A Fornalha Ardente

Clique AQUI para a Página-Raiz. Esse post é parte de um estudo maior.

Comentário ao estudo da lição

1. Introdução – santo sábado, dia do Senhor

Verso para memorizar: “Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Isaías 43:2)

A prova dos três hebreus foi um precedente de como DEUS agirá quando vier o decreto dominical. A lição cita Policarpo. Ele foi um líder religioso cristão que viveu entre 69 e 156 dC, foi bispo de Esmirna. Ele é considerado pela Igreja Católica como um dos pais da igreja, portanto, um patrístico. No entanto, pelo que se saiba, Policarpo, que deve ter conhecido Pedro e também Paulo, e provavelmente outros apóstolos, não se tornou como outros patrísticos que vieram depois, e que introduziram paganismo na igreja apostólica. Ele viveu 86 anos (considerando as datas de nascimento e da morte), e tendo entendido a verdade sobre a vida e a adoração, foi fiel a DEUS. Quando, em 156, dentre as muitas perseguições do Império Romano contra a igreja, estava para ser morto por causa da fé, disse que havia servido a DEUS durante oitenta e seis anos, e Ele nunca lhe fizera mal, como poderia agora falar mal do seu Rei que o salvara? Policarpo foi posto na fogueira e queimou vivo até morrer, e ser consumido, tornando-se em cinzas. Mas o seu nome, no livro da vida, não queimou, e está lá registrado para um dia ser chamado pelo Salvador. DEUS esteve com esse homem dentro do fogo, e a convicção da fé superou a dor do fogo.

2.Primeiro dia: A imagem de ouro (Dan. 3:1-7)

Nabucodonosor, rei, imperador, representante de satanás na Terra, sucessor de Ninrode e de Hamurábi, homens que instituíram modos de dominação sobre os povos, pelos quais satanás desejava dominar todos os seres humanos, havia recebido a mensagem de DEUS por meio do jovem Daniel. Em impressionante demonstração de poder, DEUS Se revelou a Nabucodonosor, e este reconheceu quem era e quem não era DEUS, e por um decreto, formalizou seu reconhecimento.

Mas satanás não se conformou como derrotado. Continuou minando o palácio de Nabucodonosor, e este, aos poucos, retornou à idolatria e ao desejo de ser grande, de dominar, de exercer poder sobre as pessoas e sobre os povos. Todo aquele que tem tal desejo, seja nos impérios, seja na igreja, pertence a satanás, nunca a DEUS. DEUS não domina, ele ama, e atrai à obediência livre pelo seu amor. É assim que DEUS governa, e é assim que deseja que também nós sejamos líderes. Assim tudo prosperará. Nabucodonosor, como é normal em seres humanos, teve uma recaída para o paganismo. Não mais lhe agradava a idéia dele ser um reino passageiro, de virem após o dele outros reinos, e reinos inferiores, e, principalmente, de vir uma pedra e acabar com todos os reinos, substituindo-os por um que não mais passará. Quem detestava essa idéia era satanás, pois isso significaria uma profecia contra ele e suas tentativas de dominar o mundo todo, coisa que vem tentando, mas que nunca conseguiu, nunca na história houve um império global. É o que hoje, pela aliança dos EUA com o Vaticano se tenta instituir, mais uma vez, para se tornar no último fracasso de satanás em dominar o planeta.

A pedra que veio das alturas atingiu a estátua bem nos pés, não no restante. No entanto, a partir dos pés, o restante se desfez, tornou-se em palha, e desapareceu. Isso significa que a estátua, figurativamente a sucessão dos reinos desse mundo, ou seja, a história desses reinos, seria de todo eliminada. Dizendo melhor, o que hoje acontece no mundo, o paganismo de adoração misturado com cristianismo, ele vem da história do passado, legado herdado dos impérios antigos de todos os tempos. Esses impérios hoje não existem mais, no entanto, cada um deixou sua marca de paganismo que está incorporado no atual cristianismo católico, que se diz cristão. Nós estamos nos pés da estatua, que atualmente é um sistema de nações formado em blocos econômicos bem adequados para por meio deles dominar o mundo, tendo como cabeça os Estados Unidos da América, aliados com o Vaticano, que é convenientemente uma igreja e também um país. Tanto os pés hoje representam a União Européia, que acaba de aprovar sua constituição para tornar-se num só país, e que deverá referendar essa constituição ainda nesse ano de 2004, como também representa os blocos econômicos, como ainda, significa um processo de união global de igrejas, instituições, corporações, ONGs, sindicatos, etc, que desde os anos 90 do século passado, vem se unindo no mundo todo, pela busca da “paz e segurança”. Pela União Européia vemos a tentativa de unir a Europa como fora no passado, pelos blocos vemos a tentativa de unir o planeta todo sob um só poder, e entrega-lo à Besta (ver Apoc. 13:3 e 4; 16:13 e 14; 17:12 a 14).

Então, Nabucodonosor, sentindo-se grande, decidiu por um decreto. satanás trabalha assim, ele não conquista por amor, ele impõe pela força, ele usa artifícios astutos. Veio o “decreto de adoração” uma espécie de modelo para o “decreto dominical” e “decreto de morte” que logo virão. Foi construída uma replica da estátua vista no sonho, com a diferença dela ser toda em ouro. Ela possuía uns 40 metros de altura por 4 de largura, com pedestal incluído. As proporções não obedeciam exatamente às de um ser humano e isso lhe dava um aspecto de imponência. Era estreita e alta, como um prédio de 11 andares, impressionante à vista. Seu formato a tornava ainda mais alta, por ser estreita, o que levava a uma impressão de onipotência. Por certo, parte dela era um pedestal. Era realmente uma maravilha da engenharia humana da época. E fora feita toda em ouro maciço. Ela representava o poder de Nabucodonosor, o seu eterno poder estendido evidentemente pelos seus sucessores num reino que jamais passaria a outra família nem seria vencido por outro poder. Antes disso acontecer, Nabucodonosor teve a idéia de subjugar a todos os povos de todas as línguas pela adoração daquela imponente estátua. O seu reino e o seu reinado não passariam.

Foram convocados, por decreto, representantes de todas as línguas. Deveriam curvar-se diante da estátua que representava o próprio rei. Por meio dessa estátua mística ele e seus sucessores dominariam, pelo medo, todos os povos. Hoje isso vem sendo feito por meio do medo do terrorismo, que cada vez mais direciona a humanidade a dobrar-se diante da Virgem Maria, a Rainha dos Céus, que, aliás, não é outra senão a antiga esposa de Ninrode, lá do Império Babilônico, que dera à luz um bebê que seria o salvador do mundo, já naquele tempo, bem antes de Abraão. (Por que DEUS mandou Abrão sair de Babilônia, pode entender agora?) A espinha dorsal do paganismo cristão vem de babilônia antiga, e da Grécia, onde foi melhor elaborado. O decreto de adoração foi para todas as línguas. Outra contrafação de satanás, pois a ordem de pregação do evangelho é para todas as línguas, e o decreto dominical também atingirá todas as línguas. satanás imita a DEUS, ele o faz de uma maneira inferior, degenerada, que sempre vai rumo ao fracasso, mas ele o faz mesmo assim. Deviam prostrar-se diante da estátua e adora-la, o que equivalia adorar ao rei que a fez, que a criou, tento-a sonhado como revelação do futuro. Quem não adorasse a estátua seria morto na fornalha ardendo por betume enriquecido com ar por meio de foles, parecido como são hoje os alto-fornos para derreter metais, que chegam a 1.200 Cº de calor. Não se pode nem passar perto.

De toda a multidão presente, adoradores fiéis a DEUS havia só três. Certamente estavam ali muitos outros hebreus, mas determinados à fidelidade ao Criador foram só três. Os demais desfaleceram de medo diante da imponência da estátua e da ordem do rei, eles já iniciaram sua derrota no teste do alimento, uns poucos anos antes. Há se eles soubessem do desfecho!!! Não tinham fé, esse foi o problema. Quando vier o decreto dominical, muitos dos que hoje pregam e até lideram, dobrarão seus joelhos ante a ordem da santificação do domingo, e até perseguirão ferozmente seus irmãos na fé entregando-os ás autoridades do paganismo cristianizado. Mas o precedente desses três, uma pequeníssima minoria, um remanescente do tipo “dois ou três reunidos” ficará em pé quando não se deve dobrar os joelhos, e dobrará os joelhos quando isso for correto.

3. Segunda-feira: Três hebreus desafiam o rei (Dan. 3:8-18)

São duas as constatações nesse episódio de imposição de uma adoração falsa: Assim como no caso do alimento, onde estavam os demais judeus que também foram levados ao palácio? Daniel sim, por algum motivo não se encontrava ali, pois sendo o líder dos jovens fiéis, também não teria dobrado seus joelhos perante a estátua. Mas é difícil admitir que eram só esses três judeus tiveram que ir ao local de adoração à imagem. Portanto, assim também podemos crer que, no final, quando o decreto dominical vier, bem poucos serão aqueles que não irão adora-la, por medo de morrer de fome.

A segunda constatação é a inveja, que leva à denúncia. Há uma espécie de raiva que se desenvolve entre as pessoas que se alimentam do erro, e que, acariciando-o, dele passam a ter necessidade para viver. Aqueles caldeus (nativos de Babilônia) tinham inveja dos jovens judeus. Doía-lhes na mente vê-los sendo honrados pelo rei, ver seu progresso, ver sua competência superior. Os caldeus não queriam abrir mão de seus maus costumes pagãos, mas queriam ter as regalias da competência dos judeus. Como não os alcançavam, mordiam-se de ódio, mas, o que poderiam fazer contra os fiéis servos de DEUS?

Quando deu-se a ocasião de prejudicarem os judeus, não perderam tempo. Assim que a multidão se ajoelhou, só esses três ficaram em pé. Ato contínuo, um grupo de homens que já estava de olho, de imediato dirigiram-se ao rei para denunciar. O mesmo ocorrerá aos adventistas do tipo trigo após o decreto dominical em diante. Diante de sua fidelidade, pessoas do mundo, e que tem interesse político na santificação do domingo, os denunciarão como perturbadores da ordem pública. Assim também até mesmo seus irmãos de fé, mas que são joio, os denunciarão. Ensaios para tal comportamento já podemos presenciar. Tempos atrás, diante de uma polêmica causada pela atitude imoral de uma pessoa influente levou a que seus amigos tomassem uma atitude flagrantemente contra a testemunha e contra aqueles que se dedicaram pelos princípios da igreja. Resultou que foram moralmente condenados os que defendiam os princípios bíblicos, e foi absolvida a pessoa que, pela sua atitude, deveria ser castigada. Isso foi um ensaio para ações bem mais duras, de denúncia e de perseguição, quando a situação política-religiosa oferecer a oportunidade.

O decreto de adoração à imagem de ouro foi um precedente prático da intenção de satanás. Ele age por decretos de imposição, ou são decretos radicais, ou são ações de intimidação, pelo medo (medo do diabo, como no século XIV), pela gozação (ridicularização contra quem hoje guarda o sábado), pela restrição (necessidade de trabalhar sábados senão não encontra emprego), pela tradição (hoje a maioria guarda o domingo), e assim por diante. satanás cria condições que não permitem o livre arbítrio para tomada de decisões, mas forçam ao erro, e no limite das suas ações, ele emite decretos cruéis, ameaçando com a morte quem não se submeter. Assim será com o decreto dominical. Inicialmente esse decreto virá ainda numa embalagem um tanto atraente. Será para salvar o planeta das tragédias que se abatem em cada vez maior intensidade. Mas, como o número dos que obedecem a DEUS vai aumentar (após a sacudidura do joio, aqueles que ainda estiverem em babilônia sairão dela e se unirão ao trigo restante e remanescente na igreja da Bíblia), então virá o decreto de morte, na tentativa de acabar com esse remanescente que jamais dobra seus joelhos à besta. No tempo de Nabucodonosor o decreto de adoração e de morte vieram juntos, dessa vez virão separados, por causa da forte influência dos valores democráticos oriundos principalmente da constituição americana. Se dessa vez de imediato o decreto exigisse matar quem não obedecer, não seria aceito pelas massas, no entanto, em lugar de mandar matar, faz até coisa pior, impede aceso à alimentação e ao sustento. Pois bem, desse momento em diante, a responsabilidade pela alimentação será assumida por DEUS, não deixando que lhes falte a água e o pão.

4. Terça-feira: A prova de fogo

O rei os desafiou com ameaça de morte na fornalha. Seria uma morte horrível enquanto estivessem vivos no imenso calor. Morte parecida com a que terão aqueles que, por opção, se mantiverem aliados ao ódio de satanás. A temperatura nessa fornalha deveria ter entre 600 a 1200 graus, conforme a tecnologia de injeção de ar utilizada. Ela foi aquecida ao máximo, ou, como diziam, sete vezes mais, força de expressão.

Era de chamar atenção a calma dos três jovens. Eles nem sequer se impressionavam com as ameaças. Estavam tranqüilos, eles sabiam a quem serviam, e responderam que nem sequer havia necessidade de responder ao rei quanto a adorar ou não adorar o ídolo pois já estava decidido, eles não o adorariam. Acrescentaram que DEUS os poderia salvar se quisesse, e mesmo que não quisesse, eles ainda assim não serviriam aos deuses de Babilônia nem adorariam a estátua erguida pelo rei. Essas são as palavras que devemos ensaiar para o fim dos tempos, quanto criarem situações de impasse, ou santifica o domingo, ou será preso e deverá arcar com as conseqüências.

Os jovens estavam muito bem preparados, e quando veio a prova, venceram. Hoje é tempo de nos prepararmos para as provas que estão bem à nossa frente. Mas o preparo não será com uma leve interface com o mundanismo, não será com alguma participação e tolerância com as coisas do mundo e que pelos princípios bíblicos sabemos estar errados. Por exemplo, muitos assistem novelas imundas, filmes imundos, utilizam alimentos que destroem a saúde, vão a lugares imundos, tomam chimarrão, tomam café, vestem-se e pintam-se conforme o mundo, embora mais discretamente, etc. Essas chamadas pequenas coisas, nesses derradeiros dias existem para que aquele dia os pegue despreparados, pois acariciam, de leve, as coisas do mundo. Os hábitos assim formados destronam bons hábitos, a rotina de um pouco de mundanismo os enfraquece nas coisas celestiais, que passam a não ser muito atraentes, e a igreja torna-se um clube social, apenas isto, e com a tolerância de muitos dos líderes, que também tem suas pequenas tolerâncias diárias. Repentinamente vem o dia, como ladrão, e a crise final se desencadeia como um ciclone sem previsão. Então o preparo para um relativo convívio com o mundo os terá tornado inaptos a enfrentarem essa crise, e de servos de DEUS passarão a perseguir os verdadeiros servos. Os maiores perseguidores do povo remanescente serão traidores de dentro do próprio povo. Serão aqueles que hoje convivem com alguma pequena tolerância com mundanismo, assim ensaiam para serem do mundo quando a crise final se tornar máxima. É assim que o grande dia do Senhor virá como ladrão. Seja para nós exemplo de vencedores o preparo dos poucos jovens amigos de Daniel, eles decidiram preparar-se quando chegaram à Babilônia, desde o início, num esquema de tolerância zero.

5. Quarta-feira: Semelhante ao Filho de DEUS

Com a resposta dos jovens, o rei ficou irado e cheio de cólera, como normalmente satanás e qualquer agente dele ficam quando desafiados. Sem dar a eles ao menos uma segunda chance, mandou que aquecessem a fornalha ao máximo, e ordenou aos homens mais fortes de seu poderoso exército que os amarrassem bem e os jogassem imediatamente na fornalha. O rei estava transtornado, suas decisões agora se tornaram irracionais, ele não refletia mais, agia pela emoção de seu ódio.

Cada jovem deve ter sido jogado na fornalha por dois desses homens. Para joga-los tiveram que aproximar-se da boca da fornalha, e os homens que fizeram o serviço morreram, tamanho o calor, não conseguiam retornar por se aproximarem demais. Eles literalmente assaram ali mesmo, e saiu uma forte cheiro de carne humana queimada. O cheiro espalhou-se, e o povo, num primeiro momento pensou ser dos jovens. O rei por certo também pensara assim, embora ele visse melhor seus homens mortos. E, com espanto, o rei pôde ver que só morreram seus homens, não os jovens. Eles estavam dentro da fornalha, em pé, caminhando, quando deveriam estar deitados, pois foram fortemente amarados. Foram jogados três, mas havia quatro lá dentro. Isso tornou-se espantoso ao rei e seus grandes. E os quatro passeavam dentro da fornalha, e estavam bem à vontade. E o quarto ser era maravilhoso, segundo o rei, como lhe fora descrito serem os filhos dos deuses pagãos, seres superiores, magníficos. Era a comparação que ele poderia fazer, pois era o que conhecia.

Então, perplexo, o rei levanta-se de seu trono, dirige-se para mais perto da boca da fornalha, resignado e derrotado, chama os jovens: “Sadraque, Mesaque e Abedenego, servos do DEUS Altíssimo, saí e vinde! Que contraste! Há pouco o rei perguntara quem poderia salvá-los das suas mãos! Agora, perplexo, reconhece o DEUS Altíssimo como capaz disso. E todos os grandes juntaram-se ao redor dos três confiantes como antes, mas agora vitoriosos, e orgulhosos de seu DEUS, por isso, sorridentes e bem à vontade. Eles tinham Um DEUS, não apenas um deus.

Assim será nos últimos dias, se explicitará a luta entre satanás e DEUS, e nós seremos as testemunhas da ação do poder de DEUS. Aqueles que hoje se preparam, que abandonam tudo o que o mundo oferece para os amarrar aqui, para os desqualificar para a última grande batalha, estes também permanecerão em pé, como os jovens judeus em Babilônia.

6. Quinta-feira: A mudança de Nabucodonosor (Dan. 3:26-30)

No maior evento de adoração imperial pagão em babilônia por exaltação a satanás, um fiasco sem precedentes, demonstrou que a fidelidade ao DEUS Criador revela quem é verdadeiramente digno de ser adorado. Repentinamente uma multidão de representantes de todos os lugares do império viu-se exposto ao vexame de estar adorando apenas uma estátua inerte, que nada pode fazer, nem a favor, nem contra alguém. E o pior, o rei, que seria o grande e poderoso, capaz de impor sua vontade a quem desejasse, que ousou desafiar o DEUS dos três hebreus, teve que admitir diante dos fatos, que o DEUS verdadeiro era outro, não aquela ridícula estátua feita por mãos humanas.

Então o rei admitiu por declarações e por decreto que só o DEUS Criador, o DEUS dos três hebreus era poderoso e capaz de libertar do fogo ardente, e ficar junto de seus adoradores, em todo o momento. Ele teve a resposta de seu desafio, não em forma de outra ameaça, mas de amorável proteção, dando assim também uma segunda chance ao próprio rei. Ele emitiu um decreto exaltando o DEUS dos hebreus, ameaçando com a morte quem blasfemasse contra esse DEUS. Ocorre que, como podemos deduzir, houve blasfêmia contra esse DEUS por parte dos que acusaram os três jovens, o próprio rei fez isso, aludindo-se a DEUS como incapaz de livra-los das suas mãos. Agora, ele mesmo reconhece que a estátua nada pode fazer para manter o seu decreto nem para manter a sua ira e nem o seu reino, mas o DEUS que desafiara o humilhara. Fato curioso é que o rei, no entanto, nada fez para que essa multidão refletisse no que houve, e se convertesse ao DEUS dos jovens vencedores em sua fé. Nada consta nesse sentido, senão um decreto de respeito ao DEUS dos outros.

A rigor, Nabucodonosor teve uma segunda chance para prostrar-se, não de uma forma ridícula diante de uma estátua que nada pode, mas de voltar seu rosto a DEUS que pode tudo. Ainda ele não aprendeu a lição, pois, poucos anos mais tarde, teve ele a terceira chance, após ficar sete anos como uma besta comento grama. Então sim, consta que ele se converteu ao DEUS da perfeição. Foi isso, como iremos estudar mais adiante, uma amarga derrota para satanás, eis que um imperador dele se volta para o DEUS do qual é arqui-inimigo. Seria como se hoje o atual papa da ICAR se convertesse para a IASD. Não esqueça que naquele tempo os imperadores eram tanto chefes político-seculares como chefes religiosos.

7. Aplicação do estudo – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Jogados na fornalha, morrem os soldados que os atiraram. Assim jogam o primeiro, o segundo e o terceiro. Cada vez, os dois soldados que o fazem, morrem por causa do insuportável calor próximo à fornalha. Os jovens caem deitados no fogo, em meio ao combustível de derivados de petróleo, abundante na região. Os foles estão em máxima atividade injetando ar para tornar o fogo mais forte. O som do fogo pode ser ouvido do lado de fora como um forte tufão em andamento.

O que se passa na mente dos jovens? Eles se sentem caindo no fogo, e ao mesmo tempo, percebem que queimaram as fortes cordas com que os amararam. Mas não sentem mais nada, nem calor, nem desconforto. Levantam-se, e se percebem entre quatro pessoas. O quarto ser, maravilhoso, fala com eles, é o próprio Senhor, que o rei há pouco desafiara dizendo que não os poderia salvar. Ali estava Ele, em pessoa, calmamente falando com seus fiéis servos.

Do lado de fora está o rei e seus grandes, vendo a cena. O forte cheiro de carne humana se deteriorando pelo calor não vem de dentro da fornalha, mas de seus próprios soldados. Lá dentro há quatro seres calmamente parados, conversando entre si, alheios ao calor do fogo, como se nada estivesse ocorrendo. O rei fica perturbado, pois afinal foram três os jogados no fogo, e agora havia quatro. O quarto era semelhante àquele que ele desafiara como incapaz de salvar os jovens.

O rei entendeu logo o que havia acontecido: o DEUS dos hebreus viera até eles, e os protegera da fúria do rei, pois eles foram fiéis na adoração a Ele, o DEUS verdadeiro. Esse é o tipo de fidelidade que fará vencedores jovens, homens e mulheres de todas as idades, nesses dias finais. O mundo, exatamente nesses dias, reorganiza-se para um embate religioso de dimensões sem precedentes. A fúria de satanás dispõe suas forças, e as catástrofes e a violência estão a exigir uma intervenção. O Vaticano está com a proposta de salvação do planeta pronta. É pela santificação do domingo que pretendem alcançar a paz e segurança global. A assembléia da ONU esse ano, mais uma vez vai tratar prioritariamente dessa questão: “Paz e Segurança”.

Quem tiver ouvidos para ouvir, e sabedoria para entender, saiba que estamos chegando muito próximos do grande dia do Senhor. Pelo menos, meu amigo e amiga leitores desse humilde comentarista da lição, esteja agora preparando-se e ajudando a outros na preparação para estar em pé no dia do Senhor. Ele, nosso Redentor, está por voltar. Não demora mais muito, isso é absolutamente certo. E é bom que assim seja!

Professor Sikberto R. Marks

Escrito entre: 08/09/2004 a 14/09/2004

Revisado em 17/09/2004

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