A Origem do Culto Dominical Parte 1

roma papal

A maioria dos cristãos observa hoje o domingo como sagrado dia de descanso. Creem sinceramente ser a sua observância ordenada por Deus, e surpreendem-se não pouco ao descobrir que não existe nas Escrituras Sagradas tal mandamento. O culto do Sol remonta às mais antigas civilizações. Da Babilônia espalhou-se para os mais remotos confins da Terra.

Voltemos aos dias em que Deus tirou a Israel do Egito, onde se adorava o Sol. Ao pé do Monte Sinai ouviram-lhe a voz, proclamando, em meio de trovões e relâmpagos, os Dez Mandamentos. Israel prometeu obediência. Entretanto, poucas semanas depois encontramo-los prostrando-se ante a imagem do deus do Sol, o boi Apis. “Sacrifícios ofereceram aos diabos, não a Deus”, diz a Escritura em Deuteronômio 32:17. Milhares foram mortos por não quererem renunciar a esse sedutor e fascinante culto diabólico.

Tinha o culto do Sol certos dias e tempos em que se adoravam suas numerosas divindades. O primeiro dia da semana era dedicado ao deus-sol. Como o Israel da antiguidade, a igreja apostólica achava-se rodeada do idólatra culto do Sol. O mitracismo, outro nome desse culto, conseguiu firmar-se em Roma no ano 67 antes de Cristo. Adotado pelos imperadores e os exércitos de Roma como sua religião, disseminou-se por toda parte, de maneira que, nos meados do terceiro século chegou a ponto de se tornar a religião universal.

“O domingo, sobre o qual presidia o Sol, era especialmente santo”, diz o dr. Francisco Cumont, em seus Mistérios de Mitra. Inconscientemente, em grande parte, seguiu a igreja cristã o apóstata Israel, inclinando-se ante o ídolo do deus-sol. Esta apostasia estava predita na Palavra de Deus. O apóstolo Paulo advertiu que viria tempo em que se manifestaria uma “apostasia”, revelando-se “o homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus querendo parecer Deus” (II Tessalonicenses 2:3 e 4). Disse o apóstolo: “Já o mistério da injustiça opera” (Versículo 7). Em seu tempo, já se estava desenvolvendo a raiz da apostasia. (CONTINUA)

Por Julio Cesar

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