Novelas e seriados modificam neurônios (cumprimento de escritos de Ellen White)

Há obras de Ficção que foram escritas com o objetivo de ensinar verdades ou expor algum grande mal. Algumas dessas obras têm feito bem. Têm, por outro lado, operado indizível dano. Encerram declarações e descrições altamente elaboradas, que despertam a imaginação e suscitam uma corrente de pensamentos repleta de perigo, especialmente para os jovens. As cenas descritas são repetidamente vividas em sua imaginação. Tais leituras incapacitam a mente para a utilidade, tornando-a inapta para os exercícios espirituais. Destroem o interesse na Bíblia. As coisas celestiais pouco lugar encontram nos pensamentos. À medida que a mente se demora nas cenas de impureza descritas, desperta-se a paixão, e o fim é o pecado.

Alimentando o amor de mera distração, a leitura de Ficção cria um desgosto pelos deveres práticos da vida. Por meio de seu poder estimulante e intoxicador, é freqüente causa de enfermidades mentais e físicas. Muito desgraçado e negligenciado lar, muito inválido por toda a existência, muito interno de asilo de alienados, chegou a esse estado mediante o hábito da leitura de romances.

Mesmo a Ficção que não contém nenhuma sugestão de impureza, e que visa ensinar excelentes princípios, é nociva.

Alega-se muitas vezes que, a fim de se desviar a juventude das leituras sensacionais e indignas, deveríamos proporcionar-lhes melhor espécie de leitura de Ficção. Isso equivale a tentar a cura de um bêbado dando-lhe, em lugar de uísque ou aguardente, os intoxicantes mais brandos, como vinho, cerveja ou sidra. O uso desses animaria continuamente o desejo dos estimulantes mais fortes. A única segurança para os bêbados, bem como para o homem temperante, é a total abstinência. A mesma regra se aplica ao amante de Ficção. Sua única segurança é a total abstinência. A ciência do bom viver página 444-446.

Esse hábito, uma vez formado, é difícil de ser vencido; mas isso pode ser feito, tem de ser feito por todos os que são candidatos ao mundo celestial. A mente à qual se permite absorver-se na leitura de Ficção fica arruinada. A imaginação se torna doentia, o sentimentalismo toma posse da mente e há uma vaga inquietação, um estranho apetite por alimento.

Os leitores de Ficção estão condescendendo com um mal que destrói a espiritualidade, eclipsando a beleza da Página Sagrada. Cria uma nociva estimulação, desperta a imaginação, incapacita a mente para a utilidade, desvia o espírito da oração, tornando-o inapto para qualquer exercício espiritual. Mensagens aos jovens 272.

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