Os Dois Poderes de Apocalipse 13

duas feras

A observância do verdadeiro dia do Senhor tem um significado e uma transcendência particularíssima nesta época em que vivemos. Segundo as profecias do Apocalipse, nas últimas cenas do grande conflito milenar que vem sendo travado entre Deus e Satanás, entre o bem e o mal, entre a verdade e o erro, a observância do sábado será o sinal de lealdade a Deus, a Cristo e à verdade eterna.

Uma potência opositora que a profecia chama de anticristo, a besta e Babilônia tentará impor uma marca sobre todos os habitantes da Terra. Esta marca será um falso dia de repouso: o domingo (Apocalipse 13:14-17). Enquanto a observância do sétimo dia será o selo do Deus vivo e um sinal de lealdade e de amor a Ele, o inimigo de Deus e da verdade, operando por meio de potências adversas, tentará proibir a observância do sábado e impor de forma obrigatória a observância do domingo, com sérias ameaças para os desobedientes.

E a humanidade inteira estará dividida em dois grandes grupos, os que aceitam a marca da besta, os que obedecem à lei de Deus e os que preferem seguir os ensinamentos dos homens. Obviamente, a famosa “marca da besta” não é um chip; é uma decisão, uma postura de submissão religiosa diante das exigências desse poder totalitário. Mas a tecnologia, mesmo não sendo maligna em si, pode vir a ser utilizada como instrumento de controle e dominação, assim como outra tecnologia menos sofisticada foi utilizada pelos nazistas para catalogar e monitorar os judeus na época do Holocausto.

Deus estabeleceu o sábado como um dia especial de adoração e como um sinal entre Ele e Seu povo. “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:20). Segundo essa perspectiva, a observância do sábado ou do domingo implica, no fim das contas, em escolher a forma de adoração instituída por Deus ou aquela criada por seres humanos falhos. É uma atitude que marca de que lado o indivíduo prefere estar e a quem prefere adorar.

Na época indicada pela profecia, a marca será dada aos que optarem por prestar adoração e obediência a legislações humanas contrárias às orientações divinas. Colocada na testa (Apoc. 13:16), a marca representa uma “concordância intelectual” com a falsa adoração; na mão, simboliza “as atividades executadas em harmonia com semelhantes crenças”, mesmo sem a aceitação intelectual. Como aconteceu no passado, Apocalipse 13 (quando fala do surgimento de uma segunda besta) aponta a união futura do maior poder político do planeta (Os Estados Unidos) ao maior poder religioso (Roma Papal) para estabelecer um domínio global. Roma Papal é um poder político e religioso que modifica por conta própria a lei de Deus, pratica perseguição religiosa durante um tempo determinado e tem a arrogância de querer legislar em nome de Deus. Os livros proféticos são um alerta de Deus à humanidade.

Por Julio Cesar

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