As Portas do Inferno prevaleceram contra a Igreja Católica pois ela não era a Igreja de Deus

A Igreja Católica é descrita em APOCALIPSE 17 como a esposa falsa de Cristo, cavalgando sobre um animal, símbolo do envolvimento do clero com as políticas imundas dos Reis da Terra:

Jesus disse que as Portas do Inferno não prevaleceriam contra a Igreja.

As Portas do Inferno prevaleceram contra a Igreja Católica pois ela não era a Igreja de Deus. A Igreja de Deus é formada pelos santos vivos que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus (Apocalipse 14:12). Os Católicos não guardam os 10 mandamentos de Deus descritos em Êxodo 20:3-17. São idólatras em sua maioria aos Super-Homens que chamam de Expedito, Jorge, Antônio que tudo podem e tudo fazem. Veneram a deusa mãe e tem como Pai, não Deus, mas o Papa e os Padres.

Porém, a verdade embora tenha sido corrompida, prevaleceu, mas não dentro dela obviamente. A Igreja de Deus prosperou ao longo dos séculos entre os perseguidos pela justiça e pela fé e hoje, no século 21, se faz presente de maneira institucional na Igreja Adventista do Sétimo Dia.

PORÉM:

“Deus tem filhos, muitos deles nas igrejas protestantes, e um grande número nas igrejas católicas, que são mais fiéis para obedecer à luz e para proceder de acordo com o seu conhecimento do que um grande número entre os adventistas observadores do sábado que não andam na luz. O Senhor quer que a mensagem da verdade seja proclamada, para que os protestantes [e católicos] sejam advertidos e despertados […]”.

Mensagens Escolhidas, Volume 3, p. 386.

PARA SABER MAIS

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6 respostas para As Portas do Inferno prevaleceram contra a Igreja Católica pois ela não era a Igreja de Deus

  1. João Carlos disse:

    dez mandamentos bíblicos = certos
    dez mandamentos católicos ( é alterado) = errado

  2. Muitos textos inspirados da serva do Senhor, Ellen G. White, falam sobre como devemos nos relacionar com membros de outras denominações, inclusive católicos. Como sempre, as orientações divinas têm muito a nos ensinar:

    É necessário que seja sempre manifesto que somos reformadores, mas não fanáticos. Quando nossos obreiros entram em um novo campo, devem procurar relacionar-se com os pastores das várias igrejas do lugar. Muito se tem perdido por negligenciar isso. Se nossos ministros se mostrarem amigáveis e sociáveis, e não agirem como se tivessem vergonha da mensagem que apresentam, isso terá excelente efeito, e podem dar a esses pastores e a suas congregações impressões favoráveis da verdade. Seja como for, é direito proporcionar-lhes a oportunidade de ser bondosos e favoráveis, se o quiserem. {Ev 143.4}

    Nossos obreiros devem ser muito cuidadosos em não darem a impressão de ser lobos que se procuram introduzir para apanhar as ovelhas, mas deixar que os ministros compreendam sua posição e o objetivo da missão que lhes cabe — chamar a atenção do povo para as verdades da Palavra de Deus. Há muitas dessas, que são caras a todos os cristãos. Essas verdades são terrenos comuns, em que podemos nos encontrar com as pessoas de outras denominações; e ao nos relacionarmos com elas, devemos demorar-nos mais sobre os assuntos em que todos sentimos interesse, e que não encaminharão direta e incisivamente aos pontos de discórdia. — The Review and Herald, 13 de Junho de 1912. {Ev 143.5}

    Não devemos, ao entrar em um lugar, levantar barreiras desnecessárias entre nós e outras denominações, especialmente os católicos, de modo que eles pensem que somos seus inimigos declarados. Não devemos criar desnecessariamente um preconceito na mente deles com o fazer-lhes um ataque. Há muitos entre os católicos que vivem incomparavelmente mais segundo a luz que têm do que muitos que professam crer na verdade presente, e Deus os provará tão certamente como tem provado a nós. — Manuscrito 14, 1887. {Ev 144.1}

    Que aqueles que escrevem em nossas revistas não dirijam rudes ataques e alusões que por certo hão de causar dano, e que obstruirão o caminho e nos impedirão de fazer a obra que devemos fazer a fim de alcançar todas as classes, inclusive os católicos. É nossa obra falar a verdade em amor, e não misturar com a verdade os elementos não santificados do coração natural, e falar coisas que se assemelhem ao mesmo espírito possuído por nossos inimigos. Todas as ásperas acusações recairão sobre nós em medida dupla, quando o poder estiver nas mãos dos que o podem exercer para nosso dano. Muitas e muitas vezes me foi dada a mensagem de que não devemos, a menos que isso seja positivamente necessário para vindicar a verdade, dizer, especialmente em relação a pessoas, uma palavra nem publicar uma sentença que possa instigar nossos inimigos contra nós, e despertar suas paixões até à incandescência. Nossa obra logo será impedida, e logo virá sobre nós o tempo de angústia, tal como nunca houve, e do qual pouca ideia temos. {OP 40.3}

    Que aqueles que escrevem em nossas revistas não dirijam rudes ataques e alusões que por certo hão de causar dano, e que obstruirão o caminho e nos impedirão de fazer a obra que devemos fazer a fim de alcançar todas as classes, inclusive os católicos. É nossa obra falar a verdade em amor, e não misturar com a verdade os elementos não santificados do coração natural, e falar coisas que se assemelhem ao mesmo espírito possuído por nossos inimigos. Todas as ásperas acusações recairão sobre nós em medida dupla, quando o poder estiver nas mãos dos que o podem exercer para nosso dano. Muitas e muitas vezes me foi dada a mensagem de que não devemos, a menos que isso seja positivamente necessário para vindicar a verdade, dizer, especialmente em relação a pessoas, uma palavra nem publicar uma sentença que possa instigar nossos inimigos contra nós, e despertar suas paixões até à incandescência. … {Ev 574.3}

    É verdade que nos é ordenado: “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados” (Is 58:1). Essa mensagem tem de ser dada, mas apesar disso, devemos ter o cuidado de não acusar, constranger e condenar os que não possuem a luz que possuímos. Não devemos sair de nosso caminho para fazer duras acusações aos católicos. Entre eles existem muitos que são cristãos conscienciosos, que vivem segundo a luz que lhes é proporcionada, e Deus atuará em seu favor. Os que têm grandes privilégios e oportunidades, e que não têm aproveitado suas faculdades físicas, mentais e morais, mas antes vivido para agradar a si mesmos e se têm recusado a desempenhar sua responsabilidade, esses estão em maior perigo e em maior condenação diante de Deus, do que os que se acham em erro no que respeita à doutrina, mas, não obstante, procuram viver para fazer bem aos outros. Não censuremos os outros; não os condenemos. {OP 42.3}

    Se permitirmos que considerações egoístas, raciocínio falso e falsas desculpas nos levem a um perverso estado de espírito e coração, de maneira que não saibamos os caminhos e a vontade de Deus, seremos muito mais culpados do que um pecador declarado. Precisamos ser cautelosos para não condenar os que, diante de Deus, são menos culpados do que nós. {OP 42.4}

    Que todos conservem em mente que, em nenhuma situação, devemos convidar a perseguição. Não devemos utilizar palavras ásperas e cortantes. Que tais palavras sejam mantidas longe de qualquer artigo escrito ou de qualquer discurso proferido. Seja a Palavra de Deus que repreenda e corrija; que os homens finitos se escondam e permaneçam em Cristo Jesus. Que o espírito de Cristo apareça. Que todos vigiem suas palavras, de modo que não venham a colocar os que não compartilham de nossa fé em mortal oposição a nós, dando assim a Satanás a oportunidade de utilizar palavras inadvertidas para bloquear o nosso caminho. {OP 42.5}

    Está por ocorrer um tempo de angústia como nunca houve desde que existe nação. É nosso trabalho retirar de todas as nossas apresentações qualquer coisa que tenha o sabor de retaliação ou desafio, aquilo que poderia causar ações contra igrejas ou indivíduos, pois esse não é o caminho nem o método de Cristo. — Testemunhos para a Igreja 9:239-244 (1909). {OP 43.1}

    Irmãos, sinto-me entristecida quando vejo tantos ataques desferidos contra os católicos. Preguemos a verdade, mas refreemos palavras que manifestem um espírito áspero; pois tais palavras não podem ajudar ou esclarecer a ninguém. O Echo é uma revista que deve ser amplamente disseminada. Nada façamos que lhe prejudique a venda. Não há razão por que ela não seja como a luz brilhando em lugar escuro. Mas, por amor de Cristo, demos ouvidos às admoestações dadas quanto a não fazer demolidoras observações quanto aos católicos. Muitos deles leem o Echo, e entre estes há pessoas sinceras que aceitarão a verdade. Mas fazem-se coisas que são como fechar-lhes a porta no rosto quando estão a ponto de entrar. Publiquemos no Echo mais testemunhos animadores de ação de graças. Não devemos obstruir seu caminho, impedindo-o de ir a todas as partes do mundo por torná-lo mensageiro de expressões duras. Satanás se regozija quando se encontra em suas páginas uma palavra mordaz. — Carta 20, 1896. {OP 43.2}

    Não devemos, ao entrar em um lugar, criar barreiras desnecessárias entre nós e outras denominações, especialmente os católicos, de maneira que eles pensem que somos declarados inimigos seus. Não devemos despertar preconceito desnecessariamente na mente deles, fazendo ataques contra eles. […] Pelo que Deus me tem mostrado, grande número será salvo dentre os católicos. —Manuscrito 14, 1887. {Ev 573.4}

    Sejam cautelosos em seus trabalhos, irmãos, não ataquem com demasiado vigor os preconceitos do povo. Não se deve sair do caminho para investir contra outras denominações; pois isso só cria um espírito combativo, e cerra ouvidos e corações à entrada da verdade. Temos nossa obra a fazer, a qual não é derrubar, mas construir. Temos de reparar a brecha feita na lei de Deus. A obra mais nobre é edificar, apresentar a verdade em seu vigor e poder, e deixar que ela abra caminho através de preconceitos e revele o erro em contraste com a verdade. {Ev 574.1} — Carta 39, 1887. {Ev 574.2}

    Talvez vocês tenham a oportunidade de falar em outras igrejas. Aproveitando essas ocasiões, lembrem-se das palavras do Salvador: “Portanto sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas.” Não despertem a malignidade do inimigo com denunciadores discursos. Assim vocês fecharão as portas à verdade. É necessário apresentar mensagens claras. Guardem-se, no entanto, de despertar oposição. Há muitos a salvar. Refreiem toda expressão áspera. Tanto na palavra como na ação, sejam prudentes para a salvação, representando Cristo a todos com quem entrarem em contato. Façam com que todos vejam que vocês têm os pés calçados com a preparação do evangelho da paz e da boa vontade para com os homens. Maravilhosos são os resultados que veremos se entrarmos na obra imbuídos do Espírito de Cristo. Há de vir-nos auxílio em nossa necessidade, se levarmos avante a obra em justiça, misericórdia e amor. A verdade triunfará, e alcançará a vitória. —Manuscrito 6, 1902. {Ev 563.3}

    Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus quer que eles sejam salvos. Como nós mesmos, eles só poderão obter a imortalidade mediante a fé e a obediência. Precisamos trabalhar diligentemente por eles, a fim de que possam alcançá-la. Deus quer que eles tenham parte em Sua obra especial para este tempo. Quer que se achem entre os que estão dando o alimento a tempo a seu povo. Por que não se empenhariam eles nesta obra? Nossos pastores devem tentar se aproximar dos pastores de outras denominações. Orar por esses homens e com eles, por quem Cristo está fazendo intercessão. Pesa sobre eles solene responsabilidade. Como mensageiros de Cristo, devemos manifestar profundo e fervoroso interesse nesses pastores do rebanho. — Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 77, 78.

    Há perigo de que nossos ministros digam demasiado contra os católicos e provoquem contra si mesmos os mais fortes preconceitos dessa igreja. Muitas almas há, na fé católica romana, que olham com interesse a este povo; mas o poder do padre sobre seu rebanho é grande, e se, por seus argumentos, pode prevenir o espírito do povo para se manter afastado, de modo que, ao ser-lhe exposta a verdade quanto às igrejas caídas, não lhe dê ouvidos, ele certamente o fará. Mas como coobreiros de Deus, são-nos providas armas espirituais poderosas para derribar as fortalezas do inimigo. — Carta 39, 1887. {Ev 574.2}

    Pregai a verdade, mas refreai palavras que manifestem um espírito áspero; pois tais palavras não podem ajudar ou esclarecer a ninguém. O Echo é um periódico que deve ser amplamente disseminado. Nada façais que lhe prejudique a venda. Não há razão por que ele não seja como a luz brilhando em lugar escuro. Mas, por amor de Cristo, dai ouvidos às admoestações dadas quanto a não fazer demolidoras observações quanto aos católicos. Muitos deles lêem o Echo, e entre estes há almas sinceras que hão de aceitar a verdade. Mas fazem-se coisas que são como fechar-lhes a porta no rosto quando estão a ponto de entrar. Ponde no Echomais animadores testemunhos de ação de graças. Não lhe obstruais o caminho, impedindo-o de ir a toda parte do mundo por torná-lo mensageiro de expressões duras. Satanás se regozija quando se encontra em suas páginas uma palavra mordaz. — Counsels to Writers and Editors, 45 (1896). {Ev 575.2}

    É necessário que sejam feitas decididas proclamações. A respeito dessa espécie de trabalho, porém, sou instruída a dizer a nosso povo: Sejam cautelosos. Ao apresentar a mensagem, não façam investidas pessoais a outras igrejas, nem mesmo à católica romana. Os anjos de Deus veem nas diversas denominações muitos que só podem ser alcançados com a maior precaução. Sejamos, portanto, cuidadosos com nossas palavras. Que nossos ministros não sigam os próprios impulsos em acusar e expor os “mistérios da iniquidade”. Sobre esses temas, o silêncio é eloquência. Muitos se acham enganados. Falem a verdade em tons e palavras de amor. Que Cristo Jesus seja exaltado. Apeguem-se à afirmativa da verdade. Nunca deixem a vereda reta traçada por Deus, no intuito de fazer um ataque a alguém. Esse ataque poderá causar muito dano, mas nenhum bem. Poderá extinguir a convicção em muitas mentes. Deixem que a Palavra de Deus, que é a verdade, conte a história da incoerência dos que estão no erro. {Ev 576.1}

    Não se pode esperar que o povo veja imediatamente a vantagem da verdade sobre o erro que têm acariciado. O melhor meio de expor a falácia do erro é apresentar as provas da verdade. Isso é a maior repreensão que se possa dar ao erro. Dissipem a nuvem de escuridão que paira sobre a mente, refletindo a brilhante luz do Sol da Justiça. — Manuscrito 6, 1902. {Ev 576.2}

    Talvez tenhamos menos a dizer em certos aspectos, quanto ao poder romano e ao papado, mas devemos chamar atenção ao que os profetas e apóstolos escreveram pela inspiração do Espírito de Deus.— Carta 57, 1896. {OP 43.3} {Ev 577.1}

    Tenho prestado atenção nos seus artigos a respeito da União Cristã Feminina de Temperança, os quais têm sido publicados em nossas revistas. Na obra de temperança é esperado que todo membro de igreja defenda a unidade. Revestir-se da aparência de antagonismo lhes é natural, mas não está de acordo com a ordem de Cristo. Assim estão erguendo barreiras que jamais deveriam aparecer. Depois de ler seus artigos, aqueles que nada sabem a respeito de nossa fé se sentirão inclinados a fazer uma tentativa de unirem-se a nós? O tom de seus artigos tem aroma de farisaísmo. Aquele que espera esclarecer um povo enganado precisa aproximar-se dele e por ele trabalhar com amor. Essa pessoa se deve tornar um centro de santa influência. […] {OP 44.2}

    As ideias expressadas em seus artigos demonstram tão fortemente o antagonismo que farão mais mal do que possam sequer imaginar. Lembrem-se de que se pelo uso imprudente da pena fecharem a porta mesmo a uma única pessoa, ela irá confrontá-los no julgamento. Oh, quanto tem sido proferido que tem levado pessoas à mágoa e rancor para com a verdade! Palavras que deveriam ser cheiro de vida para a vida foram transformadas em cheiro de morte para a morte pelo espírito que as acompanhou. —Carta 17, 1900. {OP 44.3}

  3. IASD disse:

    Os artigos impactantes são escritos para chamar a atenção dos que já estão felizes em suas igrejas e não perderiam tempo lendo um blog adventista. Ou chamar a atenção dos mundanos que não perderiam tempo lendo artigos de qualquer igreja. Os comentários adicionais e esclarecedores são feitos em vários posts para quem desejar achar a verdade.

    Na internet a variedade de leitura e blogs é muito grande e as pessoas trocam de página rapidamente. Nada que não chame atenção fica na memória, portanto a mensagem deve ser apresentada de maneira diferente.

    Os católicos não tem vergonha de dizer em suas páginas de que são a igreja verdadeira. Nada lhes chamará a atenção a não ser que escrevamos de igual pra igual.

  4. Muito obrigado pela resposta, irmão. É uma alegria dialogarmos. Não quero lhe perturbar, por isso não quero me estender no diálogo, mas escrever apenas mais este comentário.

    Você disse: “Nada lhes chamará a atenção a não ser que escrevamos de igual pra igual.” Se outros fazem acusações e ofensas, eu não creio que devemos descer ao nível deles.

    Você disse também: “a mensagem deve ser apresentada de maneira diferente.” Os textos do Espírito de Profecia mostram claramente como devemos abordar os católicos. O Senhor diz que devemos começar com os pontos em comum (que são a maioria), evitando toda declaração que possa ser entendida como ofensiva. Bem depois que já tivermos conquistado a simpatia e o amor da pessoa, nos demorando no centro de nossa mensagem – Cristo, Seu amor e Sua bondade -, então iremos apresentar o sábado, a morte, o santuário. E mesmo essas verdades devem ser, segundo a inspiração, apresentadas de maneira *construtiva* (o que a Bíblia diz positivamente), e não tanto *apologética* (refutando o erro). Em termos práticos, por exemplo, a nossa ênfase deve ser pregar o sábado (e sobretudo o Senhor do sábado), e não tanta combater o domingo. Quando deixamos a Bíblia falar por si mesma, o estudante católico verá por si a verdade.

    Sinceramente, eu não creio que a maioria dos sites adventistas sobre católicos (inclusive este) esteja seguindo as orientações inspiradas. Por isso, com o espírito de cordialidade e admoestação cristã, eu pensei em vir a este site para compartilhar esses conselhos. Os textos de Ellen White, acima citados, dão o aval divino para o que podemos facilmente perceber na prática: uma abordagem “agressiva” só ira afastar os católicos. Aí sim que eles não prestarão a menor atenção à nossa mensagem. Com essa estratégia, podemos levar ao batismo um ou dois, mas dezenas irão abominar a IASD (sem nunca terem estudado com mais atenção suas doutrinas), para NUNCA mais voltarem.

    Precisamos estar atentos para, enquanto seguimos algumas orientações do Espírito de Profecia (dízimo, vestuário, alimentação etc.), não estarmos desprezando outras (como as que citei acima).

    A literatura oficial adventista tem seguido muito bem as orientações do Espírito de Profecia. Ainda mantemos nossa posição sobre a besta, o chifre pequeno etc. Mas basta ver os estudos atuais sobre as profecias enfatizam o texto bíblico em si, não se concentrando em citar textos e textos católicos e de outras fontes. Temos permitido que a Bíblia fale por si mesma, em vez de nos determos em acusações a denominações (o que Ellen White tanto condena). Como sugestão, lhe recomendo os autores mais abalizados que têm escrito sobre esses temas, como Ángel Manuel Rodríguez, Jon Paulien, Ranko Stefanovic.

    Um abraço, irmão! Que Deus continue lhe abençoando!

  5. IASD disse:

    Acreditamos que a ênfase deve ser em pregar o SENHOR do sábado e assim o erro será desmascarado por si só. A pregação não deve ser em combater o erro, mas em pregar a verdade como você bem delineou. Porém, as vezes e somente as vezes, dependendo das circunstâncias, o erro deve ser combatido diretamente. Podemos citar o caso de João Batista que falou do adultério de Herodes e outros exemplos. Um exemplo moderno é um pregador italiano que pregou cartazes em Roma comparando a Igreja Católica a Babilônia do Apocalipse. Deus teve que se utilizar de um não adventista para pregar a mensagem, visto que a igreja adventista é muito pequena em Roma:

    https://adventismoemfoco.wordpress.com/2012/08/18/eremita-italiano-foi-processado-mas-absolvido-por-pregar-que-a-igreja-catolica-e-a-prostituta-do-apocalipse/

    Irmão, não existem muitos blogs adventistas pregando a mensagem de maneira mais clara. São poucos. E cremos que há espaço para blogs diretos e blogs conservadores. O Espírito Santo guiará alguns a blogs diretos e outros a blogs mais conservadores. Cremos que é necessário a existência de blogs adventistas com mensagens mais diretas. Existem livros ”Vida de Jesus” e existem livros ”Eventos Finais”. Há espaço para todos.

    A mensagem escrita não deve ser apenas conservadora. Quando Ellen White falou de que “devemos começar com os pontos em comum (que são a maioria), evitando toda declaração que possa ser entendida como ofensiva e depois que já tivermos conquistado a simpatia e o amor da pessoa, nos demorando no centro de nossa mensagem – Cristo, Seu amor e Sua bondade -, então iremos apresentar o sábado, a morte, o santuário” – está se referindo ao estudo bíblico pessoal, o contato humano e não a meras mensagens escritas.

    Se levarmos esse conselho ao pé da letra não poderia haver na internet textos sobre o santuário, o sábado e a morte. Pois seria errado um não adventista visitar essas páginas antes de entender sobre a graça e o amor de Deus! Só poderíamos escrever sobre a GRAÇA e mais nada.

    Outro ponto: os pregadores católicos falam diretamente contra a IASD. O preconceito não surge com a mera pregação da verdade, ele já existe e é reforçado sem nunca terem escutado nada de um adventista. Mas a mensagem direta não deve deixar de existir por conta disso. Muitos se tornaram adventistas por causa de mensagens diretas e outros por mensagens conservadoras.

    Outro ponto: 50% de nossos leitores não são adventistas. Será que teríamos metade de nossa audiência apenas com mensagens conservadoras? Cremos que não. Os não adventistas não voltariam mais se não tivessem visto algo de novo e impactante. É esse novo e impactante que os fazem voltar vez após vez e acessar o blog muitas vezes.

    Outro ponto: quase não temos leitores católicos. São cerca de 10%. Seria por causa das mensagens mais agressivas? Novamente cremos que não. Os católicos naturalmente rejeitam qualquer blog protestante. Não existe nenhum site na internet de vertente evangélica com elevado número de visitantes católicos. A maioria não tem interesse em coisas religiosas pois não são convertidos a Cristo. E os líderes, que realmente estudaram a doutrina católica também não perdem tempo lendo comentários evangélicos. Não no Brasil, onde eles já tem noção do pensamento evangélico sobre o catolicismo. O pensamento adventista sobre o catolicismo difere pouco ou nada do pensamento evangélico fundamentalista.

    Concordamos porém que “É nossa obra falar a verdade em amor, e não misturar com a verdade os elementos não santificados do coração natural”. Concordamos que as vezes a mensagem é exposta com elementos não santificados do coração natural. Cumpre-nos nos achegar a Cristo em oração antes de escrever os artigos. Eles poderiam ser melhor escritos, sem uma ou outra palavra mais agressiva, mas não cremos que os artigos mais agressivos devam simplesmente sumir da internet.

    Outro ponto: não atacamos católicos. Os artigos são escritos sempre deixando claro que Deus ama os católicos, mas odeia o sistema em que estão inseridos: a instituição. E sempre colocamos os escritos de EGW de que ”há verdadeiros cristãos na comunhão católica, que vivem na melhor luz que possuem”.

    Abraços.

  6. IASD disse:

    Parte 2

    Quando Ellen White fala da maneira de se pregar, evitando dissenção, está indo contra o modelo de debates do século 19. Um pastor adventista e um protestante se reunia numa igreja e debatiam as doutrinas a vista do povo. Como não havia TV, todo mundo ia assistir. Vencia-se nos argumentos, mas se perdia a amizade. Hoje nada disso acontece.

    As mensagens de Ellen White foram escritas em um país em que 90% era protestante na sua época. Era muito fácil ter um ar de superioridade contra os católicos. No contexto brasileiro é diferente. Eles são maioria e indispostos a escutar a verdade. Também se passaram 100 anos, a IASD está estabelecida e pode usar sua força para pregar a verdade de maneira mais firme.

    Onde a igreja deixou de lado a denuncia contra babilônia enfraqueceu. Veja no mapa quantos adventistas existem na França, Itália e Grécia e chore. O sucesso latino americano difere do fracasso na Europa.

    Outro ponto: na internet não é possível separar artigos só para budistas, só para judeus, só para católicos. O ideal (sob a ótica humana) seria que fosse assim. Mas todos acessam todas as páginas pois as pessoas são CURIOSAS. Então é melhor que a informação mais pesada esteja presente em todos os artigos do que não estar. No estudo bíblico pessoal tb é assim: as informações não são muito dosadas. Hoje em dia que está se pensando em estudos para população específica: universitários, ateus, espiritas etc. Mas isso não é muito necessário. Isso é ideal apenas sob o pensamento humano. Quando chegar a chuva serôdia todos ouvirão sobre tudo de uma vez só e entenderão como foi no pentecostes. Quando as pessoas estão interessadas sobre um assunto elas entendem, por mais novo que seja o que elas estão escutando.

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