Preparando-nos para o Fim

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“Ele veio e anunciou paz a vocês que estavam longe e paz aos que estavam perto. … Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de DEUS.” (Ef. 2:17 e 19)

O preparo para o fim, para os cristãos, significa o mesmo que o preparo para o início, um novo início. Quando os servos de DEUS mencionam “FIM”, referem-se àquele estado de coisas que deve terminar porque produz desgraça, e não pode prosperar, mas degenera o ser humano, a felicidade e a esperança. O sistema de pecado e suas terríveis conseqüências, é isto que deve ter fim. Os crentes na Bíblia não são pessimistas, mas, ao contrário, otimistas. Pela fé, tem certeza de que um futuro perfeito está pela frente, e pelas profecias, sabem que será bem logo. Não é apenas um futuro melhor, mas um futuro de total perfeição.

Como, então, preparar-nos para o fim, ou seja, para o novo começo?

O preparo para o fim significa que a nós cabe optar por um novo estilo de vida. É aquele estilo que vale para a Nova Terra, pelo qual seremos vencedores no desfecho da luta entre satanás e JESUS, o que chamamos de fim. É nos tornarmos cidadãos não mais da Terra, mas da Nova Terra, aquela que O Senhor irá recriar quando aqui voltar após o milênio. Estar preparados para o fim é o mesmo que estar preparados para adentrar num novo reino.

O que fazer então? Vão aqui algumas sugestões, que estamos implementando em nossa família, e que podem ajudar. Essas sugestões podem (devem) ser adequadas a cada caso. Queremos, no entanto dizer que em nossa casa, onde optamos servir ao Senhor, elas estão servindo de poderosa ajuda para nos manter no caminho que o Senhor deseja. No entanto não é fácil, mas, a cada luta, a vitória nos é alcançada em seguida.

1) A cada manhã, fazer a entrega pessoal a CRISTO, depondo aos Seus cuidados, os nossos pensamentos, palavras e atos;

2) Fazer um pacto diário, de fidelidade por mais aquele dia;

3) Ter e colocar sempre em prática um plano de orações regulares. Daniel orava três vezes ao dia. Em razão dos tempos difíceis, e da ação do poder de satanás, sugerimos para os nossos dias 5 orações diárias. A primeira, de madrugada, no silêncio do dia que vem; a segunda, antes das atividades do dia, a terceira, por volta do meio dia; a quarta, ao cair da tarde, e a última, antes de dormir. A primeira e a última podem ser mais longas, em verdadeiros diálogos com nosso DEUS, e isto é muito agradável. Nesses momentos Ele nos ensina muitas coisas. Pode-se ter também um plano de assuntos pelos quais desejamos interceder, como por exemplo, pela unidade na igreja e pelo poder dos que trabalham na salvação de almas ao Reino de DEUS.

4) Ter um plano de leitura e estudo, principalmente da lição diária, da Bíblia, de livros do Espírito de Profecia. Aí estão as fontes do que iremos falar com DEUS nas orações. Mesmo que seja pouco tempo, mas essa leitura diária é salutar e edificante.

5) Interação social, ou seja, sempre que possível, dar testemunho do que cremos. Devemos nisso ser muito diplomáticos.

6) Plano de ação missionária, ou seja, O QUE EU FAÇO nessa obra vitoriosa, qual a minha contribuição sistemática (quanto ao que eu faço, basicamente escrevo textos para a internet).

7) Agir pela unidade na igreja, jamais fomentar ações que gerem rupturas na igreja. A unidade tem três níveis: (1) unidade com JESUS; (2) unidade na família; (3) unidade na igreja, com todos os irmãos. Esse é o caminho para obter o poder do Espírito Santo.

8) Fazer as reformas do sábado e da saúde.

9) Tomar firme decisão para modificar tudo o que descobre estar errado na sua vida, e orar para que DEUS dê poder para tal propósito.

O preparo é muito mais uma ação de DEUS que nossa. Quanto a nós, o que devemos fazer é nos entregar a JESUS, e deixar que Ele aja em nossa vida. O que nos cabe é a decisão, isto é, a vontade de querer ser transformados, uma vez atraídos por CRISTO. Então Ele nos dará a força e a certeza de que as mudanças estão ocorrendo. Mas, de tudo, a entrega a Ele é essencial. Quem insiste em confiar em si mesmo, pensando que pelo seu esforço vai conseguir alguma coisa de bom, esse tal está enganado, e se decepcionará, como Judas.

Um convite

“Para que vocês vivam de maneira digna de DEUS, que os chamou para o Seu reino e glória.” (I Tess. 2:12)

DEUS O ofereceu como sacrifício para a propiciação mediante a fé, pelo Seu sangue, demonstrando a Sua justiça. Em Sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos.” (Rom. 3:25)

O Espírito Santo luta em nós para nos chamar a atenção para a superioridade da proposta (promessas) de JESUS, e de seu reino eterno. Não é nem racional, nem inteligente, trocar o momentâneo e curto sistema de vida com seus atrativos ilusórios, por uma vida eterna, cuja felicidade é hoje impossível de avaliar (I Cor, 2:9). Mas há um detalhe importante: o amor não pode ser imposto, assim como o bem não poder ser forçado a ser aceito. Se isso fosse feito, o amor deixaria de existir, e o bem se tornaria em mal. O reino de DEUS, para ser um reino administrado por uma inteligência superior, a infinita capacidade de DEUS, precisa que seus cidadãos sejam livres, e que se relacionem com esse Rei pela livre obediência, orientados pela inteligência que d’Ele receberam.

Cabe aqui um pequeno comentário muito importante. É sobre o que aconteceu com Adão e Eva. Sabemos que a morte é o salário do pecado, e que pecado é a transgressão da lei. Pois bem, qual dos Dez Mandamentos Adão e Eva desobedeceram, ao comerem da árvore do fruto proibido por DEUS? Se no jardim não havia os Dez Mandamentos em tábuas de pedra, eles existiam em forma de conceito, nos corações, por causa do amor. Então, qual mandamento os levou à morte, e nos tornou descendentes de seres desobedientes? Foi o primeiro e o quinto mandamento.

O primeiro mandamento porque, no Reino de DEUS, a obediência não é imposta, ela é ensinada. O Criador estava ensinando a Adão e Eva a obediência, e estabeleceu aquela árvore como instrumento de aula, para o ensino prático da obediência. Mas obediência é a forma de vinculação a um ser superior. Então, no momento em que trocaram a obediência a DEUS para satanás, e fizeram o que este mentiroso sugeriu, trocaram DEUS por outro senhor, aquele que queria ser como DEUS (Isa. 14:14). Dessa forma, desobedeceram o primeiro mandamento, que diz que não se deve ter outros deuses diante do verdadeiro DEUS. E também quebraram o quinto, que diz: “Honra o teu pai e a tua mãe…” DEUS é o Pai de Adão e Eva, e de todos nós, e Ele foi desonrado, e os dias de Adão e Eva não mis puderam mais ser prolongados indefinidamente.

Pois bem, seguindo o mesmo raciocínio, O querido JESUS, veio entre nós, e nos substituiu na morte. Fez isso por causa de Seu imenso amor por todos nós, e quanto ele sofre por aqueles que não se importam com Sua oferta de vida eterna. Adão e Eva desobedeceram a Lei, e os descendentes deles, inclusive nós, também. JESUS veio entre nós, não para, como nós, desobedecer a lei, mas, ao contrário de Adão e Eva, e todos nós, para cumpri-la. Ele mesmo disse: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim par cumprir” (Mat. 5:17). E Ele Se ofereceu em sacrifício, até à morte, para ser obediente à lei que nós, desde os nossos primeiros pais, não fomos. Assim Ele nos empresta a Sua justiça, e se tão somente a isso aceitarmos, seremos salvos, mediante a fé n’Ele, isto é, acreditar n’Ele e entregar-se a Ele, sem medo de nada. Este é o Seu convite.

Respondendo ao convite

“Pedro respondeu: ‘arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.” (Atos 2:38)

Iremos relacionar a seguir a seqüência do que acontece com os seres humanos, quer para a salvação, quer para a perdição. De um momento em diante, há uma bifurcação por dois caminhos, momento em que cabe uma decisão, qual caminho a seguir. Prestem atenção àquele momento, ele é essencial.

1) Ocorre o pecado. (houve o pecado original, dele, os descendentes de Adão e Eva nascem todos com propensão a pecar, e em suas primeiras decisões, é isso que fazem, principalmente por influência do ambiente e dos próprios pais).

2) Surgem as diversas conseqüências do pecado, a doença, as incertezas, a dor, a angústia, … e o salário final, a morte.

3) A vida vai sendo levada como se pode, com algumas vitórias e muitas derrotas.

4) Num certo dia, a pessoa ouve falar de algo diferente do que vive, é sobre o evangelho da salvação. Aqui está a cruzilhada da vida, em que precisa, pelo conhecimento que lhe foi oferecido por alguém (um instrumento do Espírito Santo), tomar uma decisão, a sua decisão da vida, pela vida ou pela morte. Ou seja, se ela quer continuar conforme vinha vivendo, ou se deseja alterar sua trajetória (isto é o arrependimento). Então:

5.1.1). Aquelas que aceitam, se arrependem de como vinham vivendo, são batizadas, e recebem o dom do Espírito Santo, que antes não possuíam, e passam agora a ter crescentes condições para obedecer, como JESUS lhes é exemplo, a Lei de DEUS.

5.1.2) Essas pessoas agora servem de instrumento do Espírito Santo nelas, para levar a mesma esperança a outras pessoas. Assim elas agem, até que a bendita esperança se torne realidade, ou enquanto estiverem viva.

5.2.1) Mas, há muitas pessoas que não aceitam o convite. Elas continuam vivendo como antes. A sua vida continua sem esperança nenhuma, e muitas vezes, por causa da rejeição ao convite para a vida, isto gera resistência ao que vem do alto, elas se tornam ainda piores que antes.

5.2.2) Essas pessoas vivem como o mundo deseja, e acham que nessa sua vida encontrarão a felicidade que tanto procuram. Elas procuram, e muitas vezes, pela ilusão da vida terrena, até chegam a ser tão enganadas, que pensam ter encontrado. Outras, no entanto, vivem desiludidas, sempre procurando. Para estas pessoas, a morte é a melhor solução, para terminar com o sofrimento da vida. O pior dos sofrimentos é não ter esperança nenhum diante dos problemas, e é disso que somos poupados quando optamos por seguir JESUS.

5.2.3) Há casos em que estas pessoas atendem ao convite divino em tempo, mesmo após noutros tempos o terem rejeitado. Nesses casos, a vitória sobre satanás é ainda maior, e a alegria no Céu ainda mais intensa.

O humilde arrependimento, confessando os pecados, desejando ser amparado por JESUS, isso faz muito bem à alma. “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo (Jugo de JESUS = a obediência aos mandamentos) e aprendei de mim que Sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o Meu jugo é suave e o meu fardo (fardo de JESUS = as benção decorrentes da obediência) é leve.” (Mat. 11:28 – 30). Observamos que o jugo de satanás, duro, é a escravidão ao que ele impõe: a moda, o que comer, o que comprar, o que fazer, tudo preferencialmente de errado; e o fardo pesado dele são as conseqüências disso, ou seja, a doença, o sofrimento e a morte, entre outras coisas ruins.

Ora, JESUS propõem, como resposta ao Seu convite, trocar isso de ruim por algo bom, por uma nova vida, com um estilo saudável, com esperança da certeza da vida eterna, e pela diplomacia do amor. Pode-se rejeitar isso?

Em harmonia com DEUS

“Tudo isso provém de DEUS, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de CRISTO e nos deu o ministério da reconciliação, ou seja, que DEUS em CRISTO estava reconciliando consigo o mundo, não levando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação.” (II Cor. 5:18 e 19)

O amor é o princípio da perfeição, e é algo que jamais poderemos descrever em seu todo. O amor sempre está criando novas impressões agradáveis que nos leva a admirá-lo ainda mais. DEUS é amor. É pelo amor que o Universo foi criado, e é pelo amor que ele é administrado. O governo de DEUS é tão perfeito que não há burocracia intermediária. Tudo se trata diretamente com O Criador, e os problemas, para resolvê-los, temos JESUS, e não há porque, nem deveria haver, a intromissão de um intermediário humano. O governo de DEUS não é de natureza política, onde os recursos são disputados por facções, que para obterem favor, precisam de elementos intermediários para influenciar o Todo Poderoso. O Governo de DEUS apenas requer um intermediário ‘temporário’ enquanto formos pecadores em processo de arrependimento e/ou de santificação, e esse é JESUS. Mas esse é um intermediário que não disputa poder, pelo contrário, Ele nos faz chegar a DEUS limpando os nossos pecados. É Ele que nos convida. Aqui está algo incrível: JESUS é um intermediário, e é o único, que Se doou por nós, Ele conquistou o posto de intercessor pagando por nós, não cobrando de nós. É Ele que quer nos carregar, não somos nós que devemos carregar um deus em forma de ídolo (ver em Isaías 46: 4 e 7). É completamente diferente do que estamos acostumados a ver nos governos terrestres. Aqui é: “vote em mim, mas…” ou seja, “quero aquele posto por determinados interesses, e por enquanto preciso de seu voto.” Depois, todos os favores aos amigos, e aos outros, nada.

JESUS, o intermediário entre seres pecadores, que não tem condições de por si mesmos encontrar o caminho da vida eterna, Ele veio propor a reconciliação. Ele é que tomou a iniciativa de pagar pelo que devíamos. Ele não está pedindo favor nem exigindo nada, senão que creiamos n’Ele e nos entreguemos a Ele. Ele é que morreu em lugar da morte eterna que merecíamos. Ele é que veio oferecer vida a nós em troca da Sua morte. Ele se fez pecado para que nós fossemos tornados justos. Como o reino celeste é diferente dos daqui das Terra! Temos dificuldade de ver essas diferenças pois estamos acostumados ao ambiente daqui. Mas, acrescente-se ainda outra característica do reino celeste: transparência total. Por um lado, DEUS, sem nenhum esquema burocrático, sabe tudo a respeito de tudo; por outro lado, os cidadãos desse reino, são honestos para com todos. E da parte de DEUS, Ele Se revela o que é, para que saibamos a Seu respeito tudo o que é possível, e possamos confiar, sabendo que Ele é amor. Um DEUS de puro amor, que nos conhece totalmente, Esse só pode governar com segurança, e a nós, que obedecermos, só podemos esperar a excelência completa do amor. Isso é que é transparência, e ela supõe absoluta fidelidade, tanto na parte de DEUS como Rei, quanto da parte dos cidadãos. Como um lugar assim deve ser bom para viver! Eu e minha casa queremos estar lá.

Crescendo em CRISTO

O crescimento em CRISTO significa, gradativamente, dia a dia, ser modificado, ficando cada vez mais semelhante a JESUS. Assim como antes do arrependimento e entrega a JESUS a vida estava voltada para a degeneração, depois da entrega, ela volta-se para a santificação. O rumo é em sentido contrário ao da vida anterior. Nessa nova experiência, que se inicia a partir do novo nascimento, o batismo, as pessoas contam com o poder do Espírito Santo, mas desde que sejam humildes, isto é, que se entreguem a Ele, e n’Ele confiem. Como podemos esboçar isso, para facilitar o entendimento? Sejam as seguintes etapas ilustrativas do processo de santificação.

1) Pela pregação, ensino, estudo, leitura, contatos pessoais, etc., a pessoa flagra-se como em situação de perdida.

2) Mas, sentindo o apelo do Espírito Santo, experimenta um novo desejo, quer viver.

3) Então, sempre pela atuação do Espírito Santo, diretamente e também por agentes humanos seus, se inicia o procedimento de ensinamento para que a pessoa tenha condições de tomar uma decisão livre e pessoal por JESUS.

4) Decidindo por JESUS, Ele Se torna Salvador dessa pessoa, isto é, a pessoa O aceita como Salvador.

5) Ocorre a entrega, e a pessoa é batizada, em nome do Pai, do Espírito Santo e do Filho.

6) Recebe o poder do Espírito Santo prometido por JESUS, e dessa decisão e ato em diante, conta com poder extra a que pode, “se quiser”, pois continua sendo livre, recorrer a qualquer momento, e é certo que será atendida.

7) Desenvolve-se um processo de aproximação de JESUS, e, ao mesmo tempo, afastamento das coisas condenáveis do mundo, a isto chamamos de santificação. Esse ponto é importante, se na vida de algum de nós isto não estiver acontecendo é porque não estamos desejando a santificação, e estamos parados.

8) Então, aos poucos, para uns mais aceleradamente, para outros, mais devagar, tudo se renova: desejos, gostos, comportamento, estilo de vida, alimentação, cuidado com a saúde, atitude social, o que julga importante, etc. Se coisas assim não estiverem acontecendo, é porque a pessoa voltou atrás em sua entrega, ou não chegou a se entregar, está numa situação perigosa para se tornar joio entre o trigo que está sendo salvo. Repetimos, porque isto é vital: caso a vida após o batismo continuar sem modificação em relação ao que era antes, então não houve arrependimento genuíno nem entrega. É preciso haver entrega para iniciar-se o processo de salvação. Essa pessoa pode estar presa em seu orgulho, que não foi substituído pela humildade conforme JESUS é: manso e humilde.

9) A pessoa não consegue mais ficar com a experiência da nova vida só para si, ela se expande em alegria e conta a outros, e deseja trabalhar cada vez mais para que outros tenham a mesma experiência de salvação, que é uma experiência realmente incrível.

10) A pessoa conhece e entende cada vez mais e melhor a vontade de DEUS, ela sente ardente desejo de vê-Lo, de falar com Ele. Então, enquanto não pode ver DEUS como Ele é, essa pessoa ora, para falar com Ele, lê sobre Ele, estuda a Bíblia, fala com pessoas que também O conhecem, e assim, a santificação vai sendo alimentada cada vez mais.

Enquanto isso, no Céu, nosso advogado, JESUS, está sempre a postos para a qualquer momento, se houver queda em pecado por parte dessa pessoa, entrar em ação por ela, para imediatamente perdoá-la, sentindo ela esse desejo e vindo a recorrer pelo perdão. Ele é, portanto, o advogado que garante o prosseguimento da santificação.

Para DEUS é triste perder um ser humano que uma vez já se entregou para ser salvo por JESUS. Por isso, hoje, estamos em tempo de juízo, e todos aqueles que uma vez já se entregaram a JESUS, tendo em vida todos os seus pecados perdoados porque houve arrependimento, morrendo, seu nome pode ir a julgamento para que todos os pecados registrados em seu nome sejam apagados, e, nada mais conste para a desabonar. Assim, limpa pelo sangue de JESUS, quando O Salvador regressar, essa pessoa será chamada para a vida eterna, e viverá com Seu Criador, para sempre, conforme prometeu.

Continuando o caminho

Enoque andou 300 anos com DEUS, e se tornou tão íntimo com O Criador, que O próprio Criador não quis mais separar-se de Enoque, e o levou, com vida, para si. Como foi essa experiência? Ela foi incrível. Selecionamos trechos do Espírito de Profecia, que são excelentes para aprendermos como também andarmos com DEUS. Os textos são bem práticos. (Os grifos são meus.)

“Eu quisera impressionar o espírito de todo obreiro da causa de Deus com a grande necessidade de contínua, fervorosa oração. Eles não podem estar constantemente de joelhos, mas podem erguer o coração a Deus. Assim foi que Enoque andou com Deus. Review and Herald, 10 de novembro de 1885.” (Evangelismo, 681)

“Enoque andou com Deus, e, a despeito disso, não viveu no meio de qualquer cidade corrompida com todas as espécies de violência e iniqüidade, como Ló em Sodoma. Manuscrito 94, 1903.” (Evangelismo, 68)

“E como Enoque andava com Deus? Habituou a mente e o coração a sempre sentirem que ele se achava na presença de Deus, e quando estava perplexo, suas orações ascendiam a Deus, para que o guardasse.” (Eventos Finais, 71)

“Irmãos, orai no lar, em família, de noite e de manhã; orai ferventemente em vosso retiro; e enquanto empenhados em vosso labor diário, erguei a alma a Deus em oração. Foi assim que Enoque andou com Deus.” (Lar Adventista, 213)

“Eles tiveram todo o cuidado em conservar-se em contato com Deus. Oravam e estudavam, e introduziam na vida prática um espírito estrito e conscienciosamente humilde. Andavam com Deus, como Enoque andou.” (Medicina e Salvação, 276)

“Estamos em Cristo por uma fé viva. Ele habita em nosso coração pela nossa apropriação individual da fé. Temos a companhia da presença divina, e ao reconhecermos essa presença, são nossos pensamentos levados cativos a Jesus Cristo. Nossos exercícios espirituais estão de acordo com a intensidade de nosso senso dessa companhia. Dessa maneira andou Enoque com Deus; e Cristo habita em nosso coração pela fé quando consideramos o que Ele é para nós, e que obra por nós tem realizado no plano da redenção.” (Mensagens aos Jovens, 159)

“Enquanto empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer a alma ao Céu em oração. Essas silenciosas petições ascendem como incenso perante o trono da graça; e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus, não pode ser vencido. Nenhuma arte maligna pode destruir-lhe a paz. Todas as promessas da Palavra de Deus, todo o poder da graça divina, todos os recursos de Jeová, estão empenhados em garantir-lhe o livramento. Foi assim que Enoque andou com Deus. E Deus era com ele, um socorro presente em todas as ocasiões de necessidade. …” (Mensagens aos Jovens, 249)

Aquele que na verdade ama e teme a Deus, esforçando-se, com sinceridade de propósito, a cumprir a Sua vontade, colocará ao serviço de Deus, corpo, espírito, coração, alma e forças. Foi isto que se deu com Enoque. Ele andou com Deus. … Os que estão resolvidos a fazer da vontade de Deus a sua própria, têm de servir e agradar a Deus em tudo. Então o caráter será harmonioso e bem equilibrado, coerente, animoso e verdadeiro.” Nos Lugares Celestiais (Meditações Matinais, 1968), pág. 190.

“Não vemos a Cristo em pessoa. É pela fé que O contemplamos. Nossa fé apega-se a Suas promessas. Foi assim que Enoque andou com Deus.” (MCP, 538)

“A respeito de Enoque está escrito que viveu sessenta e cinco anos, e gerou um filho; depois disso andou com Deus por trezentos anos. Durante aqueles primeiros anos Enoque havia amado e temido a Deus e guardara Seus mandamentos. Após o nascimento do primeiro filho, atingiu uma experiência mais elevada; foi atraído a uma comunhão mais íntima com Deus. Ao ver o amor do filho para com o pai, sua confiança simples na proteção dele; ao sentir a profunda e compassiva ternura de seu coração para com aquele primogênito, aprendeu uma preciosa lição quanto ao maravilhoso amor de Deus para com o homem na dádiva de Seu Filho, e a confiança que os filhos de Deus devem pôr em seu Pai celestial. O infinito, insondável amor de Deus mediante Cristo, tornou-se dia e noite o objeto de suas meditações. Com todo o fervor de alma, procurava revelar esse amor ao povo no meio do qual vivia.” (Obreiros Evangélicos, 51)

“Enquanto empenhados em nosso trabalho diário, devemos erguer a alma ao Céu em oração. Essas silenciosas petições ascendem como incenso perante o trono da graça; e o inimigo é confundido. O cristão cujo coração é assim firmado em Deus, não pode ser vencido. Nenhuma arte maligna pode destruir-lhe a paz. Todas as promessas da Palavra de Deus, todo o poder da graça divina, todos os recursos de Jeová, estão empenhados em garantir-lhe o livramento. Foi assim que Enoque andou com Deus. E Deus era com ele, um socorro bem presente em todas as ocasiões de necessidade.” (Obreiros Evangélicos, 254)

“Enoque andou com Deus. Ele honrou a Deus em todos os passos da vida. Em seu lar e nos negócios sempre inquiria: “Será isto aceitável ao Senhor? E por lembrar-se sempre de Deus e seguir Seus conselhos, foi transformado em caráter, e tornou-se um santo homem, cujos caminhos agradavam ao Senhor. Somos exortados a acrescentar à piedade, amor fraternal. Oh! quanto necessitamos dar esse passo, acrescentar essa qualidade ao nosso caráter! Em muitos de nossos lares é manifestado um espírito severo, combativo. Palavras de crítica e ações indelicadas são desagradáveis a Deus. Ordens ditatoriais e maneiras arrogantes, autoritárias, não agradam ao Céu. A razão por que há tantas divergências entre os irmãos é terem deixado de acrescentar o amor fraternal. Devemos ter para com os outros aquele amor que Cristo tem manifestado por nós.” (E Recebereis Poder, 95)

“Enoque não somente meditava e orava, e revestia-se com a armadura da vigilância, mas retirava-se de suas petições a Deus para pleitear com seus semelhantes. Ele não disfarçou a verdade para achar favor entre os descrentes, negligenciando assim suas almas. Esta íntima ligação com Deus deu-lhe coragem para realizar as obras de Deus. Enoque andou com Deus e “teve o testemunho de que suas obras agradavam a Deus”. Heb. 11:5.” (E Recebereis Poder, 253)

“Foi por entre constante conflito e com singeleza de fé que Enoque andou com Deus. Podeis todos fazer o mesmo. Podeis converter-vos e transformar-vos inteiramente, tornando-vos em verdade filhos de Deus, que fruem, não somente o conhecimento de Sua vontade mas que, por seu exemplo, encaminham outros à mesmo caminho de humilde obediência e consagração.” (I Testemunhos Seletos, 428)

Conclusão

JESUS está perto de voltar, muito perto. Os sinais já anunciam que chega a hora do restante do povo de DEUS sair de babilônia. Devemos estar preparados para recebê-los. Hoje, os dias são como nos tempos de Noé e de Ló (Lucas 17:26 a 30), a pornografia e a imoralidade estão presentes em todos os lugares, até em igrejas. Muitos fiéis já estão se questionando sobre a pureza da igreja em que se encontram. Após vir a público as milionárias indenizações, que vão a mais de 350 milhões de dólares só nos EUA, podendo chegar a um bilhão de dólares, membros que doam dinheiro se perguntam, que igreja é essa, afinal, onde se encontram. Estão perplexas com tanta imoralidade, impunidade e corrupção, e assim foram postas no ‘vale da decisão”: ficar ou sair. Apocalipse 18:4 “sai dela povo meu” começa a se tornar um convite coerente com a situação, e interessante para muitos sinceros adoradores ainda em babilônia. O momento de “sair dela” está chegando. Falta só a igreja tornar-se outra vez truculenta, e impor, pela força da lei civil, o mesmo que fazia durante os 1.260 anos da idade média, e estas pessoas não terão mais dúvidas sobre se devem permanecer onde estão ou sair. DEUS está no comando, e tudo está sendo dirigido pela Sua infinita sabedoria.

Outra coisa relevante, as pesadas indenizações por causa dos estupros estão minando as finanças da igreja. Nos EUA as entradas de doações recentemente caíram em 50%. Isto significa que a mensagem do segundo anjo está se tornando uma realidade agora bem visível, já alcançando a mensagem do anjos complementar de Apoc. 18:2 e 3, ou seja, o sistema está começando a cair, babilônia se fragiliza pelos seus próprios pecados, e sua queda já pode ser percebida.

Enquanto isso, cabe-nos, incansavelmente anunciar a breve volta de JESUS como Salvador do mundo, e ensinar a todos como “se adora aquele que fez”, ou seja, O Criador, e o que a Sua santa e eterna Lei tem a ver com essa adoração. Devemos ser capazes de provar que a adoração requer o critério da criação, não o da ressurreição, do qual nada consta na Bíblia, mas que foi introduzido pela tradição pagã. No presente, nosso testemunho é cada vez mais importante que nossas palavras, embora estas não possam ser prescindidas. É cada vez mais importante associar às palavras o correspondente testemunho, para que o mundo creia que somos o povo da Bíblia e que pregamos e ensinamos a verdade.

Mais uma vez: unamo-nos com CRISTO, então unamo-nos em nossa família, e, por fim, unamo-nos entre os irmãos na igreja, e o poder máximo do Espírito Santo será derramado. Será derramado porque, assim, a lei estará sendo cumprida em sua plenitude: Amar a DEUS e amar o próximo como a si mesmo. Amém, ORA, VEM SENHOR JESUS!

Prof. Sikberto R. Marks

Escrito em: 18-06-2002

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