo. Veja-se que no dia da expiação, nesse mesmo dia também se fazia, pela manhã e pela tarde, os rotineiros sacrifícios diários. Só após eles é que se iniciava o ritual da expiação. Isso simboliza que, se após o ritual diário, se alguém ainda não se tivesse arrependido, estava despreparado para enfrentar a expiação, ou seja, estava diante de DEUS sem ter todos os seus pecados perdoados, e teria que ser exterminado do povo. Assim, quando se fechar a porta da graça, que estiver limpo, continuará para sempre limpo, mas quem estiver sujo, não vai mais ter oportunidade de se limpar (purificar).

Prof. Sikberto R. Marks

Escrito em: 05-05-2002

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