Porque o Santuário Celeste é dividido em Lugar Santo e Santíssimo?

Lugar santíssimo ------- Lugar Santo -------------------

O Adventismo e a Bíblia ensinam que Deus estava com Jesus no Lugar Santo do ano 31 até 22/10/1844. Cristo não esperou 1 segundo sequer para estar a direita de Deus, a partir do momento que subiu ao Céu. Em 1844 Pai e Filho passaram para o compartimento santíssimo. Deus não está limitado a cômodos. O motivo da existência desses 2 cômodos está ligado a história da redenção. No primeiro compartimento é feito apenas o trabalho de intercessão dos pecados e ajuda à Igreja. No segundo compartimento é instaurado o julgamento, é feita a abertura dos livros.

Em 1844, quando Pai e Filho adentraram o Santíssimo, começaram a ser analisados os casos de todas as pessoas que já morreram na face da Terra, desde a criação até os dias de hoje. Terminando de analisar os mortos, começa-se analisar os vivos. A análise dos vivos é feita mediante a PROVA DA MARCA DA BESTA. Ela dura apenas alguns meses. Encerrando essa prova para saber quem está do lado de Deus, inicia-se a segunda vinda de Jesus. (Deus marca data para os anjos o acompanharem).

Quer dizer então que desde 1844 a análise da vida dos humanos falecidos ainda não terminou?

Bilhões de humanos passaram pela Terra desde a criação de Adão e Eva. Deus e Cristo poderiam acabar em pouco tempo a classificação de todos (entre salvos e perdidos) com a entrega dos devidos prêmios aos salvos (galardões). (OBS: Não pense você que fica com a bunda sentada o dia inteiro na cadeira vai receber grande coisa, comparado com aqueles que viajaram o mundo pregando a verdade). Porém, Cristo faz o julgamento para os ANJOS verem e depois para os salvos poderem conferir os registros. Assim Deus prolonga o tempo o suficiente para sua criação acompanhar o que ELE está fazendo. Por isso é demorado.

É provavel também que o julgamento os mortos já tenha terminado e Deus não pôde entrar no julgamento dos vivos pois a Igreja ainda não está preparada em santidade para suportar o Apocalipse. Assim Deus e Cristo vão fazendo trabalho de ‘formiguinha’: apenas decidindo o caso dos que vão falecendo atualmente.

Observação para não adventistas: Os falecidos não estão acompanhando o julgamento. Espiritismo, Budismo, Paganismo e até o Catolicismo ensinam que os falecidos estão vivos em algum lugar. A Bíblia ensina que eles não estão vivos em lugar nenhum. Ela estabelece uma DATA para eles voltarem a viver: No dia da ressurreição dos mortos. Assim, o julgamento que Deus faz, é apenas na presença dos anjos. Os bons serão ressuscitados na volta de Jesus, e os maus em tempo posterior para receberem a pena estabelecida no julgamento. É muito dificil num artigo de blog explicar todos os detalhes, mas muitos podem ficar revoltados com essa explicação e levantar a história bíblica de que Moisés e Elias desceram do Céu para conversar com Jesus:

(Mateus 17:3) –  E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Jesus.

A Bíblia ensina que Elias foi levado VIVO aos Céus. E Moisés fora ressuscitado por Deus, após uma discussão do Arcanjo Miguel com Lúcifer (Judas 1:9). Dessa maneira Moisés e Elias e um pequeno grupo de salvos (descrito em Mateus 27:53) receberam JULGAMENTO ANTECIPADO e foram levados antes para o Céu.

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4 respostas para Porque o Santuário Celeste é dividido em Lugar Santo e Santíssimo?

  1. Prove tudo isso pela Bíblia, gostaria de ver evidências claras sobre isso, não exegeses sectárias.

  2. jrmanaus disse:

    Olá irmãos. A doutrina do santuário, que poucas igrejas estudam, deve ser entendida no contexto da redenção bem como no contexto do juízo. Segue abaixo um texto (um pouco longo) com o objetivo de contribuir com o tema. Dividirei em partes, assim quem quiser pode imprimir e ler com calma.

    PARTE 1

    Há muitos séculos atrás, antes da criação do homem, a bíblia narra que houve uma batalha nos céus. (apocalipse 12.7-10). Lúcifer, um anjo perfeito se rebelou contra Deus, querendo usurpar o trono de Deus (Isaias 14:12-14 Ezequiel 28:14), com sua astúcia ele convenceu a terça parte dos anjos do céus (apoc.12:4-9) em sua rebelião

    Como então resolver tudo isso?

    Deus irá julgar todos, pois Deus mesmo é o Juiz (Salmos 50:6). A bíblia diz que Deus é justo e fiel. Então devemos crer na sua justiça.

    A bíblia nos mostra em muitos momentos que haverá o Juízo divino

    1. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más.” (Eclesiastes 12:14)
    2. “Porquanto [Deus] estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça…” (Atos 17:31)
    3. “Porque importa que todos nós compareçamos ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.” (II Coríntios 5:10)

    Para compreender as profecias do Apocalipse é preciso conhecer bem o Velho Testamento. Isso porque, no Apocalipse, muitos detalhes proféticos do Velho Testamento cobram sentido. No Apocalipse está o maravilhoso final da história que começa no Gênesis. Portanto, para saber quando começa o juízo que o Apocalipse menciona, é preciso rever, na história bíblica, quando se realizava o juízo em Israel, o povo de Deus no Velho Testamento.
    Segundo o Mishná, que é a coleção dos escritos judeus, o juízo de Israel começava no primeiro dia do sétimo mês, com a Festa das Trombetas, e terminava no décimo dia, com a Cerimônia da Expiação. Até hoje esse dia é denominado “Yom Kippur”, que significa literalmente “dia do juízo”.2 Nesse dia, cada verdadeiro israelita renovava sua consagração a Deus e confirmava seu arrependimento, ficando, assim, perdoado e limpo. (Levítico 16:30)
    Nesse dia, também, o sumo sacerdote de Israel efetuava a limpeza ou purificação do santuário, com sacrifícios de animais. Note agora o que a Bíblia diz a esse respeito: “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus se purificassem com tais sacrifícios; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo Céu, para compadecer, agora, por nós, diante de Deus.” (Hebreus 9:23 e 24).

  3. jrmanaus disse:

    Parte 2: A profecia das 2300 tardes e manhãs

    Daniel 8:14, “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado.”

    Essa profecia não pode se referir à purificação do santuário de Israel, porque essa purificação era realizada a cada ano. Aqui está falando necessariamente da purificação do Santuário nos Céus feito uma única vez. E isto é confirmado pela própria Bíblia (Hebreus 9:25 e 26). Isso que dizer que, se descobrimos quando termina essa profecia, teremos descoberto o dia da purificação do Santuário Celestial, ou seja, o dia do juízo dos seres humanos.
    Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que, em profecia, um dia equivale a um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6 e 7). Para saber, então, quando termina esse período de dois mil e trezentos anos é preciso saber quando ele começa. Essa profecia foi revelada ao profeta Daniel com a seguinte advertência: “A visão da tarde e da manhã é verdadeira. Tu porém cerra a visão porque se refere a dias mui distantes.” (Daniel 8:26). E Daniel acrescenta: “Eu, Daniel, desmaiei, e estive enfermo alguns dias… E espantei-me acerca da visão, pois não havia quem entendesse.” (Daniel 8:27).
    Enquanto Daniel orava pedindo que Deus lhe revelasse o significado da profecia, o anjo apresentou-se novamente ao profeta, dizendo: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão… Sabe e entende, que desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas… E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício.” (Daniel 9:23 a 27).
    Nesse texto estão contidos dados necessários para entender a profecia. Com essa declaração bíblica podemos estabelecer o seguinte diagrama: (primeiro leia os pontos explicativos e depois olhe para a tabela).

    1. Perceba que o período profético de 2300 anos começa quando saiu “a ordem para restaurar e edificar Jerusalém”. (Daniel 9:25; Esdras 7:7 e 11; Esdras 7:21 e 22). E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C. Este é, então, o ano do início do período profético.

    2. A profecia diz que, do ano 457 a.C. “até o Ungido Príncipe” (ou seja, o batismo de Jesus), haveria “sete semanas e sessenta e duas semanas”. Esse total de 69 semanas, em linguagem profética, equivale a 483 anos, o que nos leva ao ano 27 d.C., data em que historicamente realizou-se o batismo de Jesus. Até aqui a profecia tem-se cumprido com exatidão.

    3. A profecia fala de uma semana a mais (sete dias proféticos = sete anos), que nos leva do ano 27 d.C. até o ano 34 d.C., quando o apóstolo Estevão foi apedrejado pelo povo judeu e, com isso, o tempo de Israel estava acabado. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo” (Daniel 9:24), tinha dito o anjo ao explicar a profecia para Daniel. Isso também se cumpriu com exatidão.

    4. A profecia afirma que, na metade dessa última semana – que nos leva ao ano 31 d.C. – “fará cessar o sacrifício”. Noutras palavras, Jesus morreria na cruz e já não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava. A História registra que, exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, e você pode ver mais uma vez como a profecia se cumpriu de maneira extraordinária.

    5. Até aqui, tudo aconteceu como estava previsto. A profecia foi dada a Daniel por volta do ano 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu ao pé da letra.

    6. Agora me acompanhe no raciocínio. Se, depois do período de 70 semanas (490 anos) continuarmos contando o tempo, concluiremos que o período de 2300 anos termina em 1844. Quer dizer que, naquele ano, segundo a profecia, o Santuário Celestial seria purificado, ou seja, começaria o grande julgamento da raça humana

    • 457 a.C. – Emissão da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11 e 12).
    • 408 a.C. – Jerusalém reconstruída e o Estado judeu restaurado.
    • 27 d.C. – Batismo de Jesus (Mateus 3:13 a 17).
    • 34 d.C. – Morte de Estevão (Atos 7:54 a 60); a Igreja é perseguida (Atos 8:1 a 3) e o Evangelho é levado aos gentios (Atos 13:44 a 48).
    • 1844 – Início do Juízo Investigativo (Daniel 8:14; Apocalipse 3:7 e 8).

    Os 490 anos finalizaram em 34 d.C. Ao separarmos 490 anos dos 2300 anos, restam ainda 1810 anos.

    2300 – 490 = 1810 anos

    Uma vez que os 2300 anos deveriam estender-se 1810 anos para além do ano 34 d.C. Ou seja, 1844.

    1810 + 34 = 1844 dC

  4. jrmanaus disse:

    Parte final:

    Veja como o profeta Daniel descreve o juízo celestial: “Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias Se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a lã pura… um rio de fogo manava e saía de diante dEle. Milhares e milhares O serviam, e miríades e miríades estavam diante dEle; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.” (Daniel 7:9 e 10) Note, aí estão o Juiz e também os livros.

    No santuário de Israel, a porta que levava do lugar santo ao lugar santíssimo, era aberta a cada ano, no Dia da Expiação (que era o dia do juízo). Com relação ao Santuário Celestial é dito que:
    “Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que Ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado.” (Hebreus 9:24 a 26)

    Que dizer que, em 1844, a porta entre o lugar santo e o lugar santíssimo, lá nos Céus, abriu-se para que Jesus pudesse iniciar a purificação do Santuário. E quando essa porta se abriu, veja o que João viu:
    “Imediatamente, eu me achei no espírito, e eis armado no Céu um trono, e no trono alguém sentado.” (Apocalipse 4:2).
    Depois, João descreve a cena ao longo de todo o capítulo quatro de Apocalipse. Ali são mencionados: o trono de Deus, rodeado de querubins; um arco-íris em cima do trono; e, em volta, 24 pequenos tronos onde se assentam 24 anciãos, que declaram: “Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder.” (Apocalipse 4:11).
    Não são semelhantes essa declaração e a do anjo de Apocalipse 14, que proclama: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de seu juízo”? Anjos no Céu e homens na Terra confirmam que a glória pertence a Deus, porque alguém quer usurpar essa glória. Depois de descrever a cena, João continua: “Vi na mão direita dAquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro, e por fora selado com sete selos.”
    Está montada a cena. O tribunal está instalado. Segundo a profecia isso aconteceu em 1844 e, no presente momento, a humanidade está sendo julgada.

    Espero ter ajudado.
    Abraço a todos

    fonte: http://www.jesusvoltara.com.br

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