Espiritismo: fonte de engano

O ÚLTIMO GRANDE ENGANO – No Antigo Testamento (I Reis 18:21-39) somente Deus fazia descer fogo do céu, mas a profecia está advertindo de que agora, nos últimos dias, será permitido a Satanás também fazer descer fogo do céu. A profecia indica que espíritos de demônios serão a fonte da operação de prodígios. O espiritismo moderno originou-se nos Estados Unidos em 1848, por meio da família de John Fox, em Hydesville, Nova Iorque, e a partir daí desenvolveu-se até se transformar num gigantesco movimento mundial.
 Em anos recentes, o espiritismo tem-se popularizado na América por meio do difundido movimento da Nova Era, um mistura de ocultismo ocidental e misticismo oriental. O movimento Nova Era está presente em todas as áreas de nossa cultura e sociedade: escolas públicas, livros, desenhos animados e filmes, brinquedos e jogos, e música rock. Foi à manifestação de agentes satânicos (anjos caídos), disfarçados em espíritos desincorporados de pessoas defuntas, que deu origem à crença na imortalidade da alma. 
Desde tempos remotos, a comunicação com supostos espíritos de mortos tem sido à base da idolatria pagã. A manifestação desses anjos caídos, em forma de almas de pessoas mortas, é uma farsa com que Satanás procura dar vida à mentira por ele lançada no princípio do mundo: “Certamente não morrereis” (Gênesis 3:4). O homem não possui vida eterna inerente. Disse Deus ao primeiro homem posto no mundo: “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:16-17).
 Satanás, porém contradisse esta afirmação divina com a seguinte mentira: “Certamente não morrereis”. Eis o fundamente da doutrina da imortalidade da alma (espiritismo). A vida que Deus concedera ao homem era condicionada à obediência. Se obedecesse, viveria; se desobedecesse morreria. Nestas condições, no dia em que o homem caiu em desobediência, foi pronunciada sobre ele a seguinte sentença de morte: “és pó, e em pó te tornarás” (Gênesis 3:19).
 Caso o homem, depois da desobediência, tivesse tido acesso à árvore da vida, ter-se-ia tornado um pecador imortal. Mas o caminho da árvore da vida foi guardado por querubins, e, pois, a nenhum membro da primeira família humana foi dado comer de seu fruto. O primeiro homem, por conseguinte, não poderia transmitir à sua posteridade aquilo que ele mesmo não possuía a imortalidade, e, por isso, não há nenhum pecador imortal.
 Biblicamente, a alma é mortal, pois as palavras “corrupção”, “morte”, “perecer”, “matar”, etc., são aplicadas em relação à alma. A doutrina espírita é o último grande engano de Satanás antes da volta de Jesus. De maneira nenhuma poderia o homem ser imortal, pois ninguém a não ser Deus possui imortalidade inerente: “… o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, Ele só, a imortalidade…” (1 Timóteo 6:15, 16) (Foto: Divulgação). 

Júlio César Prado.

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