O Tempo do Fim

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Comentário ao estudo da lição

Verso para memorizar: “Os que foram sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduziram à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dan. 12:3).

1. Introdução – santo sábado, dia do Senhor

No lapso final da história, no fim do tempo do fim (o tempo do fim se iniciou em 1798, com a queda do poder papal, e o fim do tempo do fim se iniciou em data incerta, desde que todas as profecias anteriores ao decreto dominical passaram a ocorrer ao mesmo tempo; e o desfecho, reta final para o fim, se inicia com o decreto dominical), ações fantásticas da parte de DEUS e da parte de satanás terão lugar nesse planeta. Como podemos estudar no final do capítulo 11 de Daniel, após uma longa história de ataques a tudo o que tem a ver com DEUS e a Sua adoração, o poder do anti-CRISTO armará suas tendas palacianas entre os mares, contra o glorioso monte santo, isto pode ser no solo da Palestina, entre o mar Mediterrâneo e o Mar Morto, contra o monte Sião, o monte de DEUS (hoje simbólico). Note-se que atualmente suas tendas já estão entre os mares, a atual sede do maior de todos os poderes, entre os dois maiores oceanos, Pacífico e Atlântico, os EUA, a segunda besta; e a primeira besta, na península itálica, também entre dois mares. Mas os mares dos EUA são globais, o Pacífico sendo o maior de todos os oceanos e o outro, o Atlântico, no que mais navegação comercial se faz. Possivelmente esses dois poderes se unirão contra o monte santo do Senhor, o monte Sião, entre aqueles mares antes citados. Isso tanto pode ser simbólico (contra o atual povo de DEUS, cuja sede não é mais na Palestina) como literal (tomada militar da Palestina na tentativa de ali restabelecer a Jerusalém aos judeus, um projeto político existente, que pode ter valor político mas teria pouca expressão profética. Esse último caso seria uma interpretação errônea das profecias bíblicas sobre o monte Sião nos últimos dias, e que Israel e EUA estariam tentando, pela força militar, tornar realidade, fazendo assim, a seu modo, cumprir tal profecia, paralelamente do retorno da Palestina aos judeus. Na realidade, os judeus ainda podem salvar-se como qualquer pessoa de outro povo, mas como nação seu tempo terminou no ano 34 dC. Agora podem ser uma nação comum, como qualquer outra.

Tendo os EUA se tornado o centro da difusão do poder de Roma, o ato central dos próximos eventos globais deverá ser o decreto dominical, então entra em cena o escrito do verso 1 de Daniel 12, ou seja, DEUS Se levanta de Seu trono para agir em favor de Seu povo. Os homens passaram dos limites, estão querendo impor pela força e pela inviabilidade da vida de seus adoradores uma adoração falsa, a satanás, e então chega o momento da ação direta de DEUS. É então que ocorre a grande crise nos EUA, que se estende ao mundo todo, e também a forte sacudidura entre o povo de DEUS. Quase todos caem fora da igreja, restando um pequeno grupo, o remanescente do remanescente, mas ainda a porta da graça não se fechou. A esse grupo logo se agregarão outros, aqueles que vem de fora, saindo de babilônia (Apoc. 18:4), pela forte proclamação que fará esse pequeno grupo, que é o trigo – o joio já terá saído com a sacudidura. Então, como diz Dan. 12:1, vai haver angústia como nunca houve na história da humanidade, mas nesse tempo o povo de DEUS será salvo. As pessoas estudarão como nunca, bem mais que hoje, as profecias de Daniel.

Nessa semana estudaremos os fatos que antecedem esse desfecho, os principais lances da história que ocorreram desde o início do tempo do fim, até o fim da história de dor desde que aqui na Terra entrou o pecado.

Solicitamos atenção sobre o que o leitor irá encontrar como proposta de interpretação dos textos de Daniel 11, nas partes que ainda não se cumpriram, e para as quais não temos luz oficial. O que foi escrito é da interpretação particular do autor, obtido em debates com outros estudiosos. Não é a posição oficial da igreja nem fruto de revelação profética, que ainda não houve. Portanto, essa matéria deve ser apreciada como uma possibilidade, podendo o próprio autor mudar de idéia, o que sempre tem feito em casos de maior luz. Havendo, mais dia, menos dia, uma posição oficial por parte da igreja, essa é a que o autor adotará, pela sua fidelidade à igreja da Bíblia.

2. Primeiro dia: O tempo do fim (Dan. 11:4-45)

O capítulo 11 de Daniel trata da luta entre dois reis, o do norte e o do sul. É preciso considerar algumas coisas: sempre haveria guerra, até o fim (Dan. 9:26); e, a terra santa, onde estava a sede de DEUS, Jerusalém, no monte santo, Sião, se encontrava na rota das guerras. Hora o exército do sul passava pela terra santa fazendo guerra contra o rei do norte, hora o do norte passava pela terra santa para fazer guerra contra o rei do sul. E, em meio a essas guerras, o difícil era para Israel ficar neutro, sem fazer alianças com poderes cujo deus não era o Criador, assim como era difícil não ser afetado por essas guerras. Inicialmente esses reis eram, o do norte, a Síria, e o do sul, o Egito.

Em Daniel 11, nos versos 1 e 2, trata de Dario, o medo, de Artaxerxes, o persa. No verso 3 trata de Alexandre, e no 4, da Grécia repartida entre seus 4 generais. O rei do sul do verso 5 é o Egito, e o do verso 6, a Síria (rei do norte), no verso 7, de novo o Egito, estão sempre lutando, fazendo tratados, descumprindo tratados, guerra e mais guerra. Por sua vez, entendemos que o rei do norte do verso 14 em diante deve ser Roma, o Império Romano, que mais tarde se torna roma papal, a partir do verso 31. É importante ter em mente que esse capítulo deve ser estudado com os fatos da seqüência histórica nas mãos, ou em mente, pois o rei do norte e o do sul não são os mesmos ao longo do capítulo, mas, são reis que se sucedem, conforme a história ocorreu, sempre havendo um ao norte de Israel, e outro ao sul, guerreando entre si. Assim também devemos estudar Apocalipse 17, que, em conexão com Daniel, nos serve de chave para abrirmos a fechadura da história da sucessão dos reinos em luta entre si, e contra o povo de DEUS.

Desde que Adão e Eva caíram em pecado, há lutas entre nações, desde que Nimrod reiniciou o sistema de impérios construindo o primeiro deles, Babilônia, que tem havido guerras e sucessão de impérios. Então, no tempo de Nabucodonosor DEUS revelou três vezes que impérios se sucederiam pela busca da supremacia nesse mundo. E os impérios, daquele tempo em diante foram: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, Estados Unidos da América (o império que hoje existe, cf. Apoc. 17:10) e, outra vez, Roma papal, (o que ainda não chegou, mas está por chegar, e quando vier, vai durar pouco). Depois dessa sucessão, quando CRISTO sair do santíssimo, também vem o oitavo rei, o que sempre esteve com os sete, o próprio satanás. Ele (seu espiritismo) une-se aos EUA (segunda besta ou protestantismo apostatado), e estes com o Vaticano (primeira besta ou catolicismo ou cristianismo da grande apostasia da Idade Média). Eles formam a tríplice aliança de Apoc. 16:13 e 14 (a trindade de satanás), para a última batalha contra o povo de DEUS, a batalha do Armagedom. Essa será a última guerra, e as profecias de Daniel e de Apocalipse, conectadas, formam a chave para abrir a compreensão do que foi e do que será, como foi e como será, e quem é quem, quem mente e quem fala a verdade, quem merece ser adorado e quem quer ser adorado mas não pode, porque não é o Criador.

Retornando a Daniel 11, como dissemos, do verso 31 em diante vemos a ação de um rei diferente, a ponta pequena de Dan 7, que é o sistema papal. Lembre que do verso 14 ao 30 entendemos ser o rei do norte Roma Pagã. Leia Dan 11:31 e compare com Dan 7:25 e 8:25. Trata-se do mesmo poder. Então Daniel passa a tratar de alguns dos principais atos do sistema papal, até que chega ao verso 40, em que ele se refere estar no tempo do fim, isto é, segundo entendemos, após 1798, quando o sistema papal foi quase suprimido.

No verso 40, aparece duas vezes a palavra “ele”, uma vez o rei do sul lutando com “ele”, e outra vez o rei do norte lutando com “ele”. Em estudos realizados, e debates feitos sobre o assunto, não se pôde chegar a uma conclusão definitiva sobre quem é “ele”. Há, ao que parece, duas possibilidades, que o “ele” se refira ao sistema papal de que tratou nos versos 31 a 39, ou que “ele” se refira, nesse verso, cada vez ao outro, isto é, o rei do sul atacando o rei do norte (ele), e o rei do norte atacando rei do sul (ele).

Se “ele” for o sistema papal, o rei do norte e o do sul são completamente diferentes do que se “ele” for, hora o do sul e hora o do norte. No primeiro caso, o rei do sul poderia ser a Itália, quando em 1870 atacou o Vaticano e dele suprimiu todas as suas terras, e o do norte, poderia ser a URSS, cujo comunismo atentou fortemente contra o catolicismo romano, como sendo o ópio do povo. Essa possibilidade, no entanto, parece bem remota, ela incorre em algumas dificuldades para as quais não foram encontradas boas explicações.

Aqui vai um relato dos estudos sobre o rei do sul e do norte, caso “ele” seja o sistema papal, o que entendemos ter menor probabilidade de ser a versão correta, mas incluímos para apreciação dos estudiosos, como matéria aberta, inconclusa.

Quem é o rei do sul que lutou contra o sistema papal? Sul e norte, nesse capítulo devem ser entendidos comparando dois países que se enquadrem no debate do capítulo. Aqui vemos dois poderes políticos atacando o sistema papal, pois diz que o rei do sul lutará contra ele, entendendo nesse caso ser “ele” o papado dos versos anteriores (31 a 39). Esse rei do sul nesse caso poderia ser a própria Itália que na guerra da sua reunificação lutou contra o próprio sistema papal e em 1870 lhe tirou todas as terras (que só foram devolvidas, uma pequena parte, em 1929). E o rei do norte que também lutou contra o sistema papal poderia ser a União Soviética, cujo sistema comunista combatia o sistema papal desde a sua revolução em 1914, querendo elimina-lo.

Então, no verso 41 novamente Daniel trata do sistema papal, nesse caso seria “ele”, ainda o sistema papal, dizendo que entraria na terra gloriosa e que muitos sucumbiriam, mas que do seu poder escaparia Edom e Moabe e as primícias dos filhos de Amom. Esses povos não existem mais, mas seus descendentes são os árabes (que se formaram a partir desses povos, e de outros mais). O papa já foi à Palestina, no ano 2000, pediu perdão pelo passado quanto às cruzadas etc., e hoje tenta conquistar os árabes muçulmanos por meio de Maria. No entanto, a Bíblia assegura que dentre eles, muitos não serão enganados, e escaparão (pelo chamado de Apoc. 18:4, do sai dela povo meu).

No verso 43 diz que o papado se apoderaria dos tesouros do Egito, referindo-se por certo sobre as crenças pagãs do Egito, que se perpetuaram pelas pirâmides, e dos obeliscos, e um deles até está hoje no centro do Vaticano. Refere-se possivelmente também às crenças pagãs que o sistema papal incorporou, que grande parte veio de Alexandria, passando pela filosofia grega de Platão, vindo parar na igreja católica atual. Assim como muitos árabes não seguiriam o sistema papal, outros o seguiriam, ilustrado pelo que diz no verso 43, referindo-se aos líbios e aos etíopes.

No verso 44 fala dos rumores do oriente, que nessa interpretação poderia ser o atual poderoso e assustador terrorismo do islam, que tanto poder vem dando ao presidente americano G. W. Bush: quanto mais o terrorismo ataca, mais poderoso os EUA se tornam, bem como o Vaticano, mais motivos para a imposição do domingo e da adoração à Maria!

Então, no verso 45 diz que o sistema armaria suas tendas palacianas entre os mares. Dessa vez, nessa possibilidade de interpretação a chave da profecia abre duas portas, uma se encontra na atual Itália, outra na América do Norte. O Vaticano está entre dois mares, na península itálica, e os EUA entre dois oceanos, o pacífico e o Atlântico. As tendas palacianas são símbolo de poder para dominar o mundo, são sedes de governo. O atual poder tem duas sedes aliadas entre si, uma na América do Norte, outra no Vaticano, ao contrário do que houve no tempo do Império Romano, quando a sede do Império era em Roma e a sede do Vaticano também.

Mas no mesmo verso diz o que? Nesse momento, quando estiverem armando suas tendas palacianas, ou seja, quando estiverem compondo as suas sedes aliadas do poder global, como hoje estão fazendo, então esse poder “chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra” (Dan. 11:45 up). O capítulo 12 segue dizendo que nesse tempo Miguel se levantará para defender o seu povo, e que naquele tempo o povo será salvo, o que é sem dúvida a segunda vinda! O verso 45 de Dan 11 está na paralela de Dan 2:44, o tempo em que as nações tentariam unir-se contra o remanescente, quando então JESUS retorna. Essa união está por acontecer, hoje ainda está sendo contida pelo conceito de democracia fortemente assimilada nas mentes das pessoas no ocidente, em razão da instituição de governos democráticos a partir da constituição americana, fruto do Iluminismo, por sua vez, muito influenciado por princípios bíblicos. É pelo terrorismo que os EUA estão derrubando o valor da democracia, quanto mais se sentem inseguras, mais as pessoas permitem que poderes externos dominem pela força, desde que isso lhes garanta alguma segurança contra um inimigo que não se sabe onde está nem quando poderá atacar. O terrorismo e a violência são a estratégia pela qual a democracia está sendo anulada, abrindo caminho ao medieval catolicismo para re-introduzir seu estilo de domínio pela força, estratégia para qual os EUA já estão se convertendo – isso significa repúdio à sua Constituição Americana, que não permite esse tipo de atitude.

Agora ainda apresentamos um relato tendo como possível que “ele” seja o rei do norte ou o do sul, conforme quem está sendo atacado. Essa possibilidade é bem plausível, uma vez que do verso 39 para o 40 há troca de cenário político, assim como já houve troca entre os versos 13 e 14 e também entre os versos 30 e 31.

Nesse caso, o rei do sul poderá ser o poder do terrorismo islâmico, de Bin Laden e outros terroristas atuais. Assim, no verso 40 esse terrorismo já teria atacado o rei do norte, os EUA, em 11/09/2001, com o ataque às torres gêmeas, pelo que esse rei do norte, os EUA, com grande poder militar (carros, navios, cavaleiros, isto é, a moderna infantaria) já entrou nas terras do rei do sul (Afeganistão, Iraque, e talvez mais países árabes do eixo do mal), ou seja, os EUA estão agora fazendo uma guerra contra o que Bush definiu ser o eixo do mal. Já atacaram o Afeganistão e o Iraque, e ameaçam também a Síria e o Irã. Mas esse rei do norte passará, expressão que dá a entender que não vai durar sempre, no máximo até o fim dos tempos, como sabemos que será com os EUA.

No verso 41 poderemos então entender que os EUA, ou o seu poder, ainda ocuparão a Judéia, por causa da confusão entre palestinos e israelitas, o que poderia ocorrer por meio de tratados de paz e de força, como o “mapa do caminho da paz”, já em andamento e da imposição do sistema político de democracia americano, sistema que nunca houve entre os árabes. Pode ser também uma força militar diretamente lá dentro, na Palestina, por parte dos EUA ou da ONU. No entanto, dessa ocupação (que ainda não se pode saber como seria) escaparão estes: Edom, Moabe e Amom, ou seja, como estes povos hoje já não existem mais, escapa dessa intervenção a atual Jordânia, pois é um país árabe aliado dos EUA, (como também é a Turquia) e que se situa nas terras onde outrora se situavam aqueles três povos citados.

Então no verso 42 entra o Egito em cena. Dele, nesse caso, o rei do norte se apoderaria das suas riquezas. Há nas pirâmides muito ouro, uma parte está ainda lá, outra nos museus. O Egito é também fonte de paganismo milenar, desde logo após os tempos de Nirod. A interpretação, se literal, leva a crer a posse de riquezas milenares em ouro, para talvez financiar a guerra, e se espiritual, a posse de seu já consagrado paganismo, para imposição sobre o mundo. Essa Possibilidade é menos provável, pois isso já foi feito no passado, e esse paganismo já está incorporado ao catolicismo. E os líbios, e os etíopes seguirão os Estados Unidos. De fato, Kadafi, ex-terrorista líbio, terrível inimigo dos americanos, agora não mais ameaça os EUA, mas faz bons negócios, principalmente com a Grã Bretanha. Os etíopes não são inimigos dos EUA.

Verso 44: os rumores do oriente e do norte, nesse caso, teriam que ser os poderes da China, país que cresce de modo assustador há mais de dez anos, e a Rússia, que se recupera da fragmentação do império da URSS. Tanto a China, como, e principalmente a Rússia de Putin, vem a cada pouco mandando mensagens nada agradáveis aos EUA. Nesses últimos dias, Putim da Rússia vem anunciando a fabricação de novas armas nucleares com tecnologia por enquanto insuperável. A China também vem gastando grandes somas em armas, e se mantém independente com relação aos EUA. Isso perturbará o rei do norte, os EUA, mas este sairá com grande furor para destruir e exterminar a muitos (árabes certamente). Essa pode ser a Doutrina Bush, que consta de três pontos: 1) Direito de ataques preventivos contra países que representem ameaça potencial aos EUA; 2) liberdade para agir sem o endosso da ONU ou de leis internacionais; 3) o dever de não permitir que nenhuma outra nação alcance o poder americano. Por essa doutrina, Bush em seu primeiro mandato ameaçou quem quer que se posicionasse contra seu país, ou que ao menos desse abrigo a algum terrorista. Pode-se imaginar o que Bush fará nesse segundo mandato, plenamente ungido pelas urnas? A tendência é de agir com mais rigor, talvez consiga algo parecido ao que os antigos romanos conseguiram, também pela força das armas: a “pax romana”, no tempo de CRISTO. Hoje seria a “paz e segurança” de I Tess. 5:3…

Então vem o verso 45. Nessa possibilidade de interpretação, as tendas palacianas teriam que ser armadas na Palestina, entre o mar Mediterrâneo e o mar Morto, contra Jerusalém atual, que já foi o monte de Sião, o glorioso monte santo. Essa parte ainda está no futuro, e devemos prestar atenção sobre o que de fato vai acontecer. No mínimo a história no-lo revelará, e então saberemos como entender esse verso, e os anteriores. Talvez se refira a já existente política de Israel e dos EUA de restabelecer Jerusalém ao povo judeu, entendendo eles que isso é pressuposto para a volta de JESUS. Ora, quando essa ocupação estiver acontecendo, diz o verso, “chegará o seu fim, e não haverá quem o socorra”. Ou seja, é então que DEUS Se levanta, nesse caso, para anunciar, certamente que “está feito”, que a porta da graça se fechou, e o Juiz, que Se assentou no tribunal (Dan. 7:7) agora Se levanta em definitivo, pois encerrou Sua atividade como “ancião de dias”, Ele que já Se havia levantado para intervir no mundo ao os EUA emitirem o decreto dominical, que possivelmente teria ocorrido antes dessa suposta ocupação de Jerusalém. Para facilitar essa possibilidade, recentemente faleceu Yasser Arafat, dirigente da Autoridade Palestina, e que tinha grande expectativa de também controlar Jerusalém, onde os muçulmanos tem uma mesquita. Aliás, Jerusalém é curiosamente venerada pelos judeus, cristãos e muçulmanos.

Mais uma vez, esse comentário foi escrito mediante estudos que o autor faz sobre a história. Foram baseados no SDABC de Daniel e interpretações livres do próprio autor junto com outros estudiosos. Tudo o que foi escrito sobre a interpretação do capítulo 11 de Daniel não é definitivo, pois não há luz suficiente e definitiva sobre essa matéria, como é a posição da igreja e de Ellen G. White. [Ênfase do Adventismo em Foco]. Esse é um assunto bom para estudos e aprofundamentos, nunca para tomada de posições definitivas, muito menos para servir de motivo de controvérsias apaixonadas. No entanto, por orientação da própria EGW, esse capítulo 11 de Daniel deve ser estudado para buscar compreensão sobre os fatos e para se prestar atenção a eles. Talvez para isso que tenha sido escrito dessa forma e sem revelação oficial por profeta.

3. Segunda-feira: Miguel, o Príncipe (Dan. 12:1)

Daniel 12:1 relata a ocorrência de três fatos:

ð Nesse tempo (quando os fatos relacionados com o verso 45 de Dan 11 estiverem acontecendo, e eles estão hoje começando a acontecer, e se acelerarão com a reeleição de Bush, que agora agirá com maior dureza) se levantará Miguel, isto é, o CRISTO, ou seja, Ele entrará em ação;

ð e haverá tempo de angústia como nunca houve, esse será o tempo do decreto dominical em diante, e a angústia será máxima após o fechamento da porta da graça, com queda as pragas;

ð nesse tempo, isto é, no tempo dessa grande angústia máxima, já caindo as pragas, o povo dos que se acham escritos no livro da vida serão resgatados da Terra, ou seja, é nesse tempo que CRISTO vem à Terra pela segunda vez.

Quem estará escrito no livro da vida nesse tempo? Aqueles que passaram pelo julgamento que se realiza desde 1844, primeiro dos mortos, depois dos vivos, e cujos pecados, independente se muitos ou poucos, foram perdoados por vontade do próprio pecador (arrependimento). Estes, seus nomes permaneceram escritos no livro da vida, (os que não se arrependeram de tudo, seus nomes foram riscados desse livro), estão aptos em JESUS de receberem de volta o dom da vida eterna. Portanto, esses nomes ali escritos referem-se a situação do livro após encerrado o julgamento que hoje ainda está em andamento. Quando terminar o julgamento que se iniciou em 1844, então os nomes que não foram riscados do livro da vida, que permaneceram nesse livro, serão salvos por aquele que por eles foi morto.

Isso nos dá uma idéia de quão solenes são os dias em que vivemos, há pouco tempo pela frente, e tudo se apressa. Saibam todos o seguinte, que os dias em que Miguel vai se levantar em favor de seu povo não se tornam nessa condição de uma maneira abrupta, muito embora, em certo aspecto sim. Como será o processo de deterioração daqui por diante? Vejamos a seqüência dos fatos ainda pela frente:

ð            gradativa e acelerada degeneração das condições sociais do planeta, ao aumento do terrorismo, do desemprego, da instabilidade econômica, da maldade humana (criminalidade e violência);

ð            aumento acelerado da degeneração das condições climáticas, com o rompimento do gelo do pólo sul e seu degelo, aumento dos ciclones, das tempestades, das inundações e das secas;

ð            aumento das guerras e das ameaças de guerras, ficando cada vez mais complicado tratar sobre a paz;

ð            aumento das catástrofes por terremotos;

ð            aumento dos acidentes de todo tipo;

ð            aumento da incidência de doenças nos seres humanos e pestes nas plantações, inclusive nos produtos transgênicos, e pestes também nos animais;

ð            as condições climáticas em certo momento, de uma degeneração gradativa se converterão em degeneração catastrófica, com o aumento dos mares pelo degelo dos pólos, e início do caos global pelo comportamento dos oceanos;

ð            crescimento vertiginoso da pregação da verdadeira adoração por parte do povo adventista, com crescente aumento de adesão de pessoas de outras denominações, isto é o cumprimento do “sai dela povo meu” de Apoc. 18:4;

ð            crescimento do poder de certas nações no mundo, como da Rússia, da Europa quase unida, da China, do Japão, ameaçando a impressionante hegemonia dos Estados Unidos, que passam a ter mais pressa;

ð            as nações estarão cada vez mais apressadas para agir;

ð            acentuamento da já grave crise econômica, de infidelidade dos fiéis e da saída de sacerdotes da Igreja Católica, sem possibilidade de reposição suficiente (isso já ocorre há anos);

ð            sensação, por parte da Igreja Católica e das igrejas protestantes tradicionais, de impotência diante do poder das mensagens dos adventistas sobre a verdadeira adoração, o que os leva a se sentirem ameaçados diante da verdade sendo dita em todos os lugares do planeta, e o que agrava a crise de fidelidade e de identidade em que já ingressaram;

ð            a questão do sábado em especial, e a questão da imortalidade da alma tornam-se motivo de grande polêmica, e é irrefutável diante dos argumentos dos adventistas baseados na Bíblia, e cada vez mais pessoas passarão a aceitar e também a defender esses argumentos;

ð            já está em andamento, e se acentuará a proposição do Vaticano para que o mundo se volte para DEUS pela santificação do domingo e participação na missa, em especial na eucaristia, para que todos se encontrem ali com JESUS, dizendo que por essa via o mundo se salvará das atuais crises que aumentam a cada dia;

ð            paralelamente a isso, o Vaticano acentuará a adoração, não a JESUS, mas a Maria, proclamando-a como Co-redentora, como JESUS, anulando assim nas mentes das pessoas o trabalho redentivo daquele que por todos morreu, pois na prática de nada adianta ir a Maria – que na verdade está morta, e ela por ninguém morreu;

ð            essa mentira, e as outras, cairão nas mentes das pessoas diante da forte pregação dos poucos adventistas no mundo, mas que estarão pregando com um poder impressionante, incomparável ao trabalho de hoje por exemplo;

ð            então, diante dessa situação que não poderão conter nem contradizer, vem o decreto dominical, na tentativa de fazer calar esse pequeno grupo de pregadores da verdade eterna, cujas palavras são capazes de denunciar a mentira milenar, e de arrancar os adoradores sinceros ainda em babilônia (satanás sabe que estes saindo de babilônia, ela cai, assim como caíram, pelo fogo, Sodoma e Gomorra), cujas palavras podem derrubar babilônia;

ð            com o decreto, O Salvador se levanta, e derrama ainda maior poder de Seu Espírito, e a pregação se torna inexplicavelmente poderosa em todos os lugares, eis que agora, pelo próprio decreto, todos os adventistas, então desempregados, tem muito mais tempo para pregar e ensinar (DEUS os empregará imediatamente em Sua obra, pagando-lhes com pão e água do Céu);

ð            Os adventistas receberão pão e água do céu, e as safras da Terra não darão mais seu fruto por causa da deterioração das condições climáticas, pelo que vai haver grande fome, e as águas do mundo inteiro se contaminarão (por exemplo, pelo ‘prion’ da vaca louca, e outras pestes já andando por aí…), eles, o povo de DEUS remanescente, terão saúde impressionante (Elias, por exemplo, de uma só refeição do pão do Céu caminhou 40 dias e noites…) para trabalhar dia após dia sem parar, tudo será extremamente rápido nesses tempos, uma velocidade estonteante, em nada comparável aos dias de hoje;

ð            Sinais e maravilhas serão realizadas pelo povo de DEUS, mas satanás imitará muitos deles, mas não todos;

ð            Assim, o mundo inteiro será levado a decidir-se, ou pela vida, ou pela morte, e todos farão isso conscientemente, sabendo o que estão decidindo;

ð            Quando todos tiverem decidido, a porta da graça pode ser fechada, e será fechada, então vem as pragas e logo JESUS retorna para nos salvar a todos!

ð            Obs, o decreto dominical vem por causa do forte ensino da verdade sobre o sábado, em oposição ao domingo que nesses dias estará sendo apresentado ao mundo como a única saída para todas as crises já insolúveis que se agigantam sobre a humanidade, e que levará os homens a desmaiar de terror. O motivo do decreto é a pregação do sábado, a explicação dada será que os desastres ecológicos, a confusão social e política, etc, estão ocorrendo e piorando por causa dessa pregação, por isso, seria necessário calar esse pequeno grupo de, assim chamado “agitadores”, comparados aos atuais terroristas, embora não o sendo, pois pregam a lei do amor, não a do ódio, nem se envolvem com a violência!

Esse é um pequeno resumo do que vem pela frente. É quando os EUA impuserem, por decreto, a santificação do domingo que JESUS Se levanta pelo Seu povo (temos citações do Espírito de Profecia sobre isso, quem desejar, peça por e-mail o estudo do seguinte título: “EUA – Decreto dominical”, e enviaremos pela internet, sem custo). Então se inicia a sacudidura, e também o alto clamor e o refrigério (sensação da presença de DEUS ao nosso lado), e já estaremos no desfecho da pregação do evangelho de JESUS. Como ficar de fora de tamanha batalha? Por ela, muitas vidas acharão nada menos que a vida eterna!!!

4. Terça-feira: A ressurreição (Dan. 12:2)

Em Daniel 12:2, como a lição destaca com veemência, há uma verdade que põe por terra muitas crenças de origem pagã: muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, outros para morrerem de novo, a segunda morte, que é eterna. Portanto, não há alma imortal, por esse verso podemos garantir isso.

DEUS é fiel e justo (Deut. 32:4) e Ele há de trazer a juízo todas as obras (Ecles. 12:14), porque haverá ressurreição (Atos 24:15) e cada um receberá segundo como procedeu em vida (Rom. 2:5 e 6). Que vem a ser isto? Reafirmamos o que por diversas vezes já escrevemos e pregamos sobre a justiça de DEUS. Ela é simplesmente perfeita. DEUS não é tendencioso, não favorece alguns e carrega castigos a mais sobre outros. Ele não tem favoritos, nem se deixa influenciar por pressões. DEUS não deixa fora algumas informações que poderiam mudar o curso da Sua justiça, Ele considera tudo o que houve, todos os atos, todos os motivos, as intenções, e o que a pessoa fez com o que sabia, e o que fez para saber ou deixar de saber. Isso é muito importante, não seremos julgados quanto aquilo que não pudemos conhecer, mas também não seremos desculpados quanto aquilo que negligenciamos saber.

A questão em julgamento tem a ver diretamente com a vida eterna ou a morte eterna. Isso não é pouca coisa, se bem que, muitos, digo, a maioria dos que tem seus nomes escritos no livro da vida, não consideram a sua vida como algo importante, e fazem dela algo como se a pudessem a cada pouco adquirir mais na farmácia ou no mercado. Se a própria pessoa brinca com a sua vida, DEUS não terá essa pessoa em conta para receber o dom da vida eterna, ela mesma a negligenciou, quando seria tão fácil desejar viver sempre.

É simples de entender: querer viver sempre, isso todos querem, mas demonstrar que realmente quer tal dom, isso poucos fazem. Então, o querer de muitos é apenas superficial, não é convincente nem para elas mesmas, pois não estariam dispostas a lutar pela vida eterna caso isso fosse necessário. Prefeririam continuar com seus vícios, com sua indiferenças em relação ao que está escrito (tanto na Bíblia quanto no Espírito de Profecia), com seus maus testemunhos, apegados, não mais à idolatria, esta parece que o povo de DEUS passou a rejeitar desde que foi exilado em babilônia, mas ao mundanismo, que é uma espécie de idolatria mais suave, pouco perceptível, que quase todos toleram e até gostam. O mundanismo é o conjunto de interfaces com o mundo de satanás, o terreno de transição entre o Reino de DEUS e o império de satanás. É a faixa de terra de ninguém, onde se praticam coisas que não são motivo de atenção pela comissão da igreja. Seriam aqueles pecadinhos, aquelas práticas que, aparentemente, não são motivo de perdição, mas que tornam a igreja morna parecida com o mundo. JESUS disse, em João 17, “no mundo mas não do mundo”, porém, com o mundanismo, esses dizem, “no mundo, e um pouquinho só do mundo, bem pouco, que não deve ser motivo de preocupação”.

É também a isso que Daniel se referiu em Dan. 12:2, quando disse que outros iriam morrer para a vergonha eterna, e que Paulo escreveu aos Romanos (2:5 e 6), que cada um receberia a recompensa segundo seu procedimento, hoje é o suave e tolerável mundanismo. (Quantos no futuro irão lembrar-se de terem lido estas linhas, quando, após o fechamento da porta da graça, se encontrarem perdidos? Elas foram escritas, não para ferir, mas, se possível, para salvar alguém!)

Pois DEUS é justo, Ele nada desconsidera. Ele é paciente, espera pela decisão de todos, mas, é correto, a decisão de cada um será respeitada, e a Lei também. Ele está, com Sua paciência, aguardando que preguemos este evangelho a todos, quer nos dar poder para isto, e está aguardando que todos os vivos se decidam sobre o que querem com relação a sua própria vida.

5. Quarta-feira: O livro aberto (Dan. 12:4, 9 e 10)

O livro de Daniel abre-se no estudo do livro de Apocalipse, um conectado ao outro. “As coisas reveladas a Daniel foram mais tarde completadas pela revelação feita a João na ilha de Patmos.” (Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos, 114, grifo nosso) E: “Lede Apocalipse em conexão com Daniel. Ensinai essas coisas.” (Id. 115, grifo nosso)

Mas não é só isso. Devemos também estudar a história da humanidade, pois o que foi antevisto pela profecia, foi escrito nos livros de história, e é ela que esclarece a profecia, e lhe dá o corpo dos fatos. Mas também não é só isso, devemos também estudar os fatos atuais, pois a profecia aponta para os nossos dias. Isso é vigiar. Devemos ser capazes de interpretar as notícias que vem nos jornais todos os dias, e que tem a ver com o cenário profético muito denso, farto de acontecimentos nesses dias finais. A profecia é uma chave que abre a mente à compreensão da história e dos acontecimentos futuros, bem como explica a lógica do que aconteceu e do que vai acontecer. Atenção, profecia não é simplesmente uma previsão de futuro, mais do que isso, é a explicação das razões dos acontecimentos, os “por quês” a sua “lógica”, desvendando que tudo está atrelado à grande questão milenar sobre a adoração.

Assim que, para abrir e tirar os selos do livro de Daniel, deve ele ser estudado em conexão com as profecias do Apocalipse. É até trágico como ultimamente vem surgindo interpretações das profecias de Apocalipse sem conexão com Daniel, em especial a profecia de Apoc. 17:9. Há uma corrente que defende que os sete reis são os seis sistemas de governo de Roma, que se iniciaram em 753 aC., isto é, antes mesmo que Nabucodonosor e Daniel tivessem nascido, antes de serem dadas as profecias no Império Babilônico, isto é, é uma interpretação para trás… E a tal interpretação pouco serve para nos esclarecer os fatos dos dias atuais, pois tira fora a importantíssima ação dos Estados Unidos, poder político-militar fundamental para o tempo do fim, como sabemos. Tira fora também a ação de satanás, o oitavo rei, poder mais importante ainda no conflito final. Mais ainda, tira fora a ação sacerdotal de CRISTO e seu ministério no santíssimo, pois é quando Ele sai desse lugar que satanás se torna o oitavo rei, ficando livre para agir: “Assim o mundo tornar-se-á meu. Eu serei o governador da Terra, o príncipe do mundo. Controlarei assim as mentes sob meu poder para que o sábado de Deus seja um objeto especial de desprezo. Um sinal? – eu farei a observância do sétimo dia um sinal de deslealdade para com as autoridades da Terra. As leis humanas serão feitas tão rígidas que os homens e mulheres não ousarão observar o sábado do sétimo dia. Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A Terra estará inteiramente sob meu domínio”.” (PR, 184) “Retirando-Se Jesus do lugar santíssimo, ouvi o tilintar das campainhas sobre Suas vestes; e, ao sair Ele, uma nuvem de trevas cobriu os habitantes da Terra. Não havia então mediador entre o homem culpado e Deus, que fora ofendido. Enquanto Jesus permanecera entre Deus e o homem culposo, achava-se o povo sob repressão; quando, porém, Ele saiu de entre o homem e o Pai, essa restrição foi removida, e Satanás teve completo domínio sobre os que afinal não se arrependeram.” (HR, 403) Enquanto Jesus oficiava no santuário, era impossível serem derramadas as pragas; mas, terminando ali a Sua obra, e encerrando-se a Sua intercessão, nada havia para deter a ira de Deus, e ela irrompeu com fúria sobre a cabeça desabrigada do pecador culpado, que desdenhou a salvação e odiou a correção. Naquele tempo terrível, depois de finalizada a mediação de Jesus, os santos passaram a viver à vista de um Deus santo, sem intercessor.” (III PE, 280)

Essa e outras interpretações não está em conexão com Daniel 2, 7, 8 e 11, é algo que se apresenta no ar, e se estende para trás dos tempos iniciais da revelação profética, não para o futuro. Como se pode aceitar um tempo durar pouco, sendo ele de 1260 anos? Qual a intenção dessa interpretação? Por certo um tanto maliciosa, ou seja, desviar a atenção dos adoradores dos fatos atuais, da ação dos EUA e do espiritismo de satanás, para que continuem dormindo na mornidão. Essa interpretação desvia a atenção do principal articulador atual dos fatos proféticos, o império global dos EUA que agora se forma, e que se alia com o Vaticano e com o espiritismo, para impor sobre o mundo o decreto dominical. Por que não seguirmos as orientações de Ellen G. White, citadas acima, para assim entender os fatos como eles se apresentaram ao longo da história?

O livro aberto nos dá a seguinte seqüência de impérios na história da terra, contados após a primeira revelação a Nabucodonosor: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, Estados Unidos, Roma papal e então satanás. Esses são os sete reis de Apoc. 17:9, onde diz: “E são também sete reis” (ênfase acrescentada). Lendo Apoc. 17:10, abrimos a chave da revelação de Daniel, pois ali diz que cinco já caíram (Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma pagã e Roma papal, a primeira besta), um existe (Estados Unidos, que se torna a segunda besta), o outro ainda não chegou, mas quando chegar, tem de durar pouco (retorno de Roma papal, a primeira besta retornando em aliança com os Estados Unidos, que assim lhe faz uma imagem por meio do decreto dominical), mas esse retorno é curto, vai durar pouco.

E quem é o oitavo rei de Apoc. 17:11? É “ele”, que procede dos sete, ou, que esteve com os sete, satanás (ainda está vivo e esteve com os sete impérios dele!) e seu poder do espiritismo, e esse também dura pouco, pois daí em diante tudo dura pouco, e “caminha para a destruição”, pois logo vem a batalha do Armagedom, ou seja, conforme os escritos acima de EGW, satanás se torna o oitavo rei, rei sobre toda a Terra quando O Salvador sai do santíssimo!

Então os três últimos poderes de Apoc. 17: 10 e 11 se completam, é a tríplice aliança descrita em Apoc. 16:13 e 14 (a trindade de satanás), ou seja, da boca do dragão (espiritismo) da boca da besta (Vaticano) e da Boca do falso profeta (falso protestantismo americano) saem os espíritos imundos operadores de sinais para se dirigirem aos reis do mundo inteiro para ajunta-los à peleja do grande dia do DEUS vivo (Apoc. 16:14). Esse ajuntamento é a guerra contra o Cordeiro e os eleitos de Apoc. 17:14, mas serão derrotados, por isso o reinado do sétimo rei dura pouco, e o oitavo vai para a destruição, todos os três (EUA + Vaticano + satanás) serão destruídos nessa batalha do Armagedon.

E quem são os dez chifres de Apoc. 17:12 e 13? São as nações da Nova Ordem Mundial, em forma de blocos de nações, feixes para serem dominados por satanás pela ganância do comércio que os enriquece, a globalização. Assim como o Império Romano se dividiu inicialmente em dez, depois em muitos pedaços (Feudalismo medieval), assim hoje o Império Global se reunifica em blocos, para tentar dominar a política e o comércio global e dar o último assalto ao pequeno povo de DEUS. Mas, nesse tempo Se levanta Miguel (Dan. 12:1).

É complicado isso? Não, basta ler os livros de história com a Bíblia ao lado, aberta, e comparar fatos com a profecia, tendo como luz menor para orientar nos casos de dúvida os escritos de EGW.

DEUS disse a Daniel que as palavras de seu livro seriam encerradas até o fim, que no final muitos o estudariam e encontrariam a sua lógica, e que os sábios, isto é, as pessoas de princípios de vida baseados na Bíblia, entenderiam o significado das profecias de Daniel (evidentemente as referidas aos nossos dias). DEUS no-lo antecipou para que, quando viesse a acontecer, como agora estão acontecendo, crêssemos, e nos salvássemos.

6. Quinta-feira: Bem-aventurado o que espera (Dan. 12:11-13)

Temos aqui dois períodos de tempo, de 1290 anos e de 1335 anos, conforme Daniel 12:11 e 12. O tempo de 1290 anos passaria a ocorrer depois de ser tirado o costumado sacrifício e posta a abominação assoladora. Isso se refere à introdução da missa, que tira o costumado sacrifício JESUS realizado então no santuário celeste (desde a ascensão de CRISTO), pois pela missa as pessoas não se achegam mais a CRISTO em busca de perdão, mas a um padre, outro ser humano que necessita de perdão. Isso ocorreu a partir do ano de 394 dC, quando o sistema da missa diária foi instituído. Então, dessa data em diante o costumado sacrifício cuja continuidade se realizava no Céu, foi substituído na Terra por outro sistema sacerdotal, que a partir de então evoluiria de forma autônoma sempre mais distante do que CRISTO está fazendo, afastando as pessoas do salvador, mas cuidando para parecer o contrário. Por exemplo, mais tarde introduziram a eucaristia, depois as orações a Maria, aos mortos, etc.

Por sua vez, no ano 503, conforme explica o pastor Vilmar Gonzales em seu livro “Daniel e Apocalipse”, houve um concílio de bispos realizado em Roma onde o bispo de Roma, já chamado papa, obteve prerrogativas surpreendentes. Nesse ano o papa foi declarado substituto de DEUS, juiz e não podia ser julgado por pessoa alguma. Foi o ano em que o papa começou a se fazer igual a DEUS. No ano 508 Clóvis Merovi, imperador dos francos, chega ao auge das conquistas militares a favor do bispo de Roma. Clóvis, por decreto, declarou católicos todos os bárbaros de seu povo pagão ao ele se converter ao cristianismo. Então passou guerrear a favor do papa. Dessa data em diante, até 1798 passaram-se 1290 anos. Esse foi o tempo de supremacia teológica e religiosa do papa, o que se chama “abominação assoladora” como ensina o pastor Vilmar Gonzáles. Os 1260 anos, de 538 a 1798 são o tempo de supremacia temporal do papa, isto é, desde que exerceu grande poder político, então como chefe religioso e também como chefe temporal na Terra. No decorrer desses períodos de tempo a história nos revela ainda outros períodos de tempo que no entanto não constam do diagrama profético de Daniel. Um deles, por exemplo, do ano 800 a 1648, foi o tempo em que o papa obteve o poder de coroar reis e imperadores, um tempo menor entre os citados, de poder político mais intenso. Essa foi a primeira ordem mundial, que retornará agora como sexta ordem mundial, quando os EUA derem à besta o poder que possuía no tempo de seu longo reinado religioso e político.

Dessa mesma data anteriormente discutida, a de 508, se acrescentarmos 1335 anos, chegaremos até 1843, tempo em que se iniciou a restauração da verdade com o movimento milerita, que logo, um pouco mais adiante, resultou na restauração completa das verdades bíblicas combatidas pelo poder papal ao longo de muitos séculos.

Haveria então uma supremacia religiosa, que se iniciava antes de outra supremacia, a política. Durante esse tempo a opressão seria terrível. Feliz de quem esperasse pelo cumprimento dos 1335 anos, pois nesse tempo a verdade seria restaurada por completo, e outra vez haveria conhecimento suficiente para se adorar a DEUS como Criador, da maneira como Ele mesmo estabeleceu.

7. Aplicação do estudo – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

O tempo do fim é tempo de convergências. Os maiores acontecimentos da história do pecado se darão nesse tempo, exceto o da morte de JESUS na cruz. Veremos, e já vemos, o cumprimento de todas as profecias relacionadas aos efeitos do pecado; vemos a formação do super poder dos EUA para dominar o mundo, vemos a crescente pregação política em torno do domingo, já sentimos um crescente derramamento da ação do Espírito Santo sobre os verdadeiros adoradores na Terra, e anunciam a vinda de JESUS e a forma de como Ele merece ser adorado, algo que Ele mesmo estabeleceu; vemos o solene pronunciamento da natureza com relação aos tempos em que vivemos, mas, não vemos reação dos homens. Estes, como os de Sodoma, continuam a trabalhar, a negociar e a festejar como se nada viesse a mudar por muito tempo na Terra. Muitos dentre o remanescente fazem a mesma coisa. Todos serão pegos de surpresa, pois é nesse tempo que JESUS Se manifestará com poder e glória como nunca vistos em toda a história do Universo.

Ao final dessa maratona de estudos, de pesquisas, de muita aprendizagem, com descobertas maravilhosas sobre a verdade do plano de salvação, pessoalmente, quero propor um solene pacto com todos os meus leitores: tomemos uma firme decisão, renunciemos ao mundo e seus atrativos, seu mundanismo, suas ciladas, e nos voltemos exclusivamente para o nosso Criador e Senhor JESUS CRISTO. Que naquele dia nenhum de nos, do que tem escrito esses comentários, dos que o tem retransmitido pela internet a milhares de pessoas, dos que tem feito cópias para distribuir, dos que com eles tem elaborado programas de rádio, e que os tem utilizado para ensinar a seus alunos em suas classes de estudo, enfim, das milhares de pessoas que tornaram um trabalho humilde saído do porão de uma casa no interior do Brasil um ministério, não meu, mas de todos que já são tantos, um ministério para salvar. Isso também faz parte dessas profecias que nesse semestre estudamos. É como ensina a última lição do trimestre, após 1843/44 a luz outra vez brilharia sobre o planeta.

Assim como esse pequeno trabalho que outros tornam muito grande, há também outras pessoas que com humildade fazem a sua parte. A essas pessoas, outros se agregam, e o que iniciou pequeno, pelo poder do Espírito Santo se torna grande. É preciso que todos façamos alguma coisa, e há tantas escolhas, tantas oportunidades para trabalhar! E se não for assim, há muitas outras formas novas de trabalho pela vida eterna das pessoas que podem ser inventadas. É um campo desafiador, onde podemos exercer nossa criatividade, tendo a satisfação de contar com o infinitamente competente Espírito Santo. Por meio dele o trabalho adquirirá qualidade e dará resultados.

Agradecemos a todos, e o pacto que propomos é de nos encontrarmos, durante a viagem, na nuvem, nos conhecermos e fazermos planos para o futuro glorioso que então teremos pela frente. Do dia da salvação em diante, tudo sempre será futuro, pois na eternidade o futuro será sempre infinitamente maior que o passado.

Um abraço amigo a todos, e que em vossas igrejas, crianças, adolescentes, jovens, adultos e os da melhor idade, que todos se unam como um só organismo, tendo por cabeça o Salvador, para a conclusão da pregação, porque então Ele virá para nos buscar!

Professor Sikberto R. Marks

Escrito entre: 17/11/2004 a 24/11/2004

Revisado em 25/11/2004

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2 respostas para O Tempo do Fim

  1. Ricardo disse:

    Bom dia!

    Gostei muito da explicação, sobre Daniel 11, fiz alguns estudos sobre o reino do norte e o reino do sul, isso conversando até com alguns pastores

  2. Ricardo disse:

    Desculpa não terminei…..

    Conversando com alguns pastores alguns diz que o Reino do Norte poderia ser a Russia que Ezequiel 38 e 39 não perdeu o seu valor nos dias de hoje.
    Porque ela diz o virá do extremo norte sabemos que historia que o povo de gogue são povos ou paises que fazia parte da antiga União Sovietica, que a grande muro da China se chama grandes Muros de Magogue que era pra se proteger dos povos de gogue.
    Diz também isso aconteceria nos finais dos dias alguns biblia diz nos finais dos dias.
    Eu tinha um artigo da folha de São Paulo se Israel atacar o Irã viria intervir militarmente, pois lá Ezequiel fala de alguns paises que participarão desse exercito o nome deles são Persia atual (Irã), Etiopia, Pute atual ( Libia), pois esse paises são maiores compradores de armas russas como tambem asinarão varios acordos militares.
    No capitulo 11: 43 de Daniel fala que esses paises virão junto com o Rei do Norte.
    Conversando o pastor Cesar Augusto que hoje é possivel identificar a Russia como o Reino do Norte, no versiculo 40 fala o rei do sul lutará( Estados Unidos, Israel e Inglaterra já esses dois paises protegem Israel) com ele( poder do papado), más o rei do norte lutará contra ele.
    Vamos para os dias de hoje recentemente vimos a os Estados Unidos vem querendo estalar o escudo anti – misseis nos paises da URSS, pois acha que ameaça vira do Irã ou da Coreia do Norte saiu uma reportagem no jornal globo que o pentagono garantiu que a maior ameaça externa é ainda a Russia, pois o pentagono advertiu que tecnologia russia já é superior a deles no armamento escalar é superior, o general americano disse enquanto America está na segunda geração os russos estão indo pra sexta geração, com essa tecnologia a marinha americana está indefesa, pois o misseis russos o radar não pega.
    recentementa vimos a Guerra na Georgia em três dias o Russia acabou com o exercito da Georgia que deixaram o Ocidente impressionado, principalmenta os Estados Unidos, pois achavam que a Russia iria ficar calada e ainda desafiou os Estados Unidos.
    Também foi provado que os caças russos são superiores em relação aos americanos na guerra entre India e Paquistão que 98% das vitorias foram da India com SU 30 e 27 e Migs 21, 27 e 29 sobre os F-16 e F-15 do Pasquistão em combate aereo real, fontes seguras do pentagono, em 2006 cincos caças Bombardeiro russos SU 30 e 34 voram em cima dos porta – aviões americanos no pacifico sem que o radar pegasse depois de 40 minutos eles perceberam decolaram os F-16 para intercipitar pois os aviões já estava no espaço aereo russo.
    Também em 2006 marinha americana estava fazendo exercicio de guerra dois submarinos nucleares chineses de fabricação russa emergiram sobre os porta – aviões americanos sem que o radar o pegasse se fosse uma guerra de verdade a marinha americana estaria perdida.
    Tudo isso o general americano escreve no seu livro americana em chamas.
    Putin disse que a velha Russia Einslten não existe mais, vemos nas ultimas reportagem que a Russia ativou todas sua bases sovieticas no oriente medio e na Asia naqueles paises que fazia parte da antiga União Sovietica, cada dia ela esta voltando no cenario mundial.
    Pois dos os sistema de defesa desses paises são russos sistema de ultima geração.
    Inclusive até o Brasil esta interessado.
    Será mesmo que Ezequiel 38 e 39 não tem valor?

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