‘Santa’ Missa: Sacrifício Falso e Símbolos Pagãos

Uma das bases do livro sagrado de DEUS é que ele enviaria seu FILHO para morrer uma única vez, sem segundo sacrifício, sem novo derramamento de sangue: um sacrifício perfeito que não precisa e não deve ser repetido. Pela fé nesse sacrifício os crentes entrariam no Céu.

Hebreus 9:25-26 –  Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; de outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.

Mas então a Igreja Católica criou um CULTO FALSO sobre aquilo que Deus estabeleceu. Inventou a missa, com um pão, a HÓSTIA que seria parte verdadeira da carne de Cristo. Assim, Cristo seria sacrificado a cada missa, NOVAMENTE. Na Hóstia vem escritos os símbolos luciferianos: IHS que significam: “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo do deus Sol.

O próprio objeto que leva o pão luciferiano tem a imagem do SOL! Apenas uma doutrina luciferiana pode atropelar aquilo que Deus ensinou em Hebreus 9:25-26: de que Cristo não é sacrificado várias vezes.

Vejamos 3 testemunhos de protestantes condenados por desmascarar a Eucaristia (tirados do Livro dos Mártires)

No século décimo terceiro um erudito chamado Almerico e seis de seus discípulos, foram queimados em Paris por afirmarem que Deus não estava mais presente no pão sacramental que em qualquer outro pão; que era idolatria construir altares ou santuários aos santos, e que era ridículo oferecê-lhes incenso. p. 58.

Matthew Plaise, um tecelão e cristão sincero e agudo, foi levado diante de Tomás, bispo de Dover, e de outros inquisidores, aos que embromou engenhosamente com suas respostas indiretas, das que se segue uma amostra:

Doutor Harpsfield: Cristo chamou ao pão Seu corpo; que dizes tu que é?

Plaise: Creio que é o que lhes deu.

Dr. H.: E que era?

P: O que Ele partiu.

Dr. H.: E que partiu?

P: O que tomou.

Dr. H.: Que tomou?

P: Digo eu que o que lhes deu, o que certamente comeram.

Dr. H.: Bem, então tu dizes que era somente pão o que os discípulos comeram.

P: Eu digo que o que Ele lhes deu é o que eles verdadeiramente comeram.

Seguiu-se uma discussão muito prolongada, na qual pediram a Plaise que se humilhasse ante o bispo; mas a isto ele recusou. Não se sabe se este valoroso homem morreu no cárcere, se foi executado ou liberado. p. 274-275

Senhora Prest: Ao levar o bispo o interrogatório a seu desfecho acerca do pão e do vinho, que ele afirmava eram carne e sangue, a senhora Prest disse: “Eu vos perguntarei se podeis negar vosso credo, que diz que Cristo está perpetuamente sentado à destra do Pai, em companheiro e alma, até Ele voltar; ou que Ele está no céu como nosso Advogado, para interceder por nós ante Deus seu Pai. Se for assim, Ele não está na terra num pedaço de pão. Se Ele não está aqui, e se não mora em templos feitos por mãos, senão no céu, quê? O buscaremos aqui? Se Ele não ofereceu Seu corpo de uma vez para sempre, por que fazes outra nova oferta? Se com uma oferta o fez tudo na perfeição, por que você outros com uma falsa oferenda tornais tudo imperfeito? Se Ele deve ser adorado em espírito e em verdade, por que vós adorais um pedaço de pão? Se Ele for comido e bebido em fé e em verdade; se Seu carne não é proveitoso para estar entre nós, por que dizeis que fazeis que Seu carne e sangue, dizendo que é proveitosa tanto para o corpo como para a alma? Ay! Eu sou uma pobre mulher, mas antes de fazer o que dizeis, prefiro não viver mais. Acabei, senhor”.

Entregue ao xerife maior, foi levada pelo oficial ao lugar da execução, fora das muralhas de Exeter, chamado Sothenhey, onde de novo os supersticiosos sacerdotes a assaltaram. Enquanto estavam amarrando-a à estaca, ela exclamava de contínuo: “Deus, tem piedade de mim, pecadora!”. Suportando pacientemente o fogo devorador, ficou reduzida a cinzas, e assim acabou uma vida que não foi superada em quanto a uma imutável fidelidade à causa de Cristo por nenhum mártir precedente. p. 292-295

PARA SABER MAIS

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3 respostas para ‘Santa’ Missa: Sacrifício Falso e Símbolos Pagãos

  1. Pingback: A Destruição da Igreja Católica: Artigos e Videos Essenciais | Adventismo em Foco

  2. “Na Hóstia vem escritos os símbolos luciferianos: IHS que significam: “Isis, Horus, Seb”, três deuses que vinham logo abaixo do deus Sol”.
    Há que se fazer algumas observações pertinentes: tornou-se costume de alguns grupos religiosos associarem manifestações religiosas das quais discordam a algo relacionada a cultos satânicos.
    As três entidades acima são personagens da mitologia egípcia; da época em que os povos primitivos costumavam divinizar seres e forças da natureza e desenvolviam mitologias envolvendo-os, como uma forma de explicar o mundo que os cercava, pois viviam numa época pré-científica.
    Não considerar isso é falta de bom senso de nossa parte. Não se pode julgar a mente de povos primitivos segundo padrões atuais, isto é, segundo o que se entende ser o “homem civilizado”, conhecedor da ciência; como se naquela época o homem tivesse outras formas de explicar o mundo que não a mitologia (filosofia, religião cristã e mesmo a ciência sistematizada vieram bem depois).
    É preocupante o fato de que em pleno século XXI, a dificuldade de entender certas manifestações antigas, próprias de sociedades pré-científicas, sejam indiscriminadamente taxadas de “satanismo”, quando essas entidades estão longe de representar o que, sobretudo o cristianismo, entende por “Satã”, ou “Lúcifer” (como diz o artigo). Ver como divina a sua fé não é razão para satanizar as demais; quando em vez de procurar entender certas manifestações religiosas e/ou culturais, busca-se satanizá-las (postura desrespeitosa, tal qual a adotada pelos europeus católicos contra as comunidades indígenas nativas, como se essas comunidades tivessem obrigação de já saber o que era o cristianismo antes que lhes fossem anunciado)
    Horus, na mitologia egípcia representa o deus dos céus; Isis, a deusa da maternidade e da fecundidade e o deus Seb (também conhecido por “Geb”) é o deus-terra (nada a ver com satã).
    Quanto ao monograma IHS, encontrado na hóstia, não precisa ser um grande estudioso para saber que o catolicismo não cultua a mitologia egípcia, nem acredita nesses imaginados “deuses” pelos egípcios da Antiguidade. Portanto, atribuir ao monograma IHS, contido na hóstia e no sacrário, referência a esses deuses imaginários, é pura fantasia.
    No Catolicismo, o latim é a língua oficial. Inclusive, todos os documentos publicados pelo Vaticano são originalmente escritos em latim; depois traduzidos para as línguas vernáculas, embora mantenham os títulos em latim.
    O monograma “IHS”, que acima se faz referência, é abreviatura da expressão latina “Iesus Hominum Salvatore” (que significa: Jesus salvador dos homens). Logo acima, vê-se a cruz, instrumento pelo qual ocorreu a salvação.
    Se Iesus Hominum Salvatore é uma mensagem luciferiana, por que ainda lemos a Bíblia?
    Talvez se antes de se publicar certas “informações” se tivesse o cuidado de investigar sua procedência, não se daria tanto crédito a coisas infundadas. Se ainda assim, insistíssemos em divulgá-las, em nome de nossas convicções religiosas, faltaríamos com a honestidade intelectual e, em última instância, com a verdade.
    Quanto a celebração da Ceia do Senhor (eucaristia), no catolicismo ser diária, à exceção da Sexta-Feira Santa, há fundamentação suficiente para sustentá-la, mas se há grupos cristãos que a celebram apenas uma vez por ano, nem por isso devem ser criticados (é a teologia deles que assim os faz viver a fé) – e assim que penso.
    Tolerência, também é sinal de amor, o que passa disso é fundamentalismo – que tanto mal faz à sociedade.

  3. Recentemente teci um comentário sobre este artigo (“‘Santa’ Missa: Sacrifício Falso e Símbolos Pagãos”). Embora nele eu apenas explicasse a improcedência da tese de que as letras IHS fossem referências a divindades egípcias, tal comentário não foi publicado – o que me faz chegar a uma lamentável conclusão: aqui tende-se a publicar dois tipos de comentários: os que concordam com tudo o que se publica e os que discordam (simplesmente por discordar), para que assim sejam facilmente combatidos. Se, porém, discordar apresentado argumentos razoáveis, a tendência é que nada seja publicado.
    Tomara que eu esteja errado, e comentários, desde que respeitosos, sejam publicados, ainda que contrários ao que se afirma nos artigos. Pois onde há tanta coragem para falar, coragem para permitir que quem pensa diferente fale, é o mínimo que se espera de quem diz anunciar a verdade, mas não está empenhado em impôr uma “verdade”.

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