Meu corpo, minhas regras?

Após comentários agressivos na página de seu longa ‘Olmo e a gaivota’ que recebeu o prêmio de Melhor Documentário do Júri Oficial do Festival do Rio, Petra Costa lança a campanha “Meu corpo, minhas regras” e ganha apoio na internet. A diretora do filme, fez um discurso polêmico, advogando que “toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo”.

“Falar de gravidez é um tabu. Vem desde nossa senhora, que engravidou virgem”, dizem os atores. “E se não quiser um filho? Não pode abortar. ‘Vadia, se não quer ter filho, feche as pernas’. Toda mulher é dona do seu corpo, faz com ele o que quiser. Meu corpo, minhas regras. Nada é fácil aqui: ser mãe, não ser mãe”. Este é um trecho do texto dito por atores globais que aparecem no vídeo da campanha. Sobretudo atacam a ideia de que existe um Deus para prestar-se contas, portanto cada um pode fazer o que bem entender. Esse é o sentido do chavão “meu corpo, minhas regras”.

A ênfase que gostaríamos de dar nesta publicação, não é exatamente o assunto do aborto onde realmente encontramos casos complexos e sensíveis de serem analisados. Mas na frase utilizada para promover a campanha: “MEU CORPO, MINHAS REGRAS”. Nela contém uma mensagem satânica de independência e libertinagem para fazer o que quisermos com a nossa vida. Esta é a filosofia ateísta e marxista defendida pela ideologia liberal que estão tentando impôr em nossa sociedade… especialmente na mentalidade das crianças e dos jovens…

Esta proposta não é nova. Em verdade é o reflexo de uma antiga rebelião iniciada no céu, onde Satanás desejava viver e propor a todas as criaturas uma vida sem regras, sem limites, questionando de maneira enfática a autoridade moral da Santa Lei de Deus e de Seu governo sobre todas as Suas criaturas.

Cada dia que passa é possível vermos que este conflito está chegando ao fim. Alguns que abertamente declaram seu ateísmo liberal e outros que se escondem sob o manto de cristianismo mas atacam da mesma forma a autoridade da Lei de Deus dizendo que esta Lei foi abolida. Antes de Jesus voltar, o mundo verá mais uma vez, assim como na revolução Francesa, o resultado de uma vida onde o homem é a sua própria lei. “Meu corpo, minhas regras”? NÃO, NÃO, NÃO… Alguém que experimentou esta vida sem limites e depois se arrependeu escreveu de maneira sarcástica e reflexiva [Salomão]:

“Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem o teu coração e agradam aos teus olhos; SABE PORÉM, QUE DE TODAS ESTAS COISAS DEUS TE PEDIRÁ CONTAS.” Eclesiastes 11:9

Portanto, a verdade que cremos e defendemos é a de que: “CORPO DE DEUS, REGRAS DE DEUS”. Se você adere a este campanha, curta e COMPARTILHE!

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