O Calendário de Deus

Clique AQUI para a Página-Raiz. Esse post é parte de um estudo maior.


Comentário ao estudo da lição

Verso para memorizar: Toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; estas nações servirão ao rei de babilônia setenta anos” (Jer. 25:11)

1. Introdução – santo sábado, dia do Senhor

Daniel capítulo 9 é uma daquelas orações dramáticas, sinceras e emocionantes que tornam a Bíblia um livro autêntico sobre revelações de como DEUS Se relaciona com o ser humano e como o ser humano pode se aproximar com confiança a DEUS. Nela vemos um pedido quase desesperado pelo povo todo, e a resposta ainda durante a oração.

Daniel fizera uns cálculos com base nas profecias de Jeremias capítulos 25 a 29, em especial: 25:11 e 12; 26:13; 27:5 a 8; 28:13 e 14 e 29:10 a 13. Ali, em 25:12 e 29:10 diz que após 70 anos DEUS castigaria a iniqüidade de Babilônia, e que Israel retornaria à sua pátria. Esse período de tempo estava expirando, Babilônia já recebera seu castigo, e Israel ainda estava em cativeiro. O idoso profeta deu-se conta disso, e ficou preocupado com seu povo. Poderia ser que o seu pecado e o do povo fosse tão grande que não haveria mais possibilidade de cumprir essa profecia? Aqui vê-se a humildade de um homem de DEUS! Daniel, perplexo, pôs-se a orar pedindo perdão pelos seus pecados e pelos do povo, pois entendeu que sem o perdão o povo não retornaria outra vez à sua pátria. Percebeu também que ele, Daniel, já estava velho, e o povo, acomodado no exílio; hoje seria morno às vésperas do retorno do Salvador, embora haja muitos em franco aquecimento espiritual.

Então, durante a oração de Daniel saiu a ordem para que o anjo Gabriel explicasse a este o significado e as datas correspondentes daquele longo período profético de 2.300 anos. Daniel assim ficou sabendo que seu povo retornaria, e que eram de fato só setenta anos o tempo do exílio, e que esse período de tempo incrivelmente longo de 2.300 anos daria até o fim dos tempos, para a santificação do santuário.

2. Primeiro dia: A oração de Daniel (Dan. 9:1-19)

Há algumas pessoas que sofrem por causa da atitude de muitos membros do eleito povo de DEUS. A igreja de DEUS não é um clube de iniciativa de um grupo de pessoas, nem uma simples sociedade de amigos, para determinados fins seculares. Ela é nada menos que a instituição fundada por JESUS CRISTO, e tem a finalidade de amparar e servir de hospital para a cura da doença do pecado. O grande médico é o Salvador, o único capaz de mudar nosso coração, pois foi quem nos fez, e atmbém quem morreu por nós. Portanto, a igreja não pode ser confundida, nem com uma Febem, local para onde são jogadas pessoas que a sociedade não quer ver mais em seu meio, nem a um mero clube social, onde se reúnem pessoas com algumas afinidades. A igreja de CRISTO é um lugar onde se operam verdadeiros milagres de transformação de naturezas, mas também onde há pessoas, e não poucas, que embora sendo medicadas, fazem de tudo para que o medicamento espiritual não lhes faça efeito. O medicamento deve ser tomado, isto é, as escrituras devem ser lidas, para por meio delas, o ESPÍRITO SANTO possa atuar em suas mentes. É pela mente que todo o corpo é transformado.

Há, hoje, pessoas que se preocupam com o estado de muitos membros, assim como Daniel preocupava-se com seu povo naqueles dias. Ele via a condição do povo, o desinteresse quase que total. Ele sabia porque estava no exílio. Então, aquele homem que no início do exílio ainda sendo moço determinou não se contaminar com Babilônia, agora, no final da sua carreira, com a mesma determinação de fidelidade, orava por seu povo. Sua preocupação era de que o povo tivesse ido longe demais. O pecado é algo grave, não se pode brincar com ele. Ele é traiçoeiro, de início parece algo fascinante, atraente, só quando é tarde é que se constata sua real natureza: dor e morte. Daniel, como muitos homens e mulheres dos nossos dias, preocupava-se com a condição espiritual de seu povo. A sua oração foi de tal modo uma entrega a DEUS, que no ato, ainda em oração, o anjo toca em Daniel para lhe instruir sobre suas preocupações. Assim é DEUS, a pessoas sinceras a resposta é certa.

3. Segunda-feira: Uma visita celestial (Dan. 9:20-24)

Daniel estava preocupado com a parte da profecia que ele não havia entendido. Era Daniel 8:14, ali a visão lhe falara sobre um tempo de 2.300 anos, e por certo Daniel sabia tratar-se de anos, não de dias literais, tempo ao final do qual seria purificado o santuário. Daniel, quanto mais o tempo passava, mais ficava preocupado com o que poderia significar esse tempo. Ele não ousou levantar especulações próprias, ele orou sobre o assunto, havia a possibilidade de ser esse o tempo de castigo ao povo rebelde. Era necessário um completo arrependimento e mudança de vida.

Então, no auge das preocupações de Daniel, já se passaram dez anos desde que soubera desse tempo, em plena oração, aparece o mesmo anjo Gabriel, saúda-o e diz que agora mesmo ele saiu para lhe fazer entender a visão. Então o anjo passa a explicar o significado do período dos 2.300 anos. Diz, em especial, tratar-se esse de um conjunto de tempos menores. Havia o primeiro período de 490 anos. E esse período também era subdividido em outro ainda menor, evidentemente. Nesse tempo dos 490 anos, o primeiro período foi de 49 anos, tempo especial para a reconstrução de Jerusalém ser concluída.

Ainda dentro dos 490 anos, incluindo os 49, havia outro tempo. De 483 anos, ou seja, de 69 semanas. Esse seria o tempo até o aparecimento do Messias, JESUS. Restava uma semana para completar as 70, e nessa semana ocorreriam sucessos históricos especiais relacionados a JESUS. Essa semana, ou, esses sete anos, a primeira metade deles foi o tempo mais importante da história da humanidade: o DEUS do Universo, O Senhor dos senhores, Rei dos reis, estava entre os homens, em forma de homem, para salvar a raça humana.

Então temos os seguintes tempos:

457 aC => terceira e definitiva ordem para reconstrução de Jerusalém

(passam-se 49 anos)

408 aC => concluída a reconstrução de Jerusalém

(passam-se mais 434 anos, no total já são 483 anos)

27 dC => JESUS inicia seu ministério na Terra

(passam 3,5 anos, no total já são 486,5 anos)

31 dC => JESUS é crucificado

(passam mais 3,5 anos, no total agora são 490 anos)

34 dC => Estevão é apedrejado; terminam os 490 anos: 49+434+3,5+3,5)

Atente bem para o seguinte: na última semana das 70 semanas, ou seja, nos últimos 7 anos dos 490 anos dados ao povo de DEUS, dados para que esse povo decidisse a quem servir, se a DEUS ou se aos ídolos de satanás, ocorreram fatos decisivos tanto para o povo de DEUS quanto para toda a humanidade. Nessa semana, JESUS, O Filho de DEUS, esteve entre os homens, na primeira metade dessa semana. Nesses três anos e meio Ele pregou, fundou Sua igreja, e foi morto, tornando-se, ao ressuscitar, o Salvador do mundo. Isso que aconteceu nos 3,5 anos da última semana dada ao povo de DEUS. Que semana, que tempo solene.

Agora outra vez estamos em um tempo assim. É tempo de derramamento do Espírito Santo, aquele que veio substituir JESUS e auxiliar na continuação do trabalho que JESUS iniciara, pela instituição da Igreja da Bíblia. Desde 1844 estamos nesse tempo, mas quanto mais para o final, mais dramático para as vidas dos que aqui vivem ele se torna. É um tempo em que devemos prestar atenção ao que acontece ao nosso redor, os fatos revelando o cumprimento das profecias. Cada um que sabe dessas coisas todas tem a responsabilidade de vive-las do mesmo modo como as ensina aos outros, e vive-las seguindo o exemplo de nosso Senhor, como Ele viveu.

Obs.: Para fixar bem esses estudos de tempos, é interessante tomar umas canetas coloridas e papel grande, e desenhar o diagrama anotando detalhes nele, datas, fatos, versículos, etc. Fazendo isso, nunca mais esquecerá das datas importantes dessa vital profecia para a humanidade.

4. Terça-feira: O propósito das 70 semanas (Dan. 9:24)

O final das setenta semanas ou 490 anos dados ao povo de DEUS seria um tempo especial. O tempo especial, como vimos ontem, a semana final das 70 semanas, os últimos 7 anos dos 490, seria um tempo de escolha de vida ou de morte para a nação de Israel. Essa semana tem algumas peculiaridades interessantes:

ð Ela fica entre os 490 anos dados ao povo de DEUS e os 1810 anos destinados ao gentios;

ð Os 490 anos dados ao povo de DEUS seriam culminados com a vinda do próprio fundador desse povo, tentando salva-lo apesar da insistente rebeldia;

ð E também, ao mesmo tempo, o Salvador viria nesse tempo para estabelecer uma instituição destinada a alcançar os gentios, (outros povos que não eram judeus)

ð O Messias ensinaria os judeus durante 3,5 anos sobre tudo o que os profetas já os haviam ensinado, e Ele mesmo daria testemunho desses ensinamentos, e provaria e origem desses ensinamentos com sinais poderosos, os mesmos que haviam estado com muitos dos profetas;

ð Se o povo de DEUS quisesse, poderia manter-se como povo, era só aceitar o Messias, então, além de uma igreja para levar o evangelho aos gentios, haveria também uma nação do povo de onde se originara a igreja;

ð Esse foi o ministério sacerdotal de JESUS, que já havíamos descrito na lição dez, parte de segunda-feira.

Assim, a última semana dada aos judeus como nação corresponde, em certo raciocínio, corresponde ao tempo do fim mesmo depois de terem-se esgotado os 2.300 anos (em 1844). Portanto, podemos dizer que vivemos em tempo excedente, tempo emprestado, uma graça especial de espera, para que a humanidade se decida a quem servir. Não poderão os homens ficar mais muito tempo fazendo de conta que servem a dois senhores, esse é um vital e solene tempo de decisão a quem servir. Principalmente é tempo de decisão para os que conhecem as profecias.

5. Quarta-feira: O Ungido, o Príncipe (Dan. 9:25)

A questão dói estudo de hoje é saber qual das três datas de decretos deve ser tomada para o início da contagem dos períodos proféticos dos 2.300 anos bem como do período de 490 anos. A primeira data foi a do decreto de Ciro (II Cron. 36:22-23; Esdras 1:1-4; 5:13, 17; 6:3,14) o que foi feito em 538 aC. A segunda data veio pelo decreto de Dario, que só confirmou o primeiro decreto (Esdras 6:1, 8-11, e ocorreu em 520 aC, ou 518 aC, conforme a fonte. A terceira data, de 457, resultou do decreto de Artaxerxes (Esdras 6:14 e 7:2-26). Esse decreto foi definitivo, mais amplo, e por ele finalmente o trabalho foi reiniciado e concluído, portanto, é essa a data do decreto eficaz pelo qual o que fora previsto de fato aconteceu, 49 anos depois, tudo estava pronto.

No entanto, defendemos que a ênfase não deve ser na data inicial da contagem profética. Essa data é a penas o início dessa contagem, mas não é, de forma alguma, a data mais importante dessa contagem. Há outra data, muito mais importante, que deve ser utilizada como chave para aferir todos os diagramas proféticos: a da morte de JESUS. É muito mais sábio fazermos os cálculos a partir dessa data, o que for para trás, se faça para trás, e o que for para frente, se faça para frente. JESUS é a chave da profecia, tanto em termos de datas quanto em termos de cumprimento e de propósito. Ora, foi Ele mesmo quem concedeu, séculos antes, a revelação da história por meio das profecias, portanto, cabia a Ele cuidar dos detalhes de seu cumprimento. E era Ele quem deveria vir ao mundo em determinado momento, anunciar um novo reino, morrer por todos para a salvação dos que desejassem. O dia, o mês e o ano da morte de JESUS é muito mais importante que o do decreto da reconstrução de Jerusalém. JESUS foi morto no ano 31 dC e começou a pregar no ano 27. Contado para trás, tirando os anos que passaram, chegaremos ao ano de 457, pelo que esse deve ser o decreto válido para o início da contagem das profecias de Daniel. O cálculo é o seguinte:

490 anos – 7 anos, (da semana final) = 483 anos

Esses 483 anos é que, contados para trás desde que CRISTO começou a pregar, devem chegar até o decreto válido para as contagens. O ano em que JESUS começou a pregar foi 27dC, portanto:

27 dC – 483 anos = 456 aC

É preciso fazer a correção da virada de milênio, pois esqueceram de contar o ano zero, que entre os números da matemática não desaparece como desapareceu na contagem dos anos, portanto, não houve o ano zero, mas no cálculo acima, por ser um cálculo matemático, não cronológico, ficou como se esse ano zero tivesse existido. Tirando esse ano zero, a contagem vai um ano mais para trás, chegando então ao ano 457, em que aconteceu o decreto de Artaxerxes. Essa é, portanto, a data em que devemos dar início da contagem tanto dos 490 anos quanto dos 2.300 anos da profecia de Daniel.

6. Quinta-feira: “No meio da semana” (Dan. 9:24-27)

Já estudamos o diagrama desde o decreto de Artaxerxes até o final dos 490 anos. Dediquemo-nos, então, ao que aconteceu na última semana desse período de tempo.

Vejamos bem o seguinte: no ano 27 JESUS inicia Seu trabalho de anúncio de Seu reino. É um Rei em forma mais humilde procurando súditos para o Seu reino. No ano 31 esse Rei é morto pelo que pregava. É evidente a Sua morte, Ele anunciava um Reino alternativo ao que onde se encontrava, o reino de satanás. Ele anunciava um Reino que exclui o de satanás, que tira súditos de satanás, e que, com antecedência, prevê o fim do império de satanás, pois o reino de JESUS, seria provisoriamente pelo tempo de mil anos no Céu, mas depois disso, desceria a esta Terra, e aqui substituiria o império satânico. É bem natural que JESUS enfrentasse inimigos ao anunciar essas coisas, e enfrentou.

satanás não suportava ouvir as palavras de JESUS. Elas representavam o fim de seu império confuso, dividido e sempre mais fragmentado. Então JESUS foi morto por satanás, e nessa morte, JESUS demonstra, em intensidade máxima em seus últimos momentos, quem Ele é e qual é a natureza de Seu caráter. Depois daquelas horas, nem mesmo satanás pode levantar qualquer argumento contra JESUS, dizendo que Ele não é amor, e que não é digno de ser o Rei do Universo, e também desse planeta. Na cruz caíram todos os argumentos contra o caráter do Rei que se tornou humilde como um simples ser humano. satanás mesmo, em sua fúria contra JESUS, criou as condições para que JESUS provasse como é o Seu caráter e como é o caráter de satanás.

Foi isso que aconteceu naquela semana final, uma demonstração da natureza de DEUS e de Sua Lei. Essa foi uma semana decisiva para o povo de DEUS fundado em Abraão. Foi como uma ‘campanha política’ para que o povo escolhesse quem deveria reinar sobre ele. A maciça maioria escolheu um assassino: Barrabás, que ali estava evidentemente representando o assassino maior, satanás. Alguns, no entanto, escolheram a JESUS, e suportaram em silencio ver Ele morrer em seu lugar, pelo que O escolheram como Rei. Para ser seu Rei, devia resgata-los da morte, então, Ele, O Rei, foi até à morte, e assim, não só ratificou o que sempre foi: Rei, mas agregou a esse poder, o ser também O Salvador daqueles que querem sair de dentro do império mortal de satanás. É, no entanto, incrível que nessa semana, a mais importante da humanidade, o próprio povo de DEUS escolheu o inimigo de quem lhes havia constituído como nação, e rejeitaram, como nação, seu Rei.

Os dias em que vivemos são semelhantes ao da semana de JESUS, a última semana de tempo dado ao povo de DEUS. Naquela semana a luta foi em torno da morte do Cordeiro de DEUS, agora a luta é em torno da morte daqueles que optaram seguir o cordeiro, chamado remanescente. Naquele tempo a questão era em torno de uma morte para evitar muitas mortes, hoje a questão é em torno das muitas mortes que podem ser evitadas pela morte única daquela semana especial. JESUS não pode mais ser atingido por satanás, mas os que lhe seguem e ainda estão vivos, a cada dia devem tomar sua decisão de a quem servir, esses podem ser atingidos, e eles são o alvo do inimigo das almas que DEUS criou.

7. Aplicação do estudo – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

O que Daniel não havia entendido, na visão de Dan. 8:14? Ele não entendeu o significado daqueles 2.300 dias/ano. No final dos 70 anos da profecia de Jeremias, Daniel deve ter ficado preocupado, pois poderia ser que em vez de 70 anos de cativeiro, fossem na realidade 2.300 anos, uma grande diferença de tempo. Isso era tudo muito misterioso e preocupante. Assim sendo, Daniel pôs-se a orar, e pedir a DEUS que lhes perdoasse os pecados para que o castigo não fosse tão grande como lhe parecia ser. Foi então que, mais que depressa, o anjo veio para lhe fazer entender aqueles 2.300 anos.

Para estudarmos qualquer profecia, bem como para entendermos a história religiosa, é importante que tenhamos na mente, decorado, os grandes períodos de tempo dessa grande profecia. Aqui vão estes períodos de tempo. Faça com eles um diagrama, tome para isso por base o que se encontra na lição, página 133, e decore as datas.

2300 anos

a)       A grande profecia dos 2.300 anos: de 457 aC a 1844 dC;

b)       Composição da grande profecia:

457 aC a 34 dC – 490 anos, para o povo de DEUS

34 dC a 1844 dC – 1810 anos, para os outros povos (gentios)

c) Dentro dos 1810 anos, há outro período menor:

538 dC a 1798 dC – supremacia papal

c)       Datas proféticas para serem lembradas:

457 aC – Decreto de Artaxerxes, para reconstrução de Jerusalém e do templo

27 dC – batismo de JESUS

31 dC – morte de JESUS

34 dC – apedrejamento de Estevão

538 dC – início da supremacia papal, e dos 1.260 anos dessa supremacia

1.798 dC – papa preso pelo exército de Napoleão Bonaparte, 1º ferida mortal, inicia-se o tempo do fim, e terminam os 1.260 anos

1844 dC – JESUS entra no lugar santíssimo no santuário celeste, inicia-se o Juízo no Céu

1870 dC – O exército da Itália toma as terras da Igreja Católica, 2ª ferida mortal

1929 dC – Mussolini devolve parte da terra à igreja, para a sua sede, mais um processo de cura da ferida mortal.

2002 dC – Papa João Paulo II discursa no parlamento italiano, quase curando totalmente a ferida mortal

? dC – EUA decretam a obrigatoriedade da santificação do domingo, cura completa da ferida mortal, poder opressor restabelecido em sua plenitude, início do desfecho e do alto clamor.

? pouquíssimo tempo depois (meses), termina o tempo de graça, iniciam-se as pragas, e logo JESUS, tão aguardado, retorna.

Essas profecias dadas a Daniel alcançam nossos dias, e são para nós alertas de que tempo vivemos. Estamos, sim, próximos, mas muito próximos da segunda vinda de CRISTO. Muitos serão pegos de surpresa, mas outros, vigilantes e ativos, estarão aguardando, e serão salvos para sempre.

Professor Sikberto R. Marks

Escrito entre: 02/11/2004 a 11/11/2004

Revisado em 11/11/2004

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Uma resposta para O Calendário de Deus

  1. jocajol disse:

    Muito boa a explanação!

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