“Maria Aparecida dos Anzóis Pereira”: A Resposta de Mary Schultze à Mariolatria Global

João Paulo II O Grande Idólatra

A mariolatria global tem crescido assustadoramente, visto como as igrejas católicas – Romana e Ortodoxa – jamais conseguiram obedecer às Sagradas Escrituras, dirigindo-se, desse modo, para a consumação da apostasia religiosa dos últimos tempos.

Los Angeles Times de 25/12/98 diz o seguinte: “um número cada vez maior de americanos de todas as denominações cristãs tem se voltado para a Virgem Maria, considerando-a um canal de conforto e espiritualidade e um símbolo da paz nestes dias turbulentos…Não apenas os católicos se interessam agora por Maria, crendo e aceitando suas aparições…”

Antigamente Maria costumava “aparecer” no Hemisfério Ocidental, a fim de garantir o domínio católico e o declínio do Protestantismo nesta parte do globo. Nas últimas décadas, porém, o Vaticano mudou de tática e ela conseguiu passaporte permanente para aterrizar nos países orientais, a fim de ganhar os muçulmanos, hinduístas e budistas para a Igreja de Roma… Notem bem: para a Igreja de Roma, não para Cristo.

Dave Hunt, o grande pesquisador e escritor americano, garante que Maria é “a mulher montada na besta escarlate (a hierarquia romana), cujo objetivo é arrebanhar todos os povos do mundo para a Igreja de Roma.”

Ela apareceu no Egito, conforme divulgação em alguns sites da Internet, no artigo resumido abaixo:

Aparições em Zeitoun

“Investigações oficiais foram levadas a cabo, com o resultado de que foi considerado inegável o fato de que a Bem-aventurada Virgem Maria tem aparecido sobre a Igreja de Zeitoun, envolta em luminosidade brilhante e clara, sendo vista por todos os presentes diante da igreja, quer fossem cristãos ou muçulmanos”.

… As aparições em Zeitoun foram marcantes. Ao todo, elas puderam ser contempladas inequivocamente por mais de um milhão de pessoas. As aparições foram mostradas na TV pela rede egípcia, fotografadas por centenas de fotógrafos profissionais, e testemunhadas pessoalmente pelo presidente egípcio Abdul Nasser, um marxista ferrenho. As aparições perduraram por cerca de três anos, gerando incontáveis curas, testemunhadas documentalmente por médicos habilitados. A polícia local, que inicialmente interpretou as ditas aparições como um engenhoso artifício tecnológico, empreendeu uma busca minuciosa num raio de 15 milhas em torno da igreja, com vistas a localizar qualquer tipo de equipamento com o qual se pudessem transmitir as imagens. Não tiveram sucesso algum.

Os muçulmanos que presenciaram as aparições cantaram do Corão: “Maria, Deus vos escolheu. E vos purificou. Ele vos escolheu e vos colocou acima de todas as mulheres”. Ela foi vista, cercada de pombas de luz, em aparições que duravam desde poucos minutos até nove horas a cada vez! Kyrillos VI, o Patriarca Ortodoxo, formou uma comissão para investigar as aparições. Membros dessa comissão relataram haver observado filetes de fumaça cor-de-rosa muito fragrante (“como o perfume de um milhão de incensos”) subindo da cúpula da igreja no momento das aparições; e a figura de uma mulher cercada de um brilhante globo de luz, acompanhada por pombas luminosas. Tais imagens puderam ser captadas, tanto pela TV como pelas máquinas fotográficas dos presentes.

Embora silenciosas, as aparições de Zeitoun falaram alto e fundo aos corações de milhares de pessoas  que vieram reforçar sua fé. O Patriarca Copta local, Kyrillos VI, anunciou publicamente, um ano após o início das ditas aparições, não haver dúvida de que a “Mãe de Deus” estava se manifestando no alto da Igreja Copta de Santa Maria. Para os que, como S. Tomé, precisam ver por si mesmos, Maria ofereceu uma demonstração inequívoca pela televisão egípcia. Ainda assim, dado o descaso da mídia mundial, aliado a um mundo indiferente e cansado, muito poucos fora do Egito ficaram sabendo das aparições, antes que elas se encerrassem.

Mais recentemente, foram observadas aparições de uma mulher envolta em luz sobre a cúpula da Igreja de S. Damião, em Shoubra, Egito, um subúrbio do Cairo. Desde 1983, e mais freqüentes em meados dos anos 80, essas aparições – cuja duração chegava a cinco horas, por vezes – foram também testemunhadas por milhares de pessoas. Shenouda III, chefe da Igreja Copta naquela época, estabeleceu uma comissão para investigar a linda “Senhora de Luz”…

Para os crentes bíblicos realmente embasados na Palavra de Deus, a narrativa acima não passa de mais uma xaropada católica. Mas para os crédulos católicos, que engolem tudo que o Vaticano lhes empurra pela garganta, é mais uma prova do imenso poder de Maria. A base substancial dessas aparições no Egito é tão somente ganhar os muçulmanos para o papa. No Corão, Maria é honrada como mãe do profeta Jesus, quase tão importante como Maomé, o Profeta de Alá. Ela tem sido colocada até mesmo em posição superior às de Kadidja e Aisha, esposas favoritas do profeta, e de Fátima, sua filha predileta.

Em seu livro “Mary, the Blessed Virgin of Islam”, o escritor Schleifer, diz o seguinte: “Maomé suspirava por chegar ao Paraíso, a fim de contrair núpcias com Maria…” (página 64). Ele acrescenta: “Conforme os clássicos eruditos do Islamismo, Maria é no Corão e na Sunna o símbolo que engloba toda a revelação divina. Como descendente dos grandes profetas israelitas, oráculos da Palavra de Deus, a mãe de Jesus, mulher tradicionalmente escolhida pelo Sunni  do Islamismo, em todo o mundo, torna-se a revelação simbólica do Corão não confinada a um povo apenas”(página 100).

Esta foi uma das três razões por que  o Vaticano programou a aparição de Maria em Fátima, uma cidadezinha montanhosa de Portugal:

1. Liquidar o governo republicano “ateu” de Portugal.

2. Colocar os católicos contra os ortodoxos (hereges} e os comunistas (ateus) da Rússia.

3. Fazer média, a longo prazo, com os muçulmanos, o que a “Deusa de Fátima”, realmente, já conseguiu.

Quanto aos protestantes, as igrejas tradicionais da Reforma já estavam  tão alinhadas com o Vaticano, que bastava haver uma guerra feroz contra os judeus e comunistas para que esse “povo herege e rebelde contra o papa” ficasse nas mãos do Vaticano. Fátima nem precisou de muito tempo e conseguiu tudo o que desejava, exceto deflagrar a Terceira Guerra Mundial, conforme planejada pelo Papa de Hitler, Pio XII. O livro que ajudou a Maria católica a liquidar os judeus na II Grande Guerra foi o maldito “Protocolos de Sião”, o qual inspirou ao padre jesuíta Stempfle do livro “Mein Kampf” assinado por Hitler.

Já em 1992, 500 mil muçulmanos se curvaram diante da imagem de Fátima em Bombaim, Índia. Quando apareceu na Bósnia, nos anos 80, Maria deixou esta mensagem para os católicos, os ortodoxos e os muçulmanos, que estavam em disputa religiosa: “Digam a este padre, e  a todo mundo, que são eles que estão divididos na terra. Tanto os muçulmanos como os ortodoxos e os católicos são iguais perante o meu Filho e eu. Vocês todos são meus filhos”. Dessa vez a “Senhora” falou a verdade, pois os católicos, os muçulmanos e os ortodoxos, diante de Cristo Jesus, estão realmente em pé de igualdade, isto é, sem salvação eterna, por confiarem numa religião e não em Seu sacrifício vicário na cruz.

O Arcebispo católico Fulton Sheen, famoso parceiro de Pio XII,  nos anos 50, costumava dizer que Maria era “a chave para conseguir a adesão dos muçulmanos à Igreja de Roma”, segundo o livro  “The Woman Shall Conquer”, Sharkey, p. 164.

Alguns teólogos evangélicos, enfraquecidos pela teologia do Novo Testamento Grego, de Westcott e Hort (ambos anglicanos/mariólatras), converteram-se ao Catolicismo Romano declarando ter sido sua conversão causada pelo tremendo carisma de Maria. Dois desses apóstatas  foram  Tim Staples e Scott Hahn. A Universidade Franciscana onde Hahn lecionava Teologia veio a se tornar mais tarde um dos maiores centros americanos de promoção das peregrinações ao Santuário da “Virgem de Medjugorge”.  Os protestantes sempre dão um lucro fabuloso a Roma, quando apostatam da Bíblia verdadeira em favor das novas versões da Bíblia embasadas no texto alexandrino de Westcott e Hort – o Novo  Testamento  Grego do final do Século XIX. Esse texto embasado nos corrompidos códigos Vaticanus e Sinaíticus criados  por Clemente e Orígenes, de Alexandria são a melhor arma da “Senhora D. Maria” para conduzir os protestantes até os seus santuários.

Depois da Reforma Protestante, Lutero e Calvino não deram muita atenção à “Virgem Santíssima” do Catolicismo Romano, de onde emigraram. É que naquele tempo a “Senhora”  ainda não havia se tornado uma “globetrotter” especialista na Contra Reforma, destinada a dirigir os protestantes semi-analfabetos bíblicos para o aprisco do papa, onde pululam as áspides venenosas, que são os seus bispos. Depois vieram as aparições de Guadalupe, Salete, Lourdes, Fátima, S. Paulo (Aparecida), Bósnia, Grushevo, Egito, etc. A Igreja sabe que após cada aparição, a idolatria cresce, montanhas de ouro, pedras preciosas e dólares caem nos cofres do Vaticano, ao mesmo tempo em que milhares de almas são destinadas para o inferno, através do engodo religioso. A ICR é o ímã que atrai as pessoas para o Lago de Fogo!!!

Em vez de aconselhar os seus devotos a ler e meditar na Palavra de Deus, a única chave libertadora da mentira religiosa, essas “Marias Aparecidas dos Anzóis Pereira” mandam desfiar o rosário, contrariando Jesus em Mateus 6:7: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos”,  através de uma prática religiosa importada do paganismo hindu.  A “Maria Aparecida…” prega a existência do mitológico purgatório, a mina de ouro do sacerdócio romano. Ela ordena que os seus adeptos façam muitos sacrifícios em favor dos pecadores e das almas do purgatório, invalidando, desse modo, o sacrifício de Cristo na cruz e colocando-se em pé de igualdade com o Filho de Deus, dando a entender que é uma deusa poderosa.

Essa “Maria Aparecida …” não é de modo algum a Maria do Novo Testamento, a santa e meiga mãe de Jesus na carne, necessitada de um Salvador (Lucas 1:47),  a qual foi concebida EM PECADO, como todos nós (Romanos 3:23). Ela concebeu Jesus SEM PECADO pela obra do Espírito Santo, quando ainda era virgem, mas, logo em seguida, tornou-se uma esposa judia normal, mantendo relações com José, seu marido, e dele concebendo pelo menos seis filhos, segundo Mateus 12:46:50, Marcos 3:31-35 e Lucas 8:19-21, João 2:12, e outros.

Interessante é que Pedro, o suposto primeiro papa do catolicismo romano jamais disse uma simples palavra sobre Maria. Que papa foi esse que se esqueceu de mencionar em suas epístolas aquela que um dia poderia chegar a ser a quarta pessoa da Trindade, isto é, da Quaternidade Católica? E o apóstolo João, a quem Jesus entregou sua mãe na hora da morte, quando teve a visão de Apocalipse, por que não viu Maria reinando no Céu, ao lado do Filho! Ela devia estar, sim, entre a numerosa multidão de salvos, cantando louvores ao Cordeiro que foi morto, porém jamais sentada como rainha ao lado do Filho e do Pai celestial.

Pio XI, autor e proclamador do Dogma da Imaculada Conceição (08.12.1854),  morreu tendo alucinações terríveis. Pio XII, o papa de Hitler e Fátima, morreu encharcado de drogas (Leiam a história de sua companheira íntima “La Popessa”), sem que a sua “Senhora” pudesse socorrê-lo naquele momento decisivo de partida para a eternidade, quando, que não tem Jesus Cristo está decisivamente CONDENADO AO INFERNO.

Trocar Jesus por Maria é receber um passaporte carimbado para o reino das trevas. Porque só Jesus Cristo Salva! Maria, desde que deu o seu último suspiro, tem menos poder do que qualquer pessoa salva viva … do que eu, por exemplo, que ainda posso aconselhar um católico perdido a ler a Bíblia para que o Espírito Santo, autor do LIVRO, o convença “do pecado, da justiça e do juízo”, e ele se entregue a Jesus Cristo, sendo salvo para sempre.

A mulher mencionada em Apocalipse 12:1,6: “E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça… E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias” nada tem a ver com Maria. Ela representa  a nação de Israel, que ficará confinada ao deserto por três anos e meio, fugindo do Anticristo. A Igreja de Roma deu a interpretação da mulher como sendo Maria, a fim de transformá-la numa deusa empresária e geradora de lucro, o que tem conseguido, ao correr dos séculos.

O papel de Maria no Novo Testamento foi apenas o de conceber Jesus em seu ventre, amamentá-lo e criá-lo até se tornar adulto. Quando o Filho iniciou o seu ministério ela já não teve uma  palavra sequer que demonstrasse ascendência sobre o mesmo. O único mandamento que ela deixou para os cristãos foi o de João 2:5: “Fazei tudo quanto ele vos disser”. Aí ela começou e terminou a sua participação no ministério terreno do Filho de Deus.

Enquanto a Maria da Bíblia é uma simples mulher judia, que deixa de ser mencionada a partir de Atos 1:14, as “Senhoras” do Catolicismo Romano são entidades espirituais cheias de vanglória, quando aparecem aos católicos, dando ordens conforme lhes apraz. O padre D. Stefano Gobbi, fundador doMovimento Mariano, com mais de 100 mil padres, afirma em seu livro “Our Lady´s Beloved Sons” p. 383, que Maria lhe declarou: “Cada imagem minha é um sinal de minha presença e conduz os meus filhos à certeza de que possuem uma mãe no céu. Daí porque essas imagens devem ser honradas e colocadas em lugares de maior veneração”. Essa Maria, não é a da Bíblia, pois está pregando a idolatria condenada por Deus em Êxodo 20:1-5! Ela é a Maria dos anzóis… que pesca almas para o abismo eterno.

Essas “Senhoras” que aparecem aqui, ali e acolá, quando não são aparições engendradas pela tecnologia do Vaticano, devem ser apenas entidades espirituais desempenhando o papel de “Mãe de Deus”. Conforme 2 Tessalonicenses 2:11:  “E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira”… Então, quando essa entidade se manifesta  com um lindo bebê no regaço, o seu intuito é apresentar Jesus como um nenezinho indefeso em seus braços, quando em verdade, no tempo em que Ele a deixou, entregando-a ao apóstolo João, era um másculo judeu de 33 anos, que já não mamava nos seios da mãe. O lobby favorito do Catolicismo Romano tem sido comover os analfabetos bíblicos sobre Maria!

Imaginem Jesus Cristo, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Criador e Sustentador do universo, sendo ainda hoje apresentado como um bebezinho rechonchudo no colo da mãe! Por que a Igreja de Roma o apresenta assim? Simplesmente com o intuito de minimizar a divindade do SENHOR e elevar Maria ao status de deusa, a fim de cegar o entendimento dos cristãos, impedindo-os de  olhar somente “para Jesus, autor e consumador da fé, o qual… suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentando-se à destra do trono de Deus” (Hebreus 12:2).

A Maria católica, “A Deusa do Terceiro Milênio”, é sobretudo a “Deusa do Ecumenismo”. Ela vai conseguir juntar todas as religiões numa única Religião Mundial da Igreja Mundial, cujo falso profeta será o papa, mentor espiritual do tenebroso Anticristo. — Mary Schultze – 15/09/2003

Trabalho embasado nos seguintes livros:

  • A Woman Rides the Beast, Dave Hunt – 1994
  • A Deusa do Terceiro Milênio, Mary Schultze – 1999
  • The Berean Call Letter – outubro – 2000, T. A McMahon

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Uma resposta para “Maria Aparecida dos Anzóis Pereira”: A Resposta de Mary Schultze à Mariolatria Global

  1. Voces tem algum material de Mary Schultze para vender? Eu compro!!!

    razevedo98@gmail.com

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