A banalização do Sexo

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O ser humano, ao idolatrar o próprio corpo, se torna submisso a seus caprichos e inclinações. Adorado, o corpo se impõe como um tirano, escravizando a mente e o espírito e exigindo a satisfação de desejos lascivos, com o sacrifício dos princípios mais elementares de conduta. Como resultado, temos a saturação sexual que perverte o amor e embrutece a sensibilidade. Quem ainda não observou a avalanche de pornografia veiculada pela mídia?

“Foi-se o tempo em que os adolescentes”, escreve o jornalista Bruno Freitas, “tinham que ir atrás da pornografia. Hoje é a pornografia que vai até você. As redes sociais potencializam isso, principalmente com o surgimento e popularização meteórica do WhatsApp. Quem não participa de um grupo de amigos do trabalho, da faculdade, de infância e não é bombardeado por nudez o tempo inteiro?”.

A exploração dos atrativos eróticos do corpo e as manifestações de comportamento vulgar que são traduzidas em gestos obscenos, linguajar baixo, piadinhas, shows musicais de qualidade ruim, são a tônica dos programas mais assistidos na TV. No programa Altas Horas, a sexóloga Laura Muller (foto) responde várias perguntas para os jovens em um linguajar baixo e profano. E tudo isso é feito em nome de uma suposta manifestação artística. De fato, o sensualismo vive hoje seu dia de glória. E que atração exerce sobre os baixos impulsos da natureza humana!

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é garantido pela Constituição em todo o país. A decisão veio em resposta a uma ação coletiva que tramitava na Justiça americana e é tomada como jurisprudência para casos semelhantes. A notícia é uma vitória de luta de anos de ativismo e batalhas judiciais dos movimentos pelos direitos civis de homossexuais.

O presidente americano, Barack Obama, afirmou no twitter que a decisão é um “grande passo em nossa marcha pela igualdade”. Depois da decisão, ativistas tomaram a frente da Suprema Corte e cantaram o hino nacional com bandeiras do movimento.

Uma sociedade obcecada por sexo esta fadada à decadência e finalmente à extinção, pois o sexo, dentro dos padrões de Deus, é um maravilhoso dom, mas pervertido pelo homem, é um déspota e finalmente um carrasco implacável. Aquilo que Deus estabeleceu como fator de preservação, com o fim de dignificar o ser humano, é transformado num elemento de destruição, como demonstram algumas “civilizações” do passado. E até que o fatal desfecho sobrevenha, continuarão a se multiplicar o adultério, a fornicação, os estupros, as práticas masoquistas e sadistas, a prostituição, o homossexualismo e os programas de baixo nível da TV.

No capítulo 1 de seu livro “Sexualidade Plena”, a endocrinologista Valéria Peixoto Meira afirma que “vivemos num mundo cheio de impurezas e corrupção”. Devemos meditar nesses fatos, e tomar algumas decisões importantes, reconsiderar os valores da vida. Quem deseja encontrar-se com Jesus e com Ele viver não se deixará dominar pelos impulsos sexuais, fugirá da impureza e “da corrupção das paixões que há no mundo”, e manterá limpo o corpo, dedicando-o a Deus (Col. 3:5; 1Cor. 6:18; 2Pedro 1:4 Rom. 12:1). As mulheres, aconselha o apóstolo Paulo, se vestirão decentemente e se adornarão “com modéstia e bom senso” (1 Tim: 2:9 e 10).

Por Julio Cesar

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