O domingo não é um dia santo

“O primeiro reconhecimento da observância do domingo como uma obrigação legal é a constituição de Constantino em 321 d.C., decretando que todos os tribunais de justiça, habitantes da cidade e fabricas descansassem no domingo ( o venerável dia do sol), com exceção dos que trabalhavam no campo” (Encyclopendia Britannica, 11th ed., art. “Domingo”).

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Artista islâmico esconde mensagem antijudeus e anticristãos em x men

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Fátima 100 Anos – Papa Francisco em Portugal

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O fundamentalismo religioso e a geração Laodicéia parte 2

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É lícito usar figuras no ensino da Bíblia

“Muitos poderão ser alcançados da melhor maneira por imagens sagradas, ilustrando cenas da vida e missão de Cristo. Por este meio a verdade poderá ser vividamente impressa sobre suas mentes, para nunca serem apagadas. A igreja católica romana entende este fato, e apela aos sentidos das pessoas pelo charme das esculturas e desenhos. Conquanto não tenhamos simpatia por imagens de idolatria, que são condenadas pela lei de Deus, consideramos que é lícito se aproveitar daquele quase universal amor por imagens, entre os jovens, para fixar o evangelho nos seus corações por lindas figuras ilustrando o grande princípio moral na Bíblia. Assim também nosso Salvador ilustrou essas sagradas lições pelas imagens encontradas nas obras criadas por Deus” Health Reformer 1 de outubro de 1877 Art. B, par. 7

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“Many may be reached best through sacred pictures, illustrating scenes in the life and mission of Christ. By this means truths may be vividly imprinted upon their minds, never to be effaced. The Roman Catholic Church understands this fact, and appeals to the senses of the people through the charm of sculpture and paintings. While we have no sympathy for image worship, which is condemned by the law of God, we hold that it is proper to take advantage of that almost universal love of pictures in the young, to fasten in their minds valuable moral truths, to bind the gospel to their hearts by beautiful imagery illustrating the great moral principles of the Bible. Even so our Saviour illustrated his sacred lessons by the imagery found in God’s created works.” HR October 1, 1877, Art. B, par. 7

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Novas ferramentas de censura no YouTube

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A união europeia e a convergência profética

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100 anos do engano de nossa senhora de Fátima

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A marca da besta parte 6

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Globo: a defensora dos bandidos

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Bispo do Iraque afirma: todos os cristãos fugiram

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Satanás não pode ler nossos pensamentos

Satanás não pode ler os nossos pensamentos, mas pode ver os nossos atos, ouvir-nos as palavras; e por meio do seu longo conhecimento da família humana, pode moldar suas tentações para tirar vantagem de nossos pontos fracos de caráter. E quão frequentemente lhe revelamos o segredo de como poderá obter vitória sobre nós! Oh! como deveríamos dominar nossas palavras e ações! Quão fortes poderíamos tornar-nos se nossas palavras fossem tais que nos não envergonhássemos de enfrentar o seu registro no dia do juízo! Quão diferentes aparecerão elas no dia de Deus do que agora aparentam ao serem pronunciadas!” (Mensagens aos Jovens, p. 328)

A única coisa que o diabo pode fazer é “chutar” o que uma pessoa está pensando, pois ele aprendeu a conhecer algumas coisas olhando a fisionomia do rosto de alguém. Só em ver o semblante da pessoa, Satanás pode perceber se está nervosa, angustiada, etc.

O inimigo também poder saber o que está em nossos pensamentos através de nossas palavras e ações. Devemos ter muito cuidado no tipo de palavras que proferimos e como agimos. Não devemos dar chance a ele para que descubra todos os nossos defeitos de caráter. Quando ele descobre nossas fraquezas, passa a trabalhar em cima delas a fim que nos induza a pecar. Ele monta uma grande estratégia a fim de tentar nos pegar nos pontos fracos; e no momento em que ‘mostramos a ele’ nossos pontos fracos, mais chances damos às trevas para serem usadas contra nós.

“O adversário das pessoas não tem permissão de ler os pensamentos dos homens; é, porém, perspicaz observador, e nota as palavras; registra-as e adapta habilmente suas tentações de modo a se ajustarem ao caso dos que se colocam em seu poder. Caso trabalhássemos para reprimir os pensamentos e sentimentos pecaminosos, não lhes dando expressão em palavras ou ações, Satanás seria derrotado pois ele não poderia preparar suas especiais tentações para adaptar ao caso. Mas quantas vezes, por sua falta de domínio próprio, professos cristãos abrem a porta ao adversário das pessoas!” (Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p. 658)

Satanás não pode entrar na mente sem nosso consentimento:

“Se vivemos inteiramente para Deus, não permitiremos que a mente se demore em imaginações egoístas. Se houver um meio qualquer pelo qual Satanás possa alcançar acesso à mente, ele semeará o seu joio e o fará crescer até que redunde em farta colheita. Em caso algum pode Satanás obter domínio sobre os pensamentos, palavras e ações, a menos que voluntariamente lhe abramos a porta e o convidemos a entrar. Ele entrará então, lançando fora a boa semente semeada no coração e tornando de nenhum efeito a verdade.” (O Lar Adventista, p. 402)

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