Livro 1844 uma explicação simples das profecias de Daniel

Terminei de ler: “1844: Uma explicação simples das principais profecias de Daniel”, de Clifford Goldstein. Do qual destaco estas pérolas:

1. “Apesar da apostasia, de nossa condição laodiceana, dos escândalos enfim, de qualquer coisa que aconteça dentro da própria igreja, os ensinamentos sobre 1844 provam, além de qualquer dúvida, que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a igreja remanescente da profecia bíblica, e que nossa mensagem é a verdade presente. O juízo investigativo de 1844 – mais que o estado dos mortos, o sábado e a segunda vinda – estabelece a validade do adventismo. Essas outras doutrinas são aceitas por uma ou outra denominação, mas os adventistas são os únicos que têm a verdade do juízo investigativo. Enquanto não entendermos a verdade de 1844, percebendo que os adventistas são os únicos que a ensinam, não compreenderemos nosso verdadeiro chamado, nosso propósito e missão” (p. 8).

2. “Você pode ser um cristão convertido. Pode ser um dizimista leal, um adventista vegetariano. Pode dar estudos bíblicos, ganhar almas, ser gentil e amoroso. No entanto, se não tiver profundo conhecimento a respeito dessa data, se não tiver pelo menos uma compreensão rudimentar desse ensinamento, então está mal preparado para a sacudidura e o tempo de angústia. Se eu tivesse enfrentado o tempo de angústia com meu conhecimento superficial sobre 1844, teria sido levado como uma folha em um furacão” (p. 9).

3. “Estudando apenas Daniel 7, podemos chegar à conclusão de que o juízo celestial ocorre depois de 1798, no entanto, antes da segunda vinda de Jesus. Esse critério se encaixa em nossa compreensão do juízo investigativo de 1844, ou o juízo pré-advento, como é chamado algumas vezes” (p. 25).

4. “A ideia do juízo apresenta alguma semelhança com a purificação do santuário? Claro que sim! A purificação do santuário terrestre era o dia do juízo anual. Durante milhares de anos, desde os tempos do tabernáculo no deserto até hoje, os judeus têm celebrado a purificação do santuário (Yom Kippur) – o Dia da Expiação – como o grande dia do juízo. Juízo, arrependimento e confissão de pecados são a essência do Yom Kippur, o Dia da Expiação” (p. 34).

5. “A profecia das 70 semanas é, sem dúvida nenhuma, a profecia messiânica mais poderosa da Bíblia. Ela prova, acima de qualquer dúvida, o messiado de Jesus. Nenhuma outra profecia foi tão estudada, tão debatida, tão controvertida. Ela prova claramente – mais do que qualquer outra profecia – que Jesus é o Messias […]. Lembre-se, também, de que o antigo Israel não estava preparado para a primeira vinda de Jesus, porque, entre outras razões, não compreendeu a primeira parte da profecia dos 2.300 dias: as setenta semanas, que era a verdade presente para aquele tempo. Nós mesmos podemos não estar preparados para a segunda vinda de Jesus porque, entre outras coisas, não entendemos a segunda parta da profecia dos 2.300 dias: a purificação do santuário – verdade presente para nossos dias” (p. 48).

6. “Em Daniel 8 temos ambas as fases do ministério de Cristo como sumo sacerdote no Céu: o diário, que sofre o ataque do papado; e o anual, o ministério do segundo compartimento, que tem início ao final das 2.300 ‘tardes e manhãs’, quando o santuário é purificado!” (p. 53).

7. “Em Daniel 9, Jesus derrama Seu sangue que é usado para ungir o ‘santo dos santos’ – o santuário celestial. Em Daniel 8 vemos Jesus, inicialmente, ministrando no primeiro compartimento [no lugar santo do Santuário Celestial], o diário, e depois no segundo compartimento, quando o santuário [Celestial] é purificado. Em última análise, Daniel 7 consuma a sequência quando Ele estabelece Seu reino, atuando como rei! Nesses capítulos, existe a sequência encontrada no santuário terrestre: sacrifício, unção (Daniel 9), ministério no primeiro compartimento, seguido do ministério no segundo compartimento (Daniel 8), e finalmente o fim dos tempos (Daniel 9), todos centralizados em Jesus” (p. 54).

8. “Em Daniel 8, a ênfase ao papado não é tanto em relação a suas perseguições, mas à sua apostasia. O chifre pequeno estabeleceu um falso sacerdócio, rivalizando com a verdadeira mediação e plano da salvação instituídos por Deus. Em Daniel 8, o chifre pequeno também encontra seu fim: ‘Será quebrado sem esforço de mãos humanas’ (verso 25). Embora não seja mencionado em Daniel 8, o povo de Deus finalmente receberá o reino mostrado na visão de Daniel 7. Em Daniel 8, o que finalmente leva à extinção do chifre pequeno é o resultado da purificação do santuário. Em Daniel 7, é o julgamento no Céu que leva o chifre pequeno ao mesmo fim” (p. 58-59).

9. “Para entender o juízo, precisamos entender a universalidade do grande conflito; o pecado não é mais uma questão terrena. ‘Como caíste do Céu, ó estrela da manhã, filho da alva!’ (Is 14:12). O pecado teve início no Céu, com Lúcifer. Envolve toda a criação, todos os que têm questionamentos a respeito do pecado, da lei e do caráter de Deus – questões que durante milhares de anos estiveram por trás das batalhas travadas na Terra. ‘Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta’ (Ap 12:12)” (p. 69).

10. “…o povo ‘maduro’ de Deus é salvo não porque ‘[guarda] os mandamentos de Deus’, e sim porque tem a ‘fé em Jesus’. Ficar firme no julgamento nada tem a ver com legalismo – com salvação pelas obras. Aqueles que vivem agora serão salvos pela mesma razão pela qual foi salvo o ladrão na cruz: a justiça de Jesus por eles, no lugar deles, imputada a eles. Quando seus nomes aparecerem no juízo, Cristo apresentará Seu sangue e Sua justiça em seu favor. Desenvolvimento de caráter, quando compreendido no contexto de glorificação a Deus, não é legalismo! […] Enquanto Deus apaga nossos pecados que foram registrados no Céu, precisamos amar a Jesus o suficiente para permitir que Ele apague nossos pecados na Terra, para que Ele possa ser glorificado perante o Universo que nos observa. Aqui está nosso chamado. Aqui está a verdade presente. Aqui está a importância do juízo para nossa vida hoje” (p. 80) – Quer saber mais? Leia o livro! –

Pr. Heber Toth

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